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ELEIÇÕES 2018 Sem Bolsonaro, TV Aparecida faz debate morno

ELEIÇÕES 2018 Sem Bolsonaro, TV Aparecida faz debate morno Featured

 

A facada em Jair Bolsonaro, que o tirou da campanha nas ruas e o jogou na UTI de um hospital, foi um tiro no próprio pé do mandante (ou mandantes) do mais grave atentado político do país.

E esse crime tem impacto também nos debates após a facada. Na noite desta quinta-feira, 20/09, sem Bolsonaro, a TV Aparecida realizou um debate morno, justamente, porque ali não estava presente o líder das pesquisas e que tem grandes chances de vencer já no primeiro turno.

Chegou a dar sono assistir por mais de duas horas a um debate entre candidatos, cujo objetivo, agora, é evitar a vitória de Bolsonaro já no dia 7 de outubro.

Nos estúdios da TV Aparecida, o que se viu foi um debate sem emoção e sem confronto envolvendo um Alckmin atacando a todos (do jeito Alckmin de atacar), já que está perdendo apoio do Centrão; um Ciro Gomes pisando em ovos porque visa ganhar apoios num possível segundo turno; uma Marina Silva perdida com status de candidata nanica; um Álvaro Dias ciente de que não vai longe; Boulos como sempre um apêndice do PT;  e um Haddad na difícil missão de ter que falar mais do presidiário Lula do que de si próprio. 

E foi justamente entre Haddad e Álvaro Dias um dos momentos que esquentou um pouco o debate. Ao ser perguntado sobre seu programa para a família, Álvaro Dias fez, antes, uma introdução: "Haddad, você está aqui como representante do seu chefe, que se encontra preso por corrupção, que é o pior exemplo para as famílias". (Renato Ferreira)

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    Ovacionado aos gritos de "mito", ele destacou a importância que o público evangélico teve nas eleições de 2018.
     
    Jair Bolsonaro foi o primeiro presidente da República a participar da Marcha para Jesus, principal encontro evangélico do país que reuniu milhares de fiéis na Zona Norte de São Paulo nesta quinta-feira (20), na sua 27ª edição. Ovacionado aos gritos de “mito”, ele destacou, em seu discurso, a importância que o público evangélico teve nas eleições de 2018 e já prometeu voltar ao evento no próximo ano.
    De acordo com Bolsonaro, os evangélicos foram “decisivos para mudar o destino dessa pátria maravilhosa chamada Brasil”. Ele afirmou que, “quem achava que sucumbiríamos no início perdeu, porque temos a verdade e um povo maravilhoso ao nosso lado.”
    Marcha para Jesus Bolsonaro
    O presidente ainda repetiu que “apesar do estado ser laico, ele é cristão” e pontuou que “feliz é a nação cujo Deus é o senhor”. “Em nosso meio político a verdade sempre foi a primeira vítima. Até o último dia do meu mandato, ela será o norte do trabalho. Até mesmo uma família só pode ser sólida se entre o casal imperar a verdade acima de tudo.”
    Bolsonaro agradeceu a Deus por estar vivo e às orações dos fiéis nos momentos difíceis “que encontrou pela frente”, referindo-se à facada que recebeu de Adélio Bispo durante um evento da campanha. Ele disse que “todos sabem que nosso país têm problemas de ética, moral e economia, mas entendemos que podemos reverter isso, ser o ponto de inflexão e fazer com que o Brasil seja um dia colocado no local de destaque que merece”.
    Segundo o presidente, toda a população compartilha dessa responsabilidade de fazer o país crescer. “Primeiro vem Deus, depois a família tradicional e respeitada acima de tudo”, afirmou. Bolsonaro, por fim, elogiou a esposa, Michele, e pediu aos evangélicos que mandassem a ela “um grande abraço”.
    “Nenhum homem pode ser vitorioso se não tiver ao seu lado uma mulher maravilhosa. Muito obrigado a todos. Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”, finalizou, segurando bandeiras do Brasil e de Israel.

    EMBAIXADOR DE ISRAEL ESTAVA PRESENTE

    O embaixador de Israel, Yossi Shelley, esteve ao lado do presidente. Bolsonaro reiterou que sempre cita o país quanto tem a oportunidade e que “costuma dizer que o único diferencial entre o Brasil e Israel é um povo e uma classe política que tem fé, acredite no próximo, e que queira botar os interesses do país acima dos individuais”.
    Ele disse que sonha que as novas gerações, por intermédio da educação, “sejam melhores do que nós, porque assim teremos a certeza que estaremos evoluindo e próximos de países maravilhosos como Israel”. “Temos pela primeira vez na história um governo que está cumprindo o que prometeu na campanha”, completou.
    Em rápido discurso, Shelley agradeceu ao povo brasileiro, às lideranças evangélicas e ao presidente que, segundo ele, “ajuda Israel mais que qualquer outro país do mundo”. (Jovem Pan)
  • DEMOCRACIA: Manifestações espontâneas em todo Brasil demonstram que os brasileiros apoiam as reformas de Bolsonaro

    Em mais de 200 cidades de 21 Estados e do Distrito Federal, milhares de brasileiros vestidos de verde e amarelo foram às ruas em apoio às medidas do governo Federal contra a corrupção.

