Terça, 21 Maio 2019 | Login
Nesta segunda-feira, 13/05, a Justiça divulgou a autorização da quebra de sigilo bancário do senador Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro, e de seu ex-assessor Fabrício Queiroz, investigado por movimentação atípica de R$ 1,2 milhão em sua conta, conforme relatório do Conselho de Atividades Financeiras (Coaf).
O pedido foi feito pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro e autorizado pelo Tribunal de Justiça daquele Estado, em 24 de abril de 2019, mas não havia sido divulgado até ontem.
A quebra do sigilo se estende não só a Flavio e Queiroz. A esposa do senador, Fernanda Bolsonaro, a empresa de ambos, Bolsotini Chocolates e Café Ltda, as duas filhas de Queiroz, Nathalia e Evelyn, e a esposa do ex-assessor, Marcia, também terão as contas investigadas.
Outros 88 ex-funcionários do gabinete liderado por Flavio Bolsonaro, seus familiares e empresas relacionadas a eles serão averiguados. Por este motivo, Danielle Nóbrega e Raimunda Magalhães, irmã e mãe do ex-PM Adriano Magalhães da Nóbrega, visto pelo pelo MP do Rio como chefe do Escritório do Crime, organização de milicianos suspeita de envolvimento no assassinato de Marielle Franco, também serão investigadas. (Fonte:Diário de Pernambuco).
O outro lado
O senador Flávio Bolsonaro nega as acusações. Ele disse que essas investigações, como a "quebra ilegal" de seu sigilo bancário pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, têm o "único objetivo de prejudicar o governo do seu pai, Jair Bolsonaro". Segundo o senador, as investigações vão mostrar a sua inocência.
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Ao contrário dos governadores do Nordeste, que criticam a reforma, estes governadores abrem mão de suas convicções e ideologias políticas em prol do Brasil.
 
Articulados pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), os sete chefes de governos estaduais das regiões Sul e Sudeste se posicionaram a favor da reforma da Previdência que tramita no Congresso. A carta (veja na íntegra) com a posição dos governadores de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul foi divulgada nesse fim de semana, após a reunião do Consórcio de Integração Sul e Sudeste, no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.
O documento começa afirmando que os governadores “renovam seu apoio à reforma da Previdência Social”. “É imperativo combater o déficit fiscal, recuperar a confiança de investidores, nacionais e internacionais, ingressar na fase de crescimento contínuo, gerando emprego e oportunidades ao brasileiros”, destaca a carta.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), cobrou na semana passada mais empenho dos governadores para convencer parlamentares de seus estados a apoiarem a proposta, como mostrou o Congresso em Foco.
A reforma da Previdência ainda é apontada como o primeiro passo de um conjunto de reformas que garantiriam, no ponto de vista dos governadores do Sul e Sudeste, estabilidade fiscal e cumprimento das responsabilidades sociais de municípios, estados e União. “A aprovação da reforma da Previdência vai provocar também o debate para a reforma tributária, estimulando o empreendedorismo, a competitividade e a modernidade econômica do Brasil”, argumentam.
Nenhuma crítica é feita ao texto em tramitação. O tom da mensagem dos governadores do Sul e Sudeste é oposto ao da carta dos governadores do Nordeste, divulgada em 14 de março e capitaneada por Flávio Dino (PCdoB), do Maranhão. Nove governadores da região Nordeste, quase todos do PT, PSB, PDT e PCdoB, afirmaram que a reforma é "um debate necessário para o Brasil". Eles criticam, no entanto, pontos da proposta de emenda à Constituição (PEC) do presidente Jair Bolsonaro, como desconstitucionalizar parte das regras previdenciárias do país, implementar um regime de capitalização, reduzir valor do Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos em situação miserabilidade.
A primeira reunião do Consórcio de Integração Sul e Sudeste ocorreu dois dias após a divulgação da carta dos governadores do Nordeste. O próximo encontro dos governadores das regiões mais ricas deve acontecer em Gramado, Rio Grande do Sul, em 25 de maio. (Congresso em Foco)
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Por Renato Ferreira - 

Não faz muitos anos que esses três homens, ao lado de outros políticos, eram os responsáveis pelos destinos do Brasil e de um dos mais importantes estados do Brasil. Lula, na Presidência da República, e Sérgio Cabral e Pezão, como governadores do Rio de Janeiro.

