Quinta, 23 Maio 2019 | Login


Bolsonaro, Moro e parlamentares se posicionam contrários ao inquérito aberto por Toffoli e a favor da liberdade de expressão. O caso será decidido pelo plenário da Corte. Ministro Marco Aurélio Mello vê "Censura" e "retrocesso".

 

O clima esquenta de vez nas relações entre as instituições brasileiras. Na tarde desta terça-feira, 16/04, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes ignorou a decisão da Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge e manteve a tramitação do inquérito aberto pela própria Corte para apurar notícias falsas (fake news) e ofensas contra ministros do tribunal.

A decisão foi tomada logo após Raquel Dodge, decidir arquivar a parte do inquérito que deveria caber legalmente à PGR. Moraes é o relator do caso. De acordo com Moraes, apesar da decisão de Raquel Dodge, o inquérito vai continuar em andamento porque o Ministério Público, no entendimento do ministro, não pode arquivar a investigação. Após a decisão, o caso deverá ser prorrogado por mais 90 dias, por decisão do presidente da Casa, Dias Toffoli.

Apesar de a procuradora entender que o arquivamento é um procedimento próprio da PGR e irrecusável, Moraes tomou a manifestação com uma solicitação e entendeu que a medida precisa ser homologada pelo STF. 
"Não se configura constitucional e legalmente lícito o pedido genérico de arquivamento da Procuradoria-Geral da República, sob o argumento da titularidade da ação penal pública, impedir qualquer investigação que não seja requisitada pelo Ministério Público", disse Moraes.

Aula de Dodge

raquel dodge marco

Procuradora-Geral da República Raquel Dodge

Mais cedo, em manifestação enviada à Corte, Dodge deu uma aula sobre Constituição e se posicionou contra o andamento da investigação, por entender que foi desrespeitado "o devido processo legal e ao sistema penal acusatório estabelecido na Constituição de 1988". Com base nesse entendimento, o MP é o responsável pela condução da investigação criminal, e o Judiciário somente pelo julgamento.

"O ordenamento jurídico vigente não prevê a hipótese de o mesmo juiz que entende que um fato é criminoso determinar a instauração e designar o responsável por essa investigação", diz Dodge.

A decisão da procuradora foi anunciada após Alexandre de Moraes autorizar a Polícia Federal a realizar na manhã de hoje buscas e apreensões contra quatro pessoas.
Ao anunciar a abertura do inquérito, no dia 14 de março, Toffoli referiu-se à veiculação de “notícias falsas (fake news)” que atingem a honorabilidade e a segurança do STF, de seus membros e parentes. Segundo ele, a decisão pela abertura está amparada no regimento interno da Corte. 

Marco Aurério vê "censura" e "retrocesso"

Marco Aurélio Mello

Ministro do STF, Marco Aurélio Mello

O caso, agora, será decidido pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal. Alguns ministros já se posicionaram pelo arquivamento do inquérito. Ou seja, derrota dos ministros Dias Toffoli e Alexandre Garcia.

"O que começa errado tende a complicar. O que começou errado? A instauração do inquérito pelo presidente do tribunal, e logo após o outro ato, que foi a designação de um relator ao invés de fazer sorteio. E agora esse ato que não compreendi, do ministro Alexandre de implantar uma censura. O Supremo sempre esteve engajado na preservação da liberdade de informação e de expressão, aí ocorre um retrocesso desse", afirmou o ministro Marco Aurélio Mello. Ele disse também que "em 28 anos de STF" não se recorda de nenhuma decisão para retirar uma reportagem.

Bolsonaro e Moro defendem a liberdade de expressão

Bolsonaro e Moro

Presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Justiça Sérgio Moro

O dilema envolvendo esse inquérito proposto pelo ministro Dias Toffoli provocou a reação do Presidente da República Jair Bolsonaro e de outras autoridades.
Em seu twitter, Bolsonaro postou: "Acredito no Brasil e em suas instituições e respeito a autonomia dos poderes, como escrito em nossa Constituição. São princípios indispensáveis para uma democracia. Dito isso, minha posição sempre será favorável à liberdade de expressão, direito legítimo e inviolável".

