Segunda, 24 Fevereiro 2020 | Login
Estrutura das escolas deverá ser avaliada a cada três anos por uma equipe multidisciplinar.
 
Agora é lei: o prefeito Rogério Lins (Podemos) sancionou no final do ano passado a lei 5.039/2019, de iniciativa do vereador Toniolo (PCdoB), sobre a obrigatoriedade de avaliação dos prédios escolares da rede municipal de ensino.
Toniolo
Vereador Toniolo, autor da nova Lei que obriga a avaliação dos prédios escolares em Osasco
De acordo com o texto, publicado na Imprensa Oficial do Município de Osasco em 8 de janeiro, os estabelecimentos de ensino deverão ser avaliados a cada três anos por uma Comissão Multidisciplinar de Infraestrutura Escolar, a ser estabelecida pelo Poder Público Municipal.
Definida a comissão, esta deverá elaborar relatório detalhado da situação estrutural de cada unidade educacional e suas condições de funcionamento. Com base nesse relatório sobre as condições físicas e ambientais das escolas, o município terá condições de criar as diretrizes das reformas de cada unidade de ensino.
O projeto final de reforma das unidades educacionais, elaborado pela Comissão, será submetido à aprovação do Conselho de Escola da respectiva escola. (Fonte: Comunicação/CMO)

O jornalista, que divulgou mensagens de rackers, quis interferir na pauta do programa e levou invertida.

Na próxima segunda-feira, 20/01, o programa Roda Viva da TV Cultura, na estreia da jornalista Vera Guimarães na condução do programa, vai entrevistar o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. A a entrevista com o ex-juiz da Lava Jato, que investigou e levou políticos e empresários de renome à prisão, como o ex-presidente Lula, já está causando impacto mesmo antes de ser realizada.
Nesta terça-feira, 14, quem resolveu abordar o assunto de forma crítica azeda foi o jornalista americano Gleen Greenwald, do portal The Intercept, responsável por vazar supostas mensagens atribuídas a Moro. São gravações conseguidas de forma criminal por rackers que, inclusive, estão presos. Greenwald não gostou nenhum pouco da participação do ministro Moro no programa Roda Vida, e questionou os profissionais que estavam a frente do programa. Hoje, 15/01, o programa rebateu as declarações feitas pelo americano, e afirmou que quem decide os participantes é a TV Cultura.
“Seria indesculpável e um tanto covarde para o Roda Viva permitir que Sergio Moro aparecesse sem colocar um jornalista do The Intercept Brasil no painel para participar da discussão” escreveu Gleen
Leão Serva, diretor de jornalismo da emissora, em entrevista concedida ao colunista Mauricio Stycer, do UOL, rebateu e afirmou que a declaração de Greenwald foi indelicada e que sugestões sobre quem vai participar ou não da bancada do Roda Viva não são aceitas.
“A escolha do entrevistado e dos entrevistadores é feita pela TV Cultura. Não pedimos sugestões nem submetemos a bancada ao entrevistado. Alguns já fizeram sugestões, mas nenhuma foi acatada”
Ainda nesta quarta-feira,15, a TV Cultura anunciou o nome dos jornalistas que participarão da entrevista com Sérgio Moro. São eles: Andreza Matais, do Estadão; Malu Gaspar, da Piauí; Leandro Colon, da Folha; e Felipe Moura Brasil, da Jovem Pan. (Renato Ferreira com do Portal BR7 e Pleno News)
 
