Sexta, 23 Agosto 2019 | Login
O processo se refere ao uso de recursos da UTC para a compra de material de campanha, em 2012.
 
O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) foi condenado pelo crime de caixa dois na última segunda-feira (19/8). A informação é do jornal Folha de S. Paulo. O processo contra o petista nasceu de uma apuração que visava identificar o uso de recursos da empreiteira UTC na confecção de material da campanha de Haddad para a prefeitura em 2012.
Conforme o processo, a Justiça Eleitoral decretou pena de 4 anos e 6 meses de reclusão, e 18 dias-multa, cada um no valor de um salário mínimo vigente à época. Haddad foi candidato à Presidência da República em 2018, no lugar de Lula, que está preso desde abril de 2018, condenado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.
Na decisão, o juiz Francisco Carlos Inouye Shintate absolveu Haddad de outras acusações, como formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. A defesa, no entanto, deve recorrer à decisão da 1ª Vara Eleitoral. O argumento é de que a condenação apoiou-se apenas na delação premiada do empresário e dono da UTC Engenharia, Ricardo Pessoa — que teria sido prejudicado por Haddad, por cancelar os contratos com a Prefeitura.
A defesa de Haddad afirmou também que o dono da gráfica que imprimiu os materiais utilizados na propaganda eleitoral “reconheceu que a campanha de Haddad não foi beneficiada com os materiais". O ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto também foi condenado a dez anos de reclusão por lavagem e ocultação de bens.
“O juiz absolveu Fernando Haddad de lavagem de dinheiro e corrupção, crimes dos quais ele não foi acusado. Condenou-o por centenas de falsidades quando a acusação mal conseguiu descreve uma. A lei estabelece que a sentença é nula quando condena o réu por crime do qual não foi acusado”, disse a defesa em nota ao jornal. (Informações do Estado de Minas)

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E os três estupradores - Abdelmassih, José de Paiva e João de Deus - deveriam ficar juntos na mesma cela.
 Por Renato Ferreira -
Já faz alguns anos que, estarrecido, o Brasil vem acompanhando as idas e vindas de prisões em regime fechado e domiciliar do médico, Roger Abdelmassih, 75 anos, acusado de cometer dezenas de estupros contra mulheres que o procuravam em seu consultório em São Paulo. Nesta terça-feira, 13, a Justiça de São Paulo suspendeu a prisão domiciliar do estuprador por suspeita de fraude nos laudos de saúde, que permitiram o benefício ao detento. Ele é acusado de estuprar 37 pacientes em sua clínica de reprodução assistida.
 Mas, infelizmente, o Brasil não tinha apenas esse monstro travestido de médico. Ele tem como colegas de crimes semelhantes, o médium João de Deus, de Goiás, e o colega de medicina, José Hilson de Paiva, do Ceará. E todos agiam há décadas usando de sua influência como homens públicos e de conhecimentos médicos e espirituais para convencer e coagir suas vítimas.
Em Goiás
Recentemente, a Justiça de Goiás negou a concessão de prisão domiciliar ao médium João de Deus. De acordo com a juíza Rosângela Rodrigues, de Abadiânia, não há fatos novos que justifiquem o afrouxamento da prisão do médium. Poderoso na cidade, onde a economia girava em torno de seus negócios, João de Deus é acusado também de cometer homicídios, contra suas vítimas.
No Ceará
Outro caso monstruoso envolvendo um médico estuprador foi descoberto há poucos meses no Ceará. Prefeito de Uruburetama, o médico José Hilson de Paiva, foi preso depois que vieram à tona dezenas de casos de estupros praticados pelo médico-prefeito em seu próprio consultório.
Ginecologista, o médico e prefeito estuprador (do PCdoB), Paiva gravava seus próprios crimes contra mulheres simples que o procuravam atrás de cura para seus problemas. Em anos anteriores, José Hilson de Paiva já havia sido acusado desse tipo de crime, mas, acabou sendo absolvido.
Depois dessas últimas acusações que estarreceram diretores do Conselho Federal de Medicina, o PCdoB expulsou o médico do seu quadro de filiados. Para evitar que a população fizesse justiça com as próprias mãos, a Justiça do Ceará transferiu o médico monstro para a Unidade Prisional Irmã Imelda Lima Pontes, em Aquiraz.
Prisão perpétua
Mas, se esses monstros, travestidos de médicos e médiuns, podem sofrer agressões por outros presos ou pela população, uma boa sugestão seria prisão perpétua para os três. E mais: deveriam ficar juntos numa mesma cela, pois, quem sabe assim, eles resolveriam seus desejos sexuais sem ter que abusar de pessoas simples no seio da sociedade. (Renato Ferreira)
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Para presidente do TJ-SP, paralisação representa um risco à economia pública. Decisão de 1ª Instância havia suspendido serviço, após reivindicação de associação que alertava sobre riscos e perda de patrimônio histórico.
Nesta sexta-feira, 09/08, a Justiça liberou a retomada da obra da Prefeitura de São Paulo no Vale do Anhangabaú, no Centro da capital. Para o presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP), a paralisação representa um risco à economia pública.
Há uma semana, a Justiça atendeu ao pedido da Associação Preserva SP para embargar a obra de qualificação do espaço devido à falta de discussões com a sociedade sobre a intervenção em um local de importância histórica para o município, e também devido à falta de um estudo de viabilidade ambiental e arqueológico. Paralelamente, o Ministério Público abriu um inquérito para investigar os gastos com as obras.
Obra no Vale Anhagabaú
Segundo o projeto da mega-obra, o Vale do Anhangabaú ficará assim
A prefeitura recorreu da decisão e respondeu aos questionamentos, afirmando que o projeto foi orçado em R$ 3,8 milhões e houve aprovação junto a todos os órgãos responsáveis pela preservação do patrimônio histórico do município, além de discussão com os conselhos públicos.
Nesta sexta-feira, o desembargador Manoel de Queiroz Pereira Calças autorizou a retomada das obras, destacando o prejuízo financeiro que a paralisação causa a toda a sociedade. “Cada dia de paralisação da obra representa prejuízo estimado ao município de São Paulo de R$ 42.744,66, isso levando em conta apenas os custos contratuais referentes à remuneração de 108 funcionários e 38 equipamentos mobilizados”, disse.
Na decisão, o juiz incluiu ainda a manifestação favorável ao projeto por parte do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade (Conpresp) e do Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado (Condephaat), e acrescentou que o foi debatido com a sociedade civil, como, por exemplo, em apresentação pública ocorrida em 2015.
“Não se trata de intervenção feita “de imediato” e à sorrelfa, o que ganha relevância especialmente ante a ausência de oposição administrativa ou judicial anterior, em momento em que o prejuízo à Municipalidade teria sido muito menor (ao contrário do que se dá agora, quando a obra já está iniciada e o local foi transformado em um imenso canteiro de obras)”, escreveu em sua decisão. (G1)
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Ele estava foragido há um ano e dois meses. Políticos corruptos estão apavorados com o que o doleiro possa declarar em depoimento.
 
