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Quarta, 15 Agosto 2018 16:11

TRAGICÔMICO: PT exige Lula ficha limpa

 

Por Renato Ferreira - 

Nesta quarta-feira, 15/08, o PT armou mais um circo lá em Brasília para registrar a candidatura de Lula à Presidência da República, mesmo sabendo que ele não poderá concorrer. Tanto é assim, que na convenção petista, foi lançado o nome de Fernando Haddad, como vice provisório de Lula, e o da Manuela D´Ávila a vice do vice provisório.

Ontem, inclusive, o ex-governador petista da Bahia, Jaques Wagner, alertou que o PT precisa urgentemente começar a expor Haddad ao eleitorado. Porém, isso não é o mais curioso nesses desacertos desesperados do PT, que continua enganando o seu eleitorado.

Apesar de o Lula ter sido condenado em segunda instância a mais de 12 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro e estar preso por isso, além de ter perdido até aqui todos os recursos no Tribunal Superior de Justiça e no Supremo Tribunal Federal, essa condenação não consta na Justiça de São Paulo, que concedeu certidão negativa de Lula ao PT.

E com essa certidão, o partido vai pedir ao Tribunal de Justiça Eleitoral, que o Lula não seja considerado inelegível pela Lei da Ficha Limpa. Ora, então, com base nessa tese petista, um criminoso condenado em São Paulo estará com ficha limpa em qualquer parte do Brasil?

Pode isso companheiros? (Renato Ferreira)

Atenção! Todas às quartas-feiras, uma nota tragicômica aqui em Notícias & Opinião!

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Hoje. no Brasil, parece que o assunto em pauta é a tal senhora "Val", que seria uma "funcionária fantasma" do Bolsonaro, candidato à Presidência da República pelo PSL. A impressão é que os esquerdistas querem derrubar o capitão candidato por causa de sua funcionária fantasma.

No que eles estão certos, não mesmo? Até porque nenhum outro político brasileiro tem fantasma "trabalhando" em Prefeituras, Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas ou no Congresso Nacional. #sqnPor isso, o Bolsonaro, mesmo afirmando que já demitiu a sua "fantasma", não pode mesmo querer ser Presidente da República. Afinal, ele tinha uma "funcionária fantasma".

Mas, por outro lado, isso denota uma tremenda hipocrisia e indignação seletiva de gente que defende e trabalha para corruptos. Pois, até agora nesta campanha, ninguém perguntou sobre a Rose Noronha, conhecida como "Rose", ex-chefe do gabinete da Presidência da República no governo Lula (PT)

Indiciada por crimes de formação de quadrilha e corrupção ainda no ano de 2012, após ameaçar denunciar integrantes da cúpula do PT, como Gleisi Hoffmann, Gilberto Carvalho e Erenice Guerra,, Rosemary Cunha conseguiu "convencer", o ex-presidente Lula, que se encontra preso, a não deixá-la entregue aos leões.

Rose, inclusive, nunca foi presa e deve contar em sua defesa com grandes e caros advogados, especialistas em defender políticos corruptos, como o próprio Lula. (Renato Ferreira)

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Apesar de continuar com o discurso de que Dilma Rousseff foi vítima de um 'golpe', o PT se aliou em 15 Estados com partidos que apoiaram o impeachment

 

Deixando claro mais uma vez que ideologia ou discurso de palanque não têm nenhum valor no Brasil, o PT se aliou em 15 Estados a partidos que apoiaram o impeachment da presidente Dilma Rousseff,  cassada em 2016 e que integraram o governo Michel Temer, apesar do discurso de que a petista foi vítima de um "golpe". Conforme levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo, o PT será cabeça de chapa ao governo em seis Estados em coligações com partidos que foram favoráveis ao impedimento. Por outro lado, outros nove candidatos a governador de siglas que votaram pelo impeachment da Dilma terão o apoio do PT.