EM TEMPO: Noto que o programa Roda Viva por ser da TV Cultura tem sido muito crítico ao governo Bolsonaro. E, claro, por ser uma TV de São Paulo, subsidiada pelo governo estadual, seus programas, como o próprio Roda Viva, são muito mais simpáticos ao Governo do Estado e ao governador João Doria, do PSDB. E ao meu ver, o Greenwald foi infeliz em sua crítica, pois, tenho percebido que na formação da bancada de entrevistadores, o Roda Viva tem procurado manter um equilíbrio. (Renato Ferreira)
Excelente notícia. Ministro da Justiça, Sérgio Moro promete quintuplicar valor até 2022.
O total de dinheiro arrecadado para o Fundo Nacional Antidrogas (Funad) mais que dobrou em 2019, em comparação com o ano de 2018. A informação foi divulgada nesta terça-feira, 14/01, pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.
Em publicação na sua conta no Twitter, Moro comemorou o aumento da arrecadação, que saltou de R$ 44,6 mil, em 2018, para R$ 91,7 mil em 2019 – ano em que foi sancionada a Lei 13.886, que agiliza a alienação e a destinação dos bens apreendidos ou sequestrados de pessoas condenadas por envolvimento com o narcotráfico.
"Graças à reformulação da SENAD/MJSP, dobramos em 2019 a arrecadação do Fundo Nacional Antidrogas, oriunda da venda de bens de traficantes. Os resultados ainda são inferiores a todo o potencial, mas é um começo. Com a Lei 13886 multiplicaremos a arrecadação anual por cinco até 2022", afirmou Moro.
Criado em 1986 para financiar ações, projetos e programas relacionados à política sobre drogas, o Funad é administrado pela Senad. Os recursos do fundo provêm de dotações orçamentárias específicas estabelecidas pela União; doações de organismos ou entidades nacionais, internacionais ou estrangeiras, bem como de pessoas físicas ou jurídicas nacionais ou estrangeiras; valores arrecadados com a cobrança de multas e do leilão de bens apreendidos com traficantes de drogas ou que tenham sido comprovadamente adquiridos com dinheiro da venda ilegal de drogas.
Segundo a Lei 13.886, de outubro de 2019, os recursos recolhidos ao fundo graças à alienação de bens e apreendidos de narcotraficantes serão distribuídos parte às polícias estaduais e do Distrito Federal, parte à Polícia Federal e à Polícia Rodoviária Federal, para serem empregados em programas de formação profissional sobre educação, prevenção, tratamento, recuperação, repressão, controle e fiscalização do uso e do tráfico de drogas, além de outras iniciativas preventivas. (Fonte: Agência Brasil).
TV Brasil vai transmitir a reinauguração ao vivo nesta terça, dia 14. Evendo será comandada pelo vice-presidente da República Hamilton Morão.
Depois de seis dias de viagem no navio Almirante Maximiano a equipe da Empresa Braisl de Comunicação (EBC) finalmente chegou em terra firme na Antártica. O desembarque foi realizado na ilha de Rei George onde fica a Estação Comandante Ferraz.
No local, está praticamente tudo pronto para a reinauguração do centro de pesquisas do Brasil no continente gelado. Os militares da Marinha que trabalham estão realizando os últimos testes elétricos e hidráulicos na estação. Do lado de fora, está sendo montada a estrutura onde vai ser realizada a cerimônia de reinauguração que vai contar com a presença do vice-presidente da República Hamilton Mourão e do ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes.
O evento vai ser transmitido ao vivo pela TV Brasil e pelas redes sociais da EBC. O governo Federal investiu cerca de US$ 100 milhões na construção do novo centro de pesquisas do Brasil na Antártica, que possui 17 laboratórios e pode hospedar 64 pessoas.
O projeto de engenharia da Estação Comandante Ferraz foi desenvolvido para reduzir os impactos ambientais. Trinta por cento da energia consumida no centro de pesquisa vem de fontes renováveis produzidas por placas solares e por uma mini usina eólica instalada no local.
Outro detalhe que chama a atenção é que o calor emitido pelos geradores de energia ao invés de ser lançado para o ar é canalizado para aquecer a usina. Detalhes que fazem a Estação Comandante Ferraz ser considerada uma das estações mais modernas da região Antártica.
O professor de microbiologia da Universidade Federal de Minas Gerais, Luiz Rosa, será um dos primeiros pesquisadores que vai utilizar as novas instalações da nova estação. Ele já está na Antártica montando o laboratório onde vai trabalhar.
O professor diz que a nova estação vai permitir que as pesquisas continuem sendo realizadas também no inverno.Luiz estuda fungos que são encontrados apenas no polo sul. A pesquisa pode ajudar no desenvolvimento de novos antibíoticos que poderão ser usados para tratar doenças como dengue e chicungunya.
Outra pesquisa desenvolvida pelo professor Luiz permitiu descobrir plantas que ficam durante 6 meses debaixo da neve e sobrevivem. “Por algum motivo elas não congelam e isso pode ajudar no desenvolvimento de anti congelantes para a indústria e também para a medicina”.
O Brasil faz parte de um seleto grupo de 29 países que possuem estações científicas na Antártica. Esta presença é muito importante porque de acordo com o tratado antártico, só quem desenvolve pesquisas na região poderá definir o futuro do continente gelado.
O professor de Biologia da Universidade de Brasília, Paulo Câmara, que está pela sétima vez na Antártica, diz que a presença brasileira na região tem uma grande importância geopolítica para garantir a participação do país em decisões sobre um continente que apresenta uma grande biodiversidade. “A Antártica é tão importante quanto a floresta amazônica. Aqui encontramos espécies de plantas com 600 anos de existência que ainda são pouco conhecidas”. (Fonte: Agência Brasil)
Começou esta semana uma campanha para reflorestar o santuário arqueológico de Machu Picchu com a plantação de um milhão de árvores.
 