Como a primeira foto mostra, os três estavam sempre sorrindo. Gostavam muito de festas, regadas aos melhores pratos e bebidas caras, tanto aqui como no Exterior, de preferência, em Paris.

Mas, infelizmente, eles se preocupavam muito mais em desviar bilhões de dinheiro público, do que administrar pensando no bem do povo que trabalha e paga imposto. E em pouco mais de dois mandatos, eles acabaram com o Brasil e com o Rio de Janeiro.

Hoje, o Rio de Janeiro é uma terra arrasada, quebrado em termos financeiros e sem nenhuma segurança.Já faz algum tempo, que as pessoas pensam duas vezes para ir ao Rio, conhecida antes como a "Cidade Maravilhosa". O Rio continua lindo, mas, a falta de segurança torna a cidade um local, não mais como um dos mais belos destinos turísticos do mundo, mas, sim, como uma aventura. Por lá passaram o Sérgio Cabral e seu sucessor Pezão.

E com o Brasil de Lula não foi diferente. Desde o mensalão até o petrolão, passando por rombos nos Bancos públicos, Correios e Fundos de Pensão, o que se viu nos dois governos de Lula e no governo de Dilma, foi uma sucessão de escândalos. Hoje, o povo brasileiro não tem saúde, educação, estradas, transporte, segurança, habitação e, muito menos segurança. Aqui, mais de 63 mil pessoas são assassinadas por ano. E tudo isso culminou na prisão de todos os tesoureiros petistas, de parlamentares, ex-ministros, empreiteiros e do próprio Lula, condenados por corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

Mas, como o tempo é o senhor da razão, depois das festas com dinheiro da corrução pública, hoje, os três amigos, amargam a prisão. Sérgio Cabral já foi condenado a mais de 180 anos de prisão, enquanto Lula pegou mais de 12 anos de cadeia pela condenação em apenas um dos processos que responde na Justiça.

Sem dúvida, esses três são amigos para sempre! E precisam de receber logo, logo, outros colegas corruptos por lá. (Renato Ferreira)

TRAGICÔMICO é uma publicação de Notícias & Opinião todas às quartas-feiras. Para ver outros casos já publicados, basta acessar o site - www.noticiaseopiniao.com.br - e buscar pela palavra tragicômico.

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Um dos caminhões estacionados nas proximidades começou a pegar fogo e desencadeou o incêndio
 
 
Nesta segunda-feira, 17/12, um incêndio de grandes proporções atingiu a refinaria de Manguinhos, localizada na Avenida Brasil, zona norte do Rio de Janeiro.
O fogo começou por volta de 14 horas, após um dos caminhões de transporte de combustível pegar fogo. Depois duas horas, o incêndio foi controlado.
Segundo a assessoria de imprensa da refinaria, não há relatos nem de vítimas nem de feridos.
A pista lateral da Avenida Brasil foi fechada ao trânsito e liberada após o incêndio ter sido controlado.
A Refinaria de Manguinhos, que recentemente adotou como nova marca o nome “Refit”, funciona há mais de 60 anos no refino de petróleo no Brasil.
Informações no site da companhia mostram que a unidade refina 15 mil barris de petróleo por dia.
Em comunicado à imprensa, a Refit afirma que, graças à rápida ação da brigada de combate a incêndio da refinaria, o fogo ficou limitado à área de descarga e recebimento de matéria-prima.
Áreas de maior risco, como armazenagem e de produção, foram protegidas. O fogo, que começou em um único caminhão, atingiu em minutos as demais carretas próximas ao local.
O procedimento em casos como este é esperar para que todo produto que existia nos caminhões fosse queimado.
“O incêndio foi controlado e a refinaria abrirá uma sindicância interna para apurar todas as causas que levaram a esse incidente. A Refit pede desculpas ao transtorno causado e segue firme em seu compromisso com a comunidade Fluminense”, disse a companhia.
No final do dia, outra nota foi enviada informando que a empresa “está instaurando uma sindicância para apurar as causas do incidente e que contratou o ex-ministro da Controladoria Geral da União, Sr. Valdir Simão para presidir e coordenar os trabalhos da sindicância”.
Nas redes sociais, internautas relataram que as chamas puderam ser vistas de diversos pontos da cidade como Ponte Rio-Niterói, Ilha do Fundão, Piedade, Freguesia e Vila Isabel. (EXAME)
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Operação Boca de Lobo, em mais um desdobramento da Lava Jato, cumpre mandados expedidos pelo STJ. Delator diz que Pezão recebia mesada de R$ 150 mil quando era vice de Sérgio Cabral
 