Desses nove candidatos a governador, há filiados ao MDB, PSD, PTB, PR e Rede. Outros quatro são do PSB, partido que em 2016 também orientou voto favorável ao afastamento da presidente cassada. Agora, porém, o PSB,  um aliado histórico dos petistas,  fechou acordo nacional com o PT para não apoiar formalmente nenhum candidato à Presidência da República. E esse acordo PT/PSB foi feito por imposição do ex-presidente Lula, que está preso na Lava Jato, para isolar outros candidatos, como Ciro Gomes, do PDT, que disputaria votos com o PT no campo da esquerda.

Para a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), não há contradição entre as conveniências eleitorais do partido e o discurso da direção. "Não há (contradição) porque estamos deixando claro que eles têm de apoiar Lula. Em todos esses casos, tem apoio a Lula e uma autocrítica inclusive."

O Partido dos Trabalhadores terá seis candidatos próprios a governador com chapas amplas, integradas por partidos que foram ou ainda permanecem aliados a Temer: Marcus Alexandre (Acre), Rui Costa (Bahia), Camilo Santana (Ceará), Wellington Dias (Piauí), Fernando Pimentel (Minas Gerais) e Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte).

O caso do Ceará é o mais complicado. Contra a vontade da cúpula, o PT local fritou a candidatura à reeleição do senador José Pimentel para não atrapalhar os planos do presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB), candidato à reeleição. Os partidos vão se aliar informalmente, num acordo que também envolve palanque para Ciro Gomes, ex-governador do Estado, e seu irmão Cid Gomes, o outro candidato ao Senado na chapa.

Em Minas Gerais também a presença de Dilma como candidata ao Senado é apontada como um obstáculo à aliança do MDB local com o governador petista Fernando Pimentel, pré-candidato à reeleição. "Ela não quer perto dela nenhum golpista. Em Minas, eles foram sempre acolhidos pelo governo do Pimentel, mas todos os deputados federais voltaram contra ela no impeachment", disse o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG). "A diferença é histórica. O MDB é, na sua essência, golpista." Mesmo assim, o PR, da base de Temer e nacionalmente coligado ao tucano Geraldo Alckmin, aliou-se ao petista.

Em Sergipe, o PT se ao PSD. Lá, o governador Belivaldo Chagas (PSD) disputará a reeleição com Eliane Aquino (PT) como candidata a vice. O partido do ministro Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia) abandonou Dilma na véspera do impeachment e logo aderiu a Temer, mantendo uma representação ministerial - Kassab era ministro das Cidades de Dilma. 

O PT também faz parte da coligação do governador de Alagoas, Renan Filho (MDB). Na época do impeachmet, o senador Renan, pai de Renan Filho, votou pelo afastamento da presidente Dilma. Mas, foi o prórpio Renan, que ariticulou a manutenção dos direitos políticos da presidente cassada juntamento com o ministro do STF, Ricardo Lewandowski. "O Renan teve um reposicionamento nessas questões que interessam ao campo progressista e popular", disse Gleisi.


Em Mato Grosso, a aliança é ainda mais ampla. O senador Wellington Fagundes (PR), que votou favoravelmente ao impeachment, mas contra a suspensão dos direitos políticos de Dilma, conseguiu uma aliança com o PT para disputar o governo do Estado. A coligação inclui ainda, entre outros, PMN, PROS e PRB, todos favoráveis ao impeachment.

Segundo o presidente do PT estadual de MT,  deputado Valdir Barranco, como não foi possível fechar um acordo que reunisse siglas de centro-esquerda, o partido teve de pensar em "suas prioridades". "A política está em permanente mudança. Neste momento, a melhor tática é essa. Sem o 'chapão', não teríamos cociente eleitoral para eleger deputados.". Ou seja, o PT permanece com o discurso de "golpe", mas, nega-o nas alianças partidárias. ( Renato Fereira -Fonte: O Estado de Minas - Conteúdo Estadão)

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Segunda, 06 Agosto 2018 21:04

Haddad vira vice provisório de Lula

 

Na noite deste domingo, 05/08, após confirmarem Lula como candidato do partido à Presidência da República, o PT indicou o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, como vice na chapa.

