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Gleisi Hoffmann não comparece à plenária em defesa de Lula em Osasco

Gleisi Hoffmann não comparece à plenária em defesa de Lula em Osasco Featured

 

Apesar de ter sido anunciada como presença garantida e ter até gravado um vídeo chamando para o evento, a senadora e presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Gleisi Hoffmann, não compareceu à Plenária Lula Livre, realzada no sábado, 19/05 - https://bit.ly/2I9xQ4D - na sede do Sidicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região. O evento foi organizado pelo deputado Estadual, Marcos Martins, e o ex-prefeito da cidade e atual tesoreiro do PT, Emídio de Souza, pré-candidato a deputado Estadual. 


Conforme o deputado Marcos Martins publicou no próprio sábado, em sua página do Facebook, "Centenas de pessoas" se reuniram no evento em apoio à libertação de Lula em Osasco. Com a ausência da senadora Gleisi Hoffmann, o maior destaque atual do PT que esteve em Osasco foi o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, cujo nome tem sido um dos mais comentados como plano B do partido, caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que se encontra detido em Curitiba, não possa ser candidato. No entanto, comforme foi dito na própria plenária, a cúpula petista luta pela libertação de Lula e continua afirmando que o ex-presente será o candidato do partido nas eleições de outubro.

Plenária petista em Osasco 1

 

Ainda segundo a postagem de Marcos Martins, além de Hadadd, a plenária em Osasco contou com a presença de dezenas de lideranças petistas, dentre elas, Emídio de Souza, Eduardo Suplicy e Luiz Marinho. 

"A plenária é mais uma demonstração de força daqueles que defendem a democracia e um projeto nacional de desenvolvimento que valorize a classe trabalhadora brasileira", afrma o deputado Marcos Martins.

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  • Absolvição de Gleisi Hoffmann mostra o privilégio de ser julgado pelo STF

    Segunda turma do Supremo absolve a petista Gleisi Hoffmann e o seu marido Paulo Bernardo dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro

     

    A absolvição da senadora e presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, e do seu marido, o ex-ministro de Lula, Paulo Bernardo, decidida na noite desta terça-feira, 19/06,pela Segunda Turma do Supremo, deixou claro que, realmente, é um privilégio para quem tem o foro privilegiado e só pode ser julgado pelo STF (Supremo Tribunal Federal). A absolvição mostra também porque presidentes da República tentam sempre dar status de ministros aos seus protegidos, como Dilma Roussef (PT), e Michel Temer (MDB) tentaram fazer para beneficiar o ex-presidente Lula, e o ministro Moreira Franco, respectivamente. Temer conseguiu.

    Em sessão que iniciou no meio da tarde e foi até de madrugada, a Segunda Turma decidiu absolver por unanimidade (5 a 0), Gleisi Hoffmann (PR), e o seu marido, Paulo Bernardo, das acusações de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no âmbito da Operação Lava Jato. A análise do processo dos petistas marcou o segundo julgamento de uma ação penal da Lava Jato no STF - no mês passado, a Segunda Turma condenou por unanimidade o deputado federal Nelson Meurer (PP-PR).

    Por 3 a 2, os ministros também absolveram Gleisi da prática de caixa 2 (falsidade ideológica eleitoral), impondo uma derrota ao relator da Lava Jato, ministro Edson Fachin, que foi acompanhado nesse ponto apenas pelo ministro Celso de Mello. Na opinião de Fachin e Celso, a conduta caracterizada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) como corrupção passiva no caso de Gleisi se enquadrava na verdade como caixa 2.

    Entenda o caso

    Paulo Bernardo e Gleisi

    O ex-ministro de Lula, Paulo Bernardo, e sua exposa, a senadora Glesi Hoffmann (PT), absolvidos ontem pelo STF dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro

    O processo de Gleisi Hoffmann chegou ao Supremo em março de 2015. Em 27 de setembro de 2016, a denúncia contra Gleisi, o marido e o empresário Ernesto Kugler Rodrigues foi recebida por unanimidade pela Segunda Turma do STF. Os três foram acusados de solicitar e receber R$ 1 milhão oriundos de um esquema de corrupção instalado nadiretoria de abastecimento da Petrobras que teria favorecido a campanha de Gleisi ao Senado, em 2010.