O plano, para proteger a cidade histórica das chuvas e deslizamentos, foi anunciado pelo presidente do Peru, Martín Vizcarra. A meta foi divulgada como um “compromisso do governo”.
A cidadela fica no distrito de Machu Picchu, na província de Urubamba, a 80 quilômetros a noroeste da cidade de Cuzco, antiga capital do império inca, nos séculos XV e XVI.
No último domingo, a empresa de trem que leva turistas decidiu restringir o serviço por várias horas, por causa de deslizamentos de pedras e lama, que aumentaram com as chuvas. Houve transbordamento do rio Vilcanota.
Especialistas do Ministério do Ambiente defendem a necessidade de plantar árvores no cinturão ecológico, conhecido como zona tampão, que permite proteger o santuário arqueológico e a flora e fauna circundantes.
História
O complexo arqueológico, encontrado em 1911 pelo explorador americano Hiram Bingham, foi declarado pela Unesco como Patrimônio Mundial em 1983.
Machu Picchu é uma área protegida do Peru com mais de 35 mil hectares, que inclui o ambiente natural do local de Machu Picchu, localizado na íngreme floresta dos yungas, na encosta oriental dos Andes peruanos.
Lixo
A cidade recebe 1,6 milhão de visitantes todos os anos e sofre com o problema do lixo deixado pelos turistas.
Segundo a revista Aventuras na História, os resíduos somam mais de cinco toneladas por dia, formados em sua maioria por garrafas plásticas, prejudicando a fauna e flora.
Como não existem estradas para o sítio arqueológico, o lixo é levado exclusivamente por ferrovias, o que dificulta seu gerenciamento por autoridades locais. (Fonte: SóNotíciaBoa - Foto: Jacqueline Saraiva Divulgação) - https://bit.ly/2tPNM5G
 
