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Aqui, você aprende muito sobre a Histórica Política do Brasil.

 

Por exemplo, você sabia que Getúlio Vargas tinha somente 12 Ministérios. Mesmo assim, pressionado ele se matou.

Nos últimos governos já tivemos cerca de 40 ministérios, muitos arranjados para fomentar a corrupção.

Confira, aqui, um pouco mais sobre o Palácio do Catete (RJ), sede do Governo por 63 anos.

Videorreportagem de Renato Ferreira. Veja aqui: https://www.facebook.com/orenatoferreira/posts/1931435950279969?__xts__[0]=68.ARCp6bnDMSsPfoZSUf2ksFv8dvFg6aOIbGMbxUfc91VN_bQarWO8POgA2bKK9niCDKmRLCbGih4lAOZXDMcJ8nIcJmzy-nsEEFKMA42kCChjO5iBysaoW9IMmzRzKgSr52h_qG0&__tn__=-R

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  • GOVERNO BOLSONARO: De que lado ficará o Podemos da Renata Abreu?

    Gelso Lima será o coordenador estadual do mandato da deputada federal Renata Abreu do PODEMOS

     

    Conforme foi noticiado nesta segunda-feira, 12/11, o ex-secretário de Governo de Osasco, Gelso Lima, aceitou o convite da deputada federal reeleita Renata Abreu, presidente nacional do Podemos, para assumir a coordenação geral do mandato da parlamentar no Estado de São Paulo.

    O pedido foi oficializado pela deputada Renata , hoje, em Osasco. Ela visitou funcionários da Secretaria de Educação onde agradeceu pelos votos obtidos.

    Durante a campanha do segundo turno em Osasco, houve, um desencontro entre o Podemos e a campanha do petista Haddad. Alguns membros do Podemos, dentre eles, o Gelso Lima, estiveram presentes num ato suprapartidário em apoio a Fernando Haddad, no Sindicato dos Metalúrgicos. Veja aqui: https://bit.ly/2yO0Uau

    No dia seguinte, o Podemos emitiu uma nota oficial afirmando que o Podemos de Osasco ficaria neutro na campanha e que se algum membro do partido esteve no evento, o fez por conta própria e não como representante do partido. “Não existe possibilidade do PODEMOS fazer algum ato de apoio ao PT em Osasco, ou no Estado de SP”, garantiu o prefeito de Osasco, Rogério Lins, liderança regional e um dos vice presidentes estaduais do PODEMOS", diz a Nota.

    Agora, no governo de Bolsonaro, a partir de janeiro de 2019, seria interessante saber de que lado o Podemos estará atuando. Se com o governo Bolsonaro, ou na oposição ao lado de outros partidos derrotados nas eleições de 2018. O Podemos disputou a Presidência com o Senador Álvaro Dias (PR).

    E também em São Paulo, no governo de João Doria. Na campanha, o Podemos se aliou ao candidato do PSB, Márcio França, candidato à reeleição. que disputou o segundo turno contra o tucano Doria  (Renato Ferreira)

     

    Atualizado às 23h10

    Renata Abreu diz que o Podemos é um partido independente

    Agora há pouco, a assessoria de Imprensa do Podemos de Osasco entrou em contato com Notícias & Opinião, enviando uma fala da deputada Renata Abreu sobre a posição do partido, especificamente, sobre eventual apoio ao Doria, conforme questionamos.

    A presidente nacional da Legenda afirmou que o Podemos é um partido independente nas esferas municipal, estadual e nacional. "O Podemos se posicionará sempre a favor de todas as medidas que forem benéficas à população, independente da sigla partidária", disse.

  • JOGANDO CONTRA: Senado aprova aumento para ministros do Supremo, com impacto de R$ 4 bi no orçamento de 2019

    Além do impacto para o governo de Bolsonado, os atuais senadores, dos quais muitos deixarão a Casa, mostram também que estão legislando em causa própria

     

    Nesse momento em que o Brasil elege seu novo Presidente da República e busca cortar gastos públicos, os senadores destoaram e jogaram contra os interesses do povo. Nesta quarta-feira, 07/11, o Senado aprovou o aumento de 16,38% no salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

    O reajuste terá impacto bilionário no Orçamento para o presidente eleito, Jair Bolsonaro , e para os novos governadores. A aprovação deve gerar um rombo de R$ 4 bilhões para União e estados, segundo cálculos de técnicos da Câmara.

    Ministros do STF

    Como o projeto já foi aprovado na Câmara, em 2016, ele segue para sanção do presidente Michel Temer. A remuneração irá subir de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil. O aumento tem efeito cascata, provoca reajustes para magistrados, e faz subir o teto salarial para o funcionalismo — que tem como referência o salário de ministros do STF. A proposta foi aprovada por 41 votos a favor, 16 contrários e uma abstenção.

    Na mesma sessão, o Senado aprovou ainda um outro projeto, que reajusta o salário do procurador-geral da República, para o mesmo valor.

    O reajuste dos vencimentos dos ministros do STF deve gerar uma despesa extra de R$ 4 bilhões ao ano, contando o impacto nas contas públicas da União e dos estados, devido ao efeito cascata, segundo dados da Consultoria de Orçamento da Câmara.

