Segunda, 22 Outubro 2018 | Login

 

São 11 candidatos da região Oeste da Grande São Paulo e Capital. O objetivo é saber como eles vêem e quais soluções poderão apresentar como parlamentares para melhorar as áreas de Segurança Pública, Saúde, Educação, Transporte/Mobilidade Urbana e Turismo, como também para combater a Corrupção.

Entrevistamos os seguintes candidatos: Francisco Rossi (PR), Gelso Lima (Podemos), Dr. Alexandre Bussab (PSL), Délbio Teruel (Podemos), Tinha Di Ferreira (PTB), De Paula (PSDB), Jô Antiório (PSD), Ralfi Silva (Podemos), Coronel Tadeu (PSD), CLaudio Piteri (PPS) e Dr. Lindoso (PSDB).

Os vídeos com cerca de 3m, em média, serão veiculados, dia sim, dia não, no período de 27 de agosto ao dia 30 de setembro, sempre às 18h.

Hoje, o Coronel Tadeu, De Paula e Ralfi Silva falam sobre Saúde.

Esperamos, assim, poder contribuir com a discussão de temas importantes, que hoje estão entre as principais reclamações do povo brasileiro.

Confira aqui, o vídeo, e veja o que eles falaram sobre Saúde: https://www.facebook.com/orenatoferreira/posts/1934956189927945?

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O candidato a deputado estadual pelo PSDB, Elissandro Lindoso, presidente da Câmara de Osasco, pretende atualizar e revitalizar a pauta do ex-prefeito Celso Giglio para melhoria dos serviços de Saúde na cidade e região.
Segundo o Dr. Lindoso, além das obras realizadas na cidade, o legado de Celso Giglio inclui uma série de demandas que ainda estão por ser cumpridas. “As novidades são bem-vindas mas não adianta pensar em ideias mirabolantes se os serviços básicos são precários, se falta insumos, se faltam profissionais e até mesmo instalações adequadas”, afirma o Dr. Lindoso.
Segundo o parlamentar osasquense, uma das maiores queixas da população é justamente a de que não há sequência no trabalho da classe política no sentido de realizar aquilo que já foi discutido e solicitado pelos munícipes. “Eu vou fazer uma ponte entre as propostas já conhecidas e propostas que agreguem qualidade a tudo o que diga respeito ao atendimento nos municípios”.

Para dar uma ideia das demandas, o presidente da Câmara de Osasco listou alguns temas pelos quais irá trabalhar caso seja eleito em outubro próximo, tanto na saúde quanto em outros setores. “A saúde é uma área vital, mas há obstáculos de outras áreas que fazem com que o atendimento de saúde seja sempre precário”, declara o Doutor Lindoso.

Os problemas mais gerais começam na perda de receitas em comparação com o Estado e a União. “Entra ano, sai ano e este problema permanece”, afirma o Doutor Lindoso. Outra área é a renegociação das dívidas dos municípios que pagam juros exorbitantes, vivendo sempre com a corda no pescoço. 
Na área da saúde, ele, que é médico, diz que lutará por recursos, através de emendas parlamentares, para que as policlínicas e unidades básicas de saúde sejam recuperadas em tempo recorde. 
Doutor Lindoso diz que lutará com energia para que Osasco receba verbas para a implantação de um hospital de atendimento infantil e para a criação de um centro municipal de atendimento oftalmológico de qualidade. “Uma cidade do porte de Osasco, com as responsabilidades que tem, precisa oferecer mais serviços. Minha experiência nessa área mostra enorme quantidade de pessoas que seriam beneficiadas”, diz ele.
Ainda na área da saúde, o vereador de que Osasco precisa de um serviço público que tenha melhores equipamentos, como os de ressonância magnética. “Tenho recebido várias solicitações de munícipes nesse sentido”, afirma. 
Para o presdiente da Câmara de Osasco, há muito a ser feito e não se pode perder tempo. “Sem dúvida, os deputados podem ajudar as cidades, não somente com emendas parlamentares mas também na condução de negociações com o Estado e União para que os municípios tenham de uma vez por todas voz e força para atender dignamente a população”, argumenta o Doutor Lindoso. (Fonte: Assessoria de Imprensa)