Depois de centenas de jogos entre os 127 times que disputaram a competição na fase de grupos, começa neste sábado, 11/01, a disputa da segunda fase do principal torneio de futebol de base do Brasil, a Copa São Paulo de Futebol Junior. E essa fase de mata-mata será disputada pelos 64 clubes que se classificaram para as fases finais.
Assim, os times jogam em formato mata-mata onde vai se eliminando até que sobre só o campeão. Nessa etapa, o primeiro classificado do grupo permanece na sede que jogou a primeira fase, enquanto o segundo colocado viaja para jogar em outra sede.
Os quatro grandes times de São Paulo - Palmeiras, São Paulo, Corinthians e Santos - avançaram à segunda-fase. O Tricolor do Morumbi ó atual campeão e busca o seu quinto título da Copinha. O maior campeão da história do torneio é o Corinthians. (Fonte: Globo Esporte)
Veja, a seguir, todos os jogos da segunda fase da Copinha:
Todas as partidas serão realizadas neste sábado e domingo.
Sábado:
11:00 - Botafogo-SP x Botafogo, em Assis (SPORTV)
11:00 - Vitória x Paraná Clube, em Jaú
11:00 - Desportivo Brasil-SP x Capivariano-SP, em Porto Feliz
13:45 - Internacional x Volta Redonda-RJ, em Santa Bárbara (SPORTV)
15:00 - Joinville x Tanabi-SP, em Tanabi
15:00 - Juventude x Francana-SP, em Cravinhos
15:00 - Tupi-MG x Gama, em Indaiatuba
15:00 - Taboão da Serra-SP x Ituano, em Embu das Artes
16:00 - Santos x Ponte Preta, em Osvaldo Cruz (GLOBOESPORTE.COM)
16:00 - Novorizontino-SP x Atlético-GO, em Bauru
16:00 - RB Brasil-SP x Serra-ES, em Rio Claro
16:00 - Votuporanguense-SP x Mirassol-SP, em Bálsamo
16:00 - Athletico-PR x Bahia, em Jundiaí (SPORTV)
18:30 - Fluminense x CRB, em Itu (SPORTV)
19:00 - Londrina x Timon-MA, às 19h, em Osvaldo Cruz
21:00 - Corinthians x Cuiabá, em Franca (SPORTV)
Domingo:
11:00 - Grêmio x União ABC-MS, em Mogi das Cruzes (SPORTV)
11:00 - Chapecoense x Real-DF, em Suzano
11:00 - Ceará x Coritiba, em São Paulo (Nicolau Alayon)
13:45 - Atlético-MG x ABC-RN, em Taubaté (SPORTV)
15:00 - São Bernardo-SP x River-PI, em Guaratinguetá
15:00 - Água Santa-SP x Atlético-CE, em Diadema
15:00 - Avaí x Trem-AP, em Mauá
15:00 - São Bento x São Caetano, em São Paulo (Canindé)
15:00 - Santa Cruz x Operário-PR, em Guarulhos
16:00 - Sertãozinho-SP x Palmeiras, em Araraquara (SPORTV)
16:00 - Cruzeiro x Sport, em Barueri (GLOBOESPORTE.COM)
16:00 - Criciúma x Itapirense-SP, em Itapira
18:30 - Vasco x Náutico, em Itapira (SPORTV)
19:00 - Ferroviária-SP x Goiás, em Araraquara
19:00 - Desportiva Paraense-PA x Oeste, em Osasco
21:00 - São Paulo x Flamengo-SP (SPORTV)
Governo iraniano admitiu que abateu aeronave por engano. Maioria das vítimas é do próprio Irã e do Canadá.
 
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, exigiu neste sábado, 11/01, a punição dos responsáveis pelo abate de um avião ucraniano com 176 pessoas a bordo e o pagamento de indenizações por parte do Irã. Após negar que tivesse culpa na tragédia, o governo iraniano admitiu ter abatido a aeronave por engano.
"A manhã trouxe a verdade. A Ucrânia insiste em um pleno reconhecimento de culpa. Esperamos do Irã que leve os culpados à Justiça, devolva os corpos, pague uma indemnização e publique um pedido de desculpas oficial", escreveu Volodymyr Zelensky em sua conta no Twitter.
"A investigação tem de ser completa, aberta e deve continuar sem atrasos ou obstáculos", acrescentou.
O primeiro-ministro do Canadá, país de origem de dezenas dos passageiros mortos na queda do avião, também exigiu hoje "transparência" na realização de um "inquérito completo e aprofundado" para apurar responsabilidades.
"A nossa prioridade continua a ser esclarecer este caso em um espírito de transparência e justiça", afirmou Justin Trudeau, em comunicado.
"Esta é uma tragédia nacional e todos os canadenses estão de luto. Vamos continuar a trabalhar com os nossos parceiros em todo o mundo para garantir a realização de um inquérito completo e aprofundado", afirmou.
Trudeau acrescentou que "o governo do Canadá espera a plena colaboração das autoridades iranianas".
O presidente do Irã, Hassan Rohani, afirmou hoje que o país "lamenta profundamente" ter abatido o avião civil ucraniano, ressaltando que foi "uma grande tragédia e um erro imperdoável".
"O inquérito interno das forças armadas concluiu que lamentavelmente mísseis lançados por engano provocaram a queda do avião ucraniano e a morte de 176 inocentes", admitiu Hassan Rohani, em uma mensagem divulgada na rede social Twitter.
"As investigações continuam para identificar e levar à justiça" os responsáveis, acrescentou.
O Boeing 737 da companhia Ukrainian Airlines caiu na quarta-feira nos arredores de Teerã, causando a morte de todas as 176 pessoas a bordo, na maioria iranianos e canadenses.
O acidente ocorreu horas depois do lançamento de 22 mísseis iranianos contra duas bases da coligação internacional liderada pelos Estados Unidos, em Ain Assad e Erbil, no Iraque, em uma operação de vingança pela morte do general iraniano Qassem Soleimani. (Agência Brasil)