Uma nova prisão feita nesta quarta-feira, 31/07, pela Polícia Federal, deverá tirar o sono de políticos corruptos, principalmente, os envolvidos no Petrolão, esquema de corrupção que assaltou a Petrobras. Trata-se da prisão de Dario Messer, conhecido como ‘doleiro dos doleiros’. Ele foi preso na tarde de hoje, nos Jardins, em São Paulo, pela Operação "Câmbio, desligo", braço da Lava Jato no Rio de Janeiro.
Messer estava foragido desde 3 de maio de 2018, quando a Justiça decretou a sua prisão preventiva. A prisão do "doleiro dos doleiros" foi decretada pelo juiz Marcelo Bretas, comandante da Operação Jato no Rio.
Lavagem de dinheiro
E por que políticos corruptos estariam preocupados com a prisão de Dario Messer? Justamente, porque em qualquer esquema de corrupção, como o Petrolão, um dos maiores do mundo, o objetivo dos criminosos é a lavagem de dinheiro dos recursos desviados. E para esse crime, os esquemas de corrupção contam com a participação dos doleiros.
A operação "Câmbio, desligo" investiga um grande esquema de movimentação de recursos ilícitos, tanto no Brasil como no exterior. São movimentações em dólares, entregas de dinheiro em espécie, pagamentos de boletos e compra e venda de cheques de comerciantes.
Quando a operação foi deflagrada, a delação dos doleiros Vinícius Vieira Barreto Claret, o Juca Bala, e Cláudio Fernando Barbosa, o Tony, contribuíram nas investigações, cujo alvo principal era Dario Messer. Ela era apontado como controlador de um banco em Antígua e Barbuda com 429 clientes, até meados de 2013.
Cerco fechado
Ainda em julho, a Polícia Federal deu um passo importante para encontrar Messer, quando prendeu um dos principais homens de sua confiança, Mario Libmann. Ele e seu filho, Rafael, são suspeitos de suposta lavagem de dinheiro em benefício de Messer. As investigações mostram que somente o Rafael tem 18 apartamentos de luxo. As informações são do Ministério Público Federal.
Segundo a Procuradoria da República no Rio, "foram adquiridos imóveis no Rio de Janeiro e em São Paulo por Rafael Libman e Denise Messer, com pagamento em espécie diretamente das contas de Dario Messer".
Na decisão que decretou a prisão do operador, o juiz federal Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, afirmou que, "segundo apurado pelo MPF, Rafael Libman conta atualmente com dezoito apartamentos em áreas nobres do RJ e SP, além da fração ideal de dois terrenos para construção".
"Ao que parece, Rafael investiu na aquisição de bens imóveis com montante repassado por Dario Messer, configurando prática comum no delito de lavagem de capital", disse Bretas.
Líder da Organização
Através da operação "Câmbio, Desligo", a Polícia Federal expandiu as investigações mirando a atuação de muitos outros doleiros, no Brasil e no Exterior.
Em junho de 2018, Dario Messer foi denunciado pela Procuradoria da República e apontado como líder da organização criminosa. O processo elenca uma lista com 62 acusados. Portanto, nos próximos dias é possível aparecer muita gente desse grande esquema de corrupção e lavagem de dinheiro.
"O denunciado Dario Messer era líder da organização criminosa. Ele criou uma rede de lavagem de dinheiro, essencial para a prática de crimes como corrupção, sonegação tributária e evasão de divisas. Era sócio capitalista do 'negócio', no qual angariava 60% dos lucros, e ainda financiava o sistema, aportando nele recursos próprios", afirma o Ministério Público Federal.
Segundo a Polícia Federal, uma das formas que Operação Lava Jato tem para recuperar o dinheiro desviado da Petrobras é leiloando os bens dos réus.
São bens como imóveis, automóveis, lancha, relógios e até mesmo vinho que já foram a leilão. Os recursos arrecadados com a venda dos bens dos criminosos são depositados em uma conta judicial de onde podem retornar aos cofres da Petrobras. (Renato Ferreira com informações do Portal R7)
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Nesta terça-feira, 30/07, a deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) e o presidente do MP Pró-Sociedade, Renato Varalda, protocolaram no Senado Federal um pedido de impeachment contra o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Dias Toffoli.
O pedido trata especialmente da decisão do ministro que suspendeu o andamento de processos que envolvam dados compartilhados por órgãos de controle, como o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras). Segundo a determinação, para dar continuidade a um inquérito desse tipo, será preciso autorização judicial.
“Tal decisão monocrática, além de contrariar a Constituição Federal e diversas leis, trouxe contrariedade ao que foi estabelecido pelo Plenário do STF”, diz o texto do pedido.
A decisão de Toffoli afeta diretamente a investigação sobre o filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que apura se ele praticou movimentação ilegal de dinheiro, com lavagem e organização criminosa. Os crimes teriam acontecido quando o policial militar Fabrício Queiroz, suposto operador do esquema, era assessor de Flávio. Com o aval de Toffoli, a investigação sobre ele fica paralisada.
Essa decisão foi criticada por algumas entidades, incluindo a força-tarefa da Operação Lava Jato. Segundo comunicado feito em conjunto com a força-tarefa da Operação Greenfield, a decisão “contraria recomendações internacionais de conferir maior amplitude à ação das unidades de inteligência financeira, como o COAF, inclusive em sua interação com os órgãos públicos para prevenir e reprimir a lavagem de dinheiro”.
Janaina Paschoal, eleita em 2018 com dois milhões de votos, também foi autora do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). (Jovem Pan)
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A ex-parlamentar relatou ter sido comunicada pelo Telegram de uma invasão em seu aplicativo, no dia 12 de maio.
 