 
 
A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira, 29/11, Luiz Fernando Pezão (MDB), governador do Rio de Janeiro. A força-tarefa da Lava Jato deu voz de prisão ao governador por volta das 6h no Palácio Laranjeiras, residência oficial do chefe do estado.
PF cumpre mandados de prisão contra Pezão, secretário de Obras do RJ e outras 7 pessoas, Após prestar depoimento à PF, o governador ficará preso em uma sala especial na unidade prisional da Polícia Militar em Niterói, Região Metropolitana do Rio.
Pezão preso
 
Além do governador, outras seis pessoas foram presas nesta manhã. Ao todo, 9 mandados de prisão e 31 de busca e apreensão foram expedidos pela Justiça.
Batizada de Boca de Lobo, a operação é baseada na delação premiada de Carlos Miranda, operador financeiro de Sérgio Cabral. O ex-governador, de quem Pezão foi vice, também está preso.
De acordo com os agentes, o governador se surpreendeu com a chegada dos agentes da PF e achou que seriam cumpridos apenas mandados de busca e apreensão no local. Segundo o relato, Pezão reagiu bem à voz de prisão e chamou seus advogados imediatamente.
Outros presos e governador em exercício
Além de Pezão, os secretários Iran Peixoto Júnior, de Obras, e Affonso Henriques Monnerat Alves da Cruz, de Governo, e Marcelo Santos Amorim, sobrinho do governador, foram presos nesta manhã.
Na avaliação da força-tarefa da Lava Jato, solto, o governador poderia dificultar ainda mais a recuperação dos valores, além de dissipar o patrimônio adquirido em decorrência da prática criminosa. Segundo o MPF, o esquema de corrupção ainda estava ativo.
Com a prisão de Pezão, assume automaticamente Francisco Dornelles, 83 anos, vice-governador do estado. Em entrevista à Globonews, Dornelles comentou a prisão de Pezão.
“É um violência contra Pezão. Foi uma surpresa. Em primeiro lugar, vamos dar prosseguimento a todas as ações do regime de recuperação fiscal. Já conversei por telefone com o presidente Michel Temer, garantindo isso. Vamos também continuar com os trabalhos de transição. Falei hoje o governador eleito e já dei essa garantia a ele. Vamos procurar ter o melhor relacionamento com os principais poderes. Já conversei também por telefone com o presidente da Alerj, André Ceciliano. Marcamos de conversar pessoalmente agora pela tarde", disse
Resumo
A prisão preventiva foi determinada pelo STJ;
São nove mandados de prisão, incluindo a de Pezão, e 30 de busca e apreensão;
A decisão foi baseada em delação de Carlos Miranda, operador financeiro de Cabral;
A Justiça determinou o bloqueio de R$ 39 milhões em bens;
São investigados os crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa e corrupção ativa e passiva.
Pezão é o quarto governador do Rio a ser preso.
Nove mandados de prisão
Luiz Fernando Pezão, governador do Estado do Rio de Janeiro
José Iran Peixoto Júnior, secretário de Obras de Pezão
Affonso Henriques Monnerat Alves da Cruz, secretário de Governo de Pezão
Luiz Carlos Vidal Barroso, servidor da Casa Civil e Desenvolvimento Econômico
Marcelo Santos Amorim, sobrinho do governador
Cláudio Fernandes Vidal, sócio da JRO Pavimentação
Luiz Alberto Gomes Gonçalves, sócio da JRO Pavimentação
Luis Fernando Craveiro de Amorim, sócio da High Control Luis
César Augusto Craveiro de Amorim, sócio da High Control Luis
A Polícia Federal cumpriu ainda 30 mandados de busca e apreensão. Um deles foi na casa de Pezão em Piraí, no Sul do estado, base do governador.
Os policiais estiveram também no Palácio Guanabara, sede do governo, em Laranjeiras. Motoristas que passavam em frente, na Rua Pinheiro Machado, buzinavam, em sinal de comemoração.
A ordem de prisão preventiva foi expedida pelo ministro Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde governadores têm foro.
Atualmente, dos três poderes do Estado do Rio, estão presos o governador e o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Jorge Picciani.
Boca de Lobo
Carlos Miranda detalhou o pagamento de mesada de R$ 150 mil para Pezão na época em que ele era vice do então governador Sérgio Cabral. Também houve, segundo a delação, pagamento de 13º de propina e ainda dois bônus de R$ 1 milhão como prêmio.
Segundo o depoimento à Justiça, o "homem da mala" do ex-governador Sérgio Cabral disse que o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, guardou R$ 1 milhão em propina com um empresário do Sul Fluminense.
O nome da operação faz alusão aos desvios de recursos, revelados nas diversas fases da Operação Lava Jato, que causa a sensação na sociedade de que o dinheiro público vem escorrendo para o esgoto.
Boca de Lobo é o dispositivo instalado em vias públicas para receber o escoamento das águas da chuva drenadas pelas sarjetas com destino às galerias pluviais.
O trecho da delação, homologada pelo ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, foi revelado pelo jornal O Globo em abril.
O dinheiro vinha de empreiteiras e fornecedoras que tinham contrato com o governo do estado, afirmou o delator. Miranda acrescentou ainda que, de 2007 a 2014, Pezão, na época vice-governador, também ganhou um 13º salário, além de dois bônus, de R$ 1 milhão cada.
 