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Neste sábado, 04/07, na reta final das convenções partidárias, mais quatro legendas oficializaram suas candidaturas à Presidência da República. Em Brasília, os tucanos confirmaram a candidatura de Geraldo Alckmin. Em Curitiba, o Podemos oficializou o nome de Álvaro Dilas. Também em Brasília, a Rede oficializou a candidatura de Marina Silva. E em São Paulo, mesmo preso e condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, Lula teve o seu nome oficializado pelo PT. 

PSDB confirma Geraldo Alckmin

PSDB confirma Alckmin 2 capa

Em sua convenção nacional realizada neste sábado, em Brasília, o PSDB confirmou a escolha de Geraldo Alckmin, 65 anos, como candidato na disputa à Presidência da República. A senadora Ana Amélia (PP-RS) foi confirmada como vice na chapa de Alckmin.

Atual presidente nacional do partido, o ex-governador de São Paulo foi escolhido por 288 presentes à convenção tucana. Um filiado não votou a favor de Alckmin e houve uma abstenção. 

A expectativa entre os tucanos é que Ana Amélia como vice, possa melhorar o desempenho de Geraldo Alckmin na região Sul e no setor do agronegócio, onde ela tem bom trânsito. A escolha de uma mulher para vice representa também um aceno ao eleitorado feminino.

Em discurso na convenção, Ana Amélia Lemos afirmou que será "absolutamente leal" a Alckmin. A senadora declarou que a" régua moral de Geraldo Alckmin é a mesma régua moral" que ela usa no Senado. Para ela, o brasileiro quer um "governo austero".

Antes de acertar a chapa com Ana Amélia de vice, Alckmin fechou aliança com partidos do chamado "Centrão" (DEM, PP, PR, PRB e SD), além de outras três legendas: PTB, PSD e PPS. Conforme explicou o primeiro-vice-presidente do PSDB e coordenador da campanha, Marconi Perillo, os apoios garantirão 45% do tempo de televisão ao candidato tucano.

Podemos oficializa Álvaro Dias

Podemos confirma Álvaro Dias

Também neste sábado, o Podemos confirmou, em Curitiba, o nome de Álvaro Dias, 73 anos, como candidato à Presidência da República. Ele está no quarto mandato de senador e é o atual líder do partido.

O vice da chapa de Álvaro Dias é o economista Paulo Rabello de Castro, do Partido Social Cristão (PSC), que desistiu de candidatura própria para fechar com o Podemos. Além do PSC, o Podemos fechou coligação com o PRP e o PTC.

 Em seu primeiro discurso como candidato, Álvaro Dias fez críticas ao atual sistema político e voltou a repetir a tese de "refundar a República", que defendeu nas entrevistas da pré-campanha eleitoral.

O candidato do Podemos disse, ainda, que vai combater a corrupção e apoiar a continuidade da Operação Lava Jato, que, de acordo com ele, prendeu "os barões que assaltaram a República". "A limpeza não terminou, a limpeza tem que continuar", afirmou.

O senador também revelou que pretende convidar o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, para assumir o Ministério da Justiça, caso seja eleito Presidente da República.

Para Alvaro Dias, Sérgio Moro é o "ícone da nova Justiça brasileira". Ele disse que ainda não conversou com juiz sobre o convite.O 

O senador também afirmou que deseja dar mais espaço às mulheres e que elas  sejam protagonistas no seu governo. "Nós do Podemos somos comandados por uma mulher (deputada Federal Renata Abreu) e, certamente, elas comandarão setores do nosso governo porque são essenciais na refundação da República". disse..

 O atual mandato de Álvaro Dias como senador termina em 2022.

Rede confirma Marina como candidata
Rede confirma Marina

Em Brasília, a Rede Sustentabilidade oficializou por aclamação a candidatura de Marina Silva à Presidência da República. O vice na chapa da Rede é o médico sanitarista, Eduardo Jorge (PV), que em 2014 foi candidato à Presidência da República.

