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EMBAIXADORA DA PAZ: Michelle Bolsonaro é nomeada Cidadã do Mundo pela Paz

EMBAIXADORA DA PAZ: Michelle Bolsonaro é nomeada Cidadã do Mundo pela Paz Featured

Primeira-dama disse que "a paz só pode ser alcançada através do amor e do respeito".
O Brasil vive, realmente, novos tempos. A primeira-dama do Brasil, Michelle Bolsonaro recebeu o título de Cidadã do Mundo pela Paz, na quinta-feira, 27/06, em Brasília. A honraria foi prestada por membros da Academia Internacional de Cultura.
Michelle Bolsonaro 1
Durante a cerimônia, Michelle reforçou sua missão em trabalhar pela inclusão da comunidade surda e das pessoas com deficiência na sociedade brasileira. Ela também ostenta o título de Embaixadora da Paz, concedido pela Federação para a Paz Universal, pela Associação das Mulheres para a Paz Mundial e pela Associação das Famílias para a Unificação e Paz Mundial.
"A paz só pode ser alcançada através do amor e do respeito", disse Michelle Bolsonaro. (Portal: Pleno.News)
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  • POLÍTICA DO CAOS: Marcel van Hattem acusa Maia de impor "ditadura" na presidência da Câmara
    Hoje, principalmente, na pessoa de Rodrigo Maia, o DEM atrasa o Brasil e não ajuda na governabilidade do país. Ao contrário do seu discurso eleitoreiro, Maia não permitiu nem a discussão da proposta para reduzir salários de parlamentares e do fundo partidário bilionário na luta contra o coronavírus.
    Por Renato Ferreira -
    Ao longo da história política do Brasil, principalmente, após a queda do regime militar, o DEM (Democratas), antigo PFL (Partido da Frente Liberal), foi uma legenda que sempre atuou na esfera centro-direita e que, sem dúvida, sempre procurou ajudar o governo da União a enfrentar os desafios e encontrar soluções para os mais diversos problemas da administração pública. A famosa governabilidade tão solicitada por quaisquer governante após a posse.
    Mas, isso mudou nas últimas décadas, quando, com outras figuras em sua direção e em postos de destaque, o partido passou a atuar muito mais como adversário do governo, numa busca insana do poder pelo poder, sem medir as consequências para atingir esse objetivo. Hoje, as principais lideranças do DEM, fazem, praticamente, uma aposta no quanto pior, melhor. Aquela antiga característica de um partido de centro e conciliador ficou apenas na história do antigo PFL, que já teve em seus quadros grandes políticos de estatura moral, como os ex-vices-presidentes da República Marco Maciel, de Pernambuco, e Aureliano Chaves, de Minas Gerais, dentre outros políticos e estadistas do Brasil.
    Rodrigo Maia 2
    Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados
    E, hoje, quem melhor representa essa nova cara do DEM é o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (RJ), nascido no Chile, filho do ex-prefeito do Rio, César Mais. Outrora, um deputado sem nenhuma expressão no cenário político nacional, Rodrigo Maia, acabou virando presidente da Câmara num momento de turbulência e de falta de lideranças políticas no Congresso. Em 2019, ele foi reconduzido ao cargo com apoio de bolsonaristas, mas, como já estava de olho também na Presidência da República, Maia não perdeu tempo e aproveitou a fragilidade do PSL que entrou em conflito do o presidente Bolsonaro, para se transformar num dos principais adversários do presidente da República.
    Com apoio da oposição, pois, passou a fazer o papel de opositor inconsequente, como sempre fizeram o PT, PSOL, PSB, Rede e PCdoB, hoje, Rodrigo Maia parece estar adorando ser o principal adversário de Bolsonaro no Congresso Nacional. A prova disso é que o deputado fluminense não passa um dia sequer sem aparecer nos jornais da rede Globo de Televisão, ferrenha adversária do governo, criticando o presidente da República e tentando passar para o público que todas as políticas bem sucedidas só são aprovadas com o apoio dele e do Poder Legislativo. Numa clara tentativa de isolar Jair Bolsonaro.