 

Para começar o ano com mais agilidade no atendimento aos usuários, o Centro Cirúrgico do Hospital Municipal de Barueri Dr. Francisco Moran (HMB), recebeu, no final de 2019, sete focos cirúrgicos e um arco cirúrgico, aparelhos utilizados em diversas operações que representam melhora na qualidade do serviço.

Com média mensal de 700 procedimentos, o Centro Cirúrgico do hospital tem capacidade para realizar desde cirurgias reparadoras até neurológicas, e os novos focos cirúrgicos, utilizados em todas as cirurgias convencionais - exceto nas minimamente invasivas - garantem iluminação constante durante toda a cirurgia. Mesmo com a movimentação da equipe médica, o aparelho faz a compensação automática da luz.

“Operar sem foco é como dirigir à noite sem farol em uma via sem luz, ou seja, apresenta alto risco de danos” explica Ernesto Imakuma, cirurgião geral do HMB, que destaca a necessidade desse instrumento, porque os riscos são menores e os resultados podem ser melhores.

Hospital Municipal de Barueri 2

Já o arco cirúrgico, utilizado em especialidades como ortopedia, crânio-maxilo-facial, coluna, neurocirurgia, cabeça e pescoço, cirurgia vascular e cirurgia geral, é um equipamento de raio-X que produz imagens em tempo real por meio do monitor. Além de ser mais ágil para manusear, essa metodologia pode impactar na qualidade do resultado cirúrgico e diminuir o tempo da operação.

“Alguns procedimentos só podem ser realizados com o equipamento, pois é a produção de imagens em tempo real que irá guiar o cirurgião. Em ortopedia, por exemplo, não é necessário realizar extensos cortes para tratamento de fraturas visto que com o arco, é possível visualizar a fratura na imagem de raio-X”, esclarece o cirurgião, que explica a importância do arco também para analisar a anatomia dos órgãos e confirmar se próteses ou drenos estão nos locais adequados.

Para instalação dos novos equipamentos, foram realizados serviços de manutenção como adequações na estrutura, substituições de tomadas e pintura em todas as salas do Centro Cirúrgico. Além disso, para completar as melhorias, o setor também recebeu novas mesas cirúrgicas e macas hospitalares. (Fonte: SECOM/PMB)

 
Na terça-feira, 07/01, o prefeito de Osasco, Rogério Lins, visitou o início das obras de canalização de novo trecho do córrego Baronesa, no entroncamento das avenidas Loureço Belloli e Presidente Médici, no Jardim Baronesa. Trata-se de obras de canalização em mais um trecho do conhecido Braço Morto do Tietê.
 
No local serão aprofundados e alargados 200 metros de córrego pelo consórcio FBS/Soebe/Hidrostudio, entre a Presidente Médici e a Rua Basílio Fernandes de Barros, na divisa com o Jardim Aliança. No outro lado da Lourenço Belloli, o grupo já havia canalizado 400 metros.
 
Com as obras, o córrego, também chamado de Braço Morto do Rio Tietê, terá 10 metros de largura por 3 de profundidade, e futuramente deverá acabar com alagamentos naquela região da cidade.
 
Ao todo, serão canalizados 2.420 metros. No outro trecho do canal (na divisa entre o Aliança e o Rochdale), que deságua no Tietê, a obra é liderada pelo consórcio Constran.
As intervenções integram um amplo projeto de urbanização com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC2) do governo federal e prevê outras ações, como a abertura de duas vias paralelas à margem do córrego, que farão a ligação entre as avenidas Presidente Médici e Presidente Kennedy, criação de áreas de lazer, entrega de equipamentos públicos e construção na nova UBS do Rochdale.
 
