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Sem Joaquim, para onde vai o PSB?

Sem Joaquim, para onde vai o PSB? Featured

 

Durante meses o PSB (Partido Socialista Brasileiro) tentou a filiação do ex-presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa até que conseguiu em abril dentro do prazo legal estipulado pela Justiça Eleitoral para quem desejasse disputar o pleito em outubro. Joaquim Barbosa seria, então, o candidato à Presidência da República pelo PSB.

Nesta quinta-feira, 08/05, no entanto, Barbosa surpreende os meios políticos avisando pelo Twiteer que não será candidato, afirmando que desiste da pré-candidatura por problemas pessoais.

Mesmo sem nunca ter anunciado que disputaria as eleições, o nome do ex-ministro aparecia com cerca de 10% das intenções de voto nas últimas pesquisas, fato que deixava os socialistas contentes e os concorrentes preocupados.

Assim, diante da desistência do ex-presidente do Supremo, que se notabilizou no Brasil e no exterior pela sua ação enérgica como relator e juiz da Ação Penal - o Mensalão - levando diversas lideranças empresariais e políticas à prisão, fica uma pergunta: para onde vai o PSB?

Partido tradicional do Brasil, o PSB fica meio sem rumo, mas, com certeza, passará a ser uma legenda cortejada por outros candidatos para fazer aliança nacional. Legenda forte no Nordeste, o PSB disputará o goveno em estados importantes da Federação, como São Paulo, com o atual governador, Márcio França, ex-vice de Alckmin,que assumiu o governo com a saída do tucano, que vai disputar a eleição Presidente da República. (Renato Ferreira)

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  • Márcio França diz que PSB só definirá alianças na reta final

     

    PSDB, PT e PDT disputam o apoio do partido do governador de São Paulo, legenda fundada por Miguel Arraes

    Hoje, sem dúvida, o PSB é um dos partidos mais disputados pelos pré-candidatos à Presidência da República. E não é por acaso. Afinal, o Partido Socialista Brasileiro, fundado por Miguel Arraes, é muito forte no Nordeste, região onde tem vários governadores, tem fortes bancadas tanto no Senado como na Câmara dos Deputados e, atualmente, tem também o comando do Estado de São Paulo, o maior colégio eleitoral de São Paulo. O governador Márcio França assumiu o cargo em abril, no lugar do tucano Geraldo Alckmin, e concorrerá á reeleição. Recentemene, França esteve na cidade de Osasco, onde condedeu entrevista coletiva no Ciclo de Entrevistas - Eleições 2018, promovido pelo jornal O Diário da Região e AmeCom (Associação Metropolitana de Comunicação), e ADJORI (Associação dos Jornais do Interior do Estado de São Paulo).

    Conforme entrevista publicada nesta terça-feira, 17/07, pelo portal Poder360, Márcio França afirmou que o seu PSB só deve decidir se apoia o pedetista Ciro Gomes para presidente às vésperas do prazo final para realização das convenções (5 de agosto). Os socialistas marcaram sua convenção para 4 de agosto.

    Há no partido três opções que estão sendo discutidas internamente: o partido está dividido entre Ciro Gomes (PDT), o tucano Geraldo Alckmin e o candidato do PT, que ainda insiste na candidatura de Lula, que continua preso e condenado a mais de 12 anos de prisão.

    Candidatura própria
    Surgiu também dentro do PSB, uma quarta alternativa: a candidatura própria defendida pelo deputado Federal Júlio Delgado (PSB-MG).

    O nome para a possível pré-candidatura socialista seria o de Renata Campos, viúva do ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, morto em acidente de avião durrante a campanha de 2014. Casagrande agora fala até na possibilidade de não apoiar ninguém, ou mesmo uma candidatura própria.

    O nome de Renata Campos, viúva do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, começa a ser ventilado.

    “Tudo é possível"
    Pré-candidato à reeleição, França diz na entrevista ao Poder360 que ele próprio já esteve bem mais definido. Mas que agora não sabe ao certo qual rumo tomará. Para sua campanha, há vantagens nos seguintes cenários:

    - com Ciro Gomes – a aliança com o PDT aumentaria seu tempo de TV, subindo de 20 para 22 inserções de TV no horário eleitoral gratuito;
    sem candidato – a legislação eleitoral permite que, não tendo candidato a presidente, França use nos programas de TV a imagem do amigo e ex-governador Geraldo Alckmin, do PSDB;
    com candidato próprio – 1 nome como Renata Campos, viúva do ex-governador Eduardo Campos (Pernambuco), concorrendo a presidente permitiria ao partido estadualizar a campanha nacional.

    Pesos-pesados
    O Diretório de São Paulo divide com o de Pernambuco a maioria na Convenção Nacional do PSB. Paulistas aliam-se aos Estados do Sul e Centro-Oeste e pernambucanos, aos do Norte e Nordeste.

