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STF nega pedido de Rosemary para desbloqueio de bens

STF nega pedido de Rosemary para desbloqueio de bens Featured

Ex-chefe do gabinete da Presidência em São Paulo, nomeada por Lula, é processada por envovimento em esquema investigado pela Operação Porto Seguro

 

Nesta semana com muitos feriados no Brasil, uma notícia sobre mais uma derrota de pessoa ligada ao PT na Justiça acabou passando despercebida. Ela traz de novo ao notíciário o nome de Rosimary Noronha, ex-presidente do gabinete da Presidência da República em São Paulo, afastada do cargo acusada de corrupção. Na terça-feira (13/06), A ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), negou recurso de Rosemary Noronha contra bloqueio judicial de bens. Mantida no posto por Dilma Rousseff a pedido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ela foi alvo da Operação Porto Seguro, ação da Polícia Federal deflagrada em 2012. Nessa operação, a PF investigou esquema de negociação de pareceres em diferentes áreas do governo Federal, incluindo a Advocacia-Geral da União (AGU). Rose responde a processo por improbidade administrativa. A indisponibilidade de bens foi decretada nesse processo, que tramita desde 2015.
Rosemary Noronha Lula e Marisa 
Rosemary, Lula e dona Marisa Letícia, ex-esposa do ex-presidente já falecida

 

Em fevereiro de 2017, Rose havia recorrido ao Superior Tribunal da Justiça (STJ) contra o bloqueio, mas o ministro Herman Benjamin não acolheu seus argumentos. Quem defende Rosemary Noronha é o advogado Sebastião Tojal. Diante da negativa de Herman Bemjamin, a defesa de Rose buscou o STF, onde agora, a ministra Carmen Lúcia também negou o pedido da acusasa. (Fonte: Época)

Nota:

Hermann Benjamin, é o mesmo ministro que, na semana passado, como relator do processo que cassava a chapa Dilma/Temer no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), votou pela cassação da chapa, acusada de uso de poder político e econômico nas eleições de 2014. O voto de Benjamin foi acompanhado pelos ministros Luiz Fux e Rosa Weber, porém, a chapa foi absolvida por 4 a 3, com o voto de Minerva do ministro e presidente do TSE, Gilmar Mendes. Os quatros que votaram a favor de Dilma e Temer não aceitaram como provas as delações da Odebrecht e dos marqueteiros do PT Mônica Moura e João Santana, que davam detalhes dos recursos ilegais na campanha petista. (Renato Ferreira)

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