Terça, 23 Outubro 2018 | Login

 

Neste domingo, 21/10, a uma semana antes do segundo turno das eleições presidenciais entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), milhares de pessoas, vestindo verde e amarelo saíram às de centenas de cidades brasileiras em prol da candidatura de Bolsonaro. Ontem, as manifestações foram a favor de Haddad.

Hoje, as maiores manifestações ocorreram em São Paulo, na Avenida Paulista, no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte e em Brasília. Vestindo as cores do Brasil, as multidões gritavam palavras de ordem contra a corrupção e contra o Partido dos Trabalhadores (PT).

Manifestações em diversas cidades

Maninfestação pro Bolsonaro 2110 Av Paulista

Avenida Paulista

Maninfestação pro Bolsonaro 2110 Rio

Rio de Janeiro

Maninfestação pro Bolsonaro 2110 Brasília

Brasília

Maninfestação pro Bolsonaro 2110 BH

Belo Horizonte

Maninfestação pro Bolsonaro 2110 Vila Velha ES

Vila Velha (ES)

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Grades foram instaladas no acesso ao condomínio do presidenciável do PSL que lidera as pesquisas eleitorais.Local tem tido movimentação intensa de curiosos, apoiadores, correligionários e jornalistas
 
Na manhã desta sexta-feira, 19/10, grades de contenção foram instaladas no acesso ao condomínio onde mora o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. Alguns gradis invadem parte da calçada. Desde a semana passada o local tem tido movimentação intensa de curiosos, que chegam para tirar selfies, apoiadores, correligionários e repórteres.
Policiais federais que fazem a segurança de Bolsonaro também atuam junto à portaria do condomínio. Até então, eles ficavam apenas próximos à casa do candidato, que não pode ser vista da rua. Os agentes abordam quem ingressa no conjunto de casas e não for morador.
Segundo um dos policiais, o reforço na segurança seria "apenas um ajuste nesta reta final de eleições". A instalação das grades, por sua vez, teria partido por decisão do condomínio. Diferentemente dos últimos dias, não houve entrada e saída de políticos na manhã desta sexta. (Fonte: Terra)
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No quesido rejeição, Bolsonaro tem 41%, contra 54% de Haddad
 
 
Conforme pesquisa Datafolha de intenção de voto para a presidência da República divulgada nesta quinta-feira, 18/10, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) segue liderando a disputa do segundo turno com 59% dos votos válidos. O concorrente, Fernando Haddad (PT), tem 41%.
Datafolha votos
Com relação aos votos totais, a pesquisa apresenta Bolsonaro com 50%, Haddad com 35%, brancos e nulos com 10%, e não sabem (ou não responderam) com 5%.
O Datafolha também pesquisou o índice de rejeição dos candidatos. Quando a pergunta foi “entre estes candidatos, gostaria que você me dissesse se votaria com certeza, talvez votasse ou não votaria de jeito nenhum em”, os resultados foram:
Datafolha rejeição
Jair Bolsonaro
Votaria com certeza – 48%
Talvez votasse – 10%
Não votaria de jeito nenhum – 41%
Não sabe – 1%
Fernando Haddad
Votaria com certeza – 33%
Talvez votasse – 12%
Não votaria de jeito nenhum – 54%
Não sabe – 1%
A pesquisa foi feita entre 17 e 18 de outubro com 9.137 eleitores em 341 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Ela foi registrada no TSE sob o número BR-07528/2018. (Fonte: Jovem Pan)
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Nesta sexta-feira, 12/10, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), que disputa do segundo turno contra o petista Fernando Haddad, ganhou um importante palanque no Nordeste. O candidato ao governo do Rio Grande do Norte Carlos Eduardo (PDT) declarou apoio ao Jair Bolsonaro. Carlos Eduardo disputa o governo potiguar contra a Fátima Bezerra, do PT.
“Lamentamos a ausência de Ciro Gomes no 2º turno. Não podemos errar de novo e votar no PT. Por isso tudo e para que Rio Grande do Norte não fique fora do novo Brasil, que sairá vencedor das urnas, Bolsonaro presidente”, disse o candidato do PDT, durante vídeo do programa eleitoral de televisão.
Carlos Eduardo contraria resolução aprovada pelo partido. A Executiva Nacional do PDT aprovou em Brasília, na quarta-feira,10, “apoio crítico” a Fernando Haddad (PT) e vetou apoio a Bolsonaro.
O presidente do PDT, Carlos Lupi, comentou sobre a situação do Estado durante a reunião do PDT. “Não tem ninguém liberado, cada caso é 1 caso. Em estados onde o adversário é o PT como é que eu vou fazer? No Rio Grande do Norte a adversária do nosso candidato Carlos Eduardo é do PT [Fátima Bezerra]. Está vetado o apoio a Bolsonaro e vamos conversar 1 a 1 porque a decisão foi tomada agora”, disse.
Amazonino Mendes (PDT), candidato ao governo do Amazonas, também foi contra a decisão da sigla e declarou apoio ao deputado federal do PSL. Ele disputa com Wilson Lima (PSC-AM). (Fonte: Portal Poder360)
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A decepção com a corrupção e com a falta de segurança continuará marcando a disputa entre Haddad/Lula e Jair Bolsonaro, já evidenciada no primeiro turno
 
Apesar de mais de dez candidatos disputando o primeiro turno das eleições presidenciais, neste domingo, 07/10, as urnas revelaram que disputa ficou mesmo polarizada entre o petismo e o antipetismo. E no próximo dia 28, essa disputa será ainda mais acirrada entre o deputado federal Jair Bolsonaro, candidato do PSL, e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, do PT.
No primeiro turno, Bolsonaro recebeu 49.276.897 votos, ou 46,03% dos votos válidos. Enquanto Hadad ficou com 31.341.997 votos, ou 29,28% do total. Portanto, com mais 4% dos votos, Bolsonaro teria sido eleito Presidente do Brasil. Ele venceu em quatro regiões - Sul, Norte, Centro-Oeste e Sudeste -, enquanto Haddad venceu somente na região Nordeste. O petista Haddad precisará tirar uma diferença de mais de 18 milhões de votos para superar o candidato do PSL.Para os especialistas, dentro de uma campanha normal, dificilmente Bolsonaro perderá a eleição.

Onda Bolsonaro

A onda Bolsonaro influenciou também as eleições para senadores, deputados federais e estaduais. O candidato ao Senado do PSL por São Paulo, Major Olímpio, foi eleito com mais de 9 milhões de votos, enquanto o filho de Bolsonaro, Flávio, candidato ao Senado pelo Rio de Janeiro, venceu com mais de 4 milhões de votos. Para a Câmara Federal, outro filho de Bolsonaro, Eduardo, obteve quase dois milhões de votos em São Paulo, e Janaína Paschoal, uma das autoras do impeachment de Dilma Roussef, foi eleita deputada estadual em São Paulo com mais de 2 milhões votos, a maior votação na história do Brasil para as Assembleias Legislativas.

Por outro lado, o PT viu diminuir a sua bancada na Câmara e ainda não reelegeu o senador fluminense, Lindbergh Farias, no Rio de Janeiro. E para piorar, o partido do Lula também não conseguiu eleger para o Senado, Eduardo Suplicy, em São Paulo, e Dilma Rousseff, em Minas Gerais. Ambos lideravam as pesquisas eleitorais até domingo.
Agora, no segundo turno, Haddad já adiantou que vai aumentar as críticas contra as propostas "autoritárias, segundo ele, de Jair Bolsonaro. O petista vai continuar também defendendo os programas e os governos de Lula.
Por outro lado, Jair Bolsonaro já aumentou suas críticas ao candidato petista que, segundo ele, não passa de "pau mandado" do ex-presidente Lula. Para reforçar essa tese de Bolsonaro, nesta segunda-feira, Haddad esteve novamente com Lula, que se encontra preso na Polícia Federal de Curitiba.
Os apoios que cada um dos candidatos receberá nesse segundo serão decisivos para a definição da eleição. (Renato Ferreira)
Veja a seguir a votação dos demais candidatos:
Ciro Gomes (PDT): 13.344.353 votos (12,47%);
Geraldo Alckmin (PSDB): 5.096.341 votos (4,76%);
João Amoêdo (Novo): 2.679.728 votos (2,5%);
Cabo Daciolo (Patriota): 1.348.323 votos (1,26%);
Henrique Meirelles (MDB): 1.288.948 votos (1,2%);
Marina Silva (Rede): 1.069.575 votos (1%);
Alvaro Dias (Podemos): 859.600 votos (0,8%);
Guilherme Boulos (Psol): 617.120 votos (0,58%);
Vera Lúcia (PSTU): 55.762 votos (0,05%);
Eymael (DC): 41.710 votos (0,04%);
João Goulart Filho (PPL): 30.176 votos (0,03%).
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No mesmo horário do debate na Globo, a Record exibiu uma entrevista exclusiva gravada na residência de Bolsonaro 

 

Ao contrário de anos anteriores, com seus debates decisivos e com grande audiência, o debate da Globo de 2018, o último antes do primeiro turno, nesta quinta-feira, 04/10, acabou sendo um encontro morno entre os candidatos à Presidência da República. Por recomendação médica, Jair Bosonaro, do PSL, não compareceu ao encontro.

E não foi somente a ausência de Bolsonaro que esvaziou o debate da Globo. Também nesta quinta-feira, a mais recente pesquisa do Dafolha caiu como um balde de água fria nos demais candidatos. Bolsonaro continua se distanciando na liderança e, agora, já aparece com 39% dos votos válidos, contra 25% do petista Fernando Haddad.

Bolsonaro na Record

Considerando os votos nulos e brancos, a pesquisa mostra Bolsonaro com 35% das intenções de votos, contra 22% de Fernando Haddad. Bem atrás aparecem Ciro Gomes (PDT), com 11%; Geraldo Alckmin (PSDB) 8%; e Marina Silva (Rede), 4%.

Mesmo aparecendo em segundo lugar, Haddad não se mostra confortável na campanha. O crescimento de Bolsonaro fez acender o sinal amarelo na campanha petista, pois isso pode significar também a possibilidade de Bolsonaro vencer já no primeiro turno.

Mesmo ausente, o nome de Bolsonaro acabou sendo bastante mencionado de forma crítica pelos presidenciáveis. Ele foi criticado porque não compareceu ao debate por recomendação médica, mas, no entanto, deu entrevista para a concorrente Record, cuja entrevista foi ao ar no mesmo horário do debate na Globo.

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Candidato do MDB ao governo de São Paulo afirma que o país precisa de um governo "com seriedade absoluta, sem corrupção e que pense no Brasil"
O candidato do MDB ao governo de São Paulo, Paulo Skaf, declarou nesta quinta-feira, 04/10, seu apoio à candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência em um eventual segundo turno contra Fernando Haddad (PT).
"Não tenho dúvida nenhuma de que em um segundo turno entre o PT e o Bolsonaro eu apoiarei o Bolsonaro", afirmou o presidente licenciado da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).
Neste momento, Skaf diz sentir a possibilidade de vitória de Bolsonaro já no próximo domingo (7). “Se der o resultado em um primeiro turno, eu vejo com bons olhos, porque o Brasil não correria riscos”, avalia ele, que garante seguir ao lado de Henrique Meirelles, candidato à Presidência pelo MDB, neste primeiro turno.
Ao defender Bolsonaro, Skaf avalia ter um plano de governo semelhante ao do militar da reserva. "Da mesma forma que eu não aceitei nenhum tipo de coligação para estar totalmente desimpedido de montar um governo com pessoas sérias e competentes, o Bolsonaro também não aceitou e está com a mesma liberdade", completa.
Skaf ainda classifica a possibilidade de vitória de Haddad como "um risco" para o país. "O PT já teve a oportunidade e nós já vimos o resultado. Neste momento, eu creio que o que o Brasil está precisando é um governo diferente, com seriedade absoluta, sem corrupção e que realmente pense no Brasil", afirma.(Fonte: Conteúdo R7)
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TRAGICÔMICO!
Depois do #ELENÃO, Bolsonaro aumenta vantagem sobre os adversários

 

 

Dizem que nos próximos atos contra o Bolsonaro, as mulheres esquerdistas vão se manifestar em frente aos Institutos Ibope e Datafolha para implorar: #Elenãopodesubirmais

TRAGICÔMICO é uma publicação de Notícias & Opinião todas às quartas-feiras.

Veja o vídeo aqui: https://www.facebook.com/orenatoferreira/posts/1976574252432805?

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O bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), declarou apoio no sábado, 29, em Jair Bolsonaro, deputado federal e candidato a presidente da República pelo PSL. O jornal O Estado de S. Paulo apurou que o PRB, partido ligado à Universal, já manifestou internamente predileção por Bolsonaro num segundo turno entre ele e o candidato do PT, ex-ministro e ex-prefeito Fernando Haddad, cenário mais provável segundo pesquisas de intenção de voto. O partido coligou-se ao tucano Geraldo Alckmin no primeiro turno, mas prepara-se para entrar na campanha de Bolsonaro. A informação foi publicada no sábado, pelo jornal O Globo.
O religioso da maior igreja neopentecostal do País e a mais influente eleitoralmente usou seu perfil oficial certificado no Facebook para responder ao questionamento de um fiel da IURD, que desejava saber quem ele apoiaria na eleição para presidente da República.
O corretor de imóveis Antonio Mattos, simpatizante de Bolsonaro, comentou em um vídeo de Macedo, cujo conteúdo não tinha a ver com eleição: "Queremos saber bispo (sic) do seu posicionamento sobre a eleição pra presidente". O bispo Macedo respondeu de forma direta: "Bolsonaro".
Em eleições anteriores, a Igreja Universal apoiou a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), hoje candidata ao Senado em Minas Gerais. O PRB, partido ligado à igreja criado durante o governo Lula, participou das duas últimas gestões petistas, mas desembarcou do governo e apoiou o impeachment. A sigla comanda o Ministério da Indústria no governo Michel Temer.
A Universal decidira ficar "neutra" na disputa presidencial, sem fazer declarações oficiais, nem indicar posição. Uma fonte com trânsito na cúpula da denominação disse que a posição poderia ser revista ao longo da semana, e outros líderes religiosos evangélicos esperavam um posicionamento do Bispo Edir Macedo. Oficialmente, a Universal disse à reportagem, na quinta-feira à noite, que "incentiva a todos os cristãos, de todas as denominações, a escolherem candidatos comprometidos com os valores da família e da fé".
Um dos elos entre a campanha de Bolsonaro e líderes da Universal são os integrantes da comunidade judaica que colaboram com a campanha do PSL e mantêm vínculos com religiosos graduados da igreja. A Universal adotou a simbologia judaica, e o ex-capitão do Exército também passou a se posicionar de acordo com bandeiras defendidas por Israel. Em 2016, viajou ao País com os filhos, e foi batizado no Rio Jordão pelo pastor Everaldo Pereira, da Assembleia de Deus Ministério Madureira. (Extraído do Jornal O Estado de Minas)
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A facada em Jair Bolsonaro, que o tirou da campanha nas ruas e o jogou na UTI de um hospital, foi um tiro no próprio pé do mandante (ou mandantes) do mais grave atentado político do país.

E esse crime tem impacto também nos debates após a facada. Na noite desta quinta-feira, 20/09, sem Bolsonaro, a TV Aparecida realizou um debate morno, justamente, porque ali não estava presente o líder das pesquisas e que tem grandes chances de vencer já no primeiro turno.

Chegou a dar sono assistir por mais de duas horas a um debate entre candidatos, cujo objetivo, agora, é evitar a vitória de Bolsonaro já no dia 7 de outubro.

Nos estúdios da TV Aparecida, o que se viu foi um debate sem emoção e sem confronto envolvendo um Alckmin atacando a todos (do jeito Alckmin de atacar), já que está perdendo apoio do Centrão; um Ciro Gomes pisando em ovos porque visa ganhar apoios num possível segundo turno; uma Marina Silva perdida com status de candidata nanica; um Álvaro Dias ciente de que não vai longe; Boulos como sempre um apêndice do PT;  e um Haddad na difícil missão de ter que falar mais do presidiário Lula do que de si próprio. 

E foi justamente entre Haddad e Álvaro Dias um dos momentos que esquentou um pouco o debate. Ao ser perguntado sobre seu programa para a família, Álvaro Dias fez, antes, uma introdução: "Haddad, você está aqui como representante do seu chefe, que se encontra preso por corrupção, que é o pior exemplo para as famílias". (Renato Ferreira)

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