Sábado, 29 Fevereiro 2020 | Login
No total, o Governo do Estado vai repassar mais de R$ 100 mil para a rede de assistência social da cidade. O município recebeu também um micro-ônibus novo para o Programa Caminho da Escola.
 
O prefeito de Vargem Grande Paulista, Josué Ramos, e a secretária de Assistência Social, Soeli Ramos, participaram no dia 27/02, juntamente com o governador de São Paulo, João Doria, no Palácio dos Bandeirantes, da assinatura de repasses às redes assistenciais de 261 municípios. Vargem Grande Paulista foi contemplada com recursos na ordem de R$ 101.873,43 que serão repassados durante 12 meses por meio do Fundo Estadual da Assistência Social para o fundo municipal.
Segundo o governador, os municípios aplicarão o dinheiro em uma rede de proteção que reúne 1.758 serviços socioassistenciais em 1.344 equipamentos públicos e privados. A verba será repassada aos municípios atendidos pelas Diretorias Regionais de Assistência e Desenvolvimento Social de diversas regiões.
Em Vargem Grande Paulista, o recurso será destinado a serviços que atendem famílias cadastradas no Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) do bairro São Lucas e Unidade de Assistência Social do bairro São Judas. “Esse recurso é para atendimento socioassistencial das famílias em vulnerabilidade social ou risco social. Assim podemos fortalecer a nossa rede de proteção e oferecer um atendimento mais digno a esses munícipes que tanto necessitam de apoio”, destacou Soeli,que também é presidente do Fundo Social de Solidariedade Municipal.
De acordo com o Sistema Único de Assistência Social, é responsabilidade do Estado o cofinanciamento dos serviços, ações e programas socioassistenciais. O repasse é realizado segundo ações definidas no Plano Municipal de Assistência Social. Com isso, as prefeituras definem como alocar a verba de acordo com a realidade local.
Caminho da Escola
 Josué Ramos prefeito de VGP microônibus
Vargem Grande Paulista avança em mais uma ação para o ano letivo em 2020. No dia 17/02, o município foi contemplado com um micro-ônibus novo que faz parte do Programa Caminho da Escola. O programa nacional tem como objetivo renovar e ampliar a frota de transporte escolar em áreas rurais, garantindo mais conforto e qualidade no serviço para alunos e professores.
A cerimônia de entrega do micro-ônibus, realizada em São Paulo, contou com a presença do prefeito de Vargem Grande Paulista Josué Ramos, do secretário municipal de Educação Danilo Ramos, dos deputados estadual André do Prado e federal Marcio Alvino, além do ministro da Educação Abraham Weintraub.
“Este Programa vem ao encontro das nossas políticas públicas, que é oferecer qualidade no acesso à escola e reduzir a evasão escolar. O novo micro-ônibus vai reforçar e garantir o transporte dos nossos alunos com mais qualidade e segurança.”, comentou o prefeito Josué.
Ao todo, 115 municípios do estado de São Paulo receberam os ônibus escolares que foram entregues pelo Ministério da Educação. O programa é financiado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
Os novos veículos têm capacidade de transportar 44 passageiros e possui estrutura para atender pessoas com necessidades especiais, garantindo acessibilidade e segurança no transporte. O valor da frota totalizou R$ 27 milhões.
Há uma série de requisitos para entrar no programa e Vargem Grande Paulista buscou este benefício para estudantes e alunos, trazendo mais benefícios para a educação no município. Na cidade, o micro ônibus já começou a transportar alunos de toda a rede municipal de ensino. (Texto: Daniela Mota Rosetti - Assessoria Comunicação - PMVGP)
"Na verdade, ele [Bolsonaro] segue exatamente o que chamamos de ‘Make Brazil Great Again’ [Faça o Brasil Grande de Novo]", disse Trump.
 
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou sua relação com Jair Bolsonaro nesta quarta-feira, 26/02, e afirmou que o líder brasileiro é “um grande amigo”. As declarações foram feitas durante uma coletiva de imprensa sobre a epidemia da Covid-19 em todo o mundo na Casa Branca, em Washington.
Questionado sobre o Brasil, que anunciou na quarta-feira o primeiro caso de coronavírus na América Latina, Trump disse que as medidas de controle foram fortalecidas, mas não detalhou quais, e enfatizou seu bom relacionamento com o presidente Jair Bolsonaro.
“Nós estamos sendo firmes com as pessoas que chegam de várias partes do mundo, inclusive, do Brasil”, disse o presidente americano. “Mas há apenas um caso e é um país grande. Ainda assim é um caso”, afirmou Trump, que citou o grande avanço da doença na Itália, país muito menor que o Brasil.
