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ELEIÇÕES 2018: PT, Rede, PSDB e Podemos oficializam seus candidatos à Presidência da República

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Neste sábado, 04/07, na reta final das convenções partidárias, mais quatro legendas oficializaram suas candidaturas à Presidência da República. Em Brasília, os tucanos confirmaram a candidatura de Geraldo Alckmin. Em Curitiba, o Podemos oficializou o nome de Álvaro Dilas. Também em Brasília, a Rede oficializou a candidatura de Marina Silva. E em São Paulo, mesmo preso e condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, Lula teve o seu nome oficializado pelo PT. 

PSDB confirma Geraldo Alckmin

PSDB confirma Alckmin 2 capa

Em sua convenção nacional realizada neste sábado, em Brasília, o PSDB confirmou a escolha de Geraldo Alckmin, 65 anos, como candidato na disputa à Presidência da República. A senadora Ana Amélia (PP-RS) foi confirmada como vice na chapa de Alckmin.

Atual presidente nacional do partido, o ex-governador de São Paulo foi escolhido por 288 presentes à convenção tucana. Um filiado não votou a favor de Alckmin e houve uma abstenção. 

A expectativa entre os tucanos é que Ana Amélia como vice, possa melhorar o desempenho de Geraldo Alckmin na região Sul e no setor do agronegócio, onde ela tem bom trânsito. A escolha de uma mulher para vice representa também um aceno ao eleitorado feminino.

Em discurso na convenção, Ana Amélia Lemos afirmou que será "absolutamente leal" a Alckmin. A senadora declarou que a" régua moral de Geraldo Alckmin é a mesma régua moral" que ela usa no Senado. Para ela, o brasileiro quer um "governo austero".

Antes de acertar a chapa com Ana Amélia de vice, Alckmin fechou aliança com partidos do chamado "Centrão" (DEM, PP, PR, PRB e SD), além de outras três legendas: PTB, PSD e PPS. Conforme explicou o primeiro-vice-presidente do PSDB e coordenador da campanha, Marconi Perillo, os apoios garantirão 45% do tempo de televisão ao candidato tucano.

Podemos oficializa Álvaro Dias

Podemos confirma Álvaro Dias

Também neste sábado, o Podemos confirmou, em Curitiba, o nome de Álvaro Dias, 73 anos, como candidato à Presidência da República. Ele está no quarto mandato de senador e é o atual líder do partido.

O vice da chapa de Álvaro Dias é o economista Paulo Rabello de Castro, do Partido Social Cristão (PSC), que desistiu de candidatura própria para fechar com o Podemos. Além do PSC, o Podemos fechou coligação com o PRP e o PTC.

 Em seu primeiro discurso como candidato, Álvaro Dias fez críticas ao atual sistema político e voltou a repetir a tese de "refundar a República", que defendeu nas entrevistas da pré-campanha eleitoral.

O candidato do Podemos disse, ainda, que vai combater a corrupção e apoiar a continuidade da Operação Lava Jato, que, de acordo com ele, prendeu "os barões que assaltaram a República". "A limpeza não terminou, a limpeza tem que continuar", afirmou.

O senador também revelou que pretende convidar o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, para assumir o Ministério da Justiça, caso seja eleito Presidente da República.

Para Alvaro Dias, Sérgio Moro é o "ícone da nova Justiça brasileira". Ele disse que ainda não conversou com juiz sobre o convite.O 

O senador também afirmou que deseja dar mais espaço às mulheres e que elas  sejam protagonistas no seu governo. "Nós do Podemos somos comandados por uma mulher (deputada Federal Renata Abreu) e, certamente, elas comandarão setores do nosso governo porque são essenciais na refundação da República". disse..

 O atual mandato de Álvaro Dias como senador termina em 2022.

Rede confirma Marina como candidata
Rede confirma Marina

Em Brasília, a Rede Sustentabilidade oficializou por aclamação a candidatura de Marina Silva à Presidência da República. O vice na chapa da Rede é o médico sanitarista, Eduardo Jorge (PV), que em 2014 foi candidato à Presidência da República.

A Rede tem dois deputados federais e um senador, representações e diretórios em todas as unidades da Federação.

Marina Silva nasceu em 8 de fevereiro de 1958, no Acre, em uma pequena comunidade chamada Breu Velho, município de Rio Branco.

