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Cármen Lúcia assume a Presidência da República nesta sexta-feira

Cármen Lúcia assume a Presidência da República nesta sexta-feira Featured

Com a viagem de Michel Temer ao Peru, a ministra e presidente do STF, Cármen Lúcia assume o cargo mais alto da Nação
 
A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, que nos últimos meses vem sofrendo pressão em função das pautas do Supremo envolvendo habeas corpus e prisão após julgamento em segunda instância, assumirá a Presidência da República pela primeira vez nesta sexta-feira, 13/04. Ela ocupará o cargo de Michel Temer que viaja ao Peru, onde vai participar da Cúpula das Américas. Os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), respectivamente, primeiro e segundo na linha sucessória, também viajarão para fora do País, a fim de não ficarem inelegíveis. Temer deve retornar no sábado, 14, ao Brasil
No mês de maio, a ministra Cármen Lúcia,deverá assumir a Presidência da República, segundo afirmou o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun (MDB). Segundo ele, Temer tem "viagem longa" para o Sudeste Asiático e França marcada para o próximo mês, o que deve levar a ministra novamente ao comando do Palácio do Planalto.
Como todos sabem, a legislação eleitoral proíbe parlamentares que serão candidatos a assumir outros cargos ou funções públicas a menos de seis meses do pleito. Pré-candidato à Presidência da República, Maia decidiu viajar para o Panamá para participar da reunião da Junta Diretiva do Parlamento Latino-Americano e do Caribe. Já o senador Eunício Oliviera, candidato à reeleição, embarcará em visita oficial ao apão.
Cármen Lúcia assumirá o comando do País no momento de tensão nacional e quando é evidente a predominância do STF na pauta política, com os julgamentos do habeas corpus do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na semana passada, por 6 a 5, o Supremo negou o HC impetrado pela defesa de Lula que foi preso e conduzido para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiva. (Fonte: Estado de Minas).
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  • ARTIGO: O povo contra a Justiça Brasileira

    *Por João Paulo Cunha - 

     

    Por qualquer ângulo que a lente do olhar alcança o Judiciário brasileiro, as imagens captadas são turvas, riscadas e completamente deformadas. Não se enxerga justiça! O Judiciário pátrio tem se esforçado muito para descer ao subsolo da confiança do povo brasileiro. E tem conseguido!

     

    Os dados trazidos à luz na segunda-feira, 14 de maio, pelo instituto MDA, em parceria com a CNT, mostram um Brasil desesperançado com sua Justiça. Os entrevistados retiram a venda dos olhos da imagem de uma justiça imparcial: 90,3% dos cidadãos ouvidos afirmam que a Justiça brasileira não atua de forma igual com seu povo. Somente 6,1% dos consultados consideram que ela (a Justiça) justifica sua venda e trata todos de forma igual.

     

    A balança, que deveria significar equilíbrio e ponderação, tem seus pratos revirados pelos números da pesquisa. O desempenho da Justiça no Brasil é negativo para 55,7% (ruim ou péssima) dos entrevistados e apenas 8,8% dos avaliam que seu desempenho é positivo (ótima ou boa). 

     

    A espada desembainhada e disposta no colo da Senhora Justiça, sentada na porta do Supremo Tribunal Federal, mostrando força, é contrariada pelos homens e mulheres do Brasil. Nada mais e nada menos que 89,3% dos brasileiros confiam pouco ou não confiam na Justiça brasileira. Míseros 6,4% admitem uma Justiça muito confiável. 

     

    Ao enterrar a imagem de uma instituição imparcial (de olhos vendados), equilibrada (a balança ponderada) e com força (a espada sobre o colo) os brasileiros mostram o tamanho do buraco que a Justiça está metida: quando a pergunta é “Instituição na qual o entrevistado mais confia", somente 8,6% respondem que confiam na Justiça.

     

    Portanto, a frase dita pelo deputado federal Wadi Damous (PT/RJ) de que o “STF deve ser fechado”, admitida como verdadeira, corre o risco de ter grande audiência na opinião pública e deixar alguns ministros da Corte Superior numa saia justa. Exatamente pelo fato de terem propagado pelos quatro cantos do país que as decisões da Justiça brasileira devem estar em sintonia com a opinião pública.