    O governador de Pernambuco e pré-candidato à reeleição defende o apoio nacional do PSB ao PT. Como está difícil, passou a trabalhar para o partido liberar alianças nos Estados. Assim, pode ficar com o ex-presidente Lula. O problema é a pré-candidata petista ao governo pernambucano, Marília Arraes. Ela cresce nas pesquisas e dificulta a aliança de Câmara com os petistas.

    Há ainda a ala socialista de Minas Gerais. Lá, o ex-prefeito de Belo Horizonte Marcio Lacerda trabalha para ser o vice de Ciro Gomes. Por outro lado, Júlio Delgado, líder do PSB na Câmara dos Deputados, passou a defender nos bastidores uma candidatura própria do partido a presidente. (Fonte: Poder360)

  • ALÉM DAS PESQUISAS: Empresários que defendem Bolsonaro nas redes sociais

     

    "Pecuarista, advogado, vendedor de picolé: a rede de empresários que se mobiliza pela candidatura de Bolsonaro"

    Matéria de capa da revista Época on-line -

     

    "Além da agenda econômica", empresários de todo Brasil e representantes dos mais diversos ramos de atividades, "veem Bolsonaro como um símbolo de combate à agenda social globalista — a que vem de fora e coloca na sala, segundo eles, desconfortáveis debates, como identidade de gênero, homofobia, xenofobia e afins". Trecho da longa matéria de capa da revista Época sobre a rede formada por empresários que apoiam Bolsonaro e que defendem com afinco a sua candidatura nas redes sociais.

    Outro trecho da matéria: Dono de um cursinho comunitário chamado Saquarema — nome inspirado na alcunha dos membros do Partido Conservador durante o Segundo Reinado (1840- 1889) —, Rodrigo Morais já deu curso de formação de professores em Moçambique, por meio de uma ONG dinamarquesa, morou nos Estados Unidos e deu aulas na rede Objetivo. Simpatiza com a ideia de Bolsonaro de “armar as pessoas de bem”, cujas casas são invadidas por criminosos. “A segurança pública é um problema individual. Primeiro preciso defender minha vida.”

    Trata-se de uma matéria que mostra a realidade atual do Brasil, da visão de grande parte do eleitorado e desta pré-campanha eleitoral no Brasil.

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    Matéria completa aqui: https://glo.bo/2NPpwX1

  • Lindoso trabalha em silêncio e confirma pré-candidatura
    Vereador e presidente da Câmara Municipal de Osasco, o médico Elissandro Lindoso está confirmado como pré-candidato a deputado estadual pelo PSDB
     
    O Dr. Lindoso, como é conhecido, é um nome novo na política de Osasco e região Oeste da Grande São Paulo, porém, já tem bagagem e experiência de um político veterano. Com bom trânsito nas diversas instâncias do partido, ele já tem a legenda garantida como um nome para unir o partido em Osasco e região. “As coisas aconteceram naturalmente, temos uma imensa responsabilidade sobre nossos ombros e eu nunca fui homem de fugir das responsabilidades seja na vida pessoal, na carreira de médico e de político”, declara o vereador tucano, que busca uma cadeira na Assembleia Legislativa.
    Conforme o vereador explicou, o trabalho em silêncio é um critério que ele sempre usa para grandes decisões. “É preciso ouvir as pessoas, construir uniões, desenvolver um bom diálogo e sempre, sob a inspiração de Deus, colocar o bem comum como um valor maior”, declara o Dr, Lindoso
    Trajetória profissional e política
    Elissandro Lindoso nasceu no dia 24 de janeiro de 1977 na cidade de São Luís, capital do Maranhão. Fez residência médica de Oftalmologia em Sorocaba obtendo o primeiro lugar. Fez doutorado na Universidade Federal de São Paulo e ganhou o prêmio Jovem Cientista em 2008.
    Na vida política, o vereador Lindoso começou com êxito. Foi o vereador mais votado em Osasco na eleição de 2016. Em seguida foi eleito presidente da Câmara de Osasco e da Câmara Oeste de Vereadores da Região Metropolitana do Estado de São Paulo. “Foi uma responsabilidade a mais que Deus colocou no meu caminho”, diz ele.
    Medidas de austeridade
    Diante da responsabilidade de presidir o Legislativo da segunda maior cidade do Estado de São Paulo, Lindoso não se intimidou. Ao contrário, adotou medidas de austeridade, como a implantação do ponto biométrico, a devolução dos celulares corporativos, o cancelamento da renovação do aluguel dos carros destinados a vereadores, a revisão de todos os contratos com redução de seus valores de 50%, entre outras. E como resultado de todo esse conjunto de medidas, obteve uma economia de R$ 17 milhões, a maior da história do Legislativo osasquense. O dinheiro foi devolvido ao Poder Executivo com recomendação para aplicação especialmente na área da Saúde. (Fonte: Assessoria)

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