As investigações da Polícia Federal sobre conversas de autoridades rakeadas e os vazamentos do site Intercpt, começam a revelar contatos do jornalista Gleen Greenwald com políticos brasileiros. A ex-deputada federal Manuela D´Ávila (PCdoB), candidata a vice-presidente na chapa petista de Fernando Haddad, em 2018, admitiu nesta sexta-feira, 26/07, que foi ela quem passou o contato do jornalista Glenn Greenwald, editor do site The Intercept Brasil, ao hacker Walter Delgatti Neto
Depoimento do hacker
Também hoje, em depoimento à Polícia Federal, Delgatti afirmou que entrou em contato com a ex-deputada no dia 12 de maio, domingo de Dia das Mães, para dizer que tinha um acerto de conversas do MPF contendo irregularidades.
Posteriormente, ele conversou com o jornalista do The Intercept e mostrou o material que havia obtido no Telegram dos procuradores da República Deltan Dallagnol, Orlando Martelo Júnior, Diogo Castor e Januário Paludo.
No depoimento para PF, Delgatti afirmou que não realizou qualquer edição dos conteúdos das contas de Telegram das quais teve acesso. O suposto hacker disse que acredita não ser possível fazer edição das mensagens do Telegram em razão do formato utilizado pelo aplicativo.
Todos os contatos telefônicos, segundo Delgatti, foram obtidos por meio de invasões a telefones celulares. Conforme o depoimento, ele conseguiu o contato da ex-deputada por meio da agenda do Telegram da ex-presidente Dilma Rousseff.
O contato da petista, por sua vez, ele havia conseguido através da lista de contato do Telegram do ex-governador do Rio de Janeiro Luiz Fernando Pezão. Delgatti, no entanto, diz não se recordar como obteve o número de Pezão.
Segundo o depoimento de Delgatti, em um primeiro momento Manuela não havia acreditado no material, por isso relutou em passar o contato do editor do Intercept.
Ele então enviou um áudio de uma conversa entre os procuradores Orlando Martelo Júnior e Januário Paludo. Cerca de 10 minutos após ter mandado o documento, Delgatti diz ter recebido uma mensagem no Telegram de Glenn Greenwald.
Ainda conforme o depoimento à Polícia Federal, Glenn teria dito ao hacker que tinha interesse no material. Delgatti começou a passar os conteúdos pelo próprio Telegram, mas como eram muito pesados, criou uma conta na nuvem e passou a senha para o jornalista.
Versão de Manuela
Em nota divulgada à imprensa nesta sexta-feira, a ex-deputada Manuela D’Ávila (PCdoB) confirmou que passou o contato do jornalista Glenn Greenwald, do site The Intercept Brasil a alguém que dizia ter “obtido provas de graves atos ilícitos praticados por autoridades brasileiras”.
Na nota, Manuela informa que desconhece a identidade do invasor de seu celular. “Estou, por isso, orientando os meus advogados a procederem a imediata entrega das cópias das mensagens que recebi pelo aplicativo Telegram à Polícia Federal”, informou.
Leia a íntegra da nota:
NOTA À IMPRENSA
"Tomando ciência, pela imprensa, de alusões feitas ao meu nome na investigação de fatos divulgados pelo “The Intercept Brasil”, e por me encontrar no exterior em atividades programadas desde o início do corrente ano, esclareço que:
1. No dia 12 de maio, fui comunicada pelo aplicativo Telegram de que, naquele mesmo dia, meu dispositivo havia sido invadido no Estado da Virginia, Estados Unidos. Minutos depois, pelo mesmo aplicativo, recebi mensagem de pessoa que, inicialmente, se identificou como alguém inserido na minha lista de contatos para, a seguir, afirmar que não era quem eu supunha que fosse, mas que era alguém que tinha obtido provas de graves atos ilícitos praticados por autoridades brasileiras. Sem se identificar, mas dizendo morar no exterior, afirmou que queria divulgar o material por ele coletado para o bem do país, sem falar ou insinuar que pretendia receber pagamento ou vantagem de qualquer natureza.
2. Pela invasão do meu celular e pelas mensagens enviadas, imaginei que se tratasse de alguma armadilha montada por meus adversários políticos. Por isso, apesar de ser jornalista e por estar apta a produzir matérias com sigilo de fonte, repassei ao invasor do meu celular o contato do reconhecido e renomado jornalista investigativo Glenn Greenwald.
3. Desconheço, portanto, a identidade de quem invadiu meu celular, e desde já, me coloco a inteira disposição para auxiliar no esclarecimento dos fatos em apuração. Estou, por isso, orientando os meus advogados a procederem a imediata entrega das cópias das mensagens que recebi pelo aplicativo Telegram à Polícia Federal, bem como a formalmente informarem, a quem de direito, que estou à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos sobre o ocorrido e para apresentar meu aparelho celular à exame pericial". (R7 e Agência Brasil)
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Conversas divulgadas pelo site "The Intercept" sugerem que o então juiz Sergio Moro combinava atuações com Procuradores. Veja aqui também quem é Glenn Greenwald, dono do site americano.
 
