Terça, 21 Maio 2019 | Login
Nesta segunda-feira, 13/05, a Justiça divulgou a autorização da quebra de sigilo bancário do senador Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro, e de seu ex-assessor Fabrício Queiroz, investigado por movimentação atípica de R$ 1,2 milhão em sua conta, conforme relatório do Conselho de Atividades Financeiras (Coaf).
O pedido foi feito pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro e autorizado pelo Tribunal de Justiça daquele Estado, em 24 de abril de 2019, mas não havia sido divulgado até ontem.
A quebra do sigilo se estende não só a Flavio e Queiroz. A esposa do senador, Fernanda Bolsonaro, a empresa de ambos, Bolsotini Chocolates e Café Ltda, as duas filhas de Queiroz, Nathalia e Evelyn, e a esposa do ex-assessor, Marcia, também terão as contas investigadas.
Outros 88 ex-funcionários do gabinete liderado por Flavio Bolsonaro, seus familiares e empresas relacionadas a eles serão averiguados. Por este motivo, Danielle Nóbrega e Raimunda Magalhães, irmã e mãe do ex-PM Adriano Magalhães da Nóbrega, visto pelo pelo MP do Rio como chefe do Escritório do Crime, organização de milicianos suspeita de envolvimento no assassinato de Marielle Franco, também serão investigadas. (Fonte:Diário de Pernambuco).
O outro lado
O senador Flávio Bolsonaro nega as acusações. Ele disse que essas investigações, como a "quebra ilegal" de seu sigilo bancário pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, têm o "único objetivo de prejudicar o governo do seu pai, Jair Bolsonaro". Segundo o senador, as investigações vão mostrar a sua inocência.
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O imbróglio com o Exército impede a entrada de veículos no novo Conjunto Habitacional que já está pronto e vai atender 960 famílias.
O prefeito de Osasco, Rogério Lins, se reuniu na noite de segunda-feira, 08/04, com futuros moradores do Conjunto Miguel Costa, em Quitaúna, para comunicar as primeiras tratativas que a Administração teve com o Ministério Público Federal, horas antes, na tentativa de resolver o imbróglio que impede a entrada de pessoas e veículos ao empreendimento. Esse acesso seria feito por uma passagem de nível sobre a linha da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), ou por uma via aberta pela Prefeitura, paralela à linha, e que o Exército também barrou alegando medidas de segurança e que a área pertence à União.
Segundo Lins, a Prefeitura procurou o Ministério Público Federal para tratar a questão e assim evitar a judicialização, o que poderia postergar ainda mais a entrega das 960 unidades, que já estão prontas e cujas 380 primeiras unidades deveriam ter sido entregues em dezembro passado.
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No encontro com o MPF foram apresentadas quatro alternativas provisórias até que ocorra a construção de um viaduto sobre a linha do trem ligando a Avenida dos Autonomistas ao empreendimento, ainda sem previsão para início de obras e que deverá levar 18 meses para a conclusão, ao custo aproximado de R$ 18 milhões.
Das quatro alternativas provisórias apresentadas ao Ministério Público e que tanto CPTM quanto Exército não concordam, duas são as acima citadas. Uma terceira seria o acesso restrito apenas a veículos de serviços essenciais, como ambulância, entrega de gás e transporte escolar, também rejeitada, e a quarta sugerida: a construção de um bolsão de estacionamento ao lado de uma padaria, situada nas proximidades da entrada principal do quartel de Quitaúna.
Assim, os moradores que têm carro poderiam deixar o veículo no local e a Prefeitura cederia ônibus 24 horas gratuitamente para o transporte dos moradores (com passagem sobre a linha da CPTM) até o interior do empreendimento.
“Nas três alternativas não houve concordância. Essa quarta opção surgiu quase no fim da reunião. Vamos ver se a construção desse bolsão é viável e se na próxima reunião com o promotor, na próxima seguda-feira, há a concordância da CPTM e do Exército. Nossa intenção é resolver isso de forma amigável para evitar a judicialização. Mas, se não houver acordo, não teremos outra alternativa”, disse o chefe do Executivo.
Construído em parceria entre a prefeitura e o governo federal, por meio do Programa Minha Casa Minha Vida (PAC2), o conjunto habitacional abrigará famílias do próprio Miguel Costa, do Jardim Santa Rita, e do Jardim Rochdale.
Participaram da reunião com o prefeito os secretários Lau Alencar (Serviços e Obras), Cláudio Monteiro (Habitação e Desenvolvimento Urbano), Sérgio Di Nizzo (Governo), Ivo Gobatto Júnior (Assuntos Jurídicos), conselheiros, administradores e futuros síndicos do empreendimento. (Texto: Marco Borba - Imagens: Ítalo Cardoso/Secom)
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