    Apenas para a União, a despesa estimada é de R$ 1,45 bilhão ao ano, sendo R$ 717 milhões no Poder Judiciário, R$ 258 milhões no Ministério Público da União; R$ 250 milhões no Executivo e R$ 220 milhões no Legislativo. No estados, que sofrem uma grave crise fiscal, estima-se um efeito anual de R$ 2,6 bilhões.

    Os novos valores dos vencimentos dos ministros entrarãp em vigor na data da sanção do projeto.

     

    Veja, a seguir, como foram os votos dos senadores:

    A FAVOR DO AUMENTO

    Acir Gurgacz (PDT-RO)
    Aécio Neves (PSDB-MG)
    Ângela Portela (PDT-RR)
    Antonio Anastasia (PSDB-MG)
    Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)
    Armando Monteiro (PTB-PE)
    Ataídes Oliveira (PSDB-TO)
    Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
    Cidinho Santos (PR-MT)
    Ciro Nogueira (PP-PI)
    Dalirio Beber (PSDB-SC)
    Davi Alcolumbre (DEM-AP)
    Edison Lobão (MDB-MA)
    Eduardo Amorim (PSDB-SE)
    Eduardo Braga (MDB-AM)
    Eduardo Lopes (PRB-RJ)
    Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE)
    Garibaldi Alves Filho (MDB-RN)
    Hélio José (PROS-DF)
    Ivo Cassol (PP-RO)
    Jorge Viana (PT-AC)
    José Agripino (DEM-RN)
    José Amauri (Pode-PI)
    José Medeiros (Pode-MT)
    José Serra (PSDB-SP)
    Otto Alencar (PSD-BA)
    Paulo Bauer (PSDB-SC)
    Paulo Rocha (PT-PA)
    Raimundo Lira (PSD-PB)
    Renan Calheiros (MDB-AL)
    Roberto Rocha (PSDB-MA)
    Romero Jucá (MDB-RR)
    Rose de Freitas (Pode-ES)
    Sérgio Petecão (PSD-AC)
    Tasso Jereissati (PSDB-CE)
    Telmário Mota (PTB-RR)
    Valdir Raupp (MDB-RO)
    Vicentinho Alves (PR-TO)
    Walter Pinheiro (sem partido-BA)
    Wellington Fagundes (PR-MT)
    Zezé Perrela (MDB-MG)

    CONTRA O AUMENTO

    Airton Sandoval (MDB-SP)
    Cristovam Buarque (PPS-DF)
    Fátima Bezerra (PT-RN)
    Givago Tenório (PP-AL)
    José Pimentel (PT-CE)
    Lídice da Mata (PSB-BA)
    Lúcia Vânia (PSB-GO)
    Maria do Carmo Alves (DEM-SE)
    Randolfe Rodrigues (Rede-AP)
    Regina Sousa (PT-PI)
    Reguffe (sem partido-DF)
    Ricardo Ferraço (PSDB-ES)
    Roberto Requião (MDB-PR)
    Ronaldo Caiado (DEM-GO)
    Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)
    Wilder Morais (DEM-GO)

    ABSTENÇÃO 
    José Maranhão (MDB-PB)

  • "Faremos tudo o que for legal para extraditar Battisti", afirma Bolsonaro
    Os dias de Cesar Batisti, condenado à prisão perpétua na Itália, podem estar com os dias contados no Brasil
     
    O presidente eleito, Jair Bolsonaro, disse nesta segunda-feira, 06/10 que, da parte dele, o italiano Cesare Battisti, 63 anos, voltará para a Itália. "Tudo o que for legal, da minha parte, nós faremos para devolver esse terrorista para a Itália", disse o presidente em entrevista, na noite desta segunda-feira, a José Luiz Datena, da TV Bandeirantes. Segundo Bolsonaro, isso foi o que disse ao embaixador da Itália, Antonio Bernardini, durante encontro pela manhã.
    Condenado na Itália por terrorismo e quatro assassinatos, Battisti vive em São Paulo. Em dezembro de 2010, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva negou a extradição de Battisti, em decisão no último dia do mandato do ex-presidente petista.
    Durante a campanha, Bolsonaro disse que pretendia extraditá-lo, como deseja o governo da Itália.
    “O caso Batistti é muito claro. A Itália está pedindo a extradição. O caso está sendo discutido agora no Supremo Tribunal Federal. Esperamos que o Supremo tome uma decisão no tempo mais curto possível”, disse o embaixador.
    Após a vitória de Bolsonaro, o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS) disse que o presidente eleito mantém a determinação em favor da extradição de Battisti. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, já pediu que o STF (Supremo Tribunal Federal), julgue o caso o mais rápido possível.
     
    No fim de semana, Cesare Batisti, que responde a outros processos no Brasil, disse que confia nas instituições brasileiras e espera poder continuar vivendo no Brasil.
    Conversa
    No encontro com Bolsonaro, o embaixador entregou uma carta enviada pelo presidente da Itália, Sergio Mattarella. O diplomata lembrou que Bolsonaro é de origem italiana e que ambos tiveram uma conversa “muito simpática”.
    “Nós temos uma presença no Brasil que é histórica. Claro que a perspectiva para o futuro é aumentar essa presença italiana no Brasil”, disse o embaixador. (Fonte: Agência Brasil)

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