A Rede tem dois deputados federais e um senador, representações e diretórios em todas as unidades da Federação.

Marina Silva nasceu em 8 de fevereiro de 1958, no Acre, em uma pequena comunidade chamada Breu Velho, município de Rio Branco.

Em 1984, ela ajudou a fundar a CUT (Central Única dos Trabalhadores) no Acre. No ano seguinte, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT). Em 1988, foi eleita pela primeira vez a um cargo público nas eleições de 1988, quando foi a vereadora mais votada de Rio Branco.

Nas eleições de 1990, foi eleita deputada estadual. Em 1994, nas eleições gerais, foi eleita senadora, aos 36 anos, tendo sido reeleita no pleito de 2002. Marina foi também ministra do Meio Ambiente no governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Em 2010, foi candidata pela primeira vez à Presidência da República, pelo Partido Verde (PV), quando obteve 19 milhões de votos. Voltou a ser candidata nas eleições de 2014, pelo PSB, obtendo 22 milhões de votos. 

PT confirma Lula como candidato, apesar da prisão

Pt confirma Lula

Já em São Paulo, o Partido dos Trabalhadores confirmou a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República. O anúncio foi feito pela presidente da legenda, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), durante a convenção, no bairro da Liberdade. O candidato a vice ainda não foi definido. Durante a semana, o partido anunciou que o nome de Manuela D´Ávila (PCdoB-RS), seria anunciado hoje como vice, mas, esse anúncio foi vetado por Lula. 

“Viemos aqui para votar no nosso candidato a presidente, Lula. Esse é um momento histórico. Lula é o nosso candidato a presidente da República”, disse Gleisi.

O ator Sérgip Mamberti leu uma carta do Lula.. Nela, Lula diz que é a primeira vez em 38 anos que não participa de uma convenção nacional do partido. "Mas sei que estou presente em cada um de vocês".

“Nós tratamos a nossa gente como solução e por isso o Brasil mudou”. Hoje a nossa democracia está ameaçada. Agora querem fazer uma eleição de cartas marcadas. Querem inventar uma democracia sem povo”, diz Lula na carta.

Participaram do evento lideranças do PT, como a ex-presidente Dilma Rousseff, o candidato ao governo de São Paulo pelo partido, Luiz Marinho, o ex-ministro Celso Amorim, o ex-prefeito da capital paulista Fernando Haddad, o senador Lindberg Farias, entre outros.

Movimentos sociais e entidades sindicais também marcaram presença, como o MST, o MTST, CUT, Central dos Movimentos Populares, UNE, entre outros.

Em  determinado momento da convenção, todas as pessoas presentes colocaram uma máscara com o rosto do ex-presidente Lula e gritaram em coro: "Eu sou Lula".

Condenado em segunda instância no caso do triplex em Guarujá, a doze anos e um mês de prisão,  Lula está preso desde o começo de abril, na Polícia Federal de Curitiba. E conforme a lei da ficha limpa, essa condenação torna o petista inelegível. Mas a questão será decidida pelo TSE após o registro oficial da candidatura. O presidente do TSE, ministro Luiz Fux já deixou que qualquer candidatura cujo nome seja enquadrado na Lei da Ficha Lima não será aceita. (Renato Ferreira com informações do Estado de Minas e Agências de Notícias)

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Se a eleição fosse hoje, o tucano Antonio Anastasia teria 21,5% dos votos, contra 13,3% do governador Fernando Pimentel, do PT

Com base nas pesquisas eletorais, o povo mineiro não vai querer uma segunda adminisitração petista no Estado. O senador Antonio Anastasia (PSDB) está na frente também na primeira pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes (CNT/MDA), divulgada nesta terça-feira, 31/07.