.“Temos um bom relacionamento com o Brasil. O presidente Bolsonaro é um grande amigo meu. Na verdade, ele [Bolsonaro] segue exatamente o que chamamos de ‘Make Brazil Great Again’ [Faça o Brasil Grande de Novo], isso foi exatamente o que ele seguiu”, disse Trump. “Nós nos damos muito bem", enfatizou o presidente americano.
O trecho do discurso em que Trump fala do Brasil foi compartilhado nas redes sociais pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).
Durante a coletiva na Casa Branca, Trump ainda anunciou que o comando das operações de prevenção e combate ao coronavírus Sars-CoV-2 nos Estados Unidos caberá ao vice-presidente, Mike Pence. O presidente afirmou que a contaminação está diminuindo na China, epicentro do novo surto, e alegou que os Estados Unidos são “o país mais bem preparado para conter a epidemia”. (Fonte: Veja)
Após confirmar presença nas manifestações pró Governo no dia 15 de março, senador por Goiás cobrou, contudo, que presidente dê nomes e aponte parlamentares que o teriam chantageado. E aí, senhores Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, vocês querer punir também o colega Jorge Kajuru?
 
 
Confirmando presença nas manifestações marcadas para dia 15 de março, o senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) endossou as críticas do ministro chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, a supostas “chantagens” do Congresso. “O governo tem razão, tem muito chantagista lá”, afirmou ele.“Eu vou [aos protestos] porque é uma coisa normal para mim, todo mundo merece manifestação contra e tem muita gente ruim lá, do mesmo jeito que tem muita gente boa”, pontuou
 
Segundo ele, “ou as pessoas se enganaram ou não quiseram entender” que Bolsonaro não falava dos parlamentares de forma generalista. “Em nenhum momento o presidente quis dizer que todo mundo no Congresso é igual, até por que ele permaneceu lá por sete mandatos. Entre os 594 [deputados e senadores], tem muita gente boa.
”Apesar de concordar com as críticas do auxiliar de Jair Bolsonaro (sem partido), contudo, Kajuru cobrou que o presidente exponha quem são os tais chantagistas, em vez de generalizar uma crítica ao Congresso. “Não dá nome por quê? Quer negociar com essa pessoa depois, não tem coragem? Generalizar é irresponsabilidade, é algo que eu nunca vou aplaudir”, rebateu o senador.
“Nós sabemos quais são os Aécios (Neves, deputado federal pelo PSDB-MG) no Senado e na Câmara dos Deputados. O Álvaro Dias (senador do Podemos-PR) pediu dinheiro ao governo? Eu sei que não. O Randolfe (Rodrigues, senador pelo Podemos do AP) pediu? Não. Eu queria era a verdade, ele falar quem é que está chantageando. Chantagem de quem, cara pálida?”
E embora a fala de Augusto Heleno e o compartilhamento, por parte de Bolsonaro, de um polêmico vídeo convocando para as manifestações, tenham causado intensa reação contrária de autoridades, a aposta do senador por Goiás é a de que “no fim, tudo se entende”. Junto das imagens, o chefe do Executivo escreveu que “O Brasil é nosso, não dos políticos de sempre”. (Fonte: Metrópoles)
 
Rodrigo Maia e David Alcolumbre
Rodrigo Maia (Presidente da Câmara dos Deputdos; e Davi Alcolumbre (Presidente do Senado)
Diante da afirmação do ministro general Augusto Heleno, dizendo que o governo não pode ficar refém dos "chantagistas do Congresso", Rodrigo Maia (Presidente da Câmara dos Deputados), e Davi Alcolumbre, (Presidente do Senado), se revoltaram e chegaram a afirmar que pretendem ouvir explicações do ministro sobre tal declaração.
E agora, senhores Maia e Alcolumbre? A afirmação de Augusto Heleno foi endossada por um senador. Vocês pretendem ouvir também explicações do senador Jorge Kajuru? Eu os aconselho que não façam isso, porque vocês poderão ouvir o que não querem. (Renato Ferreira).
 
 
Nesta quarta-feira, 26/02, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, descartou a hipótese de o Brasil limitar o ingresso de estrangeiros no Brasil como forma de tentar dificultar a disseminação do vírus SARS-CoV-2, causador do novo coronavírus (Covid-19).
“Não vamos fazer nenhum tipo de interrupção de voos porque não há nenhuma eficácia nisto”, disse o ministro, ao confirmar, hoje, o primeiro caso de infecção pela doença no Brasil. O paciente é um homem de 61 anos, morador da cidade de São Paulo, que, provavelmente, contraiu o vírus ao viajar para a Itália, entre os dias 9 e 21 de fevereiro.