    A denúncia tinha como fundamento as delações premiadas do ex-diretor de abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, do doleiro Alberto Youssef e o advogado Antonio Pieruccini, alvo de questionamentos pelos réus.

    O ministro Dias Toffoli concordou com a tese da defesa dos réus de que as declarações dos delatores são contraditórias e insuficientes para formar um "juízo condenatório". "Observa-se que toda argumentação tem como fio condutor o depoimento de delatores. Relatos não encontram respaldo em elementos de corroboração", disse Toffoli.

    Elementos compreendidos por Fachin e Celso como provas para condenar Gleisi pelo recebimento de R$ 1 milhão não declarado em 2010 não foram consideradas no voto de Toffoli. "Há jurisprudência da Corte que exclui do elemento de corroboração documentos elaborados unilateralmente pelo próprio colaborador", ressaltou Toffoli.

    O ministro Gilmar Mendes concordou com o colega. "Não há elementos de corroboração suficientes para autorizar o juízo de condenação. O reforço por provas materiais, se existe, é raquítico e inconclusivo", afirmou Gilmar.

    Na avaliação do ministro Ricardo Lewandowski, "são tantas as incongruências, inconsistências nas delações premiadas que se tornam completamente imprestáveis para sustentar qualquer condenação".

    Para Fachin, a acusação contra Gleisi não se enquadraria como corrupção passiva, como pretendia a PGR, e sim como caixa caixa 2, por não ter declarado na prestação de contas da campanha de 2010 o recebimento ilícito de R$ 1 milhão, supostamente oriundo do esquema de corrupção na Petrobras.
    "A conduta omissiva da acusada ao deixar de declarar valores comprovadamente recebidos em sua campanha por ocasião na prestação de contas violou o Código Eleitoral, revelando-se imperiosa a sua condenação", argumentou Fachin.

    Fachin votou para absolver de todos os crimes de que foram acusados o ex-ministro Paulo Bernardo e o empresário Ernesto Kugler. Nesse ponto, Fachin foi acompanhado por todos os integrantes da Segunda Turma.

    Outros processos

    Gleisi é albo também de outras duas denúncias da PGR: uma envolvendo o núcleo político do PT, sob a acusação de que a sigla recebeu propina por meio da utilização da Petrobras, do BNDES e o Ministério do Planejamento; e outra que trata de uma linha de crédito entre Brasil e Angola que teria servido de base financeira à corrupção na campanha da senadora ao governo do Paraná em 2014, de acordo com a PGR. (Fonte: Estados de Minas)

     

    Opinião de Renato Ferreira
    Portas abertas
    Por mais que os ministros da Segunda Turma justifiquem seus votos, a absolvição não deixa de ser um alívio para outros políticos acusados de corrupção com foro privilegiado. E nessa situação, encontram-se o senador Aécio Neves (PSDB-MG), Renan Calheiros (PMDB-AL), Fernando Collor (PTB-AL), e Romero Jucá (PMDB-RR), dentre outros.

    Essa mesma turma, que já votou contra a prisão em segunda instância, irá julgar, no próximo dia 26/06, o 26º pedido de libertação do ex-presidente Lula. E pelo voto anterior, não se pode descartar que a maioria decida pela soltura do ex-presidente petista, cuja condenação na Lava Jato foi confirmada pelo TRF4 (Tribunal Regional Federal), da 4ª Região de Porto Alegre.

    E, se libertarem Lula da prisão, a Segunda Turma poderá também abrir as portas para que os advogados de outros políticos já condenados e presos pela Lava Jato, como José Dirceu, Eduardo Cunha e Sérgio Cabral, peçam também que seus clientes sejam libertados até que que todos os recursos sejam definidos em instâncias superiores, como no próprio STF.