Com a prisão de Luiz Fernando Pezão nesta quarta-feira (29), quatro dos últimos cinco governadores eleitos do Rio de Janeiro estão ou já foram presos. Sérgio Cabral, Anthony Garotinho e Rosinha Matheus foram presos quando já não eram mais governadores do RJ. A exceção é Wilson Witzel, que toma posse em 1º de janeiro de 2019.
Nas duas ocasiões, o governador negou as acusações. Sobre a mesada, Pezão disse que "as afirmações eram absurdas e sem propósito". "O governaor afirma que jamais recebeu recursos ilícitos e já teve sua vida amplamente investigada pela Polícia Federal", disse a nota.
Citado em delações desde 2017
Depois de ver Sérgio Cabral ser preso em 2016, Pezão também sofreu denúncias de corrupção. Em abril de 2017, dois executivos da Odebrecht disseram, em delação premiada, que Pezão recebeu dinheiro da construtora em espécie e em contas no exterior, mas não revelaram os valores.
Pezão também é suspeito de ter recebido dinheiro do esquema de corrupção do Tribunal de Contas do Estado. O delator Jonas Lopes Neto, filho de Jonas Lopes de Carvalho, ex-presidente do TSE, disse que arrecadou R$ 900 mil para pagar despesas pessoais do governador.
De acordo com delator, o dinheiro veio de empresas de alimentação que tinham contrato com estado. O governador também é suspeito de receber propina da Fetranspor. Um funcionário do doleiro Álvaro José Novis afirmou em delação que pagou propina de R$ 4,8 milhões ao governador. Edimar Dantas contou aos procuradores que foram cinco pagamentos em 2014 e 2015.
O nome de Pezão também aparece nas delações de Carlos Miranda, apontado como operador do esquema de corrupção chefiado por Sérgio Cabral. O atual governador teria recebido mesada das fornecedoras do estado no valor de R$ 150 mil durante sete anos. Pezão negou todas as acusações.
Perfil do governador
Pezão tem 63 anos, é economista e nasceu em Piraí, no Sul do estado, onde foi vereador por dois mandatos e prefeito por mais dois. No estado, Pezão começou a carreira no governo de Rosinha Garotinho, quando foi subsecretário de Governo e coordenação.
Em 2006, foi escolhido para ser vice na chapa de Sérgio Cabral pelo PMDB na disputa pelo governo do estado. Os dois foram eleitos e reeleitos. Em abril de 2014, Pezão assumiu como governador depois que Sérgio Cabral renunciou ao cargo. Nessa época, a economia do estado já enfrentava sérios problemas.