    Mas, não é bem assim. A prática de Rodrigo Maia e, consequentemente, da Câmara dos Deputados, é bem diferente do que ele prega para a plateia. E quem denuncia essa prática nefasta do principal representante do novo DEM, é o jovem deputado Marcel van Hattem, eleito em 2018 pelo Novo do Rio Grande do Sul.
    Membro de um partido que não faz uso de dinheiro público e, muito menos, do fundo partidário eleitoral, van Hattem e seu partido apresentaram nesta semana uma proposta para que os quase R$ 3 bilhões do fundo partidário fossem destinados em sua totalidade ou em parte para a área da Saúde no combate à pandemia do novo coronavírus. Ao lado dessa medida, o Novo propôs também que fosse discutida a redução de salário dos parlamentares neste momento em que toda a sociedade vem sofrendo e, certamente, irá sofrre mais ainda em consequência da quarentena.
    Só que, ao contrário do discurso politiqueiro de Rodrigo Maia, durante a votação do Orçamento de Guerra, na sexta-feira, 03/04, que de qualquer jeito o parlamento teria que aprovar para dar condições legais ao governo de usar recursos do orçamento durante a crise nacional e mundial, Maia agiu como um verdadeiro "ditador do parlamento" e não permitiu que a proposta do Novo fosse nem mesmo colocada em pauta durante a votação por teleconferência.
    Na sexta-feira mesmo, indignado com a atitude de Mais, Macel van Hattem, o criticou nas redes sociais: “Não podemos admitir, que se instale nesse Parlamento uma ditadura. Não vou admitir que o senhor (Rodrigo Maia) decida quem fala e quem não fala, de acordo não com o que está escrito na lista de discussão, mas de acordo com o que Vossa Excelência decide no momento, deixando o microfone fechado para todo mundo que está acompanhando em casa. Isso não é democracia”.
    Segundo o deputado gaúcho, Maia impediu a discussão para não votar a proposta do Novo. Para ele, a sessão estaria sendo conduzida de “maneira irregular". Não está de acordo com o Regimento Interno", disse o jovem parlamentar.
    O líder do partido, deputado Paulo Ganime (RJ), também criticou a decisão: "O rito regimental não foi cumprido para a nossa emenda", que defendia o uso do dinheiro do Fundão eleitoral para ações contra o Covid-19. A proposta do Novo foi defendida também pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).
    Apoio da esquerda
    E para tomar essa atitude, Rodrigo Maia contou com apoio irrestrito dos partidos de oposição.
    Corte de salários
    Para o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), a emenda que propõe o corte de salários tem o objetivo de punir a classe trabalhadora. "Querem cortar salário de quem ganha R$ 6 mil, mas não taxam as grandes fortunas", criticou.
    O deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) também criticou a proposta de corte de salários. "Não podemos fazer demagogia ou guerra política no momento, alimentar posições de desprezo pelo serviço público", disse. Para o representante do PCdoB, será por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) e das políticas assistenciais que "o País vai enfrentar a pandemia da Covid-19". (Renato Ferreira é editor do Portal Notícias & Opinião - Fonte: Agência Câmara de Notícias)
  • PANDEMIA: Governo anuncia R$ 200 bilhões para socorrer trabalhadores e empresas
    Também nesta quarta-feira, o presidente Bolsonaro sancionou a Lei para pagamento do auxílio emergencial de de R$ 600 para trabalhadores informais e vulneráveis.
     
    O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quarta-feira, dia 1º, cerca de R$ 200 bilhões em medidas para socorrer trabalhadores e empresas e ajudar estados e municípios no enfrentamento aos efeitos da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus.
    No pronunciamento à imprensa no Palácio do Planalto, Bolsonaro destacou três medidas provisórias (MP) e o projeto que prevê o auxílio emergencial de R$ 600 para trabalhadores informais, autônomos e sem renda fixa.
