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Quinta, 28 Setembro 2017 03:41

Cruzeiro é pentacampeão da Copa do Brasil

Além do penta, o time mineiro classificou-se também para a Copa Libertadores de 2018

 

Jogando nesta quarta-feira (27/09), no Mineirão, com mais de 60 mil torcedores, o Cruzeiro conquistou o seu quinto título na Copa do Brasil, ao vencer o Flamengo nos pênaltis por 5 a 3. O goleiro Fábio, titular há 14 anos e com mais de 700 partidas pelo Cruzeiro, foi mais uma vez o herói da final, ao defender o pênalti batido por Diego. Com mais essa conquista, o time estrelado de Belo Horizonte, do técnico Mano Menezes, alcança o Grêmio, que também tem cinco títulos na competição. O Flamengo buscava o seu quarto título.

No primeio jogo, no Maracanã, há 20 dias, houve empate em 1 a 1, mas, como na final o gol fora de casa não dá vantagem ao visitante, no jogo em Belo Horizonte, qualquer empate levaria a decisão para os pênaltis. Durante os 90 minutos, houve poucas oportunidades de gols de ambos os lados. Foi um jogo técnico, onde os dois times se respeitaram e tiveram muita cautela na defesa.

Nas penalidades, com exceção de Diego, todos os batedores acertaram. Pelo Flamengo, bateram e marcaram Guerreiro, Juan e Trauco. Já pelo Cruzeiro, tiveram sucesso nas cobranças o volante e capitão Henrique, Léo, Hudson, Diogo Barbosa e Thiago Neves, que acertou a quinta cobrança, decretando a vitória cruzeirense.  

 

A cada dia a situação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se complica perante a Justiça. O empreiteiro Marcelo Odebrecht apresentou à Polícia Federal, na Operação Lava Jato, quatro recibos com doações de R$ 1 milhão cada ao Instituto Lula. O executivo da empreiteira, delator da Operação Lava Jato, afirma que os repasses são referentes à planilha de propinas do“italiano” – codinome usado por empreiteiros do grupo para o ex-ministro Antonio Palocci (Fazenda/Casa Civil – Governos Lula e Dilma).

Recibo de propina a Lula

No total, são quatro recibos como este com R$ 1 milhão cada um

 

Os documentos têm as datas de 16 de dezembro de 2013, 31 de janeiro de 2014, 5 de março de 2014 e 31 de março de 2014. E têm os números – 0094, 108, 119 e 0129, respectivamente. Três estão carimbadas.

“Recebemos de Construtora Norberto Odebrecht S.A a importância de um milhão de reais”, diz o recibo. “Correspondentes a doação depositada na conta corrente do Banco do Brasil.”

Em depoimento à Polícia Federal, Marcelo Odebrecht  disse que “as cópias desses recibos foram extraídas do computador de Fernando Migliaccio”.

“O que corrobora que os valores foram efetivamente descontados da planilha italiano, senão não haveria razão para estar de posse dele (Migliaccio)”, afirmou o executivo.

E-mails

Além das notas fiscais, o empreiteiro apresentou à Lava Jato uma troca de e-mails entre ele e executivos do grupo sobre a doação de R$ 4 milhões. Segundo Marcelo Odebrecht, os e-mails foram entregues em agosto deste ano, pois não haviam sido localizados na época em que fechou seu acordo e apresentou os anexos. As mensagens foram anexadas aos processos da Lava Jato na quinta-feira, 21.

A primeira mensagem foi enviada por Marcelo Odebrecht em 26 de novembro de 2013, às 12h32, para os executivos Alexandrino Alencar e Hilberto Silva – chefe do Setor de Operações Estruturadas, o departamento de propinas da empreiteira. Todos são delatores da Lava Jato.

“Italiano disse que o Japonês vai lhe procurar para um apoio formal ao inst de 4m (nao sabe se todo este ano, ou 2 este ano e 2 do outro). Vai sair de um saldo que o amigo de meu pai ainda tem comigo de 14 (coordenar com HS no que tange ao Credito) mas com MP no que tange ao discurso pois será formal”, afirmou Marcelo.