Um comunicado emitido pela Força-tarefa da Lava Jato revela preocupação de procuradores sobre conteúdo privado e profissional revelados, os quais teriam sido captados de celulares por um hacker. Seriam mensagens trocadas entre o então juiz Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol. O conteúdo foi capturado do aplicativo Telegram.
Parte do conteúdo foi publicado pelo site The Intercept. Algumas mensagens, por exemplo, mostravam preocupação sobre uma eventual entrevista de Lula, autorizada pelo ministro Ricardo Lewandowski que seria dada pouco antes das eleições de 2018.
A força-tarefa fala de ter sido alvo de hacker justamente dias após o agora ministro Sergio Moro ter relatado que seu celular foi invadido. “Procuradores mostram tranquilidade quanto à legitimidade da atuação, mas revelam preocupação com segurança pessoal e com falsificação e deturpação do significado de mensagens”, diz o comunicado.
Moro também se manifestou em nota pessoal sobre as denúncias e declarou que lamenta “a falta de indicação de fonte de pessoa responsável pela invasão criminosa de celulares de procuradores”. Ele classifica o conteúdo como “supostas mensagens” e diz que “não se vislumbra qualquer anormalidade ou direcionamento da atuação enquanto magistrado, apesar de terem sido retiradas de contexto e do sensacionalismo das matérias, que ignoram o gigantesco esquema de corrupção revelado pela Operação Lava Jato”.
A íntegra do comunicado da Força-tarefa da Lava Jato
"A ação vil do hacker invadiu telefones e aplicativos de procuradores da Lava Jato usados para comunicação privada e no interesse do trabalho, tendo havido ainda a subtração de identidade de alguns de seus integrantes. Não se sabe exatamente ainda a extensão da invasão, mas se sabe que foram obtidas cópias de mensagens e arquivos trocados em relações privadas e de trabalho. Dentre as informações ilegalmente copiadas, possivelmente estão documentos e dados sobre estratégias e investigações em andamento e sobre rotinas pessoais e de segurança dos integrantes da força-tarefa e de suas famílias.
Há a tranquilidade de que os dados eventualmente obtidos refletem uma atividade desenvolvida com pleno respeito à legalidade e de forma técnica e imparcial, em mais de cinco anos de Operação.
Contudo, há três preocupações. Primeiro, os avanços contra a corrupção promovidos pela Lava Jato foram seguidos, em diversas oportunidades, por fortes reações de pessoas que defendiam os interesses de corruptos, não raro de modo oculto e dissimulado.
A violação criminosa das comunicações de autoridades constituídas é uma grave e ilícita afronta ao Estado e se coaduna com o objetivo de obstar a continuidade da Operação, expondo a vida dos seus membros e famílias a riscos pessoais. Ninguém deve ter sua intimidade – seja física, seja moral – devassada ou divulgada contra a sua vontade. Além disso, na medida em que expõe rotinas e detalhes da vida pessoal, a ação ilegal cria enormes riscos à intimidade e à segurança dos integrantes da força-tarefa, de seus familiares e amigos.
Em segundo lugar, uma vez ultrapassados todos os limites de respeito às instituições e às autoridades constituídas na República, é de se esperar que a atividade criminosa continue e avance para deturpar fatos, apresentar fatos retirados de contexto, falsificar integral ou parcialmente informações e disseminar “fake news”.
Entretanto, os procuradores da Lava Jato não vão se dobrar à invasão imoral e ilegal, à extorsão ou à tentativa de expor e deturpar suas vidas pessoais e profissionais. A atuação sórdida daqueles que vierem a se aproveitar da ação do “hacker” para deturpar fatos, apresentar fatos retirados de contexto e falsificar integral ou parcialmente informações atende interesses inconfessáveis de criminosos atingidos pela Lava Jato.
Por fim, os procuradores da Lava Jato em Curitiba mantiveram, ao longo dos últimos cinco anos, discussões em grupos de mensagens, sobre diversos temas, alguns complexos, em paralelo a reuniões pessoais que lhes dão contexto. Vários dos integrantes da força-tarefa de procuradores são amigos próximos e, nesse ambiente, são comuns desabafos e brincadeiras. Muitas conversas, sem o devido contexto, podem dar margem para interpretações equivocadas. A força-tarefa lamenta profundamente pelo desconforto daqueles que eventualmente tenham se sentido atingidos.
Diante disso, em paralelo à necessária continuidade de seu trabalho em favor da sociedade, a força-tarefa da Lava Jato estará à disposição para prestar esclarecimentos sobre fatos e procedimentos de sua responsabilidade, com o objetivo de manter a confiança pública na plena licitude e legitimidade de sua atuação, assim como de prestar contas de seu trabalho à sociedade.
Contudo, nenhum pedido de esclarecimento ocorreu antes das publicações, o que surpreende e contraria as melhores práticas jornalísticas. Esclarecimentos posteriores, evidentemente, podem não ser vistos pelo mesmo público que leu as matérias originais, o que também fere um critério de justiça. Além disso, é digno de nota o viés tendencioso do conteúdo até o momento divulgado, o que é um indicativo que pode confirmar o objetivo original do hacker de, efetivamente, atacar a operação Lava Jato.
De todo modo, eventuais críticas feitas pela opinião pública sobre as mensagens trocadas por seus integrantes serão recebidas como uma oportunidade para a reflexão e o aperfeiçoamento dos trabalhos da força-tarefa.
Em paralelo à necessária reflexão e prestação de contas à sociedade, é importante dar continuidade ao trabalho. Apenas neste ano, dezenas de pessoas foram acusadas por corrupção e mais de 750 milhões de reais foram recuperados para os cofres públicos. Apenas dois dos acordos em negociação poderão resultar para a sociedade brasileira na recuperação de mais de R$ 1 bilhão em meados deste ano. No total, em Curitiba, mais de 400 pessoas já foram acusadas e 13 bilhões de reais vêm sendo recuperados, representando um avanço contra a criminalidade sem precedentes. Além disso, a força-tarefa garantiu que ficassem no Brasil cerca de 2,5 bilhões de reais que seriam destinados aos Estados Unidos.
Em face da agressão cibernética, foram adotadas medidas para aprimorar a segurança das comunicações dos integrantes do Ministério Público Federal, assim como para responsabilizar os envolvidos no ataque hacker, que não se confunde com a atuação da imprensa. Desde o primeiro momento em que percebidas as tentativas de ataques, a força-tarefa comunicou a Procuradoria-Geral da República para que medidas de segurança pudessem ser adotadas em relação a todos os membros do MPF. Na mesma direção, um grupo de trabalho envolvendo diversos procuradores da República foi constituído para, em auxílio à Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação da PGR, aprofundar as investigações e buscar as melhores medidas de prevenção a novas investidas criminosas.
Em conclusão, os membros do Ministério Público Federal que integram a força-tarefa da operação Lava Jato renovam publicamente o compromisso de avançar o trabalho técnico, imparcial e apartidário e informam que estão sendo adotadas medidas para esclarecer a sociedade sobre eventuais dúvidas sobre as mensagens trocadas, para a apuração rigorosa dos crimes sob o necessário sigilo e para minorar os riscos à segurança dos procuradores atacados e de suas famílias". (Fonte: Veja).
 