    Ao lado do presidente, o ministro da Economia, Paulo Guedes, explicou que esse auxílio custará R$ 98 bilhões aos cofres públicos e deve beneficiar 54 milhões de brasileiros. “De forma que eles tenham recursos nos próximos três meses para enfrentar a primeira onda de impacto, que é a onda da saúde. Há uma outra onda vindo de desarticulação econômica que nos ameaça”, disse.
    O governo federal também vai transferir R$ 16 bilhões para os fundos de participação dos estados e dos municípios. “É para reforçar essa luta no front, onde o vírus está atacando, os sistemas de saúde e segurança”, explicou Guedes.
    MANUTENÇÃO DE EMPREGOS
    De acordo com o ministro Guedes, as outras medidas são para ajudar as empresas na manutenção dos empregos. São R$ 51 bilhões para complementação salarial, em caso de redução de salário e de jornada de trabalho de funcionários, e R$ 40 bilhões (R$ 34 bilhões do Tesouro e R$ 6 bilhões dos bancos privados) de crédito para financiamento da folha de pagamento.
    “Então a empresa que resolver manter os empregos, nós não só complementamos o salário como damos crédito para o pagamento. A empresa está sem capital de giro e reduziu, por exemplo, em 30% a jornada e o salário, nós pagamos 30% do salário. E ela está sem dinheiro para pagar os outros 70% que se comprometeu a manter, nós damos o crédito”, explicou.
    Segundo o ministro Guedes, as medidas custarão ao Tesouro o correspondente a 2,6% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país.
    CONVERSA COM TRUMP
    O presidente Bolsonaro também disse que conversou hoje, por telefone, com o presidente dos Estados Unidos, Donald Tump sobre “esse problema que é mundial”. “Obviamente, estamos juntos na busca do melhor para os nossos países”, disse no pronunciamento à imprensa.
    Mais cedo, em publicação no Twitter, Bolsonaro informou que trocou informações sobre o impacto da covid-19 e sobre as experiências no uso da hidroxicloroquina. “Na oportunidade, reafirmamos a solidariedade mútua entre os dois países”, escreveu.
    A cloroquina, e sua variação hidroxicloroquina, está sendo testada para o tratamento de pacientes internados com covid-19. Esses medicamentos são utilizadas normalmente contra a malária, nos casos de lúpus e artrite reumatoide.
     
    AUXÍLIO EMERGENCIAÇ DE R$ 600,00
    Também nesta quarta-feira, o presidente Jair Bolsonaro sancionou o projeto que prevê auxílio emergencial de R$ 600 mensais durante três meses para trabalhadores informais, autônomos e outros trabalhadores, como os que têm contrato intermitente.
    O projeto que prevê auxílio emergencial de R$ 600 mensais durante três meses foi ampliado após votação no Senado nesta segunda-feira (30). Além dos trabalhadores informais, foram incluídos aqueles que têm contrato intermitente inativo, autônomos e micorempreendedores individuais.
    O maior desafio ao pagamento do auxílio, segundo fontes do governo, será o que foi considerado um "colossal desafio logístico" , pois os informais que foram objetivo prioritário do auxílio emergencial não estão registrados no cadastro único.
    Os pagamentos estão previstos para começar em 16 de abril, e irão acontecer primeiro aos integrantes do Bolsa Família e aos registrados do Cadastro Único.
    Apelidada de "coronavoucher", a ajuda deverá beneficiar 30 milhões de brasileiros, com pagamento mensal de R$ 600 durante três meses. O custo previsto é de R$ 60 bilhões.
    Além dos informais, terão direito o trabalhador com contrato intermitente inativo, idosos e pessoas com deficiência que estão na fila do INSS para receber o BPC (Benefício de Prestação Continuada) e mães que são chefes de família (família monoparental) - para essa categoria, estão previstas duas cotas, no total de R$ 1,2 mil.