Mas, como Lula encontra-se preso desde abril, após ser condenado em segunda instância a 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro e, assim, tornou-se inelegível de acordo com a Lei da Ficha Limpa, o PT resolveu lançar Haddad, o plano B, como um vice provisório até que a situação de Lula seja definida pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Após essa decisão, que será negativa, segundo já informou o próprio presidente do TSE, ministro Luiz Fux, então, o Haddad assumirá a vaga de Lula, como candidato, e Manuela D´Ávila (PCdoB), como vice.

Manuela já havia sido, inclusive, indicada pelo seu partido como candidata à Presidência da República. Depois retirou a candidatura para ser vice do Lula, como o PT já tinha anunciado, mas, teve que recuar após o veto de Lula, na última sexta-feira, 3. (Renato Ferreira)

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Neste sábado, 04/07, na reta final das convenções partidárias, mais quatro legendas oficializaram suas candidaturas à Presidência da República. Em Brasília, os tucanos confirmaram a candidatura de Geraldo Alckmin. Em Curitiba, o Podemos oficializou o nome de Álvaro Dilas. Também em Brasília, a Rede oficializou a candidatura de Marina Silva. E em São Paulo, mesmo preso e condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, Lula teve o seu nome oficializado pelo PT. 

PSDB confirma Geraldo Alckmin

PSDB confirma Alckmin 2 capa

Em sua convenção nacional realizada neste sábado, em Brasília, o PSDB confirmou a escolha de Geraldo Alckmin, 65 anos, como candidato na disputa à Presidência da República. A senadora Ana Amélia (PP-RS) foi confirmada como vice na chapa de Alckmin.

Atual presidente nacional do partido, o ex-governador de São Paulo foi escolhido por 288 presentes à convenção tucana. Um filiado não votou a favor de Alckmin e houve uma abstenção. 

A expectativa entre os tucanos é que Ana Amélia como vice, possa melhorar o desempenho de Geraldo Alckmin na região Sul e no setor do agronegócio, onde ela tem bom trânsito. A escolha de uma mulher para vice representa também um aceno ao eleitorado feminino.

Em discurso na convenção, Ana Amélia Lemos afirmou que será "absolutamente leal" a Alckmin. A senadora declarou que a" régua moral de Geraldo Alckmin é a mesma régua moral" que ela usa no Senado. Para ela, o brasileiro quer um "governo austero".

Antes de acertar a chapa com Ana Amélia de vice, Alckmin fechou aliança com partidos do chamado "Centrão" (DEM, PP, PR, PRB e SD), além de outras três legendas: PTB, PSD e PPS. Conforme explicou o primeiro-vice-presidente do PSDB e coordenador da campanha, Marconi Perillo, os apoios garantirão 45% do tempo de televisão ao candidato tucano.

Podemos oficializa Álvaro Dias

Podemos confirma Álvaro Dias

Também neste sábado, o Podemos confirmou, em Curitiba, o nome de Álvaro Dias, 73 anos, como candidato à Presidência da República. Ele está no quarto mandato de senador e é o atual líder do partido.

O vice da chapa de Álvaro Dias é o economista Paulo Rabello de Castro, do Partido Social Cristão (PSC), que desistiu de candidatura própria para fechar com o Podemos. Além do PSC, o Podemos fechou coligação com o PRP e o PTC.

 Em seu primeiro discurso como candidato, Álvaro Dias fez críticas ao atual sistema político e voltou a repetir a tese de "refundar a República", que defendeu nas entrevistas da pré-campanha eleitoral.

O candidato do Podemos disse, ainda, que vai combater a corrupção e apoiar a continuidade da Operação Lava Jato, que, de acordo com ele, prendeu "os barões que assaltaram a República". "A limpeza não terminou, a limpeza tem que continuar", afirmou.

O senador também revelou que pretende convidar o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, para assumir o Ministério da Justiça, caso seja eleito Presidente da República.