"Essa é uma questão que está com o STF, espero que o Supremo resolva. A posição minha, pessoal, sempre foi pautada pela liberdade de expressão", afirmou o ministro da Justiça, Sergio Moro.

Também no Congresso, tanto na Câmara como no Senado, diversos parlamentares criticaram o ministro Alexandre de Moraes por manter o inquérito, mesmo depois da decisão de Raquel Dodge em mandar arquivar o processo pela sua inconstitucionalidade. Mais uma vez, muitos senadores destacaram a necessidade de se instaurar a CPI da Lava Toga e o afastamento de alguns ministros do Supremo, como Gilmar Mendes, Dias Toffoli e agora também Alexandre de Moras. (Fonte: Agência Brasil e G1))

 
 
Nesta terça-feira, 16/04, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), expediu oito mandados de busca e apreensão no inquérito sigiloso que apura ataques a integrantes à Corte. Um dos alvos é o general da reserva do Exército Paulo Chagas, que foi candidato a governador do Distrito Federal pelo PRP em 2018.
A operação foi deflagrada um dia após Alexandre de Moraes censurar o site O Antagonista e a revista digital Crusoé, do mesmo grupo editorial, que haviam publicado reportagem que associava o presidente do Supremo, Dias Toffoli, a esquema de corrupção envolvendo a Odebrecht investigado na Lava Jato.
Relator do inquérito que apura ameaças, calúnias e difamações contra ministros do Supremo, Moraes atendeu a pedido de Toffoli ao censurar os dois sites. Toffoli diz ser alvo de fake news (notícia falsa).
A decisão foi fortemente criticada por parlamentares e juristas. O autor do pedido da comissão parlamentar de inquérito para investigar ministros de tribunais superiores, senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), disse que a censura só reforça a urgência da instalação da chamada CPI da Lava Toga. O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) pediu a concessão de liminar para suspender a decisão de Moraes.
General Paulo Chagas
Paulo Chagas recebeu mais de 110 mil votos na disputa ao governo do Distrito Federal. (Fonte: Congresso em Foco)
General Paulo Chagas posta no Twitter
@GenPauloChagas
Caros amigos, acabo de ser honrado com a visita da Polícia Federal em minha residência, com mandato de busca e apreensão expedido por ninguém menos do que ministro Alexandre de Moraes.
Quanta honra!
Lamentei estar fora de Brasília e não poder recebe-los pessoalmente.

 

Ministro Alexandre de Moraes, do STF, relator de inquérito que apura notícias fraudulentas, estipulou multa diária de R$ 100 mil. PF vai ouvir responsáveis do site 'O Antagonista' e da revista 'Crusoé', que publicaram documento que cita presidente da Suprema Corte.

 