Em depoimento à PF, o empreiteiro explicou as siglas inseridas no e-mail. “Japonês corresponde a Paulo Okamotto; que a palavra “Inst.” corresponde ao Instituto Lula; que “4M” corresponde ao valor de R$ 4 milhões; que “HS” são as iniciais de Hilberto Silva; que “MP” deve corresponder ao responsável pela comunicação na construtora, já que tudo seria formal e teriam que ter um discurso para eventual esclarecimento público”, declarou.

Os advogdos de defesa de Lula negam as acusações. (Fonte: Isto É)

 

Além disso, o Supremo impôs ao senador mineiro o 'recolhimento domiciliar noturno' e ele não poderá deixar o país  e nem manter contato com investigados na Lava-Jato

 

Na noite desta terça-feira (26/09), o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou o afastamento do senador Aécio Neves (PSDB-MG) do mandato. Por três votos a dois, os ministros da Primeira Turma do STF negaram a prisão do parlamentar, conforme pedido do ex-Procuradoria-Geral da República, Rodrigo Janot, mas, determinaram o “recolhimento domiciliar noturno”.  O senador está também proibido de sair do Brasil e de manter contato com pessoas investigadas na Lava Jato.

Confirme informação do STF, a decisão será cumprida assim que o acórdão for publicado. Não cabe recurso do senador à decisão do Supremo. Aécio é acusado de corrupção passiva e obstrução da Justiça, no caso que envolve a delação da JBS dos irmãos Joesley e Wesley Batista.


Segundo a decisão dos ministros, além de se afastar do exercício parlamentar, o tucano não pode manter contato com outros investigados da Lava-Jato. Isso inclui a sua prória irmã Andréa Neves. Andréa chegou a ser presa, mas deixou a Penitenciária Estevão Pinto em junho, quando passou a cumprir prisão domiciliar.

Além do afastamento do mandato, Aécio Neves também está proibido de se ausentar do país e terá de entregar o passaporte à Justiça.

Votaram pelo afastamento os ministros Luiz Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux. Marco Aurélio Mello e Alexandre de Moraes foram contra. 

Ultimo a votar, o ministro Fux elogiou a "grandeza" do senador ao se afastar do mandato de presidente do PSDB, mas disse que ele seria mais elogiado se tivesse se despedido do mandato. "Se ele não teve esse gesto de grandeza, nós vamos auxiliá-lo", disse Fux. (Fonte: O Estado de Minas)

 

Nesta terça-feira, (26/09), o prefeito de Osasco, Rogério Lins, e o secretário de Saúde, José Carlos Vido, concederão entrevista coletiva à imprensa para apresentar um balanço dos primeiros 45 dias

do Instituto Social Saúde Resgate à Vida (ISSRV) à frente do Hospital Municipal Antônio Giglio e da UPA Centro. A coletiva acontecerá  às 15 horas, no Auditório do hospital.

Participarão também da coletiva, os doutores Ricardo Emiliano Rodrigues Sanches e Ewandro Ruck, presidente e consultor clínico do instituto, respectivamente.

 

SERVIÇO

Coletiva à imprensa

Dia: terça-feira, 26/9

Horário: 15 horas

Local: Auditório do Hospital Municipal Antônio Giglio (R. Pedro Fioreti, 48, Centro)

 

Neste sábado (23/09), o senador Álvaro Dias (PODE), esteve na cidade de Osasco, região Oeste da Grande São Paulo, acompanhado da deputada Federal e presidente nacional do Podemos, Renata Abreu, e de outros membros do partido, como o vereador Ralfi. Na sede do Diário da Região, onde foi recebido pelo diretor do Jornal, Vrejhi Sanazar, o senador conversou com a imprensa e falou sobre a sua pré-candidatura à Presidência da República, dentre outros assuntos da política nacional.