“Perguntaram-me por que não fechar [as fronteiras]. Isto não existe. Não tem eficácia nenhuma. Esta é mais uma gripe que a humanidade vai ter que atravessar. Das gripes históricas, esta tem letalidade menor e tem uma transmissibilidade similar à de determinadas gripes que a humanidade já superou”, acrescentou o ministro. “Nosso sistema já passou por epidemias respiratórias graves, como a do H1N1, e vamos atravessar mais esta situação investindo em pesquisa e na clareza de informações.”
Desde ontem, 25, quando o Ministério da Saúde tornou público que os primeiros exames clínicos a que o paciente foi submetido tinham acusado positivo para Covid-19, internautas começaram a usar as redes sociais para pedir mais rigor no controle de entrada de estrangeiros e brasileiros vindos do exterior.
Medidas eficazes
Segundo o ministro, que é médico, as formas mais eficazes de o país evitar a disseminação da doença são dotar a rede de saúde nacional da capacidade de identificar e testar os casos suspeitos rapidamente, e, em caso positivo, adotar os procedimentos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo ministério. Além disso, a população deve intensificar os cuidados recomendados para qualquer tipo de gripe, como evitar aglomerações desnecessárias.
“O brasileiro precisa aumentar o número de vezes que lava as mãos e o rosto com água e sabão ao longo do dia. Este é um hábito extremamente importante, não só para evitar problemas respiratórios, mas também outras doenças”, afirmou o ministro, recomendando que as pessoas também evitem compartilhar copos e outros utensílios que possam transmitir o vírus por meio da saliva.
Mandetta mencionou a intenção de iniciar pela Região Sul a campanha de vacinação contra a gripe, realizada todos os anos. Segundo o ministro, as vacinas recomendadas para este ano deverão estar disponíveis em meados de março, começo de abril. De acordo com o ministro, a vacina ajudará a proteger as pessoas dos vírus que circulavam no território brasileiro até novembro ou dezembro do ano passado, quando os novos lotes começaram a ser produzidos. Fora isto, Mandetta lembrou que não há, hoje, nenhum medicamento específico contra o coronavírus.
“Não existe um medicamento específico. O arsenal [medicamentoso] é, basicamente, de suporte e [a rede pública de saúde] será devidamente abastecida”, acrescentou o ministro, assegurando que o governo também distribuirá equipamentos de proteção individual (EPIs) para os governos estaduais redistribuírem a seus profissionais de saúde e já providenciou a licitação para, em caso de necessidade, alugar mil leitos hospitalares da rede privada. (Agência Brasil)
 
Você concorda com o Ministro da Saúde do Brasil?
 
Com o aumento dos casos de depressão entre profissionais da área de comunicação, que se repetem também na sociedade como um todo, nunca se fez um evento tão pertinente para abordar o tema e buscar auxiliar os que são acometidos pelo problema.
Mais recentemente, com trágicos casos envolvendo colegas de profissão da região, a Amecom recebeu a sugestão de um dos colegas jornalistas, para que promovesse um evento relacionado ao tema, que ainda se apresenta como tabu na sociedade e que pode levar até mesmo ao suicídio.
Surgiu então a idéia da realização de uma "roda de conversa" onde os participantes poderão ouvir, falar e desabafar, numa espécie de papo terapêutico, que pretende ajudar àqueles que podem estar precisando de ajuda em diferentes níveis.
A orientadora convidada para organizar o papo é a experiente psicóloga, Rita Amaral, que graciosamente aceitou ser parceira no evento.
Os interessados devem sinalizar interesse na participação inbox, para que haja um controle do número de presentes no dia.
RITA AMARAL
Graduada em Psicologia pela Faculdade Uniban de Osasco e graduada em Recursos Humanos pela Faculdade Anhanguera de Osasco.
Atua na área clínica em consultório particular com foco em atendimento a Mulheres em situação de violência doméstica e relacionamento abusivo com o objetivo de proporcionar o fortalecimento emocional e auxiliar as mulheres a exercerem seus papéis sociais sem perder suas identidades.
Voluntária do Projeto Mapa do Acolhimento a mulheres e idealizadora do projeto Papo de Psico Osasco e Região que reuni periodicamente os psicólogos da região para discutir assuntos inerentes à área para aperfeiçoamento da prática clinica.
SERVIÇO
RODA DE CONVERSA - DEPRESSÃO ENTRE PROFISSIONAIS DA COMUNICAÇÃO
O evento é aberto e gratuito, destinado a profissionais da Comunicação.