    O processo contra Gleisi Hoffmann foi o segundo a ser julgado pelo STF nos quatro anos de funcionamento da Operação Lava Jato. No mês passado, essa mesma Segunda Turma condenou por unanimidade o deputado federal Nelson Meurer (PP-PR). E, nesses quatro anos, a Lava Jato já condenou dezenas de empresários, políticos, diretores da Petrobras, ex-deputados, além de ter recuperado milhões de reais roubados dos cofres da Petrobras. (Renato Ferreira)

  • Osasco comemora os 28 anos da Guarda Civil Municipal
     
    Na segunda-feira, 18/06, na Avenida Bussocaba em frente ao Paço Municipal, houve a cerimônia em comemoração ao 28º aniversário da Guarda Civil de Osasco. No evento foram apresentados os pelotões da GCM: Núcleo de Operações Especiais (NOE), Corpo de Vigias, os novos guardas que estão em capacitação e a tropa atual. A Banda do 4º Batalhão de Infantaria Leve abrilhantou a solenidade.
    GCM Osasco 2
    A solenidade teve início com a execução do Hino Nacional e, na sequência, o prefeito Rogério Lins, o secretário de Segurança e Controle Urbano, Adilson Moreira, e o comandante da GCM, Raimundo Pereira Neto, passaram a tropa em revista. O capelão Rodrigo Mendonça fez uma oração antes da leitura da Ordem do Dia, onde foram ressaltadas as conquistas, persistência e satisfação da tropa.
    GCM Osasco 3
    O prefeito Rogério Lins falou sobre os investimentos em tecnologia que ajudarão no trabalho da GCM. “Iremos deixar Osasco mais segura com o monitoramento do Centro de Operações Integradas, que está indo para a segunda fase de ampliações de câmeras. Também teremos aplicativos de leitura de placa de carros e identificação facial. Com maior efetivo, o COI monitorando a nossa cidade 24 horas, as novas viaturas que estamos contratando, além das ações do NOE e do ROMU junto com as polícias Civil e Militar, não tenho dúvida que construíremos uma Osasco mais segura”, enfatizou.
    GCM Osasco 4
    Já o secretário de Segurança e Controle Urbano, Adilson Moreira, agradeceu os novos GCMs. “Com esse reforço poderemos realizar mais ações na cidade”. E o comandante da GCM, Raimundo Pereira Neto enumerou as conquistas. “Comemoramos mais um aniversário da nossa gloriosa Guarda Civil. Temos muito a festejar pelas conquistas. Primeiro o reconhecimento do nosso valor por meio do Plano de Carreira. Depois, pela nomeação de um secretário de Segurança que saiu das fileiras da GCM. Só temos a agradecer a valorização da nossa Guarda Municipal”.
    Homenagens
    Ainda durante a solenidade foram entregues Láurea do Mérito Pessoal aos guardas que se destacaram nas mais variadas ocorrências, demonstrando profissionalismo. Depois foi feita uma homenagem aos Guardas Civis Municipais aposentados. Ao final foram entregues certificados de “Amigo da Guarda Civil Municipal” ao prefeito Rogério Lins e demais pessoas.
    A solenidade teve encerramento com desfile da tropa de Osasco e dos municípios de Barueri, Botucatu, Caieiras, Carapicuíba, Cotia, Diadema, Embu das Artes, Franco da Rocha, Guarulhos, Itapecerica da Serra, Jandira, Jundiaí, São José dos Campos, Taboão da Serra e Vargem Grande Paulista.
    Participaram do evento, a primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade, Aline Lins e a vice-prefeita, Ana Maria Rossi, os secretários Sérgio Di Nizo (Governo), Lau Alencar (Desenvolvimento, Trabalho e Inclusão), Carmônio Bastos (Esporte, Recreação e Lazer), José Carlos Vido (Saúde), Marcelo Silva (Meio Ambiente), José Toste (Educação), Ivo Gobatto (Assuntos Jurídicos), Osvaldo Verginio (Transportes e da Mobilidade Urbana) e Soleny Pereira Oliveira (Administração); os secretários adjuntos Fábio Grossi, Deisi Ventura, Hamilton Sant’anna, Renata Poletti, Izilda Orlando e Geraldo; os vereadores Josias da Juco, Ricardo Silva, Toniolo e doutora Régia; coronel Junqueira (comandante do 4º BIL), tenente-coronel Luiz Antonio Rosa (comandante do 14º BPM/M), doutor Valdeci Magdanelo, ex-secretário de Segurança de Osasco, entre outras autoridades. (Texto: Talita Castro - Imagem: Ivan Cruz - Secom)
  • Prefeito de Osasco anuncia reforma do Centro Poliesportivo Ayrosa
    Início da das obras está previsto para o próximo dia 27/06 e tem prazo de conclusão em seis meses
    O prefeito de Osasco, Rogério Lins, oficializou no sábado, 16/6, o início das obras do Centro Poliesportivo Domingos Piteri, na Vila Ayrosa, zona Norte. A unidade será reformada e renovada, sendo que as obras terão início dia 27/7, com prazo aproximado de seis meses para a conclusão.
    Poliesportivo Ayrosa Lins
    Entre as intervenções a serem realizadas estão o Campo de Futebol, que receberá drenagem, aplicação de grama sintética, iluminação, novo vestiário e alambrado. O ginásio passará por reforma em sua estrutura para melhoria da prática de futsal e handebol, além da reforma na cobertura, pintura e instalação de escada retrátil. Ao todo serão aproximadamente 7.816.00 m² de intervenção, de um total de 17.155 m² de área do centro esportivo.
    Poliesportivo Ayrosa
    Para festejar o início das obras, a prefeitura preparou uma extensa programação de atividades. Durante todo o dia, o Poliesportivo contou com um público diverso participando de brincadeiras, jogos esportivos como badminton, pingue-pongue, jogos de quadra, futsal e vôlei adaptado à terceira idade.
    Os moradores também puderam medir a pressão arterial e glicemia gratuitamente no estande móvel da Secretaria de Saúde, montado em parceria com a CPClin e equipe de enfermeiras voluntárias da Escola de Enfermagem Clara Luz.
     
