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CANTOR LIVRE: Milton Nascimento não adere a boicote e faz show em Israel

CANTOR LIVRE: Milton Nascimento não adere a boicote e faz show em Israel Featured

Roger Waters e esquerdistas pediram que cantor não se apresentasse no país. Fafá de Belém critica boicote e elogia Milton.
 
Neste domingo, 30/06, o cantor Milton Nascimento se apresenta em Tel Aviv. Ele ignorou os apelos de militantes de esquerda e do próprio cantor Roger Waters para que não se apresentasse em Israel. Em suas redes sociais, o brasileiro justificou sua ida à Tel Aviv e defendeu que não faz sentido boicotar o país.
"Pouquíssimas vezes declinei de um convite. Afinal de contas, todo artista deve ir onde o povo está, não é mesmo?, escreveu o cantor e compositor Milton Nascimento.
O cantor brasileiro desembarcou em Israel na sexta-feira, 28, para realizar um show único neste domingo, 30. No post que ele publicou em redes sociais no sábado, 29, depois de visitar Jerusalém, Milton respondeu a críticas de quem promove um boicote total a Israel.
"Fui convidado a cantar aqui por uma empresa gerenciada inteiramente por um brasileiro. Somente com essa informação cai por terra qualquer tipo de argumento de que eu esteja contribuindo com o ‘apartheid israelense’. Este show NÃO tem qualquer incentivo do governo de Israel, muito menos do exército israelense", continuou o cantor carioca, criado em Minas Gerais.
Governo Militar
Ele também fez comparação com o período da ditadura no Brasil.
"Durante a ditadura militar brasileira eu jamais deixei de tocar no meu país. Então, por que eu deixaria de tocar agora? Por que deixaria de compartilhar experiências de amor e mudança enquanto acontece no Brasil um governo de extrema-direita? Mesmo divergindo das ideias de um governo, jamais abandonarei meu público", defendeu Milton.
O post foi uma resposta direta à uma carta que Milton recebeu do cantor e compositor Roger Waters, ex-Pink Floyd e um dos maiores apoiadores do movimento Boicote, Desinvestimento e Sanções contra Israel (BDS). Há 15 anos, o grupo pressiona artistas internacionais a não se apresentarem em Israel alegando que o país comete crimes contra os palestinos.
"Quando li que ele estava planejando cruzar a linha de piquete do movimento de BDS para se apresentar em Tel Aviv, fiquei chocado. Eu escrevi para Milton pedindo uma oportunidade de falar com ele. Nem ele nem ninguém de sua equipe me respondeu", relatou Waters.
Apoio de Fafá
A cantora Fafá de Belém saiu em defesa do amigo Milton e fez duras críticas ao roqueiro inglês.
"Ontem li um cara que eu admirava como músico, mas nunca vi em nenhuma trincheira real. Que COM CERTEZA nunca teve seus shows cancelados e dificuldades na carreira por ter tomado posições corajosas, este BABACA veio falando do que não sabe e julgando o que não tem direito!", disse Fafá.
Milton Nascimento faz uma única apresentação em Tel Aviv, em Israel, neste domingo (30). Depois de Tel Aviv, Milton volta à Europa para dois show, um em Berlim, no dia 5, e outro em Paris, no dia 6. Em seguida, ele volta ao Brasil para continuar o giro. (Pleno.News)
Notícias & Opinião parebeniza o cantor e compositor Milton Nascimento por esta atitude de independência. Um verdadeiro artista do povo que respeita seu público, independentemente de posições ideológicas. (Renato Ferreira)
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  • EUA-Irã: Terceira Guerra com devastação em massa? Não acredito!
    Hoje, além dos avanços tecnológicos em termos de armamentos bélicos, as relações comerciais falam mais altos antes de uma decisão de guerra. A Guerra dos Seis Dias, em 1967, já demonstrou naquela época a distância que separa Israel de seus inimigos árabes, sem falar no poderio dos Estados Unidos. Hoje, uma terceira guerra seria com ações cirúrgicas e sem matança descontrolada de civis.
     