(G1) - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes (à esquerda) determinou nesta segunda-feira, 15/04, que o site "O Antagonista" e a revista "Crusoé" retirem do ar reportagens e notas que citam o presidente da Corte, Dias Toffoli.
Moraes estipulou multa diária de R$ 100 mil e mandou a Polícia Federal ouvir os responsáveis do site e da revista em até 72 horas.
"Determino que o site 'O Antagonista' e a revista 'Crusoé' retirem, imediatamente, dos respectivos ambientes virtuais a matéria intitulada 'O amigo do amigo de meu pai' e todas as postagens subsequentes que tratem sobre o assunto, sob pena de multa diária de R$ 100.000,00 (cem mil reais), cujo prazo será contado a partir da intimação dos responsáveis. A Polícia Federal deverá intimar os responsáveis pelo site 'O Antagonista' e pela Revista 'Crusoé' para que prestem depoimentos no prazo de 72 horas", diz a decisão.
Alexandre de Moraes decidiu sobre a questão porque é relator de um inquérito aberto no mês passado para apurar notícias fraudulentas que possam ferir a honra dos ministros ou vazamentos de informações sobre integrantes da Corte.
Segundo reportagem publicada pela revista na quinta (11), a defesa do empresário Marcelo Odebrecht juntou em um dos processos contra ele na Justiça Federal em Curitiba um documento no qual esclareceu que um personagem mencionado em email, o "amigo do amigo do meu pai", era Dias Toffoli, que, na época, era advogado-geral da União.
Conforme a reportagem, no e-mail, Marcelo tratava com o advogado da empresa – Adriano Maia – e com outro executivo da Odebrecht – Irineu Meireles – sobre se tinham "fechado" com o "amigo do amigo". Não há menção a dinheiro ou a pagamentos de nenhuma espécie no e-mail. Ao ser questionado pela força-tarefa da Lava Jato, o empresário respondeu: "Refere-se a tratativas que Adriano Maia tinha com a AGU sobre temas envolvendo as hidrelétricas do Rio Madeira. 'Amigo do amigo de meu pai' se refere a José Antônio Dias Toffoli". Toffoli era o advogado-geral da União entre 2007 e 2009, no governo Luiz Inácio Lula da Silva.
Segundo a revista, o conteúdo foi enviado à Procuradoria Geral da República para que Raquel Dodge analise se quer ou não investigar o fato.
Em nota oficial divulgada na sexta, a PGR afirmou que não recebeu nenhum material e não comentou o conteúdo da reportagem: "Ao contrário do que afirma o site 'O Antagonista', a Procuradoria-Geral da República (PGR) não recebeu nem da força-tarefa Lava Jato no Paraná e nem do delegado que preside o inquérito 1365/2015 qualquer informação que teria sido entregue pelo colaborador Marcelo Odebrecht em que ele afirma que a descrição 'amigo do amigo de meu pai' refere-se ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli".
Na própria sexta, segundo a decisão de Alexandre de Moraes, Toffoli mandou mensagem pedindo apuração, com o seguinte teor:
"Permita-me o uso desse meio para uma formalização, haja vista estar fora do Brasil. Diante de mentiras e ataques e da nota ora divulgada pela PGR que encaminho abaixo, requeiro a V. Exa. Autorizando transformar em termo está mensagem, a devida apuração das mentiras recém divulgadas por pessoas e sites ignóbeis que querem atingir as instituições brasileiras", afirmou o presidente do Supremo.
Na decisão, o ministro Alexandre de Moraes cita que o esclarecimento feito pela PGR "tornam falsas as afirmações veiculadas na matéria “O amigo do amigo de meu pai”, em tópico exemplo de fake news – o que exige a intervenção do Poder Judiciário". "A plena proteção constitucional da exteriorização da opinião (aspecto positivo) não constitui cláusula de isenção de eventual responsabilidade por publicações injuriosas e difamatórias, que, contudo, deverão ser analisadas sempre a posteriori, jamais como restrição prévia e genérica à liberdade de manifestação", afirmou.
Segundo a assessoria de imprensa do Supremo Tribunal Federal, não se trata de censura prévia – proibida pela Constituição – mas sim de responsabilização pela publicação de material supostamente criminoso e ilegal. Conforme o tribunal, o ministro Alexandre de Moraes se baseou em nota da Procuradoria Geral da República, que afirmou não ter recebido qualquer informação do Paraná, ao contrário do que disse a reportagem.
A TV Globo confirmou que o documento de fato foi anexado aos autos da Lava a Jato , no dia 9 de abril, e seu conteúdo é o que a revista descreve. O documento, porém, não chegou à Procuradoria Geral da República.
Nesta segunda-feira (15), a TV Globo verificou que o documento não mais consta do autos. Em 12 de abril, um dia após a publicação da reportagem, o juiz da 13ª Vara, Luiz Antonio Bonat, intimou a PF e o MPF a se manifestarem. No mesmo dia, o documento foi retirado do processo. Não se sabe as razões. O documento não é assinado por Marcelo Odebrecht, mas por seus advogados.
O diretor da revista Crusoé, Rodrigo Rangel, disse que "reitera o teor da reportagem, baseada em documento, e registra, mais uma vez, que a decisão [de Moraes] se apega a uma nota da Procuradoria-Geral da República sobre um detalhe lateral e utiliza tal manifestação para tratar como fake news uma informação absolutamente verídica, que consta dos autos da Lava Jato”.
Rangel afirma também: “Importa lembrar, ainda, que, embora tenha solicitado providências ao colega Alexandre de Moraes ainda na sexta-feira, o ministro Dias Toffoli não respondeu às perguntas que lhe foram enviadas antes da publicação da reportagem agora censurada”. (Conteúdo do G1)