Para Alvaro Dias, Sérgio Moro é o "ícone da nova Justiça brasileira". Ele disse que ainda não conversou com juiz sobre o convite.O 

O senador também afirmou que deseja dar mais espaço às mulheres e que elas  sejam protagonistas no seu governo. "Nós do Podemos somos comandados por uma mulher (deputada Federal Renata Abreu) e, certamente, elas comandarão setores do nosso governo porque são essenciais na refundação da República". disse..

 O atual mandato de Álvaro Dias como senador termina em 2022.

Rede confirma Marina como candidata
Rede confirma Marina

Em Brasília, a Rede Sustentabilidade oficializou por aclamação a candidatura de Marina Silva à Presidência da República. O vice na chapa da Rede é o médico sanitarista, Eduardo Jorge (PV), que em 2014 foi candidato à Presidência da República.

A Rede tem dois deputados federais e um senador, representações e diretórios em todas as unidades da Federação.

Marina Silva nasceu em 8 de fevereiro de 1958, no Acre, em uma pequena comunidade chamada Breu Velho, município de Rio Branco.

Em 1984, ela ajudou a fundar a CUT (Central Única dos Trabalhadores) no Acre. No ano seguinte, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT). Em 1988, foi eleita pela primeira vez a um cargo público nas eleições de 1988, quando foi a vereadora mais votada de Rio Branco.

Nas eleições de 1990, foi eleita deputada estadual. Em 1994, nas eleições gerais, foi eleita senadora, aos 36 anos, tendo sido reeleita no pleito de 2002. Marina foi também ministra do Meio Ambiente no governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Em 2010, foi candidata pela primeira vez à Presidência da República, pelo Partido Verde (PV), quando obteve 19 milhões de votos. Voltou a ser candidata nas eleições de 2014, pelo PSB, obtendo 22 milhões de votos. 

PT confirma Lula como candidato, apesar da prisão

Pt confirma Lula

Já em São Paulo, o Partido dos Trabalhadores confirmou a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República. O anúncio foi feito pela presidente da legenda, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), durante a convenção, no bairro da Liberdade. O candidato a vice ainda não foi definido. Durante a semana, o partido anunciou que o nome de Manuela D´Ávila (PCdoB-RS), seria anunciado hoje como vice, mas, esse anúncio foi vetado por Lula. 

“Viemos aqui para votar no nosso candidato a presidente, Lula. Esse é um momento histórico. Lula é o nosso candidato a presidente da República”, disse Gleisi.

O ator Sérgip Mamberti leu uma carta do Lula.. Nela, Lula diz que é a primeira vez em 38 anos que não participa de uma convenção nacional do partido. "Mas sei que estou presente em cada um de vocês".

“Nós tratamos a nossa gente como solução e por isso o Brasil mudou”. Hoje a nossa democracia está ameaçada. Agora querem fazer uma eleição de cartas marcadas. Querem inventar uma democracia sem povo”, diz Lula na carta.

Participaram do evento lideranças do PT, como a ex-presidente Dilma Rousseff, o candidato ao governo de São Paulo pelo partido, Luiz Marinho, o ex-ministro Celso Amorim, o ex-prefeito da capital paulista Fernando Haddad, o senador Lindberg Farias, entre outros.

Movimentos sociais e entidades sindicais também marcaram presença, como o MST, o MTST, CUT, Central dos Movimentos Populares, UNE, entre outros.

Em  determinado momento da convenção, todas as pessoas presentes colocaram uma máscara com o rosto do ex-presidente Lula e gritaram em coro: "Eu sou Lula".

Condenado em segunda instância no caso do triplex em Guarujá, a doze anos e um mês de prisão,  Lula está preso desde o começo de abril, na Polícia Federal de Curitiba. E conforme a lei da ficha limpa, essa condenação torna o petista inelegível. Mas a questão será decidida pelo TSE após o registro oficial da candidatura. O presidente do TSE, ministro Luiz Fux já deixou que qualquer candidatura cujo nome seja enquadrado na Lei da Ficha Lima não será aceita. (Renato Ferreira com informações do Estado de Minas e Agências de Notícias)

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Se a eleição fosse hoje, o tucano Antonio Anastasia teria 21,5% dos votos, contra 13,3% do governador Fernando Pimentel, do PT

Com base nas pesquisas eletorais, o povo mineiro não vai querer uma segunda adminisitração petista no Estado. O senador Antonio Anastasia (PSDB) está na frente também na primeira pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes (CNT/MDA), divulgada nesta terça-feira, 31/07.