    Regras
    Para receber o auxílio, o trabalhador não pode ter aposentadoria, seguro-desemprego ou ser beneficiário de outra ajuda do governo. Também não pode fazer parte de programa de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família.
    Segundo o projeto, até dois membros da família terão direito ao auxílio. Se um deles receber o Bolsa Família, terá que optar pelo benefício que for mais vantajoso.
    O pagamento será feito pela Caixa de forma escalonada, como foi o do saque imediado do FGTS. Clientes do banco terão o dinheiro depositado diretamente nas suas contas. Já correntistas de outras instituições poderão optar por transferir os valores para suas contas sem a cobrança da transferência.
    Veja os requisitos para receber o benefício:
    - Ser maior de 18 anos de idade;
    - Não ter emprego formal;
    - Não receber benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de outro programa de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família;
    - Renda familiar mensal per capita (por pessoa) de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total (tudo o que a família recebe) de até três salários mínimos (R$ 3.135,00);
    - Não ter recebido rendimentos tributáveis, no ano de 2018, acima de R$ 28.559,70.
    O interessado deverá cumprir uma dessas condições:
    - Exercer atividade na condição de microempreendedor individual (MEI);
    - Ser contribuinte individual ou facultativo do Regime Geral de Previdência Social (RGPS);
    - Ser trabalhador informal inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico);
    - Ou ter cumprido o requisito de renda média até 20 de março de 2020;
    - Também será possível preencher uma autodeclaração a ser disponibilizada pelo governo.
    O que foi ampliado
    - Trabalhador intermitente que estiver com o contrato inativo (ou seja, não está trabalhando nem recebendo salário no momento) também terá direito ao auxílio, incluindo garçons, atendentes entre outros trabalhadores que atuam sob demanda, mas estão com dificuldades de encontrar trabalho neste momento.
    - O projeto também inclui a proposta do governo de antecipação de um salário mínimo (R$ 1.045) a quem aguarda perícia médica para o recebimento de auxílio-doença, mediante apresentação de um atestado médico.
    - O projeto ainda traz a dispensa às empresas do pagamento dos primeiros 15 dias de afastamento do trabalhador devido ao novo coronavírus. De acordo com o texto, as companhias poderão deixar de recolher o valor devido ao INSS, até o limite do teto do regime geral (R$ 6.101,06)
    Benefícios acumulados
    - Será permitido a até duas pessoas de uma mesma família acumularem benefícios. Se um deles receber o Bolsa Família, terá de fazer a opção pelo auxílio mais vantajoso.
    - As mulheres de famílias monoparentais receberão duas cotas, também por três meses, com a mesma restrição envolvendo o Bolsa Família.
    - Já a renda média será verificada por meio do CadÚnico para os inscritos e, para os não inscritos, com autodeclaração em plataforma digital.
    - Na renda familiar serão considerados todos os rendimentos obtidos por todos os membros que moram na mesma residência, exceto o dinheiro do Bolsa Família.
    Para idosos e deficientes
    - Para pessoas com deficiência e idosos candidatos a receber o BPC (Benefício de Prestação Continuada), de um salário mínimo mensal (R$ 1.045,00), o INSS poderá antecipar o pagamento de R$ 600,00 (valor do auxílio emergencial) até que seja avaliado o grau de impedimento no qual se baseia o pedido ou seja concedido o benefício. Essa avaliação costuma demorar porque depende de agendamento com médicos peritos e assistentes sociais do INSS.
    - Quando o BPC for concedido, ele será devido desde o dia do requerimento, e o que tiver sido adiantado será descontado.
    - Da mesma forma, o órgão poderá adiantar o pagamento do auxílio-doença, no valor de um salario mínimo mensal, durante três meses contados da publicação da futura lei ou até a realização da perícia pelo INSS, o que ocorrer primeiro.
    - Para ter direito a esse adiantamento, o trabalhador precisará ter cumprido a carência exigida para a concessão do benefício (12 meses de contribuição) e apresentar atestado médico com requisitos e forma de análise a serem definidos em ato conjunto da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia e do INSS.