Perplexos, Paris e o mundo lamentam o fim dos mais de oito séculos de História da mais importante igreja do mundo. Cerca de 30 mil pessoas visitavam o local diariamente. Macron promete reconstruir Notre Dame.
 
 
Ainda não se sabe as causas, mas, tudo indica que a falta de manutenção pode ter contribuido com o imenso incêndio que consumiu a Catedral de Notre Dame nesta segunda-feira, 15/04. Chamas sem controle destruíram o telhado do marco histórico de Paris enquanto os bombeiros lutavam para impedir o desabamento de um dos campanários principais.
O fogo, que começou no início da noite, se espalhou rapidamente pelo telhado da catedral e engoliu o pináculo, que desabou pouco antes do próprio telhado também vir abaixo.
Notre Dame queimada
Parisienses angustiados e turistas atônitos olhavam descrentes para o cenário infernal que destruía a catedral de mais de 850 anos. Milhares de observadores se aglomeraram sobre as pontes e as margens do rio Sena, por trás de um cordão de contenção montado pela polícia.
"Ainda não estamos certos de que conseguiremos impedir o fogo de se espalhar para o campanário norte", disse um oficial dos bombeiros à Reuters.
Líderes mundiais expressarem choque e enviaram condolências ao povo francês. O presidente Emmanuel Macron disse que todo o país está abalado. "Como todos os nossos compatriotas, estou triste nesta noite de ver essa parte de nós queimar", tuitou.
Uma imensa nuvem de fumaça se espalhou sobre a cidade e cinzas caíram por uma grande área. As pessoas que observavam suspiraram quando o pináculo da catedral desabou sobre as chamas.
Em torno das 19h30 (no horário local), cerca de três horas depois do início do incêndio, um porta-voz do Corpo de Bombeiros disse que os 90 minutos seguintes seriam cruciais para avaliar se as chamas podiam ser contidas.
Notre Dame queimada 2
"Basicamente todo o telhado já se foi. Eu vejo pouca esperança para o prédio", disse Kacek Poltorak, um observador que assistia ao incêndio de uma varanda no quinto andar de um edifício a duas quadras da fachada sul da catedral, que é um dos lugares mais visitados da França.
Os bombeiros tentavam conter as chamas com mangueiras e isolaram a área em torno de Notre Dame, que fica em uma ilha do rio Sena e marca o centro geográfico de Paris. Testemunhas disseram que todos na ilha, chamada Île de la Cité, estavam sendo retirados.
Ninguém ficou ferido, disse o ministro do Interior Laurent Nuñez. "É muito cedo para determinar a causa do incêndio", acrescentou.
O gabinete do procurador de Paris informou ter aberto um inquérito sobre o incêndio. Diversas fontes policiais disseram trabalhar com a hipótese inicial de que o fogo tenha se iniciado acidentalmente.
"Tudo está desmoronando", disse um policial diante da catedral que continuava a queimar.
Macron cancelou um pronunciamento à nação que faria nesta segunda-feira à noite e rumou para o local do incêndio, onde conversou com os oficiais que tentavam conter as chamas.
Numa possível resposta a uma sugestão feita pelo presidente dos EUA, Donald Trump, de que os bombeiros deviam "agir rapidamente" e empregar aviões para lançar água sobre a catedral, a Defesa Civil da França descartou a possibilidade, alegando que isso poderia destroçar toda a edificação.
A chanceler alemã, Angela Merkel, chamou a catedral de "símbolo da França e de nossa cultura europeia". A premiê britânica, Theresa May, disse que seus pensamentos estavam com o povo francês e os serviços de emergência que tentavam lutar contra o "terrível incêndio". (Fonte: Terra)
Campeão será conhecido no próximo domingo, 21, em Itaquera .
 