Em 1984, ela ajudou a fundar a CUT (Central Única dos Trabalhadores) no Acre. No ano seguinte, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT). Em 1988, foi eleita pela primeira vez a um cargo público nas eleições de 1988, quando foi a vereadora mais votada de Rio Branco.

Nas eleições de 1990, foi eleita deputada estadual. Em 1994, nas eleições gerais, foi eleita senadora, aos 36 anos, tendo sido reeleita no pleito de 2002. Marina foi também ministra do Meio Ambiente no governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Em 2010, foi candidata pela primeira vez à Presidência da República, pelo Partido Verde (PV), quando obteve 19 milhões de votos. Voltou a ser candidata nas eleições de 2014, pelo PSB, obtendo 22 milhões de votos. 

PT confirma Lula como candidato, apesar da prisão

Pt confirma Lula

Já em São Paulo, o Partido dos Trabalhadores confirmou a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República. O anúncio foi feito pela presidente da legenda, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), durante a convenção, no bairro da Liberdade. O candidato a vice ainda não foi definido. Durante a semana, o partido anunciou que o nome de Manuela D´Ávila (PCdoB-RS), seria anunciado hoje como vice, mas, esse anúncio foi vetado por Lula. 

“Viemos aqui para votar no nosso candidato a presidente, Lula. Esse é um momento histórico. Lula é o nosso candidato a presidente da República”, disse Gleisi.

O ator Sérgip Mamberti leu uma carta do Lula.. Nela, Lula diz que é a primeira vez em 38 anos que não participa de uma convenção nacional do partido. "Mas sei que estou presente em cada um de vocês".

“Nós tratamos a nossa gente como solução e por isso o Brasil mudou”. Hoje a nossa democracia está ameaçada. Agora querem fazer uma eleição de cartas marcadas. Querem inventar uma democracia sem povo”, diz Lula na carta.

Participaram do evento lideranças do PT, como a ex-presidente Dilma Rousseff, o candidato ao governo de São Paulo pelo partido, Luiz Marinho, o ex-ministro Celso Amorim, o ex-prefeito da capital paulista Fernando Haddad, o senador Lindberg Farias, entre outros.

Movimentos sociais e entidades sindicais também marcaram presença, como o MST, o MTST, CUT, Central dos Movimentos Populares, UNE, entre outros.

Em  determinado momento da convenção, todas as pessoas presentes colocaram uma máscara com o rosto do ex-presidente Lula e gritaram em coro: "Eu sou Lula".

Condenado em segunda instância no caso do triplex em Guarujá, a doze anos e um mês de prisão,  Lula está preso desde o começo de abril, na Polícia Federal de Curitiba. E conforme a lei da ficha limpa, essa condenação torna o petista inelegível. Mas a questão será decidida pelo TSE após o registro oficial da candidatura. O presidente do TSE, ministro Luiz Fux já deixou que qualquer candidatura cujo nome seja enquadrado na Lei da Ficha Lima não será aceita. (Renato Ferreira com informações do Estado de Minas e Agências de Notícias)

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    Novos Secretários Lins Athaide e Fábio Teruel
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    Sem dúvida, é indiscutível a capacidade técnica de Waldyr Ribeiro. E o Rogério Lins - como alguns colegas jornalistas comentaram - acaba de marcar um golaço em sua administração, não somente na parte técnica, mas, também no campo da política/eleitoral.
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  • CORRUPÇÃO: Lava-Jato em São Paulo denuncia Lula, seu irmão, Frei Chico e executivos da Odebrecht
    Empresa teria pago mesada a Frei Chico entre 2003 e 2015 para garantir boa relação com o governo federal
     
    Nesta segunda-feira, 09/09, a Lava Jato em São Paulo denunciou mais uma vez o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por corrução. Foram denunciados também o irmão de Lula, Frei Chico, e executivos da empreiteira Odebrecht. Segundo o advogado do petista, Cristiano Zanin Martins, "a denúncia de hoje contra Lula repete as mesmas e descabidas acusações já apresentadas em outras ações penais".
     
    Segundo a Polícia Federal, o ex-presidente Lula e seu irmão, Frei Chico, foram denunciados por corrupção passiva continuada. Já os donos da Odebrecht, Emilio e Marcelo Odebrecht, e o ex-diretor da empresa Alexandrino de Salles Ramos Alencar foram denunciados por corrupção ativa continuada. Segundo o Ministério Público Federal, "entre 2003 e 2015, Frei Chico, sindicalista com carreira no setor do petróleo, recebeu R$ 1.131.333,12, por meio de pagamento de 'mesada' que variou de R$ 3 mil a R$ 5 mil e que era parte de um 'pacote' de vantagens indevidas oferecidas a Lula, em troca de benefícios diversos obtidos pela Odebrecht junto ao governo federal".
     