Já na reta final da pré-caampanha, o pré-candidato tucano ao Palácio da Liberdade aparece com 21,5% da preferência do eleitorado, contra 13,3% que preferem a reeleição do petista Fernando Pimentel

Conforme revela a pesquisa, o ex-prefeito Marcio Lacerda (PSB) tem 9,7% das intenções de voto. Na sequência aparecem Romeu Zema (Novo), Rodrigo Pacheco (DEM) e João Batista dos Mares Guia (Rede), respectivamente com 3,2%, 2,4% e 2%. A margem de erro é 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

De acordo com a pesquisa CNT/Mda, 28,1% dos eleitores mineiros votariam em branco ou anulariam o voto, se o pleito fosse hoje e outros 19,7% dizem estar indecisos. 
A pesquisa desconsiderou uma possível candidatura do MDB ao governo, que pode ser do presidente da Assembleia Adalclever Lopes ou do vice-governador Antônio Andrade.

Eis os números:

Antônio Anastasia (PSDB) 21,5%
Fernando Pimentel (PT) 13,3%
Márcio Lacerda (PSB) 9,7%
Romeu Zema (Novo) 3,2%
Rodrigo Pacheco (DEM) 2,4%
João Batista dos Mares Guia (Rede) 2,0% 
Branco / Nulo 28,1%
Indeciso 19,7%

Segundo turno

Em um eventual segundo turno entre Anastasia e Pimentel, a pesquisa mostra que o tucano estaria eleito hoje com 33,6% dos votos, contra 21,6% de Pimentel. Neste cenário, os votos brancos, nulos e de indecisos somam 44,8% do total. Anastasia também vence na análise de um segundo turno disputado com Márcio Lacerda. Neste caso, o tucano aparece com 33% contra 19,6% do ex-prefeito socialista.

Já em uma disputa final entre Pimentel e Lacerda, o ex-prefeito de BH estaria hoje com 25,9% dos votos contra 23,1% de Pimentel. A diferença está dentro da margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

Em tempo: Com a aliança nacional entre PT e PSB, anunciada hoje pela cúpula petista, Márcio Lacerda deverá retirar a sua candidatura, (Fonte: O Estado de Minas)

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Terça, 31 Julho 2018 20:32

Jurista Hélio Bicudo morre aos 96 anos

O jurista que ajudou a fundar o Partido dos Trabalhadores foi o autor do pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff
 
Na manhã desta terça-feira, 31/07, morreu em São Paulo o jurista Hélio Bicudo, aos 96 anos. Vice-prefeito de São Paulo na gestão de Marta Suplicy (MDB), o jurista morreu por complicações cardíacas.
 
Figura histórica do PT, Bicudo se distanciou do partido após o mensalão e foi autor do pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.
Hélio Bicudo nasceu em 1922, em Mogi das Cruzes. Ele foi professor de Direito da USP. Durante a ditadura militar (1964-1989) foi um importante militante dos direitos humanos e se notabilizou pelo combate ao Esquadrão da Morte, que agia em São Paulo.
Bicudo trabalhou na Procuradoria Geral em São Paulo e foi vice-prefeito paulistano na gestão de Marta Suplicy. Também participou da gestão de Luiza Erundina, de quem foi secretário dos Negócios Jurídicos.
O jurista rompeu com o PT em 2005, no auge do escândalo do mensalão. Criou e presidiu de 2003 a 2013 Fundação Interamericana de Defesa dos Direitos Humanos (FidDH), entidade que atuou junto à Comissão Interamericana de Direitos Humanos denunciando e acompanhado casos de desrespeito aos direitos humanos no Brasil.
Em 2015, protocolou na Câmara dos Deputados, um pedido de abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. O jurista, Miguel Reale Júnior e os movimentos sociais a favor do impeachment apoiaram o pedido, que foi aceito pelo então presidente da Casa, Eduardo Cunha. Em agosto de 2016 a presidente foi afastada do cargo. (Fonte: Jornal O Estado de Minas)
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Em convenção, o partido lançou também Eduardo Suplicy e Jilmar Tatto como candidatos ao Senado