Já na reta final da pré-caampanha, o pré-candidato tucano ao Palácio da Liberdade aparece com 21,5% da preferência do eleitorado, contra 13,3% que preferem a reeleição do petista Fernando Pimentel

Conforme revela a pesquisa, o ex-prefeito Marcio Lacerda (PSB) tem 9,7% das intenções de voto. Na sequência aparecem Romeu Zema (Novo), Rodrigo Pacheco (DEM) e João Batista dos Mares Guia (Rede), respectivamente com 3,2%, 2,4% e 2%. A margem de erro é 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

De acordo com a pesquisa CNT/Mda, 28,1% dos eleitores mineiros votariam em branco ou anulariam o voto, se o pleito fosse hoje e outros 19,7% dizem estar indecisos. 
A pesquisa desconsiderou uma possível candidatura do MDB ao governo, que pode ser do presidente da Assembleia Adalclever Lopes ou do vice-governador Antônio Andrade.

Eis os números:

Antônio Anastasia (PSDB) 21,5%
Fernando Pimentel (PT) 13,3%
Márcio Lacerda (PSB) 9,7%
Romeu Zema (Novo) 3,2%
Rodrigo Pacheco (DEM) 2,4%
João Batista dos Mares Guia (Rede) 2,0% 
Branco / Nulo 28,1%
Indeciso 19,7%

Segundo turno

Em um eventual segundo turno entre Anastasia e Pimentel, a pesquisa mostra que o tucano estaria eleito hoje com 33,6% dos votos, contra 21,6% de Pimentel. Neste cenário, os votos brancos, nulos e de indecisos somam 44,8% do total. Anastasia também vence na análise de um segundo turno disputado com Márcio Lacerda. Neste caso, o tucano aparece com 33% contra 19,6% do ex-prefeito socialista.

Já em uma disputa final entre Pimentel e Lacerda, o ex-prefeito de BH estaria hoje com 25,9% dos votos contra 23,1% de Pimentel. A diferença está dentro da margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

Em tempo: Com a aliança nacional entre PT e PSB, anunciada hoje pela cúpula petista, Márcio Lacerda deverá retirar a sua candidatura, (Fonte: O Estado de Minas)

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Neste sábado, 28/07, o PSD (Partido Social Democrático) realizou a sua convenção estadual em São Paulo, quando aprovou seu apoio às candidaturas tucanas de Geraldo Alckmin, à Presidência da República, e de João Doria, ao governo do Estado. O partido comandado pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab (presidente licenciado), decidiu também apoaiar  os candidatos do PSDB  ao senado, Mara Gabrilli e Ricardo Tripoli. Pela cidade de Osasco, o PSD aprovou a candidatura do empresário Jô Antiório para deputado Federal.

Lau Kassab e Jô

Lau Alencar (Presidente do PSD/Osasco), Gilberto Kassab e Jô Antiório

No total, o PSD terá 22 candidatos a deputado Federal e 33 a deputado Estadual. Além do PSD e PSDB, a chapa "Acelera São Paulo", de João Doria, também terá o apoio do PP, DEM, PRB e PTC. 

PSD Lindoso e Jô

Dr. Lindoso, candidato a deputado Estadual pelo PSDB; e Jô Antório, candidato a deputado Federal pelo PSD, durante as convenções da chapa Acelera São Paulo

"Estarei assumindo um desafio ainda maior, com a saída do meu amigo Andrea Matarazzo da disputa pela Câmara, fui o escolhido do grupo para concorrer a esse cargo. Sou agora pré-candidato à Deputado Federal, e chegando à Câmara poderemos trabalhar ainda pelo nosso país e pelo futuro dos nossos filhos. É lá que precisamos mudar, é lá que poderemos mudar! Com minha formação em Direito posso ajudar a transformar em projetos de lei os anseios de todos. Com minha atuação de quase 30 anos dentro do setor educacional poderei transformar os anseios de escolas, profissionais de educação e alunos em projetos reais. Com minha experiência de pai farei o possível para que nossos filhos tenham um futuro melhor", afirma Jô Antiório.