    Como será o pagamento
    Ainda será definido pelo governo um calendário de pagamento. O auxílio emergencial será pago por bancos públicos federais por meio de uma conta do tipo poupança social digital.
    Essa conta será aberta automaticamente em nome dos beneficiários, com dispensa da apresentação de documentos e isenção de tarifas de manutenção. A pessoa usuária poderá fazer ao menos uma transferência eletrônica de dinheiro por mês, sem custos, para conta bancária mantida em qualquer instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central.
    A conta pode ser a mesma já usada para pagar recursos de programas sociais governamentais, como PIS/Pasep e FGTS, mas não pode permitir a emissão de cartão físico, cheques ou ordens de pagamento para sua movimentação.
    Se a pessoa deixar de cumprir as condições estipuladas, o auxílio deixará de ser pago. Para fazer as verificações necessárias, os órgãos federais trocarão as informações constantes em suas bases de dados. (Fonte: R7)
  • CORONAVÍRUS: G20 anuncia injeção de US$ 5 tri na economia mundial contra pandemia
    Grupo se comprometeu a fazer o que for necessário para minimizar danos econômicos e sociais da pandemia em teleconferência com Bolsonaro e Araújo.
    Diante da maior pandemia que o planeta já viveu, nesta quinta-feira, 26/03, o G20 anunciou que vai injetar US$ 5 trilhões — o equivalente a R$ 25 trilhões — na economia mundial como forma de combater a pandemia do novo coronavírus, que provoca a covid-19, e os seus danos na economia de todos os países.
    "Estamos injetando US$ 5 trilhões na economia global como parte da política fiscal direcionada, medidas econômicas e esquemas de garantia para combater a impactos sociais, econômicos e financeiros da pandemia", informou o grupo dos 20 países mais ricos do mundo em um comunicado após reunião extraordinária realizada na Arábia Saudita.
    O informativo diz ainda que o grupo "se compromete a fazer o que for necessário e a usar todas as ferramentas de política disponíveis para minimizar os danos econômicos e sociais da pandemia, restaurar o crescimento global, manter a estabilidade do mercado e fortalecer a resiliência".
    Bolsonaro e Araújo
    O Brasil foi representado na reunião virtual pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo.
    A reunião do G20 se concentrou em encontrar meios de cooperação e de como os países devem agir para enfrentar a epidemia, mas também deixar os fluxos de comércio abertos e manter as cadeias de suprimento.
    Teleconferência
    Bolsonaro levou à cúpula virtual do G20 o mesmo discurso que tem defendido internamente no combate ao coronavírus, de defender a saúde das pessoas, mas também os empregos. O presidente levantou mais uma vez o uso da hidroxicloroquina como tratamento para covid-19, mesmo sem pesquisas conclusivas.
    "O presidente concentrou-se em falar da necessidade de proteger a saúde das pessoas e ao mesmo tempo proteger os empregos, pensando prioritariamente nas pessoas mais vulneráveis. Falou do avanço das pesquisas, no Brasil, nos Estados Unidos e em outros lugares, sobre o tratamento com hidroxicloroquina", disse uma fonte diplomática.
    Em fotos distribuídas pelo Palácio do Planalto, Bolsonaro aparece com uma das versões do medicamento usado contra malária, produzido por um laboratório brasileiro, na mesa a sua frente. Em outra, enquanto está falando, segura a caixa do medicamento.
    Remédio em estudo
    Na última quarta-feira, 25, o Ministério da Saúde decidiu abrir um estudo nacional e anunciou que vai adotar a cloroquina no tratamento de casos graves de infecção pelo novo coronavírus, mas ressaltou que o medicamento não deve ser usado fora de ambientes hospitalares.
    O ministro da Saúde, Henrique Mandetta, disse que a intenção é deixar o medicamento à disposição dos médicos para o caso de decidirem usar em pacientes graves, com determinadas condições, que possam responder ao medicamento. (Fonte: R7)

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