A canalização do córrego e a nova UBS beneficiarão cerca de 11 mil famílias do Rochdale, Jardim Canaã e Jardim Aliança. (Fonte: Secom/PMO - Texto: Marco Borba - Imagens: Marcelo Dec)
Hoje, além dos avanços tecnológicos em termos de armamentos bélicos, as relações comerciais falam mais altos antes de uma decisão de guerra. A Guerra dos Seis Dias, em 1967, já demonstrou naquela época a distância que separa Israel de seus inimigos árabes, sem falar no poderio dos Estados Unidos. Hoje, uma terceira guerra seria com ações cirúrgicas e sem matança descontrolada de civis.
 
 
Por Renato Ferreira -
O mundo está vivendo sob forte tensão desde o dia 2 de janeiro, quando o comandante de alto escalão da Guarda Revolucionária do Irã, Qassem Soleimani, foi morto num ataque aéreo dos Estados Unidos nos arredores do aeroporto de Bagdá, capital do Iraque. Soleimani comandava a unidade de elite Força Quds, uma brigada de forças especiais responsável por operações militares fora do Irã.
Nesses seis dias após o ataque, as notícias mundiais não falam em outra coisa senão nas consequências da ação norte-americana e nas reações do governo iraniano. E o Irã deu a primeira resposta nesta terça-feira,7, com mísseis lançados sobre duas unidades militares dos EUA localizadas no Iraque.
Guerra de informações
E como acontece em qualquer conflito, surge também a guerra de informações. Segundo os iranianos, o ataque teria matado 80 soldados norte-americanos. Hoje, durante uma coletiva, o presidente Donald Trump negou essa informação, afirmando que não houve nenhuma baixa entre os soldados de seu país e nem mortes de civis iraquianos. Apenas danos materiais.
Logo após o ataque que matou Soleimani, Trump disse que os Estados Unidos agiram preventivamente para evitar a continuação de uma gerra e de ações terroristas do comandante iraniano. E acrescentou: "Se houver reação iraniana contra cidadãos americanos, os Estados Unidos vão agir de forma desproporcional e vamos atingir 52 pontos iranianos de uma forma que eles não esperam".
Terceira guerra? Será?
É claro que se forem intensificando ações e reações de ambos os lados, a tensão mundial tende a aumentar, com países aliados tendo que tomar posições, como a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), que já declarou apoio aos Estados Unidos em ações contra o terrorismo. Outros países, como o Brasil, também emitiram notas, pedindo ações diplomáticas e não de guerra.
Mas, até que ponto esse conflito EUA X Irã, poderá provocar a terceira guerra mundial com devastação em massa? Não sou especialista em conflitos internacionais, mas, pela experiência de 40 anos no exercício do jornalismo, e por todas as mudanças após a segunda guerra, acho difícil que haverá outra guerra com consequência devastadora em nível mundial.
Hoje, além dos avanços tecnológicos, sobretudo, nos meios de armamentos bélicos, os interesses comerciais falam mais alto e podem ser decisivos antes de um conflito inconsequente ser decidido pelas autoridades, por mais intolerantes elas sejam.
Poderio desproporcional
Todos sabem que qualquer tipo de conflito internacional é causado pela disputa de poder e de território. Alguém se sente superior e pensa que pode invadir e dominar outros povos. Hoje, um dos maiores motivos que causam os conflitos, sobretudo, no Oriente Médio, é o petróleo, a energia fóssil que ainda é decisiva na economia mundial. Porém, até mesmo um rio ou poucos metros de terra, podem ser decisivos para a deflagração de um conflito, como aconteceu na Guerra dos Seis Dias, em 1967, entre Israel e seus inimigos árabes.
E, já naquela época, o poderio bélico de Israel se mostrou muito, muito superior à de seus inimigos. Com apenas 19 anos de fundação, Israel era um país jovem, e países árabes, como a Siria, Libano, Jordânia e Egito, dentre outros, resolveram que seria o momento de acabar com o país dos judeus. Ledo engano.
Guerra dos Seis Dias
Em apenas seis dias, Israel devastou seus adversários. E além das milhares de baixas entre os inimigos - cerca de 30 mil mortes, contra poucas centenas de soldados israelenses mortos - Israel ainda aumentou consideravelmente o seu território.
