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Por Bolsonaro, PSL de Osasco cancela inauguração de Comitê

Por Bolsonaro, PSL de Osasco cancela inauguração de Comitê Featured

Conforme nota divulgada nesta sexta-feira, 07/09, o PSL de Osasco cancelou a inauguração do Comitê do partido na Zona Norte da cidade, em virtude do atentado sofrido por Jair Bolsonaro, candidato Presidência da República, quando ele participava de uma caminhada ao lado de uma multidão no Centro de Juiz de Fora, na tarde de terça-feira, 6.
A nota é assinada pelo médico, Dr. Alexandre Bussab, candidato a deputado Estadual.
"Nós estamos muito sensibilizados e somos solidários ao nosso amigo Jair Bolsonaro e, por isso, decidimos que vamos continuar nossa campanha com força, foco e fé, mas a festa do povo e a nossa ficará para o dia da vitória e independência do nosso Brasil. Dia em que o povo manifestará nas urnas o quanto está cansado dessa violência contra a família brasileira e tanta corrupção.
A mídia tem destacado o nosso candidato à Presidência do Brasil sendo esfaqueado, mas quantos casos como este acontecem todos os dias em nossas cidades? Famílias são destruídas pela violência instaurada nesse país.
Sou candidato porque acredito que podemos ser diferentes, e a minha trajetória de vida ressalta minha seriedade sobre assuntos importantes como esse. Conto com a compreensão de todos!
Informo que a partir de quarta-feira, dia 17, o comitê estará aberto para que nossos apoiadores retirem o material de campanha", afirma Bussab.
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    O pedido foi oficializado pela deputada Renata , hoje, em Osasco. Ela visitou funcionários da Secretaria de Educação onde agradeceu pelos votos obtidos.

    Durante a campanha do segundo turno em Osasco, houve, um desencontro entre o Podemos e a campanha do petista Haddad. Alguns membros do Podemos, dentre eles, o Gelso Lima, estiveram presentes num ato suprapartidário em apoio a Fernando Haddad, no Sindicato dos Metalúrgicos. Veja aqui: https://bit.ly/2yO0Uau

    No dia seguinte, o Podemos emitiu uma nota oficial afirmando que o Podemos de Osasco ficaria neutro na campanha e que se algum membro do partido esteve no evento, o fez por conta própria e não como representante do partido. “Não existe possibilidade do PODEMOS fazer algum ato de apoio ao PT em Osasco, ou no Estado de SP”, garantiu o prefeito de Osasco, Rogério Lins, liderança regional e um dos vice presidentes estaduais do PODEMOS", diz a Nota.

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    Além do impacto para o governo de Bolsonado, os atuais senadores, dos quais muitos deixarão a Casa, mostram também que estão legislando em causa própria

     

    Nesse momento em que o Brasil elege seu novo Presidente da República e busca cortar gastos públicos, os senadores destoaram e jogaram contra os interesses do povo. Nesta quarta-feira, 07/11, o Senado aprovou o aumento de 16,38% no salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

    O reajuste terá impacto bilionário no Orçamento para o presidente eleito, Jair Bolsonaro , e para os novos governadores. A aprovação deve gerar um rombo de R$ 4 bilhões para União e estados, segundo cálculos de técnicos da Câmara.

    Ministros do STF

    Como o projeto já foi aprovado na Câmara, em 2016, ele segue para sanção do presidente Michel Temer. A remuneração irá subir de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil. O aumento tem efeito cascata, provoca reajustes para magistrados, e faz subir o teto salarial para o funcionalismo — que tem como referência o salário de ministros do STF. A proposta foi aprovada por 41 votos a favor, 16 contrários e uma abstenção.

    Na mesma sessão, o Senado aprovou ainda um outro projeto, que reajusta o salário do procurador-geral da República, para o mesmo valor.

    O reajuste dos vencimentos dos ministros do STF deve gerar uma despesa extra de R$ 4 bilhões ao ano, contando o impacto nas contas públicas da União e dos estados, devido ao efeito cascata, segundo dados da Consultoria de Orçamento da Câmara.

    Apenas para a União, a despesa estimada é de R$ 1,45 bilhão ao ano, sendo R$ 717 milhões no Poder Judiciário, R$ 258 milhões no Ministério Público da União; R$ 250 milhões no Executivo e R$ 220 milhões no Legislativo. No estados, que sofrem uma grave crise fiscal, estima-se um efeito anual de R$ 2,6 bilhões.

    Os novos valores dos vencimentos dos ministros entrarãp em vigor na data da sanção do projeto.

     

    Veja, a seguir, como foram os votos dos senadores:

    A FAVOR DO AUMENTO

    Acir Gurgacz (PDT-RO)
    Aécio Neves (PSDB-MG)
    Ângela Portela (PDT-RR)
    Antonio Anastasia (PSDB-MG)
    Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)
    Armando Monteiro (PTB-PE)
    Ataídes Oliveira (PSDB-TO)
    Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
    Cidinho Santos (PR-MT)
    Ciro Nogueira (PP-PI)
    Dalirio Beber (PSDB-SC)
    Davi Alcolumbre (DEM-AP)
    Edison Lobão (MDB-MA)
    Eduardo Amorim (PSDB-SE)
    Eduardo Braga (MDB-AM)
    Eduardo Lopes (PRB-RJ)
    Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE)
    Garibaldi Alves Filho (MDB-RN)
    Hélio José (PROS-DF)
    Ivo Cassol (PP-RO)
    Jorge Viana (PT-AC)
    José Agripino (DEM-RN)
    José Amauri (Pode-PI)
    José Medeiros (Pode-MT)
    José Serra (PSDB-SP)
    Otto Alencar (PSD-BA)
    Paulo Bauer (PSDB-SC)
    Paulo Rocha (PT-PA)
    Raimundo Lira (PSD-PB)
    Renan Calheiros (MDB-AL)
    Roberto Rocha (PSDB-MA)
    Romero Jucá (MDB-RR)
    Rose de Freitas (Pode-ES)
    Sérgio Petecão (PSD-AC)
    Tasso Jereissati (PSDB-CE)
    Telmário Mota (PTB-RR)
    Valdir Raupp (MDB-RO)
    Vicentinho Alves (PR-TO)
    Walter Pinheiro (sem partido-BA)
    Wellington Fagundes (PR-MT)
    Zezé Perrela (MDB-MG)

    CONTRA O AUMENTO

    Airton Sandoval (MDB-SP)
    Cristovam Buarque (PPS-DF)
    Fátima Bezerra (PT-RN)
    Givago Tenório (PP-AL)
    José Pimentel (PT-CE)
    Lídice da Mata (PSB-BA)
    Lúcia Vânia (PSB-GO)
    Maria do Carmo Alves (DEM-SE)
    Randolfe Rodrigues (Rede-AP)
    Regina Sousa (PT-PI)
    Reguffe (sem partido-DF)
    Ricardo Ferraço (PSDB-ES)
    Roberto Requião (MDB-PR)
    Ronaldo Caiado (DEM-GO)
    Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)
    Wilder Morais (DEM-GO)

    ABSTENÇÃO 
    José Maranhão (MDB-PB)

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