Os trabalhos serão desenvolvidos pela Psicóloga Rita Amaral.
Sexta-feira, 13 de março - 18h
Local: Auditório do Diário da Região/Conectv
Rua Ester Rombens, 349, 3° andar, Centro, Osasco
Realização: AmeCom
Apoio: Cioeste
Na semana passada, em conversa privada com colegas, o General Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), desabafou: "Não podemos aceitar esses caras chantagearem a gente o tempo todo". E terminou com um palavrão. E o povo brasileiro pensa da mesma forma sobre a maioria dos parlamentares, comandados por Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, e Davi Alcolumbre, presidente do Senado.
Por Renato Ferreira -
Antes de iniciar esse texto que traz notícia e opinião, gostaria de de deixar claro que eu, jornalista Renato Ferreira, não obstante ter votado em Jair Bolsonaro para Presidente da República, não sou um defensor cego do político Bolsonaro e, talvez, não falaria 80% do que ele fala, fatos que podem atrapalhar o seu próprio governo. No entanto, sou defensor das políticas deste governo, que não é formado apenas pelo Presidente, mas, sim por uma equipe de Ministros, que até hoje têm se mostrado capazes, responsáveis e competentes em suas atribuições e funções.
Além disso, as reformas já aprovadas, como a da Previdência e Trabalhista, outras que já foram encaminhadas, dentre a Tributária, além de inúmeros acordos bilaterais, firmados com países que vão dos Estados Unidos à China e de Israel aos Árabes, provam que, mesmo com erros pontuais, o atual governo tem como objetivo colocar o país nos eixos do desenvolvimento político, econômico e social.
Sendo assim, acho interessante quando uma conversa privada de autoridades acaba vazando para o público. Pois, só assim, a população fica sabendo, realmente, do que muitas autoridades pensam, mas, que ficam impedidas de falarem em público por N motivos. Isso ocorreu com a gravação vazada pela Lava Jato, onde a então-presidente Dilma Roussef (PT), informava ao ex-presidente Lula que estaria lhe enviando um "papel" para que ele usasse quando precisasse. Tudo indica que ela se referia ao termo de nomeação de Lula como ministro chefe-da Casa Civil, fato que impediria que o petista pudesse ser indiciado em algum processo durante o seu governo. Posteriormente, Lula foi indiciado, condenado e preso. Hoje, ele responde a um dos processos em liberdade.
E fato semelhante ocorreu no último dia 18, com a conversa do general Augusto Heleno. Ele conversava com os ministros Paulo Guedes, General Ramos e Onyx Lorenzoni sobre as chantagens que estaria recebendo de alguns parlamentares sobre os vetos do presidente ao Projeto de Lei do Orçamento impositivo, que retira R$ 30 bilhões dos R$ 80 bilhões das mãos do Executivo e deixa nas mãos dos Congressistas pelas emendas.
No dia seguinte, pelo Twitter, o General Heleno explicou seu desabafo:
“Em mais um lamentável episódio de invasão de privacidade, hábito louvado no Brasil, vazou para a imprensa uma conversa que tive com o Dr. Paulo Guedes e o Gen. Ramos.
Ressalto que a opinião é de minha inteira responsabilidade e não é fruto de qualquer conversa anterior, seja com o Sr. Presidente da República, com o Min. Paulo Guedes, com o Min. Ramos, ou com qualquer outro ministro.
Externei minha visão sobre as insaciáveis reivindicações de alguns parlamentares por fatias do orçamento impositivo, o que reduz, substancialmente, o orçamento do Poder Executivo e de seus respectivos ministérios.
Isso, a meu ver, prejudica a atuação do Executivo e contraria os preceitos de um regime presidencialista. Se desejam o parlamentarismo, mudem a constituição. Sendo assim, não falarei mais sobre o assunto”. General Heleno
Rodrigo Maia e David Alcolumbre
Rodrigo Maia (presidente da Câmara dos Deputados) e Davi Alcolumbre (presidente do Senado), querem retirar mais recursos do Orçamento da União para dificultar o governo Bolsonaro. O povo está atento à ação dos dois
 
Sem dúvida, assim como Augusto Heleno, o povo também está revoltado com este Congresso. Não podemos generalizar, pois, com certeza, temos deputados e senadores que não compactuam com essas pressões e chantagens capitaneadas por Maia e Alcolumbre. Mas, eles são tão poucos, que acabam não tendo forças para enfrentar a maioria, formada pela oposição a Bolsonaro e, principalmente, pelos membros do Centrão, que jogam de acordo com os seus próprios interesses e não com os interesses da sociedade. E isso não é de hoje. Sempre o Congresso pressionou e chantageou o governo.