São Paulo e Corinthians não saíram do 0 a 0 neste domingo, 14/04, no Morumbi, onde fizeram o primeiro duelo da decisão do Campeonato Paulista 2019. Assim, , nenhum dos dois finalistas leva vantagem para o jogo de volta, no próximo domingo, 21, na Arena Corinthians, em Itaquera. Se houver novo empate, o título será decidido nos pênaltis..
Nos primeiros 45 minutos, os dois times correram muito, porém, não foram objetivos e a melhor chance de gol foi do Tricolor. Aproveitando um cruzamente, o zagueiro Arboleda acertou uma forte cabeçada e o goleiro Cássio acabou evitando o gol em cima da linha.
São Paulo vence o Ituano Cássio
Cássiou salvou o Corinthians pelo menos em duas oportunidades
 
Ainda no primeiro tempo, o VAR funcionou para esclarecer uma jogada duvidosa. Everton Felipe chutou forte e a bola desviou no braço do defensor corintiano. O árbitro solicitou ajuda do VAR e, em seguida, optou pelo escanteio.
Na segunda etapa, com a entrada de Hernanes no lugar de Gonzalo Carneiro, o São Paulo passou a ser mais agressivo e também mais objetivo no ataque. O meia acertou bons chutes, forçando Cássio a fazer pelo menos uma excelente defesa num arrebate de fora da área. Em outra oportunidade, o volante Luan acertou um belo chute que desviou em Clayson quase enganando o goleiro Cássio.
Já o Corinthians teve poucas jogadas perigosas. Numa delas, em jogada de escanteio, Henrique cabeceou para fora do gol.
No final da partida, o VAR foi novamente acionado. O árbitro pediu auxílio dos colegas de vídeo após suspeitar de puxão de Hernanes no zagueiro Henrique dentro da área. Porém, o pênalti não foi confirmado pelo VAR.
Antes da decisão de domingo, o Corinthians volta a campo na quarta-feira, 17, em Chapecó, onde enfrentará a Chapecoense pela Copa do Brasil. Já o Tricolor terá uma semana livre para treinar antes do jogo final.
A Prefeitura de Osasco, por meio da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), lançou na sexta-feira, 12/04, a Plataforma de Participação Social “Participa Osasco”, onde a população poderá contribuir sobre diversos temas dos eixos estratégicos do Plano Plurianual – PPA.
O primeiro tema em discussão na plataforma é a proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias 2020 (LDO), que estará aberta para a participação popular até 12/5.
Após as contribuições online, a prefeitura realizará uma audiência pública no dia 22/05, às 18h30, na Sala Luiz Roberto Claudino da Silva, (antiga Sala Osasco), anexa ao Paço Municipal.
A Lei de Diretrizes Orçamentária é uma peça de planejamento que liga o planejamento estratégico do PPA e o orçamento, através da Lei Orçamentária Anual (LOA). Essa ligação estabelece quais serão as prioridades para o próximo ano, que envolvem metas físicas da administração pública, que compreendem as entregas de equipamentos públicos; bem como as metas fiscais, que envolvem orçamentos, receitas e despesas, e possíveis alterações na legislação tributária.
Através do site “Participa Osasco” www.participa.osasco.sp.gov.br, o munícipe poderá manifestar quais ações considera importante para cada um dos eixos do Plano Plurianual.
A plataforma é uma iniciativa da Secretaria de Planejamento e Gestão, e conta com mais de 10 profissionais envolvidos nos projetos de lei que o Poder Executivo elabora e oos quais são apreciados e votados pela Câmara Municipal.
O cidadão tem a oportunidade de contribui com este planejamento e pensar (em conjunto) o melhor para a cidade.
Ao longo do ano serão disponibilizados outros temas para participação popular. Conheça e participe!
Mais informações podem ser obtidas através do site http://seplag.osasco.sp.gov.br. (Secom/PMO)

