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Lição de Lula, que nem ele seguiu!

Lição de Lula, que nem ele seguiu! Featured

 

Na maturidade, nossas armas em busca da justiça social devem ser a do exemplo de vida, da verdade e da democracia!

Não faz muitos anos que o Lula, já velho, fazendo uma análise de sua vida pública, citou essa frase de impacto, que muitos dizem ser de autoria de Winston Churchill: “quem não foi comunista até os vinte anos não tem coração, quem é depois dos trinta não tem juízo”.

Eu concordo com a frase, pois, na juventude, ao ver as injustiças do capitalismo selvagem, é natural que os jovens se revoltem e tentem consertar o mundo com os sonhos socialistas.

Mas, também acho natural que na maturidade, após as lutas impostas pelos ideais de justiça, as pessoas encarem a realidade e continuem lutando por justiça social, mas, com outras armas, como o diálogo, os exemplos de vida, solidariedade e o voto, armas que caracterizam a Democracia, o Humanismo e a Liberdade. E, sobretudo, usando a verdade.

Voltando ao Lula, recentemente condenado e preso por corrupção e lavagem de dinheiro pela prática de um capitalismo selvagem, apesar de ter citado a frase, ele mesmo não aprendeu a lição.

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  • TRAGICÔMICO: PT exige Lula ficha limpa

     

    Por Renato Ferreira - 

    Nesta quarta-feira, 15/08, o PT armou mais um circo lá em Brasília para registrar a candidatura de Lula à Presidência da República, mesmo sabendo que ele não poderá concorrer. Tanto é assim, que na convenção petista, foi lançado o nome de Fernando Haddad, como vice provisório de Lula, e o da Manuela D´Ávila a vice do vice provisório.

    Ontem, inclusive, o ex-governador petista da Bahia, Jaques Wagner, alertou que o PT precisa urgentemente começar a expor Haddad ao eleitorado. Porém, isso não é o mais curioso nesses desacertos desesperados do PT, que continua enganando o seu eleitorado.

    Apesar de o Lula ter sido condenado em segunda instância a mais de 12 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro e estar preso por isso, além de ter perdido até aqui todos os recursos no Tribunal Superior de Justiça e no Supremo Tribunal Federal, essa condenação não consta na Justiça de São Paulo, que concedeu certidão negativa de Lula ao PT.

    E com essa certidão, o partido vai pedir ao Tribunal de Justiça Eleitoral, que o Lula não seja considerado inelegível pela Lei da Ficha Limpa. Ora, então, com base nessa tese petista, um criminoso condenado em São Paulo estará com ficha limpa em qualquer parte do Brasil?

    Pode isso companheiros? (Renato Ferreira)

    Atenção! Todas às quartas-feiras, uma nota tragicômica aqui em Notícias & Opinião!

  • Além da "Val" do Bolsonaro, cadê a "Rose" do Lula?

     

    Hoje. no Brasil, parece que o assunto em pauta é a tal senhora "Val", que seria uma "funcionária fantasma" do Bolsonaro, candidato à Presidência da República pelo PSL. A impressão é que os esquerdistas querem derrubar o capitão candidato por causa de sua funcionária fantasma.

    No que eles estão certos, não mesmo? Até porque nenhum outro político brasileiro tem fantasma "trabalhando" em Prefeituras, Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas ou no Congresso Nacional. #sqnPor isso, o Bolsonaro, mesmo afirmando que já demitiu a sua "fantasma", não pode mesmo querer ser Presidente da República. Afinal, ele tinha uma "funcionária fantasma".

    Mas, por outro lado, isso denota uma tremenda hipocrisia e indignação seletiva de gente que defende e trabalha para corruptos. Pois, até agora nesta campanha, ninguém perguntou sobre a Rose Noronha, conhecida como "Rose", ex-chefe do gabinete da Presidência da República no governo Lula (PT)

    Indiciada por crimes de formação de quadrilha e corrupção ainda no ano de 2012, após ameaçar denunciar integrantes da cúpula do PT, como Gleisi Hoffmann, Gilberto Carvalho e Erenice Guerra,, Rosemary Cunha conseguiu "convencer", o ex-presidente Lula, que se encontra preso, a não deixá-la entregue aos leões.

