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NÃO-ME-TOQUE: Prefeito desta cidade é cassado por assédio sexual

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O assédio teria sido praticado contra duas funcionárias públicas e uma delas gravou a ação do prefeito de Não-Me-Toquef
Parece até uma piada pronta, mas, não é. O prefeito de Não-Me-Toque, no Norte do Rio Grande do Sul, Armando Carlos Ross (PP), teve seu mandato cassado após uma denúncia de assédio sexual contra duas servidoras públicas. A decisão foi tomada pela Câmara Municipal nesta sexta-feira, 10/08.
A sessão, que começou na manhã de ontem, foi composta por nove vereadores. Entre eles, seis foram favoráveis à perda do mandato de Armando Ross.
De acordo com informações do G1, uma servidora chegou a gravar um vídeo em que o prefeito aparece falando sobre o cargo que ela ocuparia no município e a convidando para ir a seu apartamento. Após o escândalo vazar, o prefeito negou o caso e proibiu o uso de celulares dentro da prefeitura. No entanto, o acusado diz que a medida não está relacionada ao caso de assédio.
O político foi denunciado pelo Ministério Público por assédio sexual contra as duas servidoras, importunação ofensiva contra uma terceira vítima, e outros crimes.
Sobre a cassação, Ross criticou o fato de não ter tido o direito de se manifestar durante a sessão. "Os vereadores vão pagar por isso", disse. (Fonte: Notícias ao Minuto)
 
 
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    Por Márcia Macedo -

     

    O município de Cajamar terá eleição suplementar para prefeito, marcada pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral) para o dia 17 de março. No último final de semana, os diretórios municipais dos partidos realizaram convenções e lançaram candidatos.

    Cajamar 1

    Na manhã de domingo (10), o PSDB confirmou os nomes de Messias Cândido e do vice, Dr. José Henrique, médico da cidade (foto). O evento aconteceu na sede do Esporte Clube Cajamar, no Centro, e reuniu centenas de pessoas, além do apoio de lideranças tucanas, como o deputado estadual Celino Cardoso, o secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, que representou o governador João Dória, o vereador de Osasco Didi, entre outros políticos.

    Messias já administrou o município por três mandatos. “Temos a experiência que a cidade precisa e muita vontade de trabalhar pelo povo, que muito tem sofrido nos últimos anos com falta de investimentos em obras e serviços essenciais, como saúde e educação. Para se ter ideia, quando estivemos na prefeitura construímos um total de 19 escolas das que existem hoje e dos quatro ginásios de esportes do município, três foram construídos nos nossos governos”. O ex-prefeito também foi responsável pela instalação de importantes parques industriais em Cajamar e na época trouxe empresas, como Natura, SKF, o Centro de Distribuição da Marabraz, entre outras.

    Outros candidatos
    Também no domingo, o PSL indicou Vaguinho Cajamar como candidato. Na noite da