 

No último sábado, 28/07, o Partido dos Trabalhadores realizou sua convenção estadual, ocasião em que oficializou  a candidatura do ex-prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, ao governo do estado de São Paulo. Na convenção petista, foram oficializados também os nomes de Eduardo Suplicy e Jilmar Tatto como candidatos ao Senado, além das candidaturas para a Câmara dos Deputados e para a Assembleia Legislativa. 

O candidato a vice de Marinho não foi anunciado. Segundo informações de dirigentes petistas, o partido, que está coligado com o PC do B, estuda a possibilidade de indicar como vice uma mulher ligada a movimentos sociais.

No total, o PT terá  114 candidatos a deputado Estadual e 82 a deputado federal. Um dos candidatos à reeleição para a Câmara dos Deputados é Valmir Prascidelli. Na foto, Prascidelli aparece ao lado de Luiz Marinho (ao centro), e de Eduardo Suplicy e Jilmar Tatto. "Agora o time está formado: Eduardo Suplicy, Valmir Prascidelli, Luiz Marinho e Jilmar Tatto pra resgatar um Brasil melhor", postou Prascideli em sua página no Facebook. 

A presidente nacional do PT, Gleise Hoffman, que não participou da convenção, gravou um vídeo para o evento. O PT reafirma que o candidato da legeda à Presidência da República será mesmo o ex-presidentge Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso desde 7 de abril após ser condenado pela Justiça Federal no processo sobre o caso do triplex do Guarujá. Durante o evento, o nome de Lula  foi citado e mostrado em um telão com a expressão "Lula Livre”. (Fonte: G1)

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Delação premiada do ex-ministro de Lula e Dilma foi homologada pela Justiça nesta sexta-feira

 

O clima de esperança no Partido dos Trabalhadores com a absolvição da senadora e presidente nacional da legenda, Gleisi Hoffmann, na terça-feira, 19/06, pela Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal), durou pouco. Dois dias depois, a esperança se transformou em grande decepção e preocupação com o arquivamento do pedido de liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a homologação da delação premiada de Antonio Palocci, ex-ministro dos governos Lula e Dilma Rousseff.

Após a Segunda Turma absolver Gleisi Hoffmann e seu marido Paulo Bernardo, também ex-ministro dos governos petistas, dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, a cúpula petista esperava outra vitória no STF em votação já marcada para a próxima terça-feira, 26/06, também pela Segunda Turma do STF. Os ministros Edson Fachin, Gilmar Mendes, Celso de Mello, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski iriam julgar mais um pedido de liberdade de Lula. A esperança era grande uma vez que a maioria da Segunda Turma já tinha votado contra a prisão em segunda instância.

Só que na sexta-feira, 22, o TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), em Porto Alegre, decidiu enviar o processo de Lula para o STJ (Superior Tribunal de Justiça), e não para o STF (Supremo Tribunal Federal). Com essa decisão, Fachin mandou arquivar o pedido, que já havia sido pautado por Lewandowski, presidente da Segunda Turma.

Palocci abre o bico

E se não bastasse isso, também na sexta-feira, 22, o TRF-4 tomou outra medida que preocupa ainda mais ao PT e ao Lula. Trata-se da homologação da delação premiada de Antonio Palocci assinada com a Polícia Federal. Os depoimentos de Palocci estão em segredo de Justiça, e o conteúdo não foi divulgado. Palocci está preso desde setembro de 2016 em função das investigações da Operação Lava Jato.