A ação foi realizada em locais estratégicos da região e contou com efetivo de 579 policiais, 262 viaturas e um helicóptero.

 

Como todos sabem, o Morumbi é uma das regiões mais ricas e cobiçadas da Capital paulista. Só que já faz muito tempo que a região passou a ser também uma das menos segura tanto para os moradores do Bairro, como também para as pessoas que trabalham ou passam pela região.

Preocupado com essa situação, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Segurança, começou a realizar ações de combate ao crime e, nesta sexta-feira, 12/04, foi realizada mais uma Operação “Morumbi Mais Seguro”. A ação contou com equipes de policiais distribuídas em pontos estratégicos com objetivo de combater crimes, como roubos em geral, furtos de veículos e latrocínios, além de ampliar a sensação de segurança da população em toda a região, e com isso a continuidade da redução dos indicadores criminais.

Mais de 500 policiais estiveram mobilizados para operação, que contou ainda com o apoio de 262 viaturas e um helicóptero. As equipes atuaram em locais estratégicos, previamente apontados pelo serviço de inteligência policial, que mapearam os pontos com maior incidência criminal levando em conta, inclusive, os boletins de ocorrência registrados em delegacias. A operação visou garantir a segurança dos moradores, bem como de toda população que trabalha ou transita pela região.

Participaram da ação várias unidades da PM, como o 16º BPM/M (batalhão territorial) a ROTA (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) e outras unidades especializadas do Choque, como o Regimento de Cavalaria, o COE (Comandos e Operações Especiais), a ROCAM (Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas, do 2º BPChq) e o Canil, além do policiamento de trânsito e do CAv (Comando de Aviação). Por parte da Polícia Civil, integraram à operação, agentes do 34º e do 89° distritos policiais.

Operação

A Operação “Morumbi Mais Seguro” é resultado de um conjunto de ações deflagradas pelas polícias paulistas desde o início do ano. Esse trabalho é perene e, sempre que necessário, ações como esta serão executadas para combater a criminalidade e reduzir a violência.

No quadro abaixo, os resultados operacionais da Operação “Morumbi Mais Seguro”:

Efetivo 579

Viaturas 262

Aeronaves 1
Pessoas Abordadas 1.115
Pessoas Presas 5
Procurados Capturados 2
Total de Pessoas Presas 7
Veículos Vistoriados 407 
Multas Art. 165-A CTB (Recusar-se ao ser submetido ao teste do bafômetro) 59
Drogas Apreendidas (Kg) 15,271

A Polícia Militar do Estado de São Paulo atua diuturnamente na busca incessante da maximização dos resultados operacionais e na consequente redução dos indicadores criminais, visando aumentar a percepção de segurança da população.

Em caso de emergência, acione o Policial Militar mais próximo ou ligue no telefone de emergência 190. (Fonte: Governo de São Paulo)

A Avenida dos Autonomistas terá duas faixas interditadas ao lado do Terminal Rodoviário da Vila Yara, sentido Osasco-São Paulo, a partir de segunda-feira, 15/04, por 45 dias.

 

A interdição começará às 7 horas e é necessária para a realização das obras de recuperação profunda do pavimento naquele trecho, ou reforço no pavimento e posterior recapeamento total da via.