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“Mais surpreendente do que o SUS existir há 30 anos é o fato de nada ter sido feito para corrigi-lo”. Essa declaração é do vereador de Osasco e pré-candidato a deputado estadual Elissandro Lindoso, o Doutor Lindoso, que neste sábado, 28, participa da convenção estadual do PSDB, em São Paulo
 
Médico especializado em oftalmologia e com vasta experiência no atendimento a populações carentes, o Doutor Lindoso cita uma declaração dada quando da criação do SUS, durante a 267ª sessão da Constituinte, no dia 17 de maio de 1988. “Mais um natimorto”, disse um médico cujo nome se perdeu nos anais do Congresso. Em outras palavras, as dificuldades já eram visíveis.
“O Sistema Único de Saúde foi uma ideia genial mas ao longo do tempo acumulou problemas e mais problemas e a conta recaiu nas costas do cidadão, porque tudo estourou na ponta mais fraca: o município”, afirma Lindoso.
O pré-candidato a deputado Estadual pelo PSDB, vai além: “o que me revoltou antes e continua me revoltando agora é como nada foi feito para corrigir essa situação. Um país desse tamanho com tanta gente precisando cuidar da saúde e vemos essa falência do sistema”.
Outro ponto que provoca a reação do doutor Lindoso: por lei, os municípios devem arcar com até 15% do orçamento exclusivamente para saúde. “Mas chegamos a 30% do orçamento municipal, as cidades que conseguiram melhor resultado aplicaram um conjunto de medidas administrativas, do saneamento básico ao atendimento no posto de saúde e mesmo assim com o sistema de saúde sobrecarregado, no limite.”
“Não temos mais tempo a perder, eu que iniciei minha trajetória política bem depois da criação do SUS, vou continuar sentindo a indignação de todo cidadão e vou lutar na medida das minhas forças para mudar isso”, declara o Doutor Lindoso.
Convenção tucana
O vereador e presidente da Câmara de Osasco, Dr. Lindoso, participa neste sábado, dia 28, da Convenção Estadual do PSDB que definirá os nomes daqueles que sairão candidatos pela legenda para o Senado, deputados federais e estaduais.
Pré-candidato com bom trânsito junto às principais lideranças estaduais do Partido, o Dr. Lindoso tem apoio consolida e pretente ampliar seu trabalho em nível estadual. “É uma responsabilidade a mais que Deus colocou em minha vida e vou trabalhar com afinco para cumprir essa missão caso nossa caminhada seja bem-sucedida”.
Elissandro Marcio Silva Lindoso nasceu no dia 24 de janeiro de 1977 na cidade de São Luís, capital do Maranhão. Cursou Direito e Administração antes de dedicar-se à Medicina, tendo passado em primeiro lugar em concursos de residência médica em Oftalmologia em São Paulo, nos exames do SUS, UNESP e Hospital Oftalmológico e Banco de Olhos de Sorocaba (BOS). Nesse hospital fez a residência médica de Oftalmologia, na qual foi classificado em primeiro lugar. Entre 2006 e 2008, Lindoso obteve prêmios internacionais em Porto Rico e Estados Unidos. Em 2016, elegeu-se como o vereador mais votado de Osasco. (Fonte: Assessoria)
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Ex-governador de Minas Gerais, Azeredo foi condenado a 20 anos e um mês em reclusão por caixa dois. O mensalão tucano, conhecido também como mensalão mineiro, foi o mesmo levado posteriormente ao Palácio do Planalto no primeiro governo Lula e que culminou no processo do mensalão petista 

 

Em sessão realizada nesta terça-feira, 24/04, os desembargadores da 5ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça (TJMG) rejeitaram, por 3 votos a 2, os embargos infringentes apresentados pela defesa do ex-governador de Minas Gerais, Eduardo Azeredo (PSDB)e mantiveram sua condenação a 20 anos e um mês de prisão. Restam, agora, ao réu, apenas os embargos declaratórios, recursos que não alteram o mérito do julgamento. Condenado pela Justiça mineira, o ex-governador. Eduardo Azeredo, sofre, assim, mais derrota na Justiça e fica  mais perto de se tornar o primeiro político preso do caso conhecido como “mensalão tucano”.

