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Neto do Lula, de 7 anos, morre de meningite em SP

Neto do Lula, de 7 anos, morre de meningite em SP Featured

Arthur Lula da Silva deu entrada às 7h11 desta sexta-feira (1º) em hospital de Santo André, no ABC Paulista.

Morreu nesta sexta-feira, 01/03, o neto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Arthur Lula da Silva, de 7 anos, vítima de meningite meningocócica, em São Paulo.

Arthur deu entrada no Hospital Bartira, em Santo André, no ABC Paulista, às 7h20 desta manhã, "quadro instável" com febre e faleceu às 12h11, "devido ao agravamento do quadro infeccioso de meningite meningocócica", segundo a assessoria da Rede D'Or São Luiz, da qual o hospital faz parte.

A presidente do PT, Gleisi Hoffman, afirmou em sua conta no Twitter que fará de tudo para que Lula, preso na sede da PF em Curitiba, possa comparecer ao velório para se despedir do neto. O Hospital não deu detalhes sobre local e horário do velório.

Os advogados de Lula devem pedir a Justiça a liberação para ele comparecer ao velório do neto.
 
Notícias & Opinião externa seus sentimentos de pesar nesse momento de dor da família e pede a Deus que console o ex-presidente Lula e todos os seus familiares.
 
Atualizado às 17h30
Lula vai ao sepultamento do neto
“O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seguirá para São Paulo em avião do Governo do Paraná. A aeronave foi liberada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, atendendo pedido da superintendência da Polícia Federal no Paraná. O apoio para o deslocamento permitirá que o ex-presidente participe do velório do neto Arthur Araújo Lula da Silva, que morreu nesta sexta-feira em Santo André, vítima de meningite.” O sepultamento ocorrerá em Santo André, no ABC Paulo, no sábado, 02/03. Não houve ainda uma declaração oficial da juíza Carolina Lebbos, da 12ª Criminal Federal de Curitiba, mas, ela já fez um comunicado informal à PF afirmando que ex-presidente será liberado para ir ao sepultamento do neto.
 
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  • PT e PSDB: Qual desses dois partidos chegará mais inteiro nas eleições de 2020?

    Nas eleições de 2016, o PT foi, praticamente, varrido das Prefeituras e Câmaras Municipais. E, se não mudarem, os tucanos correm o mesmo risco, a não ser que algum tucano tenha apoio irrestrito de governantes, como Bolsonaro e Doria.

     

    Por Renato Ferreira - 

    Não é novidade para nenhum brasileiro que as maiores lideranças do PT e do PSDB são ainda, respectivamente, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-governador de Minas Gerais, Aécio Neves. Isto porque o Lula faz política desde os anos 1980, quando fundou o PT, e foi presidente por dois mandatos, enquanto o Aécio, depois de FHC, foi o tucano que mais perto chegou de ser eleito para a Presidência da República. O Geraldo Alckmin, que poderia ter tirado do mineiro essa posição, acabou se transformando num candidato nanico nas eleições de 2018.

    Só que agora, a pouco mais de um ano das eleições municipais de 2020, tanto PT, como PSDB, estão órfãos dessas lideranças. Condenado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro e, ainda aguardando outras condenações, Lula já está preso há mais de um ano, cumprindo pena de 9 anos de reclusão. Por outro lado, o Aécio Neves já foi também denunciado por crimes de corrupção na Lava Jato e se acabou em termos políticos. Tanto é assim que, depois de perder a eleição para Dilma Roussef, em 2016, teve que desistir da candidatura ao Senado, sendo eleito apenas para Deputado Federal, enquanto aguarda condenação na Justiça e seguir para o mesmo destino de Lula.

    Em 2020, como será?

    Sendo assim, resta uma pergunta no ar: Como PT e PSDB sairão das urnas em 2020? Como todos lembram, já sofrendo as consequências da corrupção, em 2016, mesmo com Lula livre e fazendo campanha abertamente, o PT foi um fiasco e acabou sendo varrido do mapa eleitoral dos municípios. Prova disso foi a eleição em São Paulo, onde o petista Fernando Haddad não conseguiu a reeleição e foi derrotado pelo tucano João Doria.

    Além disso, Câmaras Municipais de importantes cidades, como Osasco, na região Oeste da Grande São Paulo, não elegeu nenhum vereador petista pela primeira vez desde os anos 1990. A derrocada petista foi ainda maior em Estados como no Mato Grosso do Sul, que não elegeu nenhum vereador em suas centenas de municípios.

    Naquelas eleições, os tucanos, ainda sem os efeitos da corrupção, conseguiram bons resultados em todas as regiões do país. Mas, como será o desempenho do PSDB em 2020, depois da derrocada de Aécio Neves e de Geraldo Alckmin? Dividido, o ninho tucano ferve em todo Brasil.

    Doria pode fazer a diferença

    Doria e Lindoso

    Governador de São Paulo, João Doria, e o vereador de Osasco, Dr. Lindoso, ambos do PSDB

    Ao contrário dos petistas, que ainda tentam ressuscitar o Lula, uma vez que não têm outra liderança e puxador de votos no mesmo nível do ex-presidente, os tucanos ainda têm uma tábua de salvação, que tem nome e endereço: João Doria, inquilino do Palácio do Bandeirantes.