Os motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres estão sendo informados da interdição através de faixas afixadas nas proximidades. A Secretaria de Transportes e da Mobilidade da Prefeitura de Osasco também está orientando aos motoristas para que utilizem rotas alternativas, como a Avenida Hilário Pereira de Souza e a Avenida Presidente Altino para acessar São Paulo.

Como o trânsito deve ficar complicado até que os motoristas passem a utilizar as rotas alternativas, a Secretaria de Transportes e da Mobilidade já acionou o Demutran (Departamento Municipal de Trânsito) e a Guarda Civil Municipal para atuarem no local.

As obras serão realizadas pela Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU) e a Construtora Villanova Engenharia e Desenvolvimento Ambiental Ltda., responsáveis pelas obras de reforma e ampliação do Terminal Vila Yara, parte do Corredor Metropolitano Itapevi-São Paulo. (Foto: Sergio Gobatti - Secom)

 

Na noite desta quinta-feira, 11/04, estivemos no Osasco Plaza Shoppnig - Centro, acompanhando a abertura da exposição "Memória Osasquense - Caminhos para o Agora", organizada pela Câmara Municipal.

O evento foi aberto pelo Presidente da Câmara, vereador Ribamar Silva. Estiveram presentes também os vereadores Alex Sá, vice-presidente do Legislativo, e Daniel Matias.

Exposição Meiri red

Lá encontramos vários amigos jornalistas e fotógrafos de Osasco, como Vrejhi Sanazar, proprietário do jornal Diário da Região; Hagop Koulkdjian Neto, fotógrafo e dono de um dos maiores e mais completos acervos fotográficos de Osasco; o empresário Eder Máximo, Secretário da Cultura de Osasco, e a jornalista Meiri Borges (foto), diretora de Comunicação da Câmara.

Exposição fotos red

As fotos atuais da exposição são do fotógrafo oficial do Legislativo, Ricardo Migliorini. Já as antigas e históricas fazem parte do acervo do Hagop Koulkdjian Neto e também do acervo da própria Câmara Municipal.

Trata-se de uma belíssima exposição fotográfica que mostra o passado e o presente de Osasco. Parabéns aos organizadores e à Câmara pela iniciativa A exposição ficará em cartaz até o dia 30 de abril. (Renato Ferreira)

Veja outras fotos: 

 

Exposição ficará no Osasco Plaza Shopping entre os dias 11 a 30 de abril.
 
Como eram os caminhos que os cidadãos da pequena Vila Osasco percorriam até os anos 1970? E como estão esses lugares hoje em dia? A cidade do passado e a do presente se encontram em uma mostra fotográfica realizada pela Câmara Municipal, a partir desta quinta-feira, 11/04, no Osasco Plaza Shopping.
A exposição “Memória Osasquense – Caminhos para o Agora” é composta por 41 fotos históricas e recentes da cidade, estas últimas captadas pelo fotógrafo da Câmara, Ricardo Migliorini. Através delas, é possível vislumbrar como o crescimento da cidade alterou a paisagem urbana e os modos de vida das pessoas que a habitam.
Na década de 1920, período em que foi feita a foto mais antiga em exposição, Osasco tinha apenas 4 mil habitantes e ainda era um bairro de São Paulo. Atualmente, a população do município chega a quase 700 mil pessoas.
O contraste entre a pequena vila e a cidade cosmopolita conta uma história que não é só da cidade, mas também a do país no século XX: a migração em massa para os grandes centros urbanos, impulsionada por uma economia que se industrializava rapidamente.
A mostra tem entrada franca e fica em cartaz até o dia 30/4.
Memória Osasquense Convite 11abr19
Serviço
Exposição Fotográfica “Memória Osasquense – Caminhos para o Agora”
Vernissage: 11/04 (quinta-feira) as 19h30
De 11/04/2019 a 30/04/2019
Osasco Plaza Shopping – R. Ten. Avelar Pires de Azevedo, 81 – Centro – Osasco (Praça de Exposições)
Entrada gratuita.
 

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