Segunda, 24 Junho 2019 | Login
Ao contrário dos governadores do Nordeste, que criticam a reforma, estes governadores abrem mão de suas convicções e ideologias políticas em prol do Brasil.
 
Articulados pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), os sete chefes de governos estaduais das regiões Sul e Sudeste se posicionaram a favor da reforma da Previdência que tramita no Congresso. A carta (veja na íntegra) com a posição dos governadores de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul foi divulgada nesse fim de semana, após a reunião do Consórcio de Integração Sul e Sudeste, no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.
O documento começa afirmando que os governadores “renovam seu apoio à reforma da Previdência Social”. “É imperativo combater o déficit fiscal, recuperar a confiança de investidores, nacionais e internacionais, ingressar na fase de crescimento contínuo, gerando emprego e oportunidades ao brasileiros”, destaca a carta.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), cobrou na semana passada mais empenho dos governadores para convencer parlamentares de seus estados a apoiarem a proposta, como mostrou o Congresso em Foco.
A reforma da Previdência ainda é apontada como o primeiro passo de um conjunto de reformas que garantiriam, no ponto de vista dos governadores do Sul e Sudeste, estabilidade fiscal e cumprimento das responsabilidades sociais de municípios, estados e União. “A aprovação da reforma da Previdência vai provocar também o debate para a reforma tributária, estimulando o empreendedorismo, a competitividade e a modernidade econômica do Brasil”, argumentam.
Nenhuma crítica é feita ao texto em tramitação. O tom da mensagem dos governadores do Sul e Sudeste é oposto ao da carta dos governadores do Nordeste, divulgada em 14 de março e capitaneada por Flávio Dino (PCdoB), do Maranhão. Nove governadores da região Nordeste, quase todos do PT, PSB, PDT e PCdoB, afirmaram que a reforma é "um debate necessário para o Brasil". Eles criticam, no entanto, pontos da proposta de emenda à Constituição (PEC) do presidente Jair Bolsonaro, como desconstitucionalizar parte das regras previdenciárias do país, implementar um regime de capitalização, reduzir valor do Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos em situação miserabilidade.
A primeira reunião do Consórcio de Integração Sul e Sudeste ocorreu dois dias após a divulgação da carta dos governadores do Nordeste. O próximo encontro dos governadores das regiões mais ricas deve acontecer em Gramado, Rio Grande do Sul, em 25 de maio. (Congresso em Foco)
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Parece inacreditável, mas é verdade. Hoje, quando a maioria dos países declara apoio ao governo interino de Juan Guaidó, na Venezuela, a chamada esquerda do Brasil assina manifesto de apoio ao ditador Nicolás Maduro, que fechou as fronteiras do país e proíbe a entrada de ajuda humanitária para o povo faminto e doente.

 

“Denunciamos a intervenção imperialista dos Estados Unidos, com o bloqueio econômico e sequestro de bilhões de dólares que estão nos bancos americanos. Repudiamos a ameaça de intervenção militar na Venezuela. Repudiamos as declarações intervencionistas do presidente Jair Bolsonaro e seu chanceler Ernesto Araújo, que rompem com a tradição diplomática brasileira em busca da paz, diálogo e integração regional.”, diz o documento.

“A sociedade brasileira tem que entender que o problema da Venezuela não foi gerado pelo governo. O problema está na falta de respeito dos norte-americanos à soberania do povo da América Latina”, acrescenta o manifesto.

E os esquerdistas brasileiros arrematam:

"Devemos deixar claro que esta posição do governo Bolsonaro traz gravíssimas consequências, em caso de guerra. Em especial, a tragédia da perda de vidas humanas de cidadãos brasileiros, latino-americanos e americanos".

Miséria na Venezuela

A crise na Venezuela, provocada pela ditadura de Nicolás Maduro, causou violência, fome e muita miséria. Sem empregos, o povo passou a procurar comida nos lixões do país.

Nos últimos dias Nicolás Maduro determinou o fechamento as fronteiras da Venezuela, inclusive, com o Brasil e proíbe a entrada de ajuda humanitária. Isso tem gerado conflitos e, segundo as agências de notícias, nesta sexta-feira, 22, uma índia acabou morrendo e outras pessoas ficaram feridas por balas disparadas por soldados leais a Maduro.