     

    Ora, se a opinião pública não confia na justiça praticada no Brasil, por que aceitar suas decisões como justas? Se não regula as relações políticas, sociais, culturais e econômicas com parcimônia, equilíbrio e ponderação, por que acreditar em sua balança? Por que acreditar que sua força produz justiça se o seu manto continua a proteger os poderosos e a desamparar os mais fracos? Como crer numa Justiça que mostra opções partidárias? Se não garante a democracia expressada aos borbotões no texto constitucional, por que acreditar que suas resultantes serão em benefício das relações democráticas?

     

    A Corte Suprema brasileira precisa urgentemente, como exemplo, abandonar a ideia de adotar como bússola a opinião pública, ou publicada, pois invariavelmente não é uma boa companhia para sua orientação em busca da justiça.

     

    Além disto, o STF precisa abandonar suas apresentações ao vivo de autodestruição e muitas vezes de ridículo. A cada dia que passa o Supremo deixa de tranquilizar o país e ajuda a tensionar mais a sociedade. Afinal, se os próprios Ministros não se respeitam e patrocinam agressões, por que os cidadãos procurariam relações civilizadas?

    Tudo isto sem considerar as decisões desarranjadas, contraditórias, moralistas e politizadas que mais confundem do que esclarecem o país.  

    Efetivamente existem razões para esta desconfiança no Judiciário brasileiro.

     

    *João Paulo Cunha é advogado, escritor e ex-deputado Federal pelo PT

  • Temer desiste de reeleição e anuncia apoio a Meirelles
    Com certeza, uma notícia que nada ou quase nada influencia na corrida eleitoral, uma vez que o Presidente tem mais de 90% de desaprovação popular
     
     
    Durante reunião do MDB nesta terça-feira, 22/05, o presidente Michel Temer anunciou que apoiará a candidatura do seu ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles à Presidência da República. Com a declaração, Temer desiste oficialmente de se candidatar à reeleição.
     
    “Chamamos você, Meirelles, para ser presidente do Brasil”, disse. "Que você seja o único candidato de centro a continuar o que começamos", disse Temer.
    Na reunião dos emedebistas, presidente Michel Temer fex também o lançamento do documento "Encontro com o Futuro". Em seguida, declarou seu apoio a Merelles. Nos meios políticos, os comentários são de que Temer tomou essa decisão pelos seus péssimos índices nas pesquisas e também devido às novas investigações contra ele no STF (Supremo Tribunal Federal).
  • Sob gritos de mito, Bolsonaro desembarca no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte

     

    Militância carrega o deputado federal, pré-candidato à Presidência da República

     

    O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) desembarcou há pouco no Aeroporto da Pampulha onde era aguardado por simpatizantes com faixas "melhor Jair se acostumando".

    Ele foi carregado por alguns militantes que gritavam "um, dois, três, quatro, cinco mil, queremos Bolsonaro presidente do Barsil". À saída do aeroporto, um trio elétrico o aguardava.

    Em discurso na porta do aeroporto, Jair Bolsonaro disse que quer mudar o Brasil e, em crítica às urnas eletrônicas, defendeu a volta do voto impresso."Se o voto for impresso, a gente ganha em primeiro turno", afirmou o pré-candidato. Bolsonaro disse ainda que podem acusá-lo de tudo, menos de ser corrupto. "Temos que colocar em Brasília, no ano que vem, um homem ou mulher que seja honesto, patriota e que crê em Deus", continuou.

    Segundo Bolsonaro, não é que ele seja "muito bom", mas os adversários que são "muito ruins".

    Bolsonaro neste momento está na Prefeitura de Belo Horizonte, onde conversará com o prefeito Alexandre Kalil (PHS). Ele se encontrará nesta tarde com empresários mineiros, na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). (Matéria extraída do site do Jornal Estado de Minas) - Veja o vídeo aqui: https://bit.ly/2rzA6XS

     

    Opinião de Renato Ferreira

    Enquanto outros partidos e outros candidatos ainda patinam nas pesquisas eleitorais ou estão preocupados com Plano B de suas candidaturas, Jair Bolsonaro parece ignorar tudo isso e continua bem nas pesquisas e parece ainda melhor na aceitação popular nas ruas do país.

    Por todo lugar que passa, o candidato, classificado por alguns como "cavalo paraguaio", é recebido com festa e carregado nos braços do povo.

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