    Ainda segundo o MPF em São Paulo, Frei Chico, que, assim como Lula, atuava como sindicalista na década de 90, assumiu o cargo de consultor da empresa com a intenção de facilitar a relação da Odebrecht com os sindicatos.  A indicação teria sido feita por Lula quando ele ainda não ocupava o posto de presidente. A partir de 2002, com a eleição do petista, Frei Chico teria sido desligado da empresa, mas passou a receber a mesada de forma oculta, via departamento de propina que a empresa criou. “Os pagamentos começaram em janeiro de 2003, no valor de R$ 3 mil; em junho de 2007, passaram a ser entregues R$ 15 mil a cada três meses (R$ 5 mil/mês), entregas que cessaram somente em meados de 2015, com a prisão de Alexandrino pela Lava-Jato”, informou o MPF.
     
    De acordo com a denúncia, os pagamentos a Frei Chico eram feitos em razão do cargo de Presidente da República, então ocupado por Lula e, assim como outras vantagens por ele recebidas, visavam à obtenção, pela empresa, de benefícios com o governo federal. Ainda de acordo com a denúncia, nos depoimentos, Frei Chico alegou que durante o período os valores que foram pagos eram referentes a serviços de consultoria, porém, segundo o MPF, ele não apresentou documentos que comprovassem os trabalhos. Se condenados, a pena para os crimes pode variar de 2 anos a 20 anos de prisão, considerando a modalidade continuada. No entendimento da força-tarefa, por ter ocorrido por tantos anos os crimes podem ser imputados com o agravante.
    Incentivador de Lula
    Na nota em que informou a denúncia, o MPF fez uma espécie de perfil de Frei Chico e como a relação dele com a empresa começou. “Sindicalista militante, Frei Chico - que teria sido quem levou Lula ao sindicalismo - iniciou uma relação com a Odebrecht ainda nos anos 90. No início daquela década, estava em curso o Programa Nacional de Desestatização, que sofreu forte resistência dos trabalhadores do setor. Ao todo, 27 químicas e petroquímicas estatais federais foram vendidas”, afirma a Procuradoria. A Procuradoria afirma que “como a Odebrecht participava do setor e vinha tendo problemas com sindicatos, o então presidente da companhia, Emilio Odebrecht, buscou uma aproximação com Lula, e este sugeriu, então, que contratasse Frei Chico como consultor para intermediar um diálogo entre a Odebrecht e os trabalhadores”.
    Defesa
    O advogado Cristiano Zanin Martins, que defende o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou nesta segunda-feira, 9, em nota, que "a denúncia oferecida hoje em São Paulo pelos procuradores da Lava Jato contra Lula repete as mesmas e descabidas acusações já apresentadas em outras ações penais". (Fonte: Estado de Minas)
  • POR QUE O MEDO?: Rede vai ao STF para barrar fiscalização de ONGs
    Se não tem nada a esconder, o partido de Marina Silva deveria ser o primeiro a apoiar a investigação de ONGs, e não tentar proibir a investigação.
     
    No último dia 15 de agosto, por mais incrível que pareça, o partido REDE, fundado por Marina Silva, entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar barrar a Medida Provisória (MP) assinada por Jair Bolsonaro. O texto editado pelo presidente prevê que as Organizações não Governamentais (ONGs) sejam fiscalizadas pelo governo federal.
    De acordo com a MP, a Secretaria de Governo pode “supervisionar, monitorar, coordenar e acompanhar” todas as ações de ONGs no território nacional. O partido alega que o supervisionamento das instituições seria “abuso de poder” da parte do governo.
    Os advogados do partido de Marina Silva afirmam que há inconstitucionalidade na MP, alegando que ela “tira a liberdade de organizações atuarem à beira do Estado”.
    O governo ainda não se pronunciou oficialmente sobre a ação da Rede.
    Diante dessa medida da Rede, fica uma pergunta no ar: Por que será que a Marina Silva quer proibir que as ONGs sejam investigadas? Ora, se a Organização é honesta, ela não teria nada a esconder. Não é mesmo? Quem não deve, não teme. (Renato Ferreira).

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