 

Indagado sobre a polêmica criada em torno de prisão e de inelegibilidade após condenação em segunda instância, situação em que se encontra o ex-presidente Lula, Álvaro Dias disse que, com certeza, se a pessoa for condenada em segunda instância, ela ficará inelegível, conforme estabelece a legislação vigente. "Disso eu não tenho dúvida. Quanto à prisão, espero que o Supremo Tribunal Federal não mude as normas que estabelecem também que o indivíduo seja preso em caso de condenação por um colegiado de segunda instância".

 

O pré-candidato do Podemos abordou vários assuntos da conjuntura nacional, enfatizando que nas eleições de 2018 os brasileiros não podem errar para evitar que o país continue sangrando. No plano econômico, Álvaro Dias disse que confia na administração de Pedro Parente à frente da Petrobras e que o Governo tem de incentivar, de verdade, o agronegócio. "Essa é a única atividade econômica, hoje, que traz divisas para o Brasil e, se temos superavit na balança comercial, isso deve-se exclusivamente ao agronegócio".

 

Ainda na sede de O Diário, o senador recebeu membros da Adjori (Associação dos Jornais do Interior), e da Amecom (Associação Metropolitana de Comunicação), representada pelo seu presidente, o jornalista Maurinho. Após a coletiva, Álvaro Dias, Renata Abreu e demais autoridades iriam almoçar num restaurante da cidade com o prefeito Rogério Lins, também do Podemos. Hoje ainda, o senador segue para a cidade de Indaiatuba, no interior do Estado. (Renato Ferreira)

 

A reportagem de Notícias & Opinião esteve presente e conversou com o senador. Confira aqui: https://www.facebook.com/orenatoferreira/posts/1475325835890985?pnref=story!

 

 

Nesta sexta-feira (22/09), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes negou o pedido de liberdade aos irmãos Joesley e Wesley Batista, donos da JBS. Os irmãos empresário foram presos preventivamente na semana passada por uma decisão da Justiça Federal em São Paulo.

O pedido de liberdade dos irmãos Batista é referente ao caso em que eles são acusados pelo crime de insider trading (informação privilegiada). Os donos da JBS são suspeitos de usarem informações obtidas por meio de seus acordos de delação premiada, para venderem e comprarem ações de sua própria empresa no mercado financeiro. 

Em sua decisão,  Gilmar Mendes entendeu que o habeas corpus não pode ser analisado pelo STF antes da uma decisão de mérito de outros pedidos que tramitam nas instâncias inferiores da Justiça.

O pedido de liberdade para Joesley e Wesley já havia sido negado também pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), em sessão realizada na quinta-feira (21), quando, os ministros da 6ª Turma da Corte decidiram manter a prisão dos acusados. (Fonte: O Estado de Minas)

 

A primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade de Osasco, Aline Lins, acompanhada da vice-prefeita, Ana Maria Rossi, assinou no sábado, 16/9, em evento realizado pelo Fundo Social de Solidariedade do Estado (FUSSESP), na cidade de São Vicente/SP, duas importantes parcerias com o Governo Estadual. Trata-se dos Programas: “Padaria Artesanal”, que qualifica profissionais para a produção de 10 tipos de pães e a “Escola de Beleza”, cuja formação é para Maquiador e Assistente de Cabeleireiro.

Assinatura do Convênio São Vicente 371 Aline assina menor

Aline Lins assina o convênio com o Fundo Social do Estado de São Paulo

O evento de assinatura de convênios aconteceu na Sede da Igreja Batista Peniel, no bairro de Catiopã, e contou com a presença da primeira-dama do Estado, Lu Alckmin, que reforçou essa iniciativa, que já beneficiou mais de 172 mil pessoas desde a criação do programa, em 2011.

Os cursos são voltados para pessoas acima de 16 anos e que estejam desempregadas, e visam capacitar os participantes nos ofícios específicos para que consigam obter renda e, assim, melhorar as condições de vida dos mesmos, possibilitando-os recomeçar em uma nova profissão e até mesmo retornar ao mercado de trabalho.