Governos civis, corrupção e esmola
Todos lembram das grandes e belas manifestações do povo brasileiro pela redemocratização do país na década de 1980. Ela veio e todos os brasileiros puderam, novamente, votar para a Presidência da República e para Governadores do Estados. Mas, ledo engano daqueles que pensavam que com presidentes civis, o Brasil passaria a ser um país livre para crescer e se desenvolver.
Pois, se por um lado, ganhamos a liberdade de votar, por outro, o que vimos a seguir foi uma sucessão de presidentes corruptos e o país se afundando em crises políticas, econômicas, sociais e morais. Além de ver aumentar a injustiça social, a pobreza, a falta de segurança, o tráfico de drogas e a criminalidade de um modo geral.
Para ilustrar isso, basta fazermos uma retrospectiva desde o governo de Fernando Collor até Michel Temer. Durante todos esses anos, o Brasil não avançou em construção de obras de infraestruturas nas cidades ou no campo. Rodovias,portos, aeroportos, escolas, hospitais e as próprias cidades, foi tudo sucateado sob os governos civis.
Alguém pode perguntar: "Mas, você acha que não existia corrupção nos governos militares?". Não sei e não posso responder isso com exatidão. Afinal, vivíamos sob uma ditadura, contra a qual lutamos para termos liberdade. Mas, de uma coisa eu sei. Tínhamos melhores escolas públicas. Enquanto lá, estudávamos, aprendíamos e respeitávamos os professores, hoje, as escolas públicas viraram esconderijos de bandidos, traficantes e locais onde os professores são agredidos e até assassinados. E um povo sem escolas dignas, com certeza, é um povo sem futuro. Gostaria, inclusive, de saber, por exemplo, quais os políticos que têm filhos estudando em escolas públicas. Se me disserem e comprovarem terei o maior prazer em divulgar.
Durante os governos civis, o que se viu aumentar de forma brutal no Brasil foi, justamente, a corrupção em todos os níveis administrativos. Fatos que podem ser facilmente comprovados pelas Operações Caça-Fantasmas em Prefeituras e Câmaras Municipais, passando por escândalos em Assembleias Legislativas, até os escândalos no Governo Federal, principalmente, nos períodos dos governos petistas, como provou a Operação Lava Jato. Pois, jamais poderíamos imaginar em ver empresários, até então respeitados, como os Odebrecht, e políticos de renome como Lula, Zé Dirceu e Sérgio Cabral atrás das grades, condenados por corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.
Durante os governos petistas, eles criaram também uma narrativa de grande apelo político/eleitoral e que vai ao encontro do anseio dos mais pobres, que é apelo social. Tanto é que logo após a posse de Lula, o até então todo poderoso Zé Dirceu, ministro chefe da Casa Civil tratou de criar o Bolsa Família, que se tornou no carro-chefe do Governo Lula. Mas, que não passou de um grande curral eleitoral, uma vez que o governo pegava bilhões para dividir entre milhões de pobres. Ou seja, distribuindo esmola, mas, qual pobre e miserável que despreza uma esmola. Além de não desprezar, ainda sai agradecido. Um programa que apenas mantém o pobre na pobreza.
Novamente, alguém pode questionar: por que, então este governo deu até 13º aos beneficiários do BF em vez de extinguir o programa? Eu respondo: ele não é louco. Quem em sã consciência pode acabar com um programa que atende cerca de 15 milhões de famílias com um benefício de pouco mais de R$ 120,00? O que este governo tem feito é um pente fino no BF, pois, além de parentes de políticos, foram encontrados até beneficiários já falecidos e pasmem, até um gato que recebia o Bolsa Família. - https://bit.ly/2Ta55HO - Assim, sem as fraudes, sobra dinheiro para o 13º aos usuários de verdade. A porta de saída do BF tem que ser maior que a da entrada, para ele ser, realmente, um programa social e não uma bandeira de governo populista, mentiroso e corrupto.
Clima quente
Esta fala do General Augusto Heleno não é um caso isolado neste cabo de guerra entre o Governo Bolsonaro e o Congresso que, agora, ganha também apoio de vários governadores, que estão de olho nas eleições de 2022, como João Doria (PSDB-SP) e Flávio Dino (PCdoB-MA). Talvez, até o momento, apenas três governadores - Ronaldo Caiado (DEM-GO), Ratinho Junior (PSD-PR) e Romeu Zema (Novo-MG) - que estão trabalhando em parceria com Bolsonaro.