     
    Por Renato Ferreira -
    O mundo está vivendo sob forte tensão desde o dia 2 de janeiro, quando o comandante de alto escalão da Guarda Revolucionária do Irã, Qassem Soleimani, foi morto num ataque aéreo dos Estados Unidos nos arredores do aeroporto de Bagdá, capital do Iraque. Soleimani comandava a unidade de elite Força Quds, uma brigada de forças especiais responsável por operações militares fora do Irã.
    Nesses seis dias após o ataque, as notícias mundiais não falam em outra coisa senão nas consequências da ação norte-americana e nas reações do governo iraniano. E o Irã deu a primeira resposta nesta terça-feira,7, com mísseis lançados sobre duas unidades militares dos EUA localizadas no Iraque.
    Guerra de informações
    E como acontece em qualquer conflito, surge também a guerra de informações. Segundo os iranianos, o ataque teria matado 80 soldados norte-americanos. Hoje, durante uma coletiva, o presidente Donald Trump negou essa informação, afirmando que não houve nenhuma baixa entre os soldados de seu país e nem mortes de civis iraquianos. Apenas danos materiais.
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    Hoje, além dos avanços tecnológicos, sobretudo, nos meios de armamentos bélicos, os interesses comerciais falam mais alto e podem ser decisivos antes de um conflito inconsequente ser decidido pelas autoridades, por mais intolerantes elas sejam.
    Poderio desproporcional
    Todos sabem que qualquer tipo de conflito internacional é causado pela disputa de poder e de território. Alguém se sente superior e pensa que pode invadir e dominar outros povos. Hoje, um dos maiores motivos que causam os conflitos, sobretudo, no Oriente Médio, é o petróleo, a energia fóssil que ainda é decisiva na economia mundial. Porém, até mesmo um rio ou poucos metros de terra, podem ser decisivos para a deflagração de um conflito, como aconteceu na Guerra dos Seis Dias, em 1967, entre Israel e seus inimigos árabes.
    E, já naquela época, o poderio bélico de Israel se mostrou muito, muito superior à de seus inimigos. Com apenas 19 anos de fundação, Israel era um país jovem, e países árabes, como a Siria, Libano, Jordânia e Egito, dentre outros, resolveram que seria o momento de acabar com o país dos judeus. Ledo engano.
    Guerra dos Seis Dias
    Em apenas seis dias, Israel devastou seus adversários. E além das milhares de baixas entre os inimigos - cerca de 30 mil mortes, contra poucas centenas de soldados israelenses mortos - Israel ainda aumentou consideravelmente o seu território.
    Com aval dos Estados Unidos, Israel começou a guerra com apenas 20.300 km2 de área sob sua administração, mas depois do conflito, contava com cerca de 102.400 km2, um aumento de cerca de cinco vezes em seu território. Assim, com essas conquistas Israel consolidou o projeto da Grande Israel que já havia sido, um dos projetos de algumas escolas sionistas.
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    E se em 1967, Israel já se mostrava muito à frente de seus inimigos em termos de armamentos e de preparo técnico para a guerra, hoje, Israel e Estados Unidos, além de aliados do Ocidente, estão anos/luz à frente em termos de inteligência artificial e de armas bélicas. Além, é claro à frente também no número de soldados preparados para qualquer tipo de combate.