 

Governador entre 1995 e 1998, Azeredo foi acusado e condenado pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro. Ele foi acusado de participar do esquema que desviou cerca de R$ 3,5 milhões de três estatais mineiras (Comig, Copasa e Bemge) para o caixa dois de sua campanha à reeleição em 1998. Segundo a acusação, o esquema serviu como “laboratório” para o mensalão petista por envolver contratos de publicidade e incluir a participação do operador Marcos Valério, que foi condenado e encontra-se preso pelo mensalão petista.

 

A denúncia contra Eduardo Azeredo foi apresentada em 2007 pela Procuradoria-Geral da República (PGR), durante o seu mandato de senador. Como tinha foro privilegiado, o processo do tucano tramitou no Supremo Tribunal Federal (STF) até 2014, quando Azeredo, naquele momento deputado federal, renunciou ao mandato para evitar a condenação. O caso foi enviado, então, à primeira instância da Justiça mineira. A condenação foi proferida no dia 16 de dezembro de 2015.

 

Em agosto de 2017, três desembargadores analisaram a apelação apresentada pela defesa de Azeredo contra a condenação. Na ocasião, dois magistrados votaram para manter a condenação, e um pediu a absolvição do ex-governador. Na sessão desta terça-feira, mais dois desembargadores votaram no processo — o presidente da sessão, Julio César Lorenz (a favor da condenação), e Eduardo Machado (pela absolvição).

 

Defesa que levar caso novamente à Primeira Instância

 

A defesa de Azeredo afirmou que vai questionar, por meio de recursos à Justiça mineira e ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), vícios no julgamento desta terça-feira. A intenção da defesa é fazer o processo retornar à primeira instância. Já tramita no STJ um pedido de habeas corpus para evitar uma eventual prisão de Azeredo após o fim da tramitação do processo na segunda instância. Segundo entendimento do Supremo Tribunal Federal, os condenados podem ser detidos após esgotados os recursos na segunda instância.

 

De acordo com advogado Castellar Guimarães, a denúncia inicial do Ministério Público Federal (MPF) considerava sete crimes de peculato:

— Posteriormente, o procurador do Ministério Público Estadual reconheceu que seria um peculato contra o Banco do Estado de Minas Gerais (Bemge) e não cinco. A condenação na primeira instância em Belo Horizonte atendeu àquela situação anterior antes de o MP delimitar a acusação — argumentou Castellar.  (Fonte: O Estado de Minas)

 

Outro tucano de renome que também se encontra enrolado com a Justiça é o senador Aécio Neves (PSDB-MG), também ex-governador mineiro. Acusado na Lava Jato, Aécio já se tornou réu no Supremo Tribuna Federal (STF).

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Neste domingo, 18/03, o prefeito de São Paulo, João Doria (à esquerda), venceu, em primeiro turno, as prévias do PSDB Estadual com 10.225 votos, o equivalente a 80,45% do total de quase 13 mil votos válidos. Com a vitória, Doria vai disputar o governo de São Paulo pelos tucanos e a sucessão do governador Geraldo Alckmin. O resultado das prévias inéditas no PSDB confirmou, portanto, o favoritismo do prefeito paulistano.
Logo após o resultado oficial, houve muita festa entre os defensores da candidatura de Doria. Eles se reuniram no diretório municipa do Partido, na zona Sul da Capital pauista para comemorar a vitória. Estiveram presentes também dois candidatos derrotados nas prévias: Luiz Felipe D´Ávila e Floriano Pesaro. O quarto candidato, José Aníbal, ferrenho adversário de Doria não compareceu.
E se o resultado mostrou-se folgado para João Doria, disputa foi acirrada pelo ambiente tenso das prévias, sobretudo, entre correligionários de Doria e de José Aníbal. Os três adversários de Doria acusaram a direção do partido de favorecer o prefeito. Muito comuns no Partido dos Trabahadores, por exemplo, o tucanato sempre evitou o embate interno entre seus postuantes a cargos no Executivo. Isso começou a mudar, entanto, já nas eleições municipais de 2016, quando Doria vencen também a disputa na pré campanha.
Uma das críticas que Doria sofre nesse momento é a sua saída da Prefeitura para disputar o Governo do Estado. Foram críticas de lideranças e também de eleitores nas redes sociais, onde Doria tentará os motivos de sua decisão e mudar o quadro a seu favor.
O governador Gerado Ackmin (foto) procurou se manter neutro no decorrer do processo e também nas prévias. Antes de votar, ao lado da primeira-dama, Lu Alckmin, no Bairro do Butantã, na zona Oeste, ele tomou seu café da manhã com o pré-candidato Floriano Pesaro, e mais tarde, participou da inauguração de um conjunto habitacional no Bairro do Jaraguá, na zona norte da Capital, ao lado de de João Doria e do vice-prefeito Bruno Covas, que vai assumir a Prefeitura. (Fonte: IstoÉ)
 