    São Paulo e Minas são os dois maiores colégios eleitorais do Brasil e o resultado das eleições gerais nesses estados funcionam como termômetro para as futuras empreitadas eleitorais dos partidos. E petistas, como tucanos, se deterioraram em Minas, em 2018. O ex-governador petista, Fernando Pimentel, ficou pelo caminho, levando consigo a ex-presidente Dilma, candidata favorita ao Senado. Mas, o senador tucano, Antonio Anastasia, favorito para voltar ao Palácio da Liberdade, também derrapou no segundo turno e perdeu feio para o novato Romeu Zema, do Partido Novo.

    Só que em São Paulo, onde os petistas jamais elegeram o governador, os tucanos mostraram mais uma vez a sua força no estado e elegeram João Doria. No primeiro turno, o PT foi mais uma vez um fiasco com a candidatura do sindicalista Luiz Marinho e, no segundo turno, não obteve sucesso apoiando a reeleição de Márcio França, do PSB.

    Então, em 2020, a esperança dos líderes tucanos, é um bom desempenho do governo Doria. Pois, será do Palácio dos Bandeirantes, que os futuros candidatos tucanos, seja para as Prefeituras ou Câmaras Municipais, esperam que venham as melhores contribuições para as suas empreitadas eleitorais.

    Fogo amigo em Osasco

    Rogério Lins Emidio e Lindoso

    Prefeito de Osasco, Rogério Lins (Podemos); deputado estadual, Emidio de Souza (PT); e o vereador osasquense, Dr. Lindoso (PSDB)

    E como não poderia ser diferente, os problemas jurídicos de suas lideranças federais acabam também atingindo petistas e tucanos na esfera municipal. Como já falamos de Osasco, voltamos a citar essa cidade paulista, uma vez que, sendo um município densamente povoado em seus apenas 64 quilômetros quadrados, Osasco representa muito bem um extrato da sociedade brasileira, sobretudo, em termos políticos.

    E as brigas internas no Diretório Nacional atinge, sem dúvida, os diretórios municipais dessas duas siglas, não sendo diferente em Osasco, onde os políticos tentam mostrar suas próprias virtudes aos eleitores, sem falar muito das lideranças maiores, como Lula, Aécio e Alckmin.

    Tendo sua base econômica firmada em grandes indústrias, principalmente, no ramo siderúrgico, Osasco sempre foi um braço forte do petismo. Tanto é assim, que a maioria de seus vereadores na cidade veio do meio sindical, como o ex-prefeito Emídio de Souza, que foi vereador e, atualmente, é deputado estadual.

    Mas, desde o mensalão, passando pelo impeachment de Dilma Roussef e a prisão de Lula, que o PT osasquense não é o mesmo. Pela primeira vez, em 2016, não elegeu nenhum vereador e, em 2018, elegeu somente o Emidio para a Assembleia Legislativa. Mesmo assim, o candidato só se elegeu graças aos votos de fora da cidade. Se dependesse apenas de Osasco, ele não teria sido eleito. Com certeza, Emidio de Souza, será candidato a prefeito em 2020, mas, terá que fazer boas alianças se quiser voltar ao 'Palácio' Bussocaba.

    Assim, como os petistas, os tucanos também não passam por bons momentos na cidade, onde já comandaram a Prefeitura por três mandatos consecutivos, com Celso Giglio e Silas Bortolosso, entre 1993 a 2004, além de outros mandados apoiando prefeitos aliados. Agora, no entanto, os tucanos já estão desde 2005 longe do Executivo osasquense. E não escondem o desejo de voltar a comandar a cidade.

    Mas, como será o desempenho deles em 2020? Com as derrocadas de Aécio Neves e de Geraldo Alckmin e, consequentemente, com as brigas no Diretório Estadual, faz tempo que o ninho tucano de Osasco não é um exemplo de união. E as bicadas amigas já são púbicas e notórias.

    Aliados de Alckmin e de Doria não se entendem e têm até tucanos quase já ora do ninho, que fazem parte da atual administração sob o comando de Rogério Lins, do Podemos. E essa desunião tucana em Osasco já é explícita na própria Câmara Municipal, onde os três representantes do partido - Dr. Lindoso, De Paula e Didi - claramente dão sinais de que não falam a mesma língua quando o assunto é união para as eleições de 2020.

    E é, justamente, em Osasco, classificada como a "melhor esquina do Brasil", pelo saudoso Mário Covas, que João Doria poderá fazer a diferença para os tucanos. O atual governador paulista não teve apoio de Rogério Lins, que apoiou Márcio França, em 2018. Em conversas com seus correligionários da cidade, Doria tem demonstrado que tem como meta reconquistar a Prefeitura de Osasco para os tucanos.