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    Assim, com o poderio que possuem, os Estados Unidos acabariam em segundos com o Irã. Mas, certamente, esse não é o interesse do Republicano Trump e nem mesmo de seus adversários Democratas. Como o próprio Trump disse hoje na coletiva, o primeiro passo, agora, é aumentar ainda mais os bloqueios econômicos ao Irã, antes de uma reação às ações dos iranianos.
    Mas, claro, essa atitude de Trump só durará até o momento em que as ações do país dos aiatolás não atinjam cidadãos americanos. Caso isso aconteça, as reações americanas serão imediatas.
    Bomba atômica?
    Apesar dos acordos nucleares e das negativas iranianas, de que o país persa não tenha ainda a boma atômica, é difícil acreditar nesse momento tenso, que o Irã não possa usar desse tipo de arma para se defender ou atacar seus inimigos. E o inimigo número um dos árabes e muçulmanos xiitas, é a América, além de Israel. Para eles, a América "é o demônio".
    Mas, até que ponto, o Irã tem poderio para atacar o território norte-americano mesmo com armas nucleares? No máximo, eles deverão continuar com ações terroristas em diversas partes do planeta visando atingir americanos ou aliados dos Estados Unidos.
    Então, nesse caso, Israel poderia ser um alvo de ataque com armas nucleares por parte do governo do Irã. Fica difícil imaginar, no entanto, que eles poderiam atacar dessa forma o território israelense. O interesse dos árabes xiitas sempre foi exterminar com Israel, que é a Terra Santa também para os muçulmanos. Caso isso acontecesse, o governo do Irã arrumaria inimigos em seu próprio país.
    Mundo geopolítico
    Para muitos, uma guerra entre Irã, Estados Unidos e Isral, poderia causar mudanças profundas na geopolítica mundial, dependendo da posição tomada por Rússia e China. Mas, eu pergunto: qual o interesse desses dois países em tomar decisão para um lado ou para outro, a ponto de abalar o mundo? Principalmente, sabendo que, muito além do petróleo, que daqui a alguns anos não terá tanta importância na economia, o interesse do Irã é regional para diminuir a força de Israel no Oriente Médio?
    No caso da Rússia, por mais que eles tenham interesse ainda em medir foças com os Estados Unidos, hoje, a Rússia é apenas um país com muitos problemas internos e muito longe do poder e da influência que tinha ex-poderosa União Soviética.
    E quanto à China, o país mais populoso do mundo, com mais de 1 bilhão e 300 mil habiante, seus maiores maiores interesses são comerciais com o mundo capitalista. Prestes a ser a maior economia do mundo, a China é comunista apenas no papel. Na prática, hoje, o país asiático é o maior "país capitalista" do planeta. Basta verificar seu sistema econômico e seus acordos bilaterais com as principais economias abertas do mundo, inclusive, com o Brasil.
    E a primeira manifestação do governo chinês sobre o conflito EUA-Irã, foi, justamente, no sentido diplomático de pedir tolerância aos os dois países, pois, para a China não há interesse na guera e, muito menos, em decisão de apoio para nenhum dos lados.
    Conflitos milenares
    E falando sobre relações árabes-israelenses, vai aqui também um pouco da história bíblica sobre a origem desses povos e de suas eternas relações belicosas. Hoje, os analistas e especialistas sempre falam das guerras no Oriente Médio, abordando os temas de interesses geopolíticos como se lá fosse igual aos conflitos em outras partes do mundo.