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O PSDB de São Paulo realiza neste domingo,18/03, eleições prévias para escolha de seu candidato ao Governo do Estado nas eleições de outubro deste ano. É a primeira vez na história do partido, que completará 30 anos no mês de junho, que a escolha do candidato a Governador se dará por meio do voto direto dos filiados.
Quatro tucanos disputam a indicação: o presidente do ITV (Instituto Teotônio Vilela), José Aníbal;, o cientista político Luiz Felipe D’Ávila; o secretário de Desenvolvimento Social, Floriano Pesaro; e o prefeito de São Paulo, João Doria.
A votação será feita por meio de cédulas de papel. Ao todo, 126 urnas serão disponibilizadas em 72 cidades paulistas. Serão 71 urnas no interior e Grande São Paulo e 55 distribuídas nos zonais da capital.
A totalização dos votos será feita no Diretório Estadual a partir das 16h, onde também será anunciado o resultado (Av. Indianópolis, 1123 – Moema).
Doria favorito
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Bruno Covas e João Doria
 
O prefeito de São Paulo, João Doria, que resolveu deixar a Preifeutura para se candidatar ao governo do Estado, conta com um arco de apoio e entra como favorito nas prévias. O vice-prefeito da Capital, Bruno Covas (à esquerda), afirmou que a pré-candidatura de Doria representa uma onda coletiva e a esperança de ver o projeto de governo da socialdemocracia continuado. “É um projeto que ajudará a eleger Geraldo Alckmin presidente do Brasil, ajudará a eleger nossos deputados e a defender o legado que vem sendo construído desde 1994”, disse.
Em seu discurso, João Doria afirmou não temer a disputa nem os debates decorrentes dela. “Sou filho das prévias”, disse. “Vamos juntos para a vitória. Vamos contribuir com essa vitória para dar ao Brasil um novo presidente, que se chama Geraldo Alckmin”, afirmou.
Em Osasco e região
De Paula
De Paula, vereador e presidente do PSDB de Osasco
 
Na região Oeste da Grande São Paulo, as prévias tucanas serão realizadas nas cidade de Osasco, Barueri, Carapicuíba e Itapevi. Em Osasco, elas serão realizadas na Câmara Municipal.
Para o presidente do PSDB de Osasco, vereador De Paula (foto), o vencedor das prévias será o "próximo governador de São Paulo". De Paula pede a presença de todos filiados osasquenses e afirma: "É um momento muito importante para os nossos filiados participarem desse show de democracia do PSDB. Temos a possibilidade de escolher quem queremos para substituir o governador Geraldo Alckmin. E o escolhido terá a missão de defender um legado muito importante", afirmou De Paula.
 