E esse clima de disputa eleitoral vai se desenrolando em outros fatos políticos , cujo desfecho é uma incógnita. Na semana passada, Davi Alcolumbre (DEM-AP), recebeu o ex-presidente Lula. De olho na Presidência, mesmo de forma provisória, Rodrigo Maia não cansa de alfinetar Bolsonaro e seus ministros. Enquanto o governador João Doria, que usou o bordão "Bolso-Dória" para ser eleito em São Paulo, depois de abandonar a Prefeitura de São Paulo, também não mede esforço para criticar o governo, numa explícita pré-campanha para 2022.
Por outro lado, parece que já acendeu também a luz amarela no Palácio do Planalto, com relação a esses movimentos da oposição de retaliação ao governo, Movimentos esses que tem total apoio de parte da grande mídia, como os jornais Folha de S.Paulo, Estadão e o Grupo Globo.
Uma prova dessa preocupação do governo pode ser o grande número de ministros militares no Governo Bolsonaro. Com a saída do deputado Onix Lorenzoni da Casa Civil, substituído pelo General Walter Braga Netto, agora já são quatro ministros militares dentro do próprio Palácio do Planalto, além de outras pastas também sob o comando de militares. Assim, governo é formando por um ex-capitão do Exército na Presidência da República, Jair Bolsonaro , um vice-presidente General da Reserva. Milton Morão, e diversos ministros militares, além de outros ex-militares da ativa ocupando diversos cargos inferiores no Governo.
Para o próximo dia 15 de março já está sendo convocada pela internet uma mega manifestação do povo com verde e amarelo em apoio ao Governo e contra Maia e Alcolumbre. Alguém duvida que milhões de pessoas estarão nas ruas no dia 15? Ou alguém prevê qual será o desfecho desse embate entre governo e oposição? (O jornalista Renato Ferreira é editor do Portal Notícias e Opinião).
Ainda este ano, será inaugurada a 12ª Creche da cidade: o Mundo da Criança na Fito zona Norte.
Nesta semana em que Osasco completou 58 anos de emancipação político-administrativa na quarta-feira, 19/02, a população recebeu de presente a primeira creche do Mundo da Criança, instalada na zona Sul (Jardim das Flores). Por meio de parceira com a Prefeitura, o espaço terá o padrão Fito (Fundação Instituto Tecnológico de Osasco), e atenderá 452 crianças com idades entre 0 e 4 anos em período integral. Foi a 11ª creche, de um total de 12 previstas, entregue pelo atual governo.
Com a entrega da 12ª unidade (Mundo da Criança, na Fito zona Norte, no Jardim Piratininga), que será a maior de todas as creches da cidade e que também atenderá em período integral cerca de mil crianças, a cidade reduzirá em cerca de 4 mil a fila de espera por vagas. As obras estão em andamento e devem ser concluídas ainda este ano.
Acompanhado da primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade, Aline Lins, da vice-prefeita Ana Maria Rossi, vereadores e secretários municipais, o prefeito Rogério Lins participou da cerimônia de entrega do prédio, que possui 20 salas de aula, sala multiuso, cozinha, refeitório, área para amamentação, lactário, solário, brinquedoteca, playground, ambulatórios, auditório para reuniões, sala para área administrativa e copa para funcionários. Além disso, a unidade é toda monitorada por câmeras e conta com banheiros adaptados e piso tátil.
Em breve discurso, o prefeito elencou os investimentos da Prefeitura em diversas áreas, entre as quais a da Edcuação nos últimos três anos, como a reforma de escolas, instalação de lousas eletrônicas, distribuição de uniforme e material escolar também para as creches e a instituição de escolas em período integral. “Hoje é aniversário de Osasco e a melhor forma de homenagearmos a cidade é entregar equipamentos públicos de qualidade, como esta unidade de ensino que vai receber o maior patrimônio de uma família, os filhos”.
Famílias que aguardavam vaga em creche também participaram da solenidade e comemoraram a inauguração da unidade no Jardim das Flores. “Aguardava vaga para meus dois filhos (Lorena, 2 anos, e Felipe, 11 meses). O espaço é bem amplo. Ficou lindo. Agora vou poder voltar a trabalhar, porque sei que terei onde deixar meus filhos em segurança. Tem até monitoramento com câmeras”, disse a manicure Laís Celestini dos Santos, 27 anos, que visitou o prédio acompanhada do marido, Adson Nascimento Nobre, 36.