Mesmo assim, Pezão venceu a disputa pela reeleição no segundo turno. Ele tomou posse com o estado já mergulhado numa das piores crises da história. Em 2017, as contas públicas estavam em colapso total e Pezão ficou sete meses fora do governo para tratar um câncer. O vice-governador Francisco Dornelles decretou estado de calamidade pública. Pezão reassumiu em outubro e assinou um acordo de recuperação fiscal com o governo federal no fim daquele ano.
Outro lado
O governo do Estado do Rio não comentou especificamente a prisão de Pezão. Emitiu nota informando que, "de acordo com o artigo 140 da Constituição estadual, a chefia do Poder Executivo passa a ser exercida, a partir desta quinta-feira (29/11), pelo vice-governador Francisco Dornelles".
"O governador em exercício afirma que o Governo do Estado do Rio de Janeiro manterá todas as ações previstas no Regime de Recuperação Fiscal (RRF) e dará prosseguimento aos trabalhos de transição de governo, reiterando o seu maior interesse na manutenção do bom relacionamento com os demais Poderes do Estado", prossegue a nota.
Já o MDB comunicou que "acredita que os processos legais e as investigações restabelecerão a verdade". (G1)
 
Opinião - Renato Ferreira
Todos se dizem "inocentes"
 
Lula Pezão Joesley Cabral e Eduardo Paes
Pezão, Joesley Batista, Lula, Sérgio Cabral e Eduardo Paes
 
O curioso nas prisões de políticos e empresários corruptos é que mesmo depois de serem confrontados com delatores, testemunhas, documentos e provas dos crimes, todos eles negam as acusações e se dizem "inocentes" por crimes de corrupção ativa ou passiva, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. Vejam estes que aparecem nesta foto, da esquerda para direita: Pezão, Joesley Batista, Lula, Sérgio Cabral e Eduardo Paes. Nesta imagem de 2012, esses importantes politicos e empresários da época festejavam a reeleição do então prefeito do Rio, Eduardo Paes
 
Com exceção do ex-prefeito do Rio, Eduado Paes (MDB) - último à direita - candidato derrotado ao governo do Rio nas eleições deste ano, todos os demais estão presos. Uns já cumprindo pena por condenação, como o ex-presidente petista, Luiz Inácio Lula da Silva e Sérgio Cabral, ex-governador fluminense, e outros, presos preventivamente, como o empresário Joesley Batista e o governador Pezão. É bom destacar que Eduardo Paes, ex-tucano e membro ativo da CPI dos Correios, que culminou no processo do Mensalão, já foi acusado também por crime de corrupção. Paes é acusado de receber propinas das obras para as Olimpíadas 2016, realizadas durante a sua administração na cidade do Rio de Janeiro. (Renato Ferreira)
 
 
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Domingo, 26 Agosto 2018 23:26

MUSEU DA REPÚBLICA

MUSEU DA REPÚBLICA
Aqui, você aprende muito sobre a Histórica Política do Brasil.