Veja onde votarão os candidatos

Luiz Felipe D’ávila – 9h15 na sede do Diretório Estadual do PSDB-SP (Av. Indianópolis, 1123 – Moema)

Floriano Pesaro, 10h na sede do Diretório Estadual do PSDB-SP (Av. Indianópolis, 1123 – Moema)

João Doria – 11h no Zonal de Pinheiros (Rua Eugênio de Medeiros, nº 564 – Pinheiros)

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Visando fortalecer a sua candidatura ao Planalto, principalmente, em seu maior reduto eleitoral, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) já admite que seu partido não tenha candidato ao governo do estado para apoiar a candidatura de seu vice, Márcio França (PSB). Com isso, o PSDB abriria mão do comando de São Paulo depois de 24 anos no Palácio Bandeirantes. Para implementar essa troca de apoio na campanha e também com receio de atritos entre aliados pelo governo paulista, correligionários do governador ensaiam um palanque único no Estado. Nesse caso, os tucanos abririam mão da cabeça de chapa e indicariam o vice na chapa de Márcio França.
 
Para os tucanos, o mais importante nesse momento é fortalecer o projeto nacional em torno de Alckmin e, ao mesmo tempo, afastar qualquer problema com aliados em São Paulo. Na opinião deles, a prioridade é a eleição de Alckmin para a Presidência da República e a volta do partido ao poder depois de 16 anos. Na opinião dos tucanos, isso valeria o sacrifício de perder o governo de São Paulo, o principal estado da Federação.
Márcio França, que não esconde de ninguém a sua candidatura, vai assumir o governo em abril, quando Alckmin renunciará para concorrer à Presidência,. França já lançou sua pré-candidatura e tem anunciado apoio de outras legendas. O assunto ainda não é consenço no PSDB, que tem outros quatro postulantes à sucessão de Alckmin. Um deles é o de João Doria, prefeito da Capital.
No entanto, após José Serra anunciar que não vai disputar a eleição para o governo paulista, a possibilidade de apoio a Márcio França passou a ser admitida publicamente pelo próprio governador e presidente nacional do PSDB. Na opinião de Alckmin, “não é obrigatório” o candidato ao governo ser do seu partido. “Se o Márcio França assumir o governo é natural que ele queira ser candidato, o que é legítimo. E, se pudermos ter um candidato só, melhor", afirmou Alckmin.
França sempre foi apresentado como aliado leal ao governador Alckmin. Com esse perfil, o vice-governador ganha a preferência por já ter uma candidatura consolidada e que terá a máquina estadual na mão durante a campanha. Além disso, os tucanos defendem o apoio a França, alegando que ele só poderá ficar quatro anos no cargo, abrindo, assim, a possibilidade do PSDB ao comando do Estado em 2022. Na sexta-feira, 26, Alckmin e França cumpriram compromisso de agenda conjunta em São Vicente cidade onde o vice iniciou sua carreira política.
Alianças
Se o apoio a Marcio França se consolidar, Alckmin abre mão do Estado mais rico da federação para o PSB, porém, por outro ladi, consegue também atrair para a sua coligação um partido com forte atuação no Nordeste, onde o governador paulista se mostra mais frágil eleitoralmente, e outras legendas que já fecharam apoio a França no Estado, como o PR.
O objetivo do grupo de Alckmin é consolidar o nome do governador como o único candidato de centro na disputa presidencial em 2018. E, assim, amarrando o PSB em São Paulo, Alckmin enfraqueceria uma possível candidatura do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Apoiando França e o PSB em São paulo, o governador ficaria livre para oferecer a vice na chapa ao Palácio do Planalto ao DEM.
 
Mas há resistências no PSDB. Brunco Covas, vice-preveito de São Paulo, afirma: “Sempre vou defender que o PSDB tenha candidatura própria. Há dez anos, por exemplo, fui contra apoiar a eleição do prefeito (Gilberto) Kassab para que o governador fosse candidato pelo PSDB. O Fernando Henrique foi reeleito presidente com palanques de Mário Covas e Paulo Maluf. Tenho certeza de que o Marcio França vai apoiar a eleição de Alckmin independentemente de qualquer contrapartida. Descarto o partido ter um vice”, disse Bruno Covas. (Fonte: Veja)

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