    Mas, seria interessante que essas análises não excluíssem o tema religião e o fundamentalismo que impera na região. Apesar de vários acordos assinados por países em conflitos, é impossível acreditar que os árabes passem a conviver em paz com Israel.
    Como os dois países mais famosos dessa região historicamente falando, Israel e Egito sempre foram os protagonistas desses conflitos. Pela história bíblica, Israel é considerado o "povo escolhido" de Deus. Mas, com a desobediência desse povo, Israel sempre foi perseguido e muitas vezes dominado pelos seus adversários, como o Egito, para onde o povo judeu fora levado como escravo. E só foi libertado por Moisés, após as grandes pragas contra Faraó e o povo egípcio.
    Mesmo que muitos não acreditam na narrativa bíblica, a história de Israel sugere, no mínimo, uma atenção especial, nem que seja por curiosidade, já que há milhares de anos, esse povo é perseguido, maltratado e quase dizimado, como na segunda grande guerra mundial. E mesmo assim, eles conseguem ressurgir das cinzas. E se unem pela religião em torno de um único Deus.
    Outra curiosidade, é o desenvolvimento de Israel em todas as áreas. Localizado numa mesma região árida e de desertos, Israel parece um oásis com plantações e verde ao lado de outros povos que vivem com extremas dificuldades. Para muitos, isso parece até milagre. E essa situação avançada de Israel acaba provocando ainda mais ódio em seus inimigos regionais.
    Posição do Brasil
    Logo após o ataque e a morte do comandante iraniano, o Itamaraty divulgou uma nota, afirmando que o "Brasil apoiaria qualquer ação de combate ao terrorismo mundial". E mesmo sem declarar apoio explícito aos Estados Unidos, a nota não agradou ao governo do Irã, que pediu explicação às autoridades brasileiras.
    Após a reação iraniana, o próprio Itamaraty afirmou que o pedido de explicação foi feito em termos diplomáticos e que as relações comerciais com o Irã não sofreriam arranhões. O presidente Jair Bolsonaro também fez declarações, sem, no entanto, demonstrar apoio aos Estados Unidos, já que tem boas relações com o presidente Trump.
    Em minha opinião, caso o conflito aumente, a maioria dos países ter´s, sim, que tomar decisões, inclusive, de apoio para alguns dos lados. E ao meu ver, não seria nenhuma novidade o Brasil se aliar aos Estados Unidos e a Israel.
    Primeiro, pela localização geográfica, pela ligação histórica com os Estados Unidos e a excelente relação com Israel.
    É importante destacar que a amizade entre Brasil e Israel vem de décadas e se fortaleceu, principalmente, após 1948, graças à ação do diplomata Osvaldo Aranha. Além do lobby que fez pró Israel, Osvaldo Aranha presidiu a sessão da ONU (Organização das Nações Unidas), que aprovou a criação do Estado de Israel.
    E Israel faz questão de demonstrar para o mundo esse apreço que tem pelo diplomata e pelo Brasil. No centro de Jerusalém, ao lado de um cemitério árabe, há uma praça com o nome de Osvaldo Aranha. E foi também devido à ação de Aranha, que a ONU decidiu que todos os anos a Assembleia Geral da ONU seria aberta pelo chefe da Nação Brasileira. (Renato Ferreira é Jornalista formado pela Unimep e editor do Portal Notícias & Opinião)
     