O ex-ministro foi condenado pelo juiz Sérgio Moro a 12 anos, dois meses e 20 dias de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em um dos processos da operação.

E os petistas não escondem a preocupação com o que Paloci poderá falar aos investigadores. Em seu primeiro depoimento a Sérgio Moro, além de se colocar à disposição da Justiça, Palocci foi enfático ao afirmar que sabe com detalhes de todo o esquema do PT e dos governo de Lula e Dilma com a empreiteiras no caso de desvio de dinheiro da Pedrobras. "O Lula firmou um pacto de sangue com a Odebrecht", disse Palocci.

Palocci, que pediu desfiliação do PT antes de ser expulso, é hoje considerado um traidor pelos petistas. Para cúpula do partido, parlamentares e militância, Palocci "é traidor" e estaria mentindo para obter redução de sua pena.

No caso do pedido de liberdade de Lula, seus advogados de defesa já disseram que vão recorrer. Já sobre a delação de Palocci, a defesa vai esperar o final dos depoimentos para se posicionar, uma vez que Lula responde a outros processos, como o caso do Sítio de Atibaia, e também porque Palocci é um profundo conhecedor de todas as medidas tomadas dentro do partido e também pelos governos de Lula e Dilma. Ele foi ministro da Fazenda de Lula.

Até o momento, Antonio Palocci prestou depoimentos à Justiça, mas, agora, com a homologação da delação, tudo que ele falar será investigado pela Polícia Federal que vai atrás das provas que ele indicar. (Renato Ferreira)

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Segunda turma do Supremo absolve a petista Gleisi Hoffmann e o seu marido Paulo Bernardo dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro

 

A absolvição da senadora e presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, e do seu marido, o ex-ministro de Lula, Paulo Bernardo, decidida na noite desta terça-feira, 19/06,pela Segunda Turma do Supremo, deixou claro que, realmente, é um privilégio para quem tem o foro privilegiado e só pode ser julgado pelo STF (Supremo Tribunal Federal). A absolvição mostra também porque presidentes da República tentam sempre dar status de ministros aos seus protegidos, como Dilma Roussef (PT), e Michel Temer (MDB) tentaram fazer para beneficiar o ex-presidente Lula, e o ministro Moreira Franco, respectivamente. Temer conseguiu.

Em sessão que iniciou no meio da tarde e foi até de madrugada, a Segunda Turma decidiu absolver por unanimidade (5 a 0), Gleisi Hoffmann (PR), e o seu marido, Paulo Bernardo, das acusações de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no âmbito da Operação Lava Jato. A análise do processo dos petistas marcou o segundo julgamento de uma ação penal da Lava Jato no STF - no mês passado, a Segunda Turma condenou por unanimidade o deputado federal Nelson Meurer (PP-PR).

Por 3 a 2, os ministros também absolveram Gleisi da prática de caixa 2 (falsidade ideológica eleitoral), impondo uma derrota ao relator da Lava Jato, ministro Edson Fachin, que foi acompanhado nesse ponto apenas pelo ministro Celso de Mello. Na opinião de Fachin e Celso, a conduta caracterizada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) como corrupção passiva no caso de Gleisi se enquadrava na verdade como caixa 2.

Entenda o caso

Paulo Bernardo e Gleisi

O ex-ministro de Lula, Paulo Bernardo, e sua exposa, a senadora Glesi Hoffmann (PT), absolvidos ontem pelo STF dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro

O processo de Gleisi Hoffmann chegou ao Supremo em março de 2015. Em 27 de setembro de 2016, a denúncia contra Gleisi, o marido e o empresário Ernesto Kugler Rodrigues foi recebida por unanimidade pela Segunda Turma do STF. Os três foram acusados de solicitar e receber R$ 1 milhão oriundos de um esquema de corrupção instalado nadiretoria de abastecimento da Petrobras que teria favorecido a campanha de Gleisi ao Senado, em 2010.

A denúncia tinha como fundamento as delações premiadas do ex-diretor de abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, do doleiro Alberto Youssef e o advogado Antonio Pieruccini, alvo de questionamentos pelos réus.