Consuelo Ferreira Xavier, 58, moradora do Novo Osasco, foi matricular a neta Eloísa, de 7 meses, e disse ter ficado impressionada com a estrutura oferecida. “Fiz a inscrição ano passado. Com a abertura dessa unidade não foi preciso ficar em fila de espera. O prédio é lindo, com salas amplas, tem área para as crianças brincarem. Ficou maravilhosa”, reforçou. (Fonte: Secom - Texto: Marco Borba - Imagens: Marcelo Deck)
O que será que esses russos procuram, sem se identificar, na costa brasileira?
A Marinha brasileira monitorou durante uma semana um navio russo de pesquisa e inteligência suspeito de espionagem na Europa e nos Estados Unidos.
O sinal de alerta foi aceso no último dia 10, quando o Centro Integrado de Segurança Marítima do Rio de Janeiro detectou o Yantar, uma embarcação de tecnologia avançada de sensores, dentro da Zona Econômica Exclusiva (ZEE) do Brasil. Logo após um primeiro contato, o navio sumiu do monitoramento, levantando a hipótese de que o equipamento AIS, que permite a sua localização, tenha sido desligado.
Uma operação de patrulha do navio foi imediatamente desencadeada. No fim da tarde do domingo, 16/01, um helicóptero da Marinha e um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) localizaram a embarcação a 50 milhas (80 quilômetros) das praias do Rio.
Numa primeira abordagem, a tripulação russa não atendeu às chamadas. Depois, deu resposta evasiva à pergunta sobre o trabalho que realizava. O barco, nesse momento, já estava próximo do litoral carioca, numa área de cabos submarinos de internet, atracando na noite do dia 18 no porto do Rio, onde deve ficar até o fim de semana.
Um militar que preferiu não se identificar disse que a navegação do Yantar pela costa brasileira não era ilegal, mas seu “desaparecimento” por seis dias foi considerado estranho. O que mais intrigou as autoridades náuticas foi o fato de a embarcação, que vinha do Uruguai, “reaparecer” perto dos cabos submarinos de comunicação que ligam o Brasil a outros países, após ficar por quase uma semana com o seu aparelho identificador desligado.
A embaixada da Rússia no Brasil não se manifestou sobre a presença do Yantar em águas brasileiras. A Marinha brasileira, por sua vez, informou que “não levanta suspeitas”. Disse ainda que, na condição de responsável pelo controle do tráfego marítimo, adota procedimentos previstos em normas internacionais de navegação a serem cumpridas pelas autoridades marítimas.
Com sensores de alta tecnologia para rastrear o fundo do mar, o navio oceanográfico Yantar, há cinco anos em atividade, sempre esteve na mira de governos. Desde seu lançamento, a Rússia costuma repetir que o navio de 5.700 toneladas e 108 metros atua em pesquisas científicas e em ajuda a outros países.
Entre dezembro de 2017 e abril de 2018, o Yantar atuou nas buscas do submarino ARA San Juan, que desapareceu na costa argentina. Depois, em junho, ao passar pelo Canal da Mancha, a embarcação foi escoltada de forma preventiva pela Força Aérea do Reino Unido e tratada como um “navio espião” pela imprensa londrina.
Em novembro de 2019, causou suspeita por desligar o radar no mar do Caribe e na costa dos EUA. Autoridades americanas levantaram a suspeita de que os pequenos submarinos transportados pelo Yantar operam especialmente no rastreamento de áreas de cabos submarinos. (Fonte:Jovem Pan e Estadão)
Na última quarta-feira (19), o senador licenciado, irmão de Ciro Gomes, tentou invadir o quartel com um trator e foi baleado. Clima continua tenso em Fortaleza e em outras cidades do Ceará.
 
Os deputados federais Capitão Wagner (Pros-CE), Major Fabiana (PSL-RJ) e Capitão Alberto Neto (Republicanos-AM) registraram boletim de ocorrência contra o senador licenciado Cid Gomes (PDT) por tentativa de homicídio. A justificativa é de que Cid atentou contra a vida dos policiais militares em Sobral (CE) na última quarta-feira, 19, quando tentou invadir o quartel com um trator e foi baleado.
O BO foi registrado na noite de quarta-feira, no 34º Distrito Policial, em Fortaleza. No documento, Capitão Wagner noticia os crimes cometidos por Cid Gomes de dano ao patrimônio público ao tentar entrar na sede do Batalhão da Polícia Militar de Sobral derrubando o portão com uma retroescavadeira.