Jornalista americano usa site para alavancar carreira do marido
Jornalista amercano e seu namorado brasileiro
O deputado Federal, David Miranda (PSOL) vive no Brasil com o jornalista Glenn Greenwald
Conforme matéria do Portal R7, desde que se instalou no Brasil, em 2016, o site The Intercept tem adotado uma linha editorial que passa longe da isenção esperada de um veículo de imprensa internacional. Os artigos do site encabeçado pelo jornalista Glenn Greenwald servem apenas aos interesses dos partidos de esquerda.
Greenwald ficou conhecido no mundo todo após publicar vazamentos de dados da NSA (agencia de segurança dos EUA), abastecido pelo ex-agente Edward Snowden.
Radicado no Rio de Janeiro e casado com o brasileiro David Miranda, ele resolveu criar uma versão em português para o site. O jornalista americano tem também relacionamento estreito com o ex-presidente Lula, condenado e preso pela Lava Jato.
Lula e o jornalista americano
O jornalista americano Glenn Greenwald e o ex-presidente Lula
Miranda é considerado o braço direito de Greenwald. O nome dele veio a público em 2013, após ser detido por nove horas no aeroporto de Heathrow, em Londres, sob a legislação antiterrorista, além de ter documentos ligados aos vazamentos de Snowden confiscados.
A carreira política de Miranda começou justamente quando o The Intercept inaugurou sua versão brasileira. Em outubro de 2016, ele foi eleito vereador no Rio de Janeiro pelo PSOL. No começo deste mês, garantiu uma vaga de suplente de deputado federal pela mesma sigla. David Miranda assumiu o cargo após a renúncia de Jean Wyllys. (R7)
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A decisão é da 2ª Vara Criminal de Osasco. No final de 2016, ao lado de outros 13 vereadores, André Sacco foi detido preventivamente acusado de manter funcionários fantasmas em seu gabinete.
 
O médico e ex-vereador André Sacco Junior não é mais réu no caso conhecido como "Caça-Fantasmas", operação instaurada pelo Ministério Público do Estado para apurar denúncias de funcionários fantasmas na Câmara Municipal de Osasco. Em primeira instância, a Justiça o absolveu da acusação. A decisão foi assinada pela juíza Ana Paula Achoa Mezher, da 2ª Vara Criminal do Fórum de Osasco.
Conforme o processo, André Sacco e mais 13 vereadores foram presos preventivamente em 6 de dezembro de 2015. Segundo as investigações, os funcionários eram contratados, recebiam salários, mas, não compareciam para trabalhar. No dia 30 de dezembro daquele ano, os vereadores foram soltos por decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo. Em sua decisão, a magistrada de Osasco acatou os argumentos do advogada de defesa, Flário Christensen Nobre.
Além do ex-vereador Sacco, foram também absolvidos no processo os seus ex-funcionários Eliabe Vicente dos Santos, Tito Livio Caruso Bernardi, Rosemary Biazotti Mogari, Wesley Guaracy Morales Basso, e Wilson Pedroso. O Ministério Público ainda poderá recorrer da decisão judicial.
Conforme a Operação Caça-Fantasmas, deflagrada em agosto de 2015, 14 vereadores e 205 assessores foram denunciados pelos crimes de organização criminosa e de estelionato. Ainda segundo as investigações, foi identificado o desvio de R$ 21 milhões. Os demais vereadores acusados continuam ainda como réus na Caça-Fantasmas. (Com informações do Diário da Região e Giro S/A)
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Os envolvidos são acusados pelo Ministério Público de integrarem um esquema de pagamento de propina pela construtora Odebrecht.
 
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os ex-ministros Antônio Palocci, Paulo Bernardo e o empresário Marcelo Odebrecht viraram réus na 10ª Vara Federal de Brasília. O juiz Vallisney de Souza Oliveira aceitou a denúncia oferecida pelo ministério Público contra os acusados de integrarem um esquema de pagamento de propina. Paulo Bernardo é marido da deputada Federal, Gleisi Hoffmann, presidente nacional do Partido dos Trabalhadores.
De acordo com a investigação conduzida pela Polícia Federal, Lula, Palocci e Paulo Bernardo atuaram, a pedido da empreiteira Odebrecht para aumentar o valor de um empréstimo que o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) faria para Angola. Posteriormente, de acordo com o Ministério Público, a construtora se beneficiou angariando parte do repasse.
A denúncia afirma que a empresa ofereceu a Lula, em 2010, R$ 64 milhões, que foram colocado à disposição do PT. Lula e os ministros teriam cometido o crime de corrupção passiva e Marcelo de corrupção. Ernesto Sá Vieira e Luiz Antonio Mameri também se tornaram réus na mesma ação.
Outras condenações
Condenado pelo caso do triplex do Guarujá pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, Lula já se encontra preso desde 7 de abril de 2018, na Polícia Federal de Curitiba. O ex-presidente petista já foi também condenado na primeira instância pelos mesmos crimes no caso do sítio de Atibaia e o caso deve ser julgado nos próximos meses pelos desembargadores do TRF4 (Tribunal Regional Federa, de Porto Alegre.(Com informações do Estado de Minas)
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Para a oposição, isso foi uma derrota de Sérgio Moro. Porém, muitos acreditam que esses 228 parlamentares, votaram contra o combate à corrupção e assinaram um atestado de culpa.