     
     
  • TENSÃO MUNDIAL: EUA assumem ataque aéreo que matou general iraniano e Terceira Guerra vira destaque nas redes
    O assunto "Terceira Guerra Mundial" é um dos assuntos mais comentados no Twitter e buscados no Google na manhã desta sexta-feira. Comandante da Guarda Revolucionária do Irã, Qasem Soleimani, morreu nesta quinta-feira após um bombardeio atingir seu veículo em Bagdá, Iraque.
     
    O Pentágono confirmou nesta sexta-feir, 03/01, que lançou o ataque aéreo que matou o comandante da Guarda Revolucionária do Irã, o general Qasem Soleimani. A ordem para o ataque partiu do presidente norte-americano, Donald Trump, segundo a rede de notícias CNN.
    Ataque dos Estados Unidos no Iraque General iraniano morto
    Qasem Soleimani, morto no ataque aéreo, era popular em seu país e o segundo homem mais poderoso do Irã. Ele era acusado pelos EUA de coordenar ataques terroristas
    Segundo autoridades americanas,o ataque teria sido uma resposta preventiva americana às ações de terrorismo do Irã contra alvos dos Estados Unidos. No comunicado, o Pentágono afirmou que o "general Soleimani estava desenvolvendo ativamente planos para atacar diplomatas e militares americanos no Iraque e em toda a região". Agora, a tensão é mundial e todos aguardam como será a atitude do Irã.
    Ainda segundo o documento do Pentágono, os EUA afirmam que o “general Soleimani e sua equipe foram responsáveis pela morte de centenas de americanos e membros do serviço de coalizão e pelo ferimento de milhares de outros".
    Além de Qasem Soleimani, o comandante da milícia iraquiana, Abu Mahdi al-Muhandis, também morreu no bombardeio desta quinta-feira, 2,. O ataque aéreo foi contra um, onde os dois estavam, no aeroporto de Bagdá, capital do Iraque.
    Imediatamente, um porta-voz da milícia iraquiana responsabilizou os Estados Unidos e Israel pelo bombardeio. Os três foguetes caíram perto do terminal de cargas, queimando dois veículos e ferindo vários cidadãos, disse o órgão. Ao menos cinco pessoas foram mortas no ataque.
    Pelo Twitter, o ministro de Relações Exteriores do Irã, Javad Zarif, condenou o ataque que matou o general Soleimani. "O ato de terrorismo internacional dos EUA, que visou e assassinou o general Soleimani - o mais eficaz combatente ao Estado Islâmico, ao Al Nusrah e ao Al Qaeda - é uma escalada extremamente perigosa e imprudente. Os EUA são responsáveis por todas as consequências de sua aventura desonesta".
    Já Donald Trump publicou uma foto da bandeira dos Estados Unidos após a confirmação do ataque. O bombardeio ocorreu horas depois do secretário de Defesa dos Estados Unidos, Mark Esper, dizer que o Irã iria lamentar se continuasse com a "campanha de provocações" contra os interesses da Casa Branca no Oriente Médio."Eles provavelmente lamentarão, e estamos preparados para exercer nossa própria defesa e deter o comportamento mais ofensivo por parte destes grupos, todos apoiados, liderados e financiados pelo Irã", disse Esper em um encontro com jornalistas no Pentágono.
    Invasão a embaixada
    No último dia do ano, um grupo de manifestantes invadiu a embaixada dos Estados Unidos em Bagdá e depredou o complexo. Em resposta, o presidente Trump culpou o Irã por "orquestrar" a invasão, que ocorreu dois dias depois de ataques aéreos norte-americanos em território iraquiano contra bases de milícia local apoiada pelo Irã. Os bombardeios deixaram 25 pessoas mortas. (Fonte: R7)
  • Gleen Greenwald comemora 'fracasso" das manifestações pró Moro

     

    Qual a contribuição que o IntercPT traz ao Brasil?

     

    Alguns sites defensores da esquerda, noticiaram hoje que o 'jornalista' norte-americano, Gleen Greenwald, editor executivo do site Intercpt Brasil e marido do amigo do Jean Wyllys (PSOL), festejou o "fracasso" das manifestações a favor do Moro e da reforma da Previdência, realizadas neste domingo, 30/06, em todo Brasil. (Foto: Gabriela Biló/ESTADÃO). Só por isso, já nota-se que o cara, além de criminoso por vazar informações não autenticadas e conseguidas de forma criminosa, é também um mal informado, né.

    Gleen Greenwald e Lula

    Gleen Greenwald cumprimenta Lula após entrevistar o petista na Polícia Federal em Curitiba 

    Mas, será que o Gleen Greenwald (na foto com Lula), é homem o bastante pra fazer esse tipo de "jornalismo" sujo, em Cuba, China, Coreia do Norte ou mesmo na Venezuela, na "Democracia" do Maduro, tão elogiado por Lula e seus asseclas no Brasil?

    Está na hora das autoridades brasileiras tomarem providências contra esse sujeito estrangeiro, cujo site IntercPT não traz nenhuma contribuição para o desenvolvimento político, econômico e social do Brasil.

    Durante um evento sobre Comunicação na semana passada em São Paulo, outro editor do IntercPT, Leandro Demori, teria afirmado que o único objetivo do site é lutar pela liberdade de Lula, "preso injustamente", na opinião deles. (Renato Ferreira)

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