Com aval dos Estados Unidos, Israel começou a guerra com apenas 20.300 km2 de área sob sua administração, mas depois do conflito, contava com cerca de 102.400 km2, um aumento de cerca de cinco vezes em seu território. Assim, com essas conquistas Israel consolidou o projeto da Grande Israel que já havia sido, um dos projetos de algumas escolas sionistas.
Com a vitória esmagadora, a Guerra dos Seis Dias fez com que Israel passasse a controlar as colinas de Golã, o deserto do Sinai, a faixa de Gaza, a Cisjordânia e Jerusalém Oriental. São conquistas que até hoje são os principais motivos do ódio dos árabes contra Israel e dos constantes confrontos na região.
Guerra desigual
E se em 1967, Israel já se mostrava muito à frente de seus inimigos em termos de armamentos e de preparo técnico para a guerra, hoje, Israel e Estados Unidos, além de aliados do Ocidente, estão anos/luz à frente em termos de inteligência artificial e de armas bélicas. Além, é claro à frente também no número de soldados preparados para qualquer tipo de combate.
Hoje, por mais que um país como Irã tenha se desenvolvido também em termos bélicos, inclusive, com ajuda técnica da antiga União Soviética, eles mesmos sabem que jamais poderiam fazer frente numa guerra contra os Estados Unidos e Israel. Atualmente, aviões, foguetes e drones são aparelhos que podem fazer ataques cirúrgicos contra unidades adversárias sem atingir civis.
Assim, com o poderio que possuem, os Estados Unidos acabariam em segundos com o Irã. Mas, certamente, esse não é o interesse do Republicano Trump e nem mesmo de seus adversários Democratas. Como o próprio Trump disse hoje na coletiva, o primeiro passo, agora, é aumentar ainda mais os bloqueios econômicos ao Irã, antes de uma reação às ações dos iranianos.
Mas, claro, essa atitude de Trump só durará até o momento em que as ações do país dos aiatolás não atinjam cidadãos americanos. Caso isso aconteça, as reações americanas serão imediatas.
Bomba atômica?
Apesar dos acordos nucleares e das negativas iranianas, de que o país persa não tenha ainda a boma atômica, é difícil acreditar nesse momento tenso, que o Irã não possa usar desse tipo de arma para se defender ou atacar seus inimigos. E o inimigo número um dos árabes e muçulmanos xiitas, é a América, além de Israel. Para eles, a América "é o demônio".
Mas, até que ponto, o Irã tem poderio para atacar o território norte-americano mesmo com armas nucleares? No máximo, eles deverão continuar com ações terroristas em diversas partes do planeta visando atingir americanos ou aliados dos Estados Unidos.
Então, nesse caso, Israel poderia ser um alvo de ataque com armas nucleares por parte do governo do Irã. Fica difícil imaginar, no entanto, que eles poderiam atacar dessa forma o território israelense. O interesse dos árabes xiitas sempre foi exterminar com Israel, que é a Terra Santa também para os muçulmanos. Caso isso acontecesse, o governo do Irã arrumaria inimigos em seu próprio país.
Mundo geopolítico
Para muitos, uma guerra entre Irã, Estados Unidos e Isral, poderia causar mudanças profundas na geopolítica mundial, dependendo da posição tomada por Rússia e China. Mas, eu pergunto: qual o interesse desses dois países em tomar decisão para um lado ou para outro, a ponto de abalar o mundo? Principalmente, sabendo que, muito além do petróleo, que daqui a alguns anos não terá tanta importância na economia, o interesse do Irã é regional para diminuir a força de Israel no Oriente Médio?
No caso da Rússia, por mais que eles tenham interesse ainda em medir foças com os Estados Unidos, hoje, a Rússia é apenas um país com muitos problemas internos e muito longe do poder e da influência que tinha ex-poderosa União Soviética.
E quanto à China, o país mais populoso do mundo, com mais de 1 bilhão e 300 mil habiante, seus maiores maiores interesses são comerciais com o mundo capitalista. Prestes a ser a maior economia do mundo, a China é comunista apenas no papel. Na prática, hoje, o país asiático é o maior "país capitalista" do planeta. Basta verificar seu sistema econômico e seus acordos bilaterais com as principais economias abertas do mundo, inclusive, com o Brasil.