 

Por 228 votos a favor e 210 contra, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 22/05, após muitas discussões, a Medida Provisória do presidente Jair Bolsonaro (PSL) que reestrutura o governo federal. A MP reduz de 29 para 22 Ministérios. Na mesma sessão e com votos da oposição e de parte do Centrão, os deputados retiraram o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), das mãos do ministro Sérgio Moro. O Projeto segue agora para votação no Senado, que poderá apresentar mudanças.

Assim, por decisão desses 228 deputados, o Coaf ficará no Ministério da Economia, sob o comando do ministro Paulo Guedes. Para a oposição e parte do Centrão, essa aprovação foi uma derrota para o Governo Bolsonaro e, principalmente, para Sérgio Moro.

Mas, será que foi mesmo uma derrota de Sérgio Moro? Na opinião dos governistas, esses 228 parlamentares votaram contra o combate à corrupção e assinaram um atestado de culpa. Pela proposta de Sérgio Moro, era importante que o Coaf ficasse no Ministério da Justiça a fim de facilitar o trabalho de um órgão de inteligência financeira nas investigações dos crimes financeiros e, consequentemente, o caminho de crimes de lavagem de dinheiro.

Sergio Moro

Ministro da Justiça, Sérgio Moro - "O Governo continuará combatendo a corrupção mesmo com o Coaf no Ministério da Economia"

E o próprio Moro não reconhece que foi uma derrota. Para, o importante é que o Governo dê total apoio ao combate à corrupção. Segundo os ministros Sérgio Moro e Paulo Guedes, o governo não terá nenhum problema para investigar as movimentações financeiras irregulares e nem para seguir o caminho de dinheiro desviado, uma vez que tudo será compartilhado entre os dois Ministérios. Paulo Guedes já garantiu, inclusive, que manterá toda a estrutura do Coaf montada por Sérgio Moro.

O Centrão, grupo informal da Câmara dos Deputados, é formado por cerca de 200 deputados de partidos como PP, DEM, PR, PRB, MDB e Solidariedade, e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM). Nos últimos meses, esses deputados vêm dificultando a tramitação de propostas do Governo, como o avanço na votação da reforma da Previdência, que está sendo discutida na Comissão Especial. O Centrão reclama da "falta de articulação" por parte do Governo Federal. (Renato Ferreira com informação de agências)

 

Veja, por Estado, como os deputados votaram:

Destaque: O tucano Aécio Neves (MG) votou contra o Coaf com Moro; enquanto o petista Vicentinho (PT) votou a favor.

CONTRA O COAF NA JUSTIÇA:

Roraima

Edio Lopes PL

Jhonatan de Jesus PRB

Joenia Wapichana REDE

Otaci Nascimento Solidaried

Amapá

André Abdon PP

Camilo Capiberibe PSB

Professora Marcivania PCdoB

Vinicius Gurgel PL

Pará

Airton Faleiro PT

Beto Faro PT

Cristiano Vale PL

Edmilson Rodrigues PSOL

Eduardo Costa PTB

Olival Marques DEM

Vavá Martins PRB

Amazonas

Átila Lins PP

Bosco Saraiva Solidaried

José Ricardo PT

Marcelo Ramos PL

Rondônia

Silvia Cristina PDT

Acre

Dra. Vanda Milani Solidaried

Flaviano Melo MDB

Jéssica Sales MDB

Jesus Sérgio PDT

Manuel Marcos PRB

Perpétua Almeida PCdoB

Tocantins

Carlos Henrique Gaguim DEM

Célio Moura PT

Dulce Miranda MDB

Osires Damaso PSC

Professora Dorinha Seabra Rezende DEM

Tiago Dimas Solidaried

Vicentinho Júnior PL

Maranhão

André Fufuca PP

Bira do Pindaré PSB

Cleber Verde PRB

Gastão Vieira PROS

Gil Cutrim PDT

Hildo Rocha MDB

Josimar Maranhãozinho PL

Junior Lourenço PL

Márcio Jerry PCdoB

Marreca Filho Patriota

Pedro Lucas Fernandes PTB

Zé Carlos PT

Ceará

Aj Albuquerque PP

André Figueiredo PDT

Denis Bezerra PSB

Eduardo Bismarck PDT

Genecias Noronha Solidaried

Idilvan Alencar PDT

José Airton Cirilo PT

José Guimarães PT

Leônidas Cristino PDT

Luizianne Lins PT

Mauro Benevides Filho PDT

Moses Rodrigues MDB

Pedro Augusto Bezerra PTB

Robério Monteiro PDT

Piauí

Átila Lira PSB

Flávio Nogueira PDT

Iracema Portella PP

Marcos Aurélio Sampaio MDB

Margarete Coelho PP

Marina Santos Solidaried

Merlong Solano PT

Rejane Dias PT

Rio Grande do Norte

Beto Rosado PP

Natália Bonavides PT

Paraíba

Aguinaldo Ribeiro PP

Damião Feliciano PDT

Frei Anastacio Ribeiro PT

Gervásio Maia PSB

Hugo Motta PRB

Pernambuco

André Ferreira PSC

Augusto Coutinho Solidaried

Carlos Veras PT

Danilo Cabral PSB

Eduardo da Fonte PP

Fernando Coelho Filho DEM

Fernando Monteiro PP

Fernando Rodolfo PL

João H. Campos PSB

Marília Arraes PT

Ossesio Silva PRB

Renildo Calheiros PCdoB

Silvio Costa Filho PRB

Tadeu Alencar PSB

Wolney Queiroz PDT

Alagoas

Arthur Lira PP

Isnaldo Bulhões Jr. MDB

Nivaldo Albuquerque PTB

Paulão PT

Sergio Toledo PL

Severino Pessoa PRB

Sergipe

Bosco Costa PL

Fabio Reis MDB

Gustinho Ribeiro Solidaried

João Daniel PT

Laercio Oliveira PP

Bahia

Abílio Santana PL

Afonso Florence PT

Alice Portugal PCdoB

Arthur Oliveira Maia DEM

Cacá Leão PP

Daniel Almeida PCdoB

Elmar Nascimento DEM

Félix Mendonça Júnior PDT

João Carlos Bacelar PL

Jorge Solla PT

Joseildo Ramos PT

Lídice da Mata PSB

Marcelo Nilo PSB

Márcio Marinho PRB

Mário Negromonte Jr. PP

Nelson Pellegrino PT

Pastor Sargento Isidório Avante

Paulo Azi DEM

Raimundo Costa PL

Ronaldo Carletto PP

Tito Avante

Valmir Assunção PT

Waldenor Pereira PT

Zé Neto PT

Minas Gerais

Aécio Neves PSDB

Áurea Carolina PSOL

Dimas Fabiano PP

Fábio Ramalho MDB

Gilberto Abramo PRB

Greyce Elias Avante

Lafayette de Andrada PRB

Leonardo Monteiro PT

Luis Tibé Avante

Margarida Salomão PT

Mário Heringer PDT

Mauro Lopes MDB

Odair Cunha PT

Padre João PT

Patrus Ananias PT

Paulo Abi-Ackel PSDB

Paulo Guedes PT

Pinheirinho PP

Reginaldo Lopes PT

Rodrigo de Castro PSDB

Rogério Correia PT

Vilson da Fetaemg PSB

Espírito Santo

Amaro Neto PRB

Helder Salomão PT

Rio de Janeiro

Alessandro Molon PSB

Alexandre Serfiotis PSD

Altineu Côrtes PL

Aureo Ribeiro Solidaried

Benedita da Silva PT

Chico D`Angelo PDT

Chiquinho Brazão Avante

Christino Aureo PP

Daniela do Waguinho MDB

Dr. Luiz Antonio Teixeira Jr. PP

Glauber Braga PSOL

Gutemberg Reis MDB

Jandira Feghali PCdoB

Jorge Braz PRB

Juninho do Pneu DEM

Luiz Antônio Corrêa S.Part.

Marcelo Freixo PSOL

Otoni de Paula PSC

Paulo Ramos PDT

Rosangela Gomes PRB

Vinicius Farah MDB

São Paulo

Alencar Santana Braga PT

Alexandre Leite DEM

Alexandre Padilha PT

Arlindo Chinaglia PT

Baleia Rossi MDB

Carlos Zarattini PT

David Soares DEM

Fausto Pinato PP

Geninho Zuliani DEM

Guilherme Mussi PP

Herculano Passos MDB

Ivan Valente PSOL

Luiz Carlos Motta PL

Luiza Erundina PSOL

Maria Rosas PRB

Milton Vieira PRB

Nilto Tatto PT

Orlando Silva PCdoB

Paulo Pereira da Silva Solidaried

Paulo Teixeira PT

Policial Katia Sastre PL

Roberto Alves PRB

Rui Falcão PT

Vinicius Carvalho PRB

Mato Grosso

Neri Geller PP

Professora Rosa Neide PT

Valtenir Pereira MDB

Celina Leão PP

Erika Kokay PT

Flávia Arruda PL

Julio Cesar Ribeiro PRB

Goiás

Adriano do Baldy PP

Alcides Rodrigues PRP

Glaustin Fokus PSC

Lucas Vergilio Solidaried

Magda Mofatto PL

Professor Alcides PP

Rubens Otoni PT

Mato Grosso do Sul

Beto Pereira PSDB

Bia Cavassa PSDB

Vander Loubet PT

Paraná

Enio Verri PT

Gleisi Hoffmann PT

Hermes Parcianello MDB

Ricardo Barros PP

Sergio Souza MDB

Zeca Dirceu PT

Santa Catarina

Pedro Uczai PT

Rio Grande do Sul

Afonso Motta PDT

Bohn Gass PT

Giovani Cherini PL

Heitor Schuch PSB

Henrique Fontana PT

Marcon PT

Maria do Rosário PT

Marlon Santos PDT

Paulo Pimenta PT

Pedro Westphalen PP

Pompeo de Mattos PDT

 