    Dona Angélica, 63, moradora do Rochdale, chegou bem cedo ao local. Antes de participar do volêi adaptado, ela cuidou da saúde e fez os testes. Ela pratica a modalidade há mais de dez anos e frequente o Poliesportivo às segundas e quartas para jogar com as amigas. Nos outros dias faz caminhada no Parque Piratininga. “Essa reforma valorizará ainda mais este local”, disse.
    A tarde foi a vez do palco montado na Rua Ciriema ganhar a atenção dos frequentadores com as apresentações de kung fu, karatê, balé infantil, da Secretaria de Esporte, Recreação e Lazer (Serel), e shows infantis com a turma da Patrulha Canina, Turma da Mônica, Patati Patatá, os Vingadores e outros personagens. Os humoristas Ronaldo Spedaletti, Hermes Carpes e Flavio Toda também agitaram a criançada com inúmeras brincadeiras no palco.
     
    O encerramento das atividades contou ainda com grande show do grupo de pagode Mulekagem e o forró do Capa de Revista, tocando a famosa música “Faz a dança do peru”.
    Outras melhorias
    O bairro do Ayrosa recebeu recentemente diversas outras melhorias como o recapeamento asfáltico da Rua Anacleto da Silva, entregue à população no sábado, 16/6. Foram utilizadas cerca de 1.100 toneladas de massa asfática distribuídas pelos mais de 8.600 metros da rua.
    Os moradores da Vila Ayrosa contam ainda com um novo pronto-socorro, todo reformado e modernizado e entregue à população no início de junho, juntamente com a Unidade Básica de Saúde (UBS) Darcy Alves, que teve parte do piso, do telhado e vidros da recepção trocados, além de receber adequações elétrica e hidráulica, pintura geral e instalação de pias para higienização das mãos dentro dos consultórios.
    As melhorias nos equipamentos públicos de saúde e de lazer, bem como o recapeamento atendem a uma antiga reivindicação dos moradores da Vila Ayrosa e arredores e buscam oferecer ainda mais conforto, segurança e qualidade de vida aos munícipes. (Texto: Olga Liotta - Imagens: Ítalo Cardoso, Jean Bueno e Sérgio Gobatti)

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