    Enquanto isso, essas desavenças internas de petistas e tucanos poderão beneficiar candidaturas de outros partidos. São os casos, por exemplo, do Podemos, partido do prefeito Rogério Lins, e do PSL, legenda do Presidente Jair Bolsonaro. Com certeza, candidatos desses partidos vão tentar de todas as formas, enfraquecer ainda mais os possíveis candidatos petistas e tucanos.

    Em Osasco, um dos nomes do PSDB que tem sido ventilado como possível candidato a Prefeito é o do ex-presidente da Câmara, Dr. Lindoso, que cumpre seu segundo mandato de vereador. Aliado fiel do governador João Doria, Lindoso concedeu ao governador o Título de Cidadão Osasquense, em 2017. e tem se encontrado com frequência com o Governador.

    Se não houver nenhum fato novo nessa corrida, tudo indica que o candidato tucano em Osasco, com apoio de Doria, deverá mesmo ser o Dr. Lindoso. Se vai ser eleito, aí são outros quinhentos, pois, o tucano terá que enfrentar a candidatura do atual Prefeito, Rogério Lins, que conta com apoio da Deputada Federal, Renata Abreu, presidente nacional do Podemos, e da maioria absoluta dos 21 vereadores. (Renato Ferreira)

  • LUTO NA FÓRMULA 1: Morre o tricampeão mundial Niki Lauda, aos 70 anos
    Ex-piloto austríaco e presidente de honra da Mercedes sofria com sérios problemas respiratórios desde acidente que quase lhe matou em 1976.
    Nesta segunda-feira, 30/05, morreu o tricampeão mundial de Fórmula 1, Niki Lauda, de 70 anos, O ex-piloto estava internado na UTI de um hospital na capital austríaca por complicações de antigo problema respiratório.
    Lauda sobreviveu a um dos mais graves acidentes da história da F-1, no GP da Alemanha, em Nurburgring, em 1º de agosto de 1976. O então piloto da Ferrari teve o corpo coberto por chamas e a capacidade respiratória comprometida desde então.
    niki lauda gp da espanha 2
    Niki Lauda numa de suas corridas pela Fórmula 1, na Espanha (EFE - 28.4.1974)
    Foi também nesse acidente, que Lauda teve parte da orelha direita queimada e vários ossos quebrados. Lauda não só lutou contra a morte como batalhou muito para também voltar às pistas. Depois de 42 dias e só duas corridas de ausência, lá estava de novo nas pistas. Naquele ano, foi vice-campeão mundial, tendo perdido o título para James Hunt. A rivalidades com Hunt nas pistas virou até filme.
    Além do problema pulmonar, o ex-piloto precisou passar por dois transplantes de rim, um em 1997 e o outro em 2015. Esse último procedimento só foi viável graças à namorada da época, que lhe doou um órgão saudável.
    Desde 2012, Lauda era presidente de honra da Mercedes, na reconstrução da equipe na F-1. Ele foi um dos principais nomes que levaram Lewis Hamilton para as Flechas de Prata no final daquele ano. Antes das férias de verão da categoria, Lauda perdeu os GPs da Alemanha e da Hungria.
    O austríaco foi campeão da F-1 em 1975, 1977 (ambas pela Ferrari) e 1984 (já pela McLaren). Ao todo, foram 177 corridas na principal categoria do automobilismo, com 25 vitórias e 24 pole-positions. (Fonte: R7- Imagem: EFE/Valdrin Xhemaj )
  • CANHOTINHOS DESUNIDOS: Ciro Gomes diz que Lula é 'enganador profissional' e 'defunto eleitoral'
    O ex-presidente petista, que está preso, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, é detonado pelo seu ex-ministro, que o classifica também de desleal.
     
    Após a vitória de Jair Bolsonaro nas eleições do ano passado, a esquerda continua batendo cabeça na tentativa de encontrar um nome de consenso que possa fazer frente ao atual Presidente em 2022. Só que, em vez de discursos de união, o que vem imperando na verdade é o fogo amigo entre as principais lideranças da chamada esquerda brasileira.
    Nesta semana, por exemplo, o candidato derrotado à presidência da República nas eleições de 2018, Ciro Gomes (PDT), não medias as palavras para criticar o ex-presidente petista, Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso, condenado a mais de 9 anos de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Ciro diz que Lula é um “enganador profissional” e que se tornou um “defunto eleitoral”.
    “Eu conheço o Lula. Ele é um encantador de serpentes, um enganador profissional. Não tem um companheiro com quem ele não tenha sido desleal ao longo da vida inteira, ele cultiva isso”, disse Ciro Gomes,na terça-feira, 14/05, em entrevista a Marcelo Tas no programa Provocações, da TV Cultura.
    O ex-ministro de Lula e Dilma, disse que o PT tem dificuldades para lidar com o fato de Lula ter se tornado um “defunto eleitoral” por conta das condenações. “No PT todo mundo sabe que do ponto de vista eleitoral o Lula é carta fora do baralho. Como manejar este defunto eleitoral é muito delicado para todos eles. Ele fez uma lei que determina que num País com quatro graus de jurisdição, no 2º grau de condenação, você perde os direitos políticos. Ele está inelegível até fazer 90 anos.”, afirma Ciro Gomes. (Fonte: Jovem Pan)

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