Na ocasião, foram assinados 285 convênios e protocolos de intenções entre o Fundo Social e 64 municípios das regiões de Itapeva, Registro, Santos e Grande São Paulo.7

Além de Osasco, os municípios beneficiados com os convênios e protocolos de intenções são os seguintes: Apiaí, Arujá, Barra do Chapéu, Barra do Turvo, Bertioga, Biritiba Mirim, Caieiras, Cajamar, Cajati, Cananéia, Carapicuiba, Cotia, Cubatão, Diadema, Eldorado, Embu das Artes, Embu Guaçu, Ferraz De Vasconcelos, Francisco Morato, Franco da Rocha, Guararema, Guarujá, Guarulhos, Iguape, Ilha Comprida, Iporanga, Itanhaém, Itaóca, Itapecerica da Serra, Itapevi, Itapirapuã Paulista, Itaquaquecetuba, Itariri, Jacupiranga, Jandira, Juquiá, Juquitiba, Mauá, Miracatu, Mogi das Cruzes, Pariquera-Açu, Pedro de Toledo, Peruíbe, Pirapora do Bom Jesus, Poá, Praia Grande, Registro, Ribeira, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, Salesópolis, Santa Izabel, Santana de Parnaíba, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Caetano Do Sul, São Lourenço da Serra, São Vicente, Sete Barras, Suzano, Taboão da Serra e Vargem Grande Paulista. (Texto: Olga Liotta - Fotos: Ana Paula Andrade - PMO)

 

“Eduardo Cunha redistribuía propina a Temer, com ‘110%’ de certeza”. A afirmação que liga o presidente Michel Temer ao ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, é do delator Lúcio Funaro e está em um dos seus depoimentos prestados em 23 de agosto. Funaro é apontado como operador de políticos do PMDB em esquemas de desvio de dinheiro público. Nos depoimentos, há várias citações a casos em que Temer, Cunha e outros integrantes do partido teriam levado propina. Mas também há menções a episódios em que houve divergências internas, como na definição de quem indicaria um cargo na Caixa Econômica Federal (CEF) que renderia vantagens indevidas. Funaro afirmou também que José Yunes, amigo e ex-assessor de Temer, lavava dinheiro para o presidente e que a maneira mais fácil para isso era por meio da compra de imóveis.

Segundo Funaro, durante os governos do PT, os então deputados Michel Temer (PMDB-SP), Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Henrique Alves (PMDB-RN) disputavam cargos, mas de formas diferentes. Cunha atuava no “varejo”, ou seja, focava em alguns cargos. Os outros dois agiam no “atacado”. Na semana passada, Janot denunciou Temer e outros seis peemedebistas, acusando-os de integrarem uma organização criminosa que desviou dinheiro de diversos órgãos públicos e empresas estatais, como Petrobras, Furnas, Caixa, Ministério da Integração Nacional e Câmara dos Deputados.

Conforme os depoimento do delator, Cunha lhe contou que o ex-sindicalista André Luiz de Souza explicou a Temer como funcionava o FI-FGTS, o fundo de investimento alimentado com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. Souza fazia parte do conselho do fundo e é acusado de desviar dinheiro de lá. Segundo o termo de depoimento de Funaro, “Cunha disse que André de Souza explicou para Temer como funcionava o FI-FGTS, que aquilo seria como um ‘mini BNDES’”. É uma referência ao banco de desenvolvimento que, assim como o FI-FGTS, libera recursos para as empresas investirem em projetos de infraestrutura. (Fonte: O GLOBO)

 

Nesta quarta-feira (20/09), o juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro, condenou o ex-governador do Estado Sérgio Cabral (PMDB),  amigo do ex-presidente Lula, a 45 anos e dois meses de prisão no âmbito da Operação Calicute, um desdobramento da Lava Jato. A sua mulher, Adriana Ancelmo, foi condenada há 18 anos e três meses. Ela vai começar a cumprir a pena em regime fechado.