O quartel da Polícia Militar estava ocupado por agentes grevistas encapuzados e seus familiares. Depois de ser baleado, Cid foi operado no Hospital do Coração de Sobral e transferido a Fortaleza no início da tarde desta quinta-feira, 20. O Estado apurou que Cid foi atingido por dois tiros de pistola calibre .40, arma padrão das Polícias Militares, que atingiram a região do tórax. O comando da PM do Ceará está tratando o caso como tentativa de homicídio.
Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) criticaram a paralisação dos policiais militares de Sobral, sob a alegação de que o movimento é "ilegal". A Constituição Federal proíbe a sindicalização e a greve de militares. Antes do episódio envolvendo o senador licenciado, homens que foram identificados como policiais encapuzados circularam pelo centro de Sobral ameaçando comerciantes com armas de fogo para fecharem seus estabelecimentos.
O clima continua tenso no Estado que registra dezenas de homicídios diariamente. Nas últimas 48 horas a política cearense registrou 51 homicídios. A pedido do governador, Camilo Santana (PT), o ministro da Justiça e Segurança Pública. Sérgio Moro, enviou tropas da Guarda Nacional para ajudar no policiamento em Fortaleza e em grades cidades do interior, onde são maiores os problemas de insegurança para a população. (Fonte: Notícias ao Minuto)
 
Nesta quarta-feira, 19 de fevereiro, a belíssima e progressista cidade de Osasco, na Grande São Paulo, completa 58 anos anos de sua emancipação político-administrativa. Hoje, uma cidade que nem de longe lembra o bairro abandonado de São Paulo, que se tornou independente da Capital em 19 de fevereiro de 1962, graças à luta de seus bravos emancipadores.
Como cidadão e como jornalista profissional acompanhei, praticamente, todo esse progresso e transformação de Osasco nesses 58 anos de vida própria. Cheguei à essa bela cidade em 1970, portanto, quando ela tinha apenas 8 anos de independência. E depois, vivi apenas 7 anos fora daqui, de 1985 a 1992, quando morei e trabalhei na também belíssima Piracicaba. Atualmente, resido na Capital, mas, praticamente, na divisa com Osasco, onde sempre exerci minhas principais atividades na Comunicação.
Quando cheguei por aqui, e até os anos 1980, Osasco já era um importante e rico município, tipicamente industrial. Por aqui, milhares de pessoas trabalhavam em grandes metalúrgicas, como Braseixos e Cobrasma, ou em grandes empresas de outros ramos, como Eternit, Lonaflex, Brow Boveri, Cimaf (tem até hoje), Granada e Osran, dentre outras grandes indústrias.
Com o crescimento da cidade e de toda a região e, consequentemente, com o aumento de veículos, por questão de logística, essas grandes empresas foram saindo de Osasco e se instalando em outras regiões do Estado. Algumas foram para outros municípios da própria Grande São Paulo e outras se instalaram em cidades do Interior.
Aos 58 anos de vida própria, hoje, Osasco não perdeu a sua vocação industrial, pois, abriga um grande Distrito Industrial na zona Norte, com grande indústrias, mas, a partir da década de 1980,a cidade foi se transformando num grande centro de prestação de serviços, atraindo também grandes empreendimentos imobiliários, tanto residenciais quanto comerciais e hoteleiros.
Como um grande centro urbano, apesar de ter somente 64 quilômetros quadrados, Osasco é, hoje, a sexta economia do país e a segunda do Estado. Como é uma cidade que se verticalizou muito rapidamente, Osasco enfrenta problemas comum às grandes cidades, dentre eles na área da saúde, no trânsito e na mobilidade urbana, principalmente, nos horários de pico, uma vez que ela está entre grandes rodovias, como a Anhanguera, Castelo Branco, Raposo Tavares e o Rodoanel Mário Covas.
Sem festa
Outro problema que Osasco sempre enfrentou e ainda enfrenta em menores proporções, mesmo com diversas obras de contenção, são as enchentes, como a que aconteceu no último dia 10. Um fortíssimo temporal atingiu a cidade e toda a região Oeste provocando alagamentos e deslizamento de terra.
Inclusive, a Prefeitura elaborou uma série de eventos para comemorar os 58 anos, durante o mês, mas, alguns, como shows musicais foram suspensos, justamente, para que toda a Administração voltasse para o atendimento aos munícipes atingidos pelas enchentes. Outros eventos, como inaugurações e reformas foram mantidos.
Infelizmente, o menino Kauê, de 7 anos, que ficou soterrado num deslizamento no Morro do Socó, não resistiu aos ferimentos e faleceu no domingo, dia 16.
O Portal Notícias & Opinião parabeniza Osasco e deseja que a cidade continue crescendo de forma ordenada! Parabéns, Osasco! (Renato Ferreira)
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