O ministro Dias Toffoli concordou com a tese da defesa dos réus de que as declarações dos delatores são contraditórias e insuficientes para formar um "juízo condenatório". "Observa-se que toda argumentação tem como fio condutor o depoimento de delatores. Relatos não encontram respaldo em elementos de corroboração", disse Toffoli.

Elementos compreendidos por Fachin e Celso como provas para condenar Gleisi pelo recebimento de R$ 1 milhão não declarado em 2010 não foram consideradas no voto de Toffoli. "Há jurisprudência da Corte que exclui do elemento de corroboração documentos elaborados unilateralmente pelo próprio colaborador", ressaltou Toffoli.

O ministro Gilmar Mendes concordou com o colega. "Não há elementos de corroboração suficientes para autorizar o juízo de condenação. O reforço por provas materiais, se existe, é raquítico e inconclusivo", afirmou Gilmar.

Na avaliação do ministro Ricardo Lewandowski, "são tantas as incongruências, inconsistências nas delações premiadas que se tornam completamente imprestáveis para sustentar qualquer condenação".

Para Fachin, a acusação contra Gleisi não se enquadraria como corrupção passiva, como pretendia a PGR, e sim como caixa caixa 2, por não ter declarado na prestação de contas da campanha de 2010 o recebimento ilícito de R$ 1 milhão, supostamente oriundo do esquema de corrupção na Petrobras.
"A conduta omissiva da acusada ao deixar de declarar valores comprovadamente recebidos em sua campanha por ocasião na prestação de contas violou o Código Eleitoral, revelando-se imperiosa a sua condenação", argumentou Fachin.

Fachin votou para absolver de todos os crimes de que foram acusados o ex-ministro Paulo Bernardo e o empresário Ernesto Kugler. Nesse ponto, Fachin foi acompanhado por todos os integrantes da Segunda Turma.

Outros processos

Gleisi é albo também de outras duas denúncias da PGR: uma envolvendo o núcleo político do PT, sob a acusação de que a sigla recebeu propina por meio da utilização da Petrobras, do BNDES e o Ministério do Planejamento; e outra que trata de uma linha de crédito entre Brasil e Angola que teria servido de base financeira à corrupção na campanha da senadora ao governo do Paraná em 2014, de acordo com a PGR. (Fonte: Estados de Minas)

 

Opinião de Renato Ferreira
Portas abertas
Por mais que os ministros da Segunda Turma justifiquem seus votos, a absolvição não deixa de ser um alívio para outros políticos acusados de corrupção com foro privilegiado. E nessa situação, encontram-se o senador Aécio Neves (PSDB-MG), Renan Calheiros (PMDB-AL), Fernando Collor (PTB-AL), e Romero Jucá (PMDB-RR), dentre outros.

Essa mesma turma, que já votou contra a prisão em segunda instância, irá julgar, no próximo dia 26/06, o 26º pedido de libertação do ex-presidente Lula. E pelo voto anterior, não se pode descartar que a maioria decida pela soltura do ex-presidente petista, cuja condenação na Lava Jato foi confirmada pelo TRF4 (Tribunal Regional Federal), da 4ª Região de Porto Alegre.

E, se libertarem Lula da prisão, a Segunda Turma poderá também abrir as portas para que os advogados de outros políticos já condenados e presos pela Lava Jato, como José Dirceu, Eduardo Cunha e Sérgio Cabral, peçam também que seus clientes sejam libertados até que que todos os recursos sejam definidos em instâncias superiores, como no próprio STF.

O processo contra Gleisi Hoffmann foi o segundo a ser julgado pelo STF nos quatro anos de funcionamento da Operação Lava Jato. No mês passado, essa mesma Segunda Turma condenou por unanimidade o deputado federal Nelson Meurer (PP-PR). E, nesses quatro anos, a Lava Jato já condenou dezenas de empresários, políticos, diretores da Petrobras, ex-deputados, além de ter recuperado milhões de reais roubados dos cofres da Petrobras. (Renato Ferreira)

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