Conforme o processo, a pena de Cabral foi calculada com base em três crimes: corrupção passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Sérgio Cabral está preso, desde novembro de 2016, no complexo penitenciário de Gericinó, em Bangu, zona oeste do Rio.

Neste processo, o peemedebista era acusado pela "existência de gigantesco esquema criminoso no âmbito da Petrobras", descoberto por meio de colaboração premiada entre a PGR (Procuradoria-Geral da República) e executivos das empreiteiras Andrade Gutierrez e Carioca Engenharia.

Por meio do esquema, as empreiteiras combinavam os preços das licitações (cartel) para fraudar as obras de "construção ou reforma dos estádios que sediariam as partidas da Copa do Mundo de 2014, inclusive o estádio do Maracanã". 

Também foram alvo de fraude a expansão do Metro em Copacabana e as obras Mergulhão de Caxias, PAC Favelas e Arco Metropolitano.

No caso da pena por corrupção, Bretas determinou a pena de 24 anos de prisão. Sobre Cabral, escreveu: "Vendeu a empresários a confiança que lhe foi depositada pelos cidadãos do Estado do Rio de Janeiro, razão pela qual a sua culpabilidade, maior do que a de um corrupto qualquer, é extrema". Por lavagem de dinheiro, Cabral pegou 13 anos. Por fim, no caso da associação criminosa, Bretas calculou a pena de 8 anos e 2 meses de cadeia.

Esta é a segunda vez que Cabral é condenado pela Justiça Federal. Em junho, o juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, determinou a pena de 14 anos e 2 meses de prisão em regime fechado na operação Lava Jato, por causa dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Adriana Ancelmo foi condenada a 18 anos de cadeia
Adriana Ancelmo foi condenada a 18 anos de cadeiaArmando Paiva/29.03.2017/AGIF/Folhapress

Mulher de Cabral

A mulher do ex-governador também foi condenada nesta ação. Adriana Ancelmo pegou 18 anos e três meses de prisão pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa. (Fonte: R7)

 

O ex-ministro Ciro Gomes já começou a mirar Lula com as suas críticas destemperadas. Ministro durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e atual pré-candidato à Presidência da República em 2018 pelo PDT, nesta quinta-feira (14/09), Ciro Gomes fez duras críticas ao seu antigo aliado. “Não é possível insultar a inteligência do povo brasileiro e manter essa mesma narrativa (de perseguição política)”. Segundo Ciro Gomes, a narrativa de Lula fez com que a população perdesse a confiança nos partidos de esquerda. “Eu não falo isso sem dor no coração”, lamentou.

O ex-governador do Ceará, que tenta voltar à cena da política nacional, afirmou que Lula passa por um período de dificuldades e que não pretende agravar ainda mais a situação. Porém, deixou claro que o posicionamento do Partido dos Trabalhadores de apoiar a candidatura de Eunício Oliveira (PMDB-CE) para a presidência do Senado enfraquece os argumentos de que houve um golpe de Estado no País, que culminou no impeachment da ex-presidente da República Dilma Rousseff. Eunício de Oliveira votou pelo impeachment e é adversário de Ciro no Ceará. 

“Nós estamos ferindo de morte a narrativa central de que ainda dava a nós alguma respeitabilidade na opinião pública progressista brasileira, que é a ideia de que o Brasil está sob um golpe de Estado. Como é que eu posso então assistir na semana passada o Lula abraçado com (ex-presidente do Senado) Renan Calheiros (PMDB-AL), que era senador e votou pelo impeachment?”, afirmou o pedetista, durante evento do PDT, no Rio de Janeiro.

Ciro Gomes também criticou a postura do PT na eleição para governador do Amazonas, quando apoiou a candidatura do senador Eduardo Braga, do PMDB. (Fonte: Isto É, com informações do Estadão)

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