    Rose, inclusive, nunca foi presa e deve contar em sua defesa com grandes e caros advogados, especialistas em defender políticos corruptos, como o próprio Lula. (Renato Ferreira)

  • ACABOU O GOLPE? PT se alia a partidos que apoiaram o impeachment da Dilma


    Apesar de continuar com o discurso de que Dilma Rousseff foi vítima de um 'golpe', o PT se aliou em 15 Estados com partidos que apoiaram o impeachment

     

    Deixando claro mais uma vez que ideologia ou discurso de palanque não têm nenhum valor no Brasil, o PT se aliou em 15 Estados a partidos que apoiaram o impeachment da presidente Dilma Rousseff,  cassada em 2016 e que integraram o governo Michel Temer, apesar do discurso de que a petista foi vítima de um "golpe". Conforme levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo, o PT será cabeça de chapa ao governo em seis Estados em coligações com partidos que foram favoráveis ao impedimento. Por outro lado, outros nove candidatos a governador de siglas que votaram pelo impeachment da Dilma terão o apoio do PT.

    Desses nove candidatos a governador, há filiados ao MDB, PSD, PTB, PR e Rede. Outros quatro são do PSB, partido que em 2016 também orientou voto favorável ao afastamento da presidente cassada. Agora, porém, o PSB,  um aliado histórico dos petistas,  fechou acordo nacional com o PT para não apoiar formalmente nenhum candidato à Presidência da República. E esse acordo PT/PSB foi feito por imposição do ex-presidente Lula, que está preso na Lava Jato, para isolar outros candidatos, como Ciro Gomes, do PDT, que disputaria votos com o PT no campo da esquerda.

    Para a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), não há contradição entre as conveniências eleitorais do partido e o discurso da direção. "Não há (contradição) porque estamos deixando claro que eles têm de apoiar Lula. Em todos esses casos, tem apoio a Lula e uma autocrítica inclusive."

    O Partido dos Trabalhadores terá seis candidatos próprios a governador com chapas amplas, integradas por partidos que foram ou ainda permanecem aliados a Temer: Marcus Alexandre (Acre), Rui Costa (Bahia), Camilo Santana (Ceará), Wellington Dias (Piauí), Fernando Pimentel (Minas Gerais) e Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte).

    O caso do Ceará é o mais complicado. Contra a vontade da cúpula, o PT local fritou a candidatura à reeleição do senador José Pimentel para não atrapalhar os planos do presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB), candidato à reeleição. Os partidos vão se aliar informalmente, num acordo que também envolve palanque para Ciro Gomes, ex-governador do Estado, e seu irmão Cid Gomes, o outro candidato ao Senado na chapa.

    Em Minas Gerais também a presença de Dilma como candidata ao Senado é apontada como um obstáculo à aliança do MDB local com o governador petista Fernando Pimentel, pré-candidato à reeleição. "Ela não quer perto dela nenhum golpista. Em Minas, eles foram sempre acolhidos pelo governo do Pimentel, mas todos os deputados federais voltaram contra ela no impeachment", disse o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG). "A diferença é histórica. O MDB é, na sua essência, golpista." Mesmo assim, o PR, da base de Temer e nacionalmente coligado ao tucano Geraldo Alckmin, aliou-se ao petista.

    Em Sergipe, o PT se ao PSD. Lá, o governador Belivaldo Chagas (PSD) disputará a reeleição com Eliane Aquino (PT) como candidata a vice. O partido do ministro Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia) abandonou Dilma na véspera do impeachment e logo aderiu a Temer, mantendo uma representação ministerial - Kassab era ministro das Cidades de Dilma. 

    O PT também faz parte da coligação do governador de Alagoas, Renan Filho (MDB). Na época do impeachmet, o senador Renan, pai de Renan Filho, votou pelo afastamento da presidente Dilma. Mas, foi o prórpio Renan, que ariticulou a manutenção dos direitos políticos da presidente cassada juntamento com o ministro do STF, Ricardo Lewandowski. "O Renan teve um reposicionamento nessas questões que interessam ao campo progressista e popular", disse Gleisi.


    Em Mato Grosso, a aliança é ainda mais ampla. O senador Wellington Fagundes (PR), que votou favoravelmente ao impeachment, mas contra a suspensão dos direitos políticos de Dilma, conseguiu uma aliança com o PT para disputar o governo do Estado. A coligação inclui ainda, entre outros, PMN, PROS e PRB, todos favoráveis ao impeachment.

    Segundo o presidente do PT estadual de MT,  deputado Valdir Barranco, como não foi possível fechar um acordo que reunisse siglas de centro-esquerda, o partido teve de pensar em "suas prioridades". "A política está em permanente mudança. Neste momento, a melhor tática é essa. Sem o 'chapão', não teríamos cociente eleitoral para eleger deputados.". Ou seja, o PT permanece com o discurso de "golpe", mas, nega-o nas alianças partidárias. ( Renato Fereira -Fonte: O Estado de Minas - Conteúdo Estadão)

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