    Por Renato Ferreira - 

    Se alguém duvidava da força do povo brasileiro, que elegeu Jair Bolsonaro com mais de 57 milhões de votos, em 2018, com certeza, a partir das manifestações deste domingo, 26/05, mudará de ideia. Foi um apoio maciço de milhares de pessoas que, vestidas de verde e amarelo, foram às ruas em mais de 200 cidades de 21 Estados e do Distrito Federal. Dentre os temas principais, os manifestantes exigiram aprovação da reforma da Previdência e, principalmente, do Projeto Anti-crime do ministro da Justiça, Sérgio Moro.

    Manifestações pró Governo rio de janeiro

    Sem dúvida, as manifestações de hoje serviram como um termômetro democrático e positivo para o Governo Bolsonaro, que vinha enfrentando problemas para aprovar suas propostas no Congresso Nacional, sobretudo, junto aos membros do Centrão. Mesmo já tendo diminuído as pressões contra o governo na última semana, quando aprovaram a Medida Provisória que reestrutura os Ministérios, parlamentares da oposição e do Centão foram emparedados pelas manifestações de hoje.

    A partir de agora, os parlamentares terão que pensar duas vezes antes de continuarem exigindo "articulações" do governo para votarem medidas como a Nova Previdência e o Projeto Anti-crime. Sem cabresto de políticos e sindicatos corruptos, o povo brasileiro mostrou mais uma vez que está ao lado do governo para mudar o Brasil.

    Verde e amarelo

    Manifestação na av Paulista 2

    Ao contrário das manifestações da oposição, quando o povo comparece também, mas, só vão de ônibus, nas manifestações de apoio ao governo, os brasileiros vão espontaneamente para as ruas. E vão vestidos de verde e amarelo para mostrar que as cores do Brasil continuam as cores da Bandeira do Brasil.

    Neste domingo de sol, mesmo antes das 14h (horário marcado para o início das manifestações), a Avenida Paulista já recebia um grande público. De todas as estações do Metrô era impressionante o número jovens, homens e mulheres de todas a idades que chegavam à principal via pública de São Paulo e local das principais manifestações paulistanas.

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    Com o jornalista Renato Ferreira, Notícias & Opinião esteve neste domingo na Avenida Paulista. E lá, constatamos que, realmente, trata-se de uma manifestação espontânea de um povo que não suporta mais que o país seja comandado por corruptos. E por mais que a grande imprensa, inconformada com as medidas austeras do governo, tente minimizar o tamanho e os efeitos destas manifestações, a verdade é que a maioria dos brasileiros não se ilude mais com notícias falsas ou opiniões deturpadas dos fatos. Foram também manifestações pacíficas. Não houve, por exemplo, nenhum registro de baderna, quebra-quebra de bens públicos ou privados e nem ônibus queimados. 

    O Brasil mudou e os políticos que insistirem na prática de uma velha política, com base na corrupção, estão com os dias contados. Durante o tempo em que permanecemos na Paulista, vimos apenas o senador Major Olímpio e alguns deputados do PSL. Políticos de outros partidos apostavam no fracasso das manifestações. Com certeza, a partir desta segunda-feira, esses políticos já deverão mudar de opinião, caso queira continuar sintonizados com as ruas do país.

    Por volta das 16h, cerca de sete quarteirões da Paulista foram tomados por uma verdadeira multidão. E o apoio não era somente dirigido ao Presidente Bolsonaro. Os gritos eram também de apoio incondicional aos ministros Paulo Guedes (Economia), e a Sérgio Moro (Justiça). E, claro, não faltaram também críticas ao Parlamento. A todo momento era possível ouvir críticas, por exemplo, ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). (Renato Ferreira)

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    O tucano Geraldo Alckmin, candidato à Presidência em 2018, que levou uma surra na eleição, atribuiu sua derrota à facada que Bolsonaro levou.

    “Eu estava subindo e ele, caindo. Só no dia da facada, ele teve 22 minutos de Jornal Nacional”, disse Alckmin, durante debate na Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado, em São Paulo. (Com a informação: Folha de São Paulo e O Antagonista)

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