A FAVOR DO COAF NA JUSTIÇA

Roraima

Haroldo Cathedral PSD

Nicoletti PSL

Shéridan PSDB

Amapá

Aline Gurgel PRB

Luiz Carlos PSDB

Pará

Cássio Andrade PSB

Celso Sabino PSDB

Delegado Éder Mauro PSD

Joaquim Passarinho PSD

Júnior Ferrari PSD

Nilson Pinto PSDB

Amazonas

Capitão Alberto Neto PRB

Delegado Pablo PSL

Sidney Leite PSD

Rondônia

Coronel Chrisóstomo PSL

Expedito Netto PSD

Léo Moraes Podemos

Mauro Nazif PSB

Acre

Mara Rocha PSDB

Tocantins

Eli Borges Solidariedade

Maranhão

Edilázio Júnior PSD

Eduardo Braide PMN

Pastor Gildenemyr PMN

Ceará

Capitão Wagner PROS

Célio Studart PV

Domingos Neto PSD

Heitor Freire PSL

Piauí

Júlio Cesar PSD

Rio Grande do Norte

Benes Leocádio PRB

General Girão PSL

Walter Alves MDB

Paraíba

Efraim Filho DEM

Julian Lemos PSL

Pedro Cunha Lima PSDB

Ruy Carneiro PSDB

Pernambuco

André de Paula PSD

Daniel Coelho CIDADANIA

Felipe Carreras PSB

Gonzaga Patriota PSB

Luciano Bivar PSL

Pastor Eurico Patriota

Raul Henry MDB

Ricardo Teobaldo Podemos

Túlio Gadêlha PDT

Alagoas

Jhc PSB

Marx Beltrão PSD

Tereza Nelma PSDB

Sergipe

Fábio Henrique PDT

Fábio Mitidieri PSD

Bahia

Adolfo Viana PSDB

Alex Santana PDT

Antonio Brito PSD

Bacelar Podemos

Igor Kannário PHS

João Roma PRB

José Nunes PSD

Otto Alencar Filho PSD

Paulo Magalhães PSD

Professora Dayane Pimentel PSL

Minas Gerais

Alê Silva PSL

André Janones Avante

Bilac Pinto DEM

Cabo Junio Amaral PSL

Charlles Evangelista PSL

Delegado Marcelo Freitas PSL

Dr. Frederico Patriota

Eduardo Barbosa PSDB

Emidinho Madeira PSB

Enéias Reis PSL

Eros Biondini PROS

Fred Costa Patriota

Igor Timo Podemos

Júlio Delgado PSB

Léo Motta PSL

Lucas Gonzalez NOVO

Misael Varella PSD

Stefano Aguiar PSD

Subtenente Gonzaga PDT

Tiago Mitraud NOVO

Weliton Prado PROS

Espírito Santo

Dra. Soraya Manato PSL

Evair Vieira de Melo PP

Felipe Rigoni PSB

Lauriete PL

Norma Ayub DEM

Sergio Vidigal PDT

Ted Conti PSB

Rio de Janeiro

Carlos Jordy PSL

Chris Tonietto PSL

Clarissa Garotinho PROS

Daniel Silveira PSL

Delegado Antônio Furtado PSL

Felício Laterça PSL

Flordelis PSD

Gelson Azevedo PL

Gurgel PSL

Helio Lopes PSL

Hugo Leal PSD

Lourival Gomes PSL

Luiz Lima PSL

Major Fabiana PSL

Marcelo Calero CIDADANIA

Márcio Labre PSL

Paulo Ganime NOVO

Professor Joziel PSL

Sóstenes Cavalcante DEM

São Paulo

Abou Anni PSL

Adriana Ventura NOVO

Alexandre Frota PSL

Alexis Fonteyne NOVO

Bruna Furlan PSDB

Capitão Augusto PL

Carla Zambelli PSL

Carlos Sampaio PSDB

Celso Russomanno PRB

Coronel Tadeu PSL

Eduardo Bolsonaro PSL

Eduardo Cury PSDB

Eli Corrêa Filho DEM

Enrico Misasi PV

General Peternelli PSL

Guiga Peixoto PSL

Guilherme Derrite PP

Joice Hasselmann PSL

Júnior Bozzella PSL

Kim Kataguiri DEM

Luiz Flávio Gomes PSB

Luiz Philippe de Orleans e Bragança PSL

Marcio Alvino PL

Marco Bertaiolli PSD

Miguel Lombardi PL

Pr. Marco Feliciano Podemos

Renata Abreu Podemos

Roberto de Lucena Podemos

Rodrigo Agostinho PSB

Rosana Valle PSB

Samuel Moreira PSDB

Vanderlei Macris PSDB

Vicentinho PT

Vinicius Poit NOVO

Vitor Lippi PSDB

Mato Grosso

Emanuel Pinheiro Neto PTB

Juarez Costa MDB

Nelson Barbudo PSL

Distrito federal

Bia Kicis PSL

Paula Belmonte CIDADANIA

Professor Israel Batista PV

Goiás

Célio Silveira PSDB

Delegado Waldir PSL

Dr. Zacharias Calil DEM

Elias Vaz PSB

Flávia Morais PDT

Francisco Jr. PSD

Jose Mario Schreiner DEM

José Nelto Podemos

Major Vitor Hugo PSL

Mato Grosso do Sul

Dagoberto Nogueira PDT

Dr. Luiz Ovando PSL

Fábio Trad PSD

Loester Trutis PSL

Rose Modesto PSDB

Paraná

Aliel Machado PSB

Boca Aberta PROS

Christiane de Souza Yared PL

Diego Garcia Podemos

Evandro Roman PSD

Felipe Francischini PSL

Filipe Barros PSL

Gustavo Fruet PDT

Luciano Ducci PSB

Luiz Nishimori PL

Luizão Goulart PRB

Paulo Eduardo Martins PSC

Pedro Lupion DEM

Reinhold Stephanes Junior PSD

Rubens Bueno CIDADANIA

Sargento Fahur PSD

Schiavinato PP

Vermelho PSD

Santa Catarina

Carlos Chiodini MDB

Carmen Zanotto CIDADANIA

Caroline de Toni PSL

Celso Maldaner MDB

Coronel Armando PSL

Daniel Freitas PSL

Darci de Matos PSD

Fabio Schiochet PSL

Geovania de Sá PSDB

Gilson Marques NOVO

Hélio Costa PRB

Ricardo Guidi PSD

Rodrigo Coelho PSB

Rio Grande do Sul

Afonso Hamm PP

Bibo Nunes PSL

Carlos Gomes PRB

Daniel Trzeciak PSDB

Danrlei de Deus Hinterholz PSD

Darcísio Perondi MDB

Giovani Feltes MDB

Liziane Bayer PSB

Lucas Redecker PSDB

Marcel van Hattem NOVO

Marcelo Brum PSL

Marcelo Moraes PTB

Márcio Biolchi MDB

Maurício Dziedricki PTB

Nereu Crispim PSL

Sanderson PSL

Santini PTB

Abstenção

Dr. Jaziel PL-CE

David Miranda PSOL-RJ

Sâmia Bomfim PSOL-SP

Fernanda Melchionna PSOL-RS

Published in Política
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