E a primeira manifestação do governo chinês sobre o conflito EUA-Irã, foi, justamente, no sentido diplomático de pedir tolerância aos os dois países, pois, para a China não há interesse na guera e, muito menos, em decisão de apoio para nenhum dos lados.
Conflitos milenares
E falando sobre relações árabes-israelenses, vai aqui também um pouco da história bíblica sobre a origem desses povos e de suas eternas relações belicosas. Hoje, os analistas e especialistas sempre falam das guerras no Oriente Médio, abordando os temas de interesses geopolíticos como se lá fosse igual aos conflitos em outras partes do mundo.
Mas, seria interessante que essas análises não excluíssem o tema religião e o fundamentalismo que impera na região. Apesar de vários acordos assinados por países em conflitos, é impossível acreditar que os árabes passem a conviver em paz com Israel.
Como os dois países mais famosos dessa região historicamente falando, Israel e Egito sempre foram os protagonistas desses conflitos. Pela história bíblica, Israel é considerado o "povo escolhido" de Deus. Mas, com a desobediência desse povo, Israel sempre foi perseguido e muitas vezes dominado pelos seus adversários, como o Egito, para onde o povo judeu fora levado como escravo. E só foi libertado por Moisés, após as grandes pragas contra Faraó e o povo egípcio.
Mesmo que muitos não acreditam na narrativa bíblica, a história de Israel sugere, no mínimo, uma atenção especial, nem que seja por curiosidade, já que há milhares de anos, esse povo é perseguido, maltratado e quase dizimado, como na segunda grande guerra mundial. E mesmo assim, eles conseguem ressurgir das cinzas. E se unem pela religião em torno de um único Deus.
Outra curiosidade, é o desenvolvimento de Israel em todas as áreas. Localizado numa mesma região árida e de desertos, Israel parece um oásis com plantações e verde ao lado de outros povos que vivem com extremas dificuldades. Para muitos, isso parece até milagre. E essa situação avançada de Israel acaba provocando ainda mais ódio em seus inimigos regionais.
Posição do Brasil
Logo após o ataque e a morte do comandante iraniano, o Itamaraty divulgou uma nota, afirmando que o "Brasil apoiaria qualquer ação de combate ao terrorismo mundial". E mesmo sem declarar apoio explícito aos Estados Unidos, a nota não agradou ao governo do Irã, que pediu explicação às autoridades brasileiras.
Após a reação iraniana, o próprio Itamaraty afirmou que o pedido de explicação foi feito em termos diplomáticos e que as relações comerciais com o Irã não sofreriam arranhões. O presidente Jair Bolsonaro também fez declarações, sem, no entanto, demonstrar apoio aos Estados Unidos, já que tem boas relações com o presidente Trump.
Em minha opinião, caso o conflito aumente, a maioria dos países ter´s, sim, que tomar decisões, inclusive, de apoio para alguns dos lados. E ao meu ver, não seria nenhuma novidade o Brasil se aliar aos Estados Unidos e a Israel.
Primeiro, pela localização geográfica, pela ligação histórica com os Estados Unidos e a excelente relação com Israel.
É importante destacar que a amizade entre Brasil e Israel vem de décadas e se fortaleceu, principalmente, após 1948, graças à ação do diplomata Osvaldo Aranha. Além do lobby que fez pró Israel, Osvaldo Aranha presidiu a sessão da ONU (Organização das Nações Unidas), que aprovou a criação do Estado de Israel.
E Israel faz questão de demonstrar para o mundo esse apreço que tem pelo diplomata e pelo Brasil. No centro de Jerusalém, ao lado de um cemitério árabe, há uma praça com o nome de Osvaldo Aranha. E foi também devido à ação de Aranha, que a ONU decidiu que todos os anos a Assembleia Geral da ONU seria aberta pelo chefe da Nação Brasileira. (Renato Ferreira é Jornalista formado pela Unimep e editor do Portal Notícias & Opinião)
 
 
 

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