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ALÉM DAS PESQUISAS: Empresários que defendem Bolsonaro nas redes sociais

ALÉM DAS PESQUISAS: Empresários que defendem Bolsonaro nas redes sociais Featured

 

"Pecuarista, advogado, vendedor de picolé: a rede de empresários que se mobiliza pela candidatura de Bolsonaro"

Matéria de capa da revista Época on-line -

 

"Além da agenda econômica", empresários de todo Brasil e representantes dos mais diversos ramos de atividades, "veem Bolsonaro como um símbolo de combate à agenda social globalista — a que vem de fora e coloca na sala, segundo eles, desconfortáveis debates, como identidade de gênero, homofobia, xenofobia e afins". Trecho da longa matéria de capa da revista Época sobre a rede formada por empresários que apoiam Bolsonaro e que defendem com afinco a sua candidatura nas redes sociais.

Outro trecho da matéria: Dono de um cursinho comunitário chamado Saquarema — nome inspirado na alcunha dos membros do Partido Conservador durante o Segundo Reinado (1840- 1889) —, Rodrigo Morais já deu curso de formação de professores em Moçambique, por meio de uma ONG dinamarquesa, morou nos Estados Unidos e deu aulas na rede Objetivo. Simpatiza com a ideia de Bolsonaro de “armar as pessoas de bem”, cujas casas são invadidas por criminosos. “A segurança pública é um problema individual. Primeiro preciso defender minha vida.”

Trata-se de uma matéria que mostra a realidade atual do Brasil, da visão de grande parte do eleitorado e desta pré-campanha eleitoral no Brasil.

Quem achava no início que Bolsonaro era um cavalo paraguaio, hoje, deve pensar diferente, pois, trata-se de uma pré-candidatura com todas as credenciais e musculatura eleitoral para figurar no segundo turno representando o centro e a extrema direita.

Matéria completa aqui: https://glo.bo/2NPpwX1

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    Presidente argentino, Mauricio Macri, é o primeiro chefe de estado a visitar o Brasil, desde a posse de Bolsonaro. Os presidentes condenaram o governo de Nicolás Maduro
     
     
    O presidente Jair Bolsonaro recebeu nesta quarta-feira, 16/01, no Palácio do Planalto o presidente da Argentina, Mauricio Macri. Os dois discutiram sobre a situação do Mercosul e condenaram o governo de Nicolás Maduro, na Venezuela.
    Antes de Mauricio Macri entrar em cena, os ministros já estavam cumprindo agenda. Os da Fazenda e da Produção e Trabalho se reuniram com a equipe econômica. Os da Justiça e da Segurança Pública estiveram com Sérgio Moro e o ministro Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Trataram de ações conjuntas no combate ao crime organizado, narcotráfico, corrupção e a segurança de fronteira.
    Pouco depois, o presidente argentino subiu a rampa do Planalto, onde Bolsonaro o aguardava. Macri é o primeiro chefe de estado a visitar o Brasil desde a posse de Bolsonaro. Ele foi uma das ausências no dia 1º de janeiro.
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    Tanto Macri quanto Bolsonaro estão fechados no não reconhecimento do mandato de Nicolás Maduro, que tomou posse pela segunda vez na Venezuela, semana passada. Brasil e Argentina consideram que a legitimidade está no presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó.
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    Jair M. Bolsonaro
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    - Ao criminoso não interessa o partido desse ou daquele governador. Hoje ele age no Ceará, amanhã em SP, RS ou GO.
    - Suas ações, como incendiar, explodir, ... bens públicos ou privados, devem ser tipificados como TERRORISMO.
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