 

Por exemplo, você sabia que Getúlio Vargas tinha somente 12 Ministérios. Mesmo assim, pressionado ele se matou.

Nos últimos governos já tivemos cerca de 40 ministérios, muitos arranjados para fomentar a corrupção.

Confira, aqui, um pouco mais sobre o Palácio do Catete (RJ), sede do Governo por 63 anos.

Videorreportagem de Renato Ferreira. Veja aqui: https://www.facebook.com/orenatoferreira/posts/1931435950279969?__xts__[0]=68.ARCp6bnDMSsPfoZSUf2ksFv8dvFg6aOIbGMbxUfc91VN_bQarWO8POgA2bKK9niCDKmRLCbGih4lAOZXDMcJ8nIcJmzy-nsEEFKMA42kCChjO5iBysaoW9IMmzRzKgSr52h_qG0&__tn__=-R

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Hoje, em 2018, no entanto, graças ao descaso dos governantes, essa frase é apenas um quadro histórico no Museu da República. A febre amarela voltou a matar brasileiros. Triste realidade!

 

Nesta tarde de sábado, 25/08, fazendo mais uma visita ao Museu da República, no Palácio do Catete (RJ), depois de cinco anos, chamou-me a atenção esse quadro, com uma frase de Osvaldo Cruz, onde o grande cientista e médico sanitarista preconizava o fim da febre amarela no Brasil. Não sabia ele, no entanto, que mesmo depois da erradicação dessa terrível doença, a má gestão, a falta de comprometimento e a corrupção dos governantes brasileiros fariam com que a peste voltasse em pleno Século 21.

Na época do Império e também no início dos anos 1900,o Rio de Janeiro vivia o auge da riqueza brasileira brasileira. Na cidade mais conhecida do Brasil, moravam os grande Barões do Café e a nata da sociedade brasileira. Só que, mesmo concorrendo com outras cidades do mundo, o Rio era conhecida também como o "Cemitério dos Estrangeiros", pois aqui, além dos brasileiros, ricos e pobres, os visitantes eram vítimas fatais de graves doenças, dentre elas, a febre amarela, transmitida por mosquitos.

Médicos de renome, como Osvaldo Cruz, estudavam e pesquisavam diariamente uma forma de combater a terrível doença. Mas isso, como ele fala nesse texto, teria que ser uma luta travada pelos governantes e pelo Congresso, pois, dependeria de recursos e de leis.

Em 1903, quando se iniciou o grande combate à doença, Osvaldo Cruz afirmou: "A febre amarela cessará no Rio de Janeiro, desde que o Congresso forneça os meios, que dele dependem. Disponha o Governo do dinheiro e das leis que julga necessárias, e a febre amarela, no Rio, será, em breve, um mito".

E, realmente, com o trabalho do incansável Osvaldo Cruz e de outros grandes nomes da República, em 1942, a febre amarela urbana foi erradicada no Brasil.

Mas, infelizmente, com o passar dos anos, tudo mudou para pior. Nas últimas décadas, congressistas e governo foram deixando de lado o pedido de Osvaldo Cruz. Os recursos para a saúde preventiva foram sendo desviados para os ralos da corrupção.

E, hoje, em pleno Século 21, a frase do cientista é apenas um quadro no Museu da República. A febre amarela, como outras doenças que já haviam sido erradicadas, voltaram a matar brasileiros no campo e nas cidades. Pobre Brasil! (Renato Ferreira)

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Em depoimento por videoconferência, o ex-presidente petista  negou que tenha "relação íntima" com Sérgio Cabral

 

Nesta terça-feira, 05/06, o ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), prestou depoimento como testemunha de defesa do ex-governador Sérgio Cabral (MDB), que também encontra-se preso, após ser condenado pela Operação Lava Jato. Em depoimento por cerca de 50 minutos ao juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, o ex-presidente petista afirmou que "não acredita que hoje um brasileiro esteja mais em busca da verdade do que ele".


Lula depôs pelo sistema de videoconferência, desde a sede da Polícia Federal, em Curitiba - onde está preso há quase dois meses. Sérgio Cabral já foi condenado a 100 anos de reclusão na Lava-Jato e desdobramentos.

O ex-presidente, de terno e gravata, depôs no processo em que o emedebista é acusado de ligação com esquema de compra de votos para eleger o Rio sede da Olimpíada de 2016.

No início da audiência, o juiz Marcelo Bretas, que preside a ação, prestou condolências ao petista pela morte de sua mulher Marisa, ocorrida em fevereiro de 2017.

Durante a sua fala, Lula negou que tenha "relação íntima" com Cabral. "Senhor Bretas, meu compromisso é com a verdade", afirmou o ex-presidente ao magistrado, dizendo, então, não acreditar que qualquer brasileiro esteja mais em busca da verdade do que ele.

O ex-presidente Lula, foi condenado na Operação Lava-Jato a 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo do triplex do Guarujá (SP). No final, Lula repetciu "está cansado de mentiras". "Quero a verdade", disse Lula. (Fonte: O Estado de Minas)

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O ex-deputado Federal foi foi expulso do PT, em 2003, após criticar o governo Lula
 
João Batista Oliveira de Araújo, conhecido como Babá, que aparece na foto ao lado de Heloisa Helena e Luciana Genro, é o suplente de Marielle Franco, vereadora do Rio de Janeiro assassinada na noite da quarta-feira, 14/03. Nas eleições de 2016, Babá recebeu 6.661, ficando como o primeiro suplente do PSOL. Natural do Pará, Estado pelo qual foi eleito deputado Federal, Babá foi expulso do PT em 2003, junto com Heloísa Helena e Luciana Genro, após criticar os rumos tomados pelo governo do ex-presidente Lula.
 
Após a expulsão do PT, Babá mudou seu domicílio eleitoral para o Rio de Janeiro, em 2004, quando ajudou a fundar o PSOL naquele estado. Em 2015, o político paraense chegou a ocupar o cargo de vereador na Câmara do Rio, na vaga de um vereador eleito para a Assembléia Legistiva do Estado do Rio de Janeiro. Em 2016, não conseguiu os votos necessários para ser eleito, mas, agora, deve assumir a vaga deixada por Marielle.
 
Contra os rumos do PSOL
 
Assim como aconteceu em 2003, ao criticar os rumos tomados pelo PT de Lula, agora, Babá está novamente em rota de colisão com o seu partido que lançou Guilherme Boulos como candidato à Presidência da República. Boulos é um ativista político e social, professor e escritor. Ele é membro da Coordenação Nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). No lançamento, foi exibido um vídeo de Lula apoiando a candidatura de Boulos.
 
Recentemente, Babá publicou um vídeo criticando severamente essa decisão do PSOL e, de novo, entra em choque com outro partido da esquerda que ele ajudou a fundar e no qual está filiado até hoje. Outras lideranças do PSOL também não apoio o nome de Boulos como candidato à Presidência da República, por ele ser muito ligado ao Partido dos Trabalhadores.
 
Lula ironiza o PSOL
 
Em 2017, ex-presidente Lula e o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) trocaram farpas. Em entrevista ao jornalista José Trajano, Lula criticou duramente o partido de Wyllys, que rebateu as críticas em seu perfil no Facebook. "Eu quero que eles governem o estado do Rio de Janeiro. Quando eles governarem o estado do Rio de Janeiro, metade da frescura vai acabar", disse o ex-presidente, referindo-se às críticas feitas por membros do PSOL. Em página, Jean Wyllys rebateu: "o PSOL tem problemas mas o PT também tem. Lula e alguns petisitas não fazem a devida distinção em relação ao PSOL e acabam afastando aliados". (Fonte: Veja e Estadão)
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