Só que a realidade mostra, exatamente o contrário do que esses partidos e movimentos de esquerda afirmam. A posição do governo Bolsonaro é de solidariedade ao povo venezuelano. Como outros países, o Brasil está enviando donativos até a fronteira com o governo afirmando, que não defende nenhuma medida de intervenção.

É incrível e lamentável verificara como a luta do pelo poder gera tanta insanidade e desumanidade, apenas porque eles querem derrubar o Governo Bolsonaro

Ditaduras e miséria
O apoio da esquerda brasileira, tendo como lídres os ex-presidentes petistas Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Roussef, não tem se mostrado eficaz para o povo. É um apoio que gera benefício apenas para governo ditatoriais. Exemplo disso é o que ocorre em países como Venezuela, Honduras e Nicarágua.
Enquanto a esquerda vem perdendo apoio da população na América Latina, como Chile, Paraguai, Argentina e Brasil, nesses países citados sob o comando de ditadores, o que o mundo tem visto são conflitos internos, desemprego, violência e o povo tentando se refugiar em outros países. (Renato Ferreira)
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Após o primeiro turno das eleições presidenciais, quando avançou em segundo lugar para disputar com Jair Bolsonaro (PSL), o petista Fernando Haddad esperava formar uma "Frente Democrática" para a campanha do segundo turno. Mas, não obteve êxito.

Ciro Gomes (PDT), declarou apoio crtítico a Haddad, mas, viajou em seguida para o exterior. Aqui, seu irmão, Cid Gomes, eleito senador pelo Ceará, detonou o PT em evento do Haddad. "O PT pensa que é dono do Brasil, mas, vai perder a eleição. O Brasil não tem dono". E ainda atacou o Lula. "O Lula está preso ô babaca".

Quem definiu imediatamente apoio à candidatura petista foi o Guilherme Boulos (PSOL), fundador e coordenador do MTST, e incitador de invasões de prédios públicos. Aí depende ver até que ponto esse apoio traz vantagens para Haddad.

E por último, agora, na última semana de campanha, quem também declarou apoio e "voto crítico" ao candidato petista, foi a Marina Silva (Rede), que caiu de 22 milhões de votos, em 2014, para menos de um milhão de votos nas eleições deste ano. Os poucos votos da Marina ainda tem muito do que ela representava no meio evangélico e, que dificilmente, irão 100% para o Haddad. Marina se tornou numa candidata nanica e o seu partido pode até deixar de existir, uma vez que não terá mais recursos do Fundo Partidário. Talvez, ela volte ao PT.

Por educação, nas redes sociais, Haddad agradeceu o apoio de Marina aos 44 minutos do jogo eleitoral, mas, veja a cara de felicidade do petista, nesta foto, ao lado da Marina Silva. Com certeza, esse apoio tira votos de evangélicos ao Haddad.

TRAGICÔMICO é uma publicação de Notícias & Opinião todas às quartas-feiras.

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Nesta sexta-feira, 12/10, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), que disputa do segundo turno contra o petista Fernando Haddad, ganhou um importante palanque no Nordeste. O candidato ao governo do Rio Grande do Norte Carlos Eduardo (PDT) declarou apoio ao Jair Bolsonaro. Carlos Eduardo disputa o governo potiguar contra a Fátima Bezerra, do PT.
“Lamentamos a ausência de Ciro Gomes no 2º turno. Não podemos errar de novo e votar no PT. Por isso tudo e para que Rio Grande do Norte não fique fora do novo Brasil, que sairá vencedor das urnas, Bolsonaro presidente”, disse o candidato do PDT, durante vídeo do programa eleitoral de televisão.
Carlos Eduardo contraria resolução aprovada pelo partido. A Executiva Nacional do PDT aprovou em Brasília, na quarta-feira,10, “apoio crítico” a Fernando Haddad (PT) e vetou apoio a Bolsonaro.
O presidente do PDT, Carlos Lupi, comentou sobre a situação do Estado durante a reunião do PDT. “Não tem ninguém liberado, cada caso é 1 caso. Em estados onde o adversário é o PT como é que eu vou fazer? No Rio Grande do Norte a adversária do nosso candidato Carlos Eduardo é do PT [Fátima Bezerra]. Está vetado o apoio a Bolsonaro e vamos conversar 1 a 1 porque a decisão foi tomada agora”, disse.
Amazonino Mendes (PDT), candidato ao governo do Amazonas, também foi contra a decisão da sigla e declarou apoio ao deputado federal do PSL. Ele disputa com Wilson Lima (PSC-AM). (Fonte: Portal Poder360)
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Candidato do MDB ao governo de São Paulo afirma que o país precisa de um governo "com seriedade absoluta, sem corrupção e que pense no Brasil"
O candidato do MDB ao governo de São Paulo, Paulo Skaf, declarou nesta quinta-feira, 04/10, seu apoio à candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência em um eventual segundo turno contra Fernando Haddad (PT).
"Não tenho dúvida nenhuma de que em um segundo turno entre o PT e o Bolsonaro eu apoiarei o Bolsonaro", afirmou o presidente licenciado da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).
Neste momento, Skaf diz sentir a possibilidade de vitória de Bolsonaro já no próximo domingo (7). “Se der o resultado em um primeiro turno, eu vejo com bons olhos, porque o Brasil não correria riscos”, avalia ele, que garante seguir ao lado de Henrique Meirelles, candidato à Presidência pelo MDB, neste primeiro turno.
Ao defender Bolsonaro, Skaf avalia ter um plano de governo semelhante ao do militar da reserva. "Da mesma forma que eu não aceitei nenhum tipo de coligação para estar totalmente desimpedido de montar um governo com pessoas sérias e competentes, o Bolsonaro também não aceitou e está com a mesma liberdade", completa.
Skaf ainda classifica a possibilidade de vitória de Haddad como "um risco" para o país. "O PT já teve a oportunidade e nós já vimos o resultado. Neste momento, eu creio que o que o Brasil está precisando é um governo diferente, com seriedade absoluta, sem corrupção e que realmente pense no Brasil", afirma.(Fonte: Conteúdo R7)
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O bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), declarou apoio no sábado, 29, em Jair Bolsonaro, deputado federal e candidato a presidente da República pelo PSL. O jornal O Estado de S. Paulo apurou que o PRB, partido ligado à Universal, já manifestou internamente predileção por Bolsonaro num segundo turno entre ele e o candidato do PT, ex-ministro e ex-prefeito Fernando Haddad, cenário mais provável segundo pesquisas de intenção de voto. O partido coligou-se ao tucano Geraldo Alckmin no primeiro turno, mas prepara-se para entrar na campanha de Bolsonaro. A informação foi publicada no sábado, pelo jornal O Globo.
O religioso da maior igreja neopentecostal do País e a mais influente eleitoralmente usou seu perfil oficial certificado no Facebook para responder ao questionamento de um fiel da IURD, que desejava saber quem ele apoiaria na eleição para presidente da República.
O corretor de imóveis Antonio Mattos, simpatizante de Bolsonaro, comentou em um vídeo de Macedo, cujo conteúdo não tinha a ver com eleição: "Queremos saber bispo (sic) do seu posicionamento sobre a eleição pra presidente". O bispo Macedo respondeu de forma direta: "Bolsonaro".
Em eleições anteriores, a Igreja Universal apoiou a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), hoje candidata ao Senado em Minas Gerais. O PRB, partido ligado à igreja criado durante o governo Lula, participou das duas últimas gestões petistas, mas desembarcou do governo e apoiou o impeachment. A sigla comanda o Ministério da Indústria no governo Michel Temer.
A Universal decidira ficar "neutra" na disputa presidencial, sem fazer declarações oficiais, nem indicar posição. Uma fonte com trânsito na cúpula da denominação disse que a posição poderia ser revista ao longo da semana, e outros líderes religiosos evangélicos esperavam um posicionamento do Bispo Edir Macedo. Oficialmente, a Universal disse à reportagem, na quinta-feira à noite, que "incentiva a todos os cristãos, de todas as denominações, a escolherem candidatos comprometidos com os valores da família e da fé".
Um dos elos entre a campanha de Bolsonaro e líderes da Universal são os integrantes da comunidade judaica que colaboram com a campanha do PSL e mantêm vínculos com religiosos graduados da igreja. A Universal adotou a simbologia judaica, e o ex-capitão do Exército também passou a se posicionar de acordo com bandeiras defendidas por Israel. Em 2016, viajou ao País com os filhos, e foi batizado no Rio Jordão pelo pastor Everaldo Pereira, da Assembleia de Deus Ministério Madureira. (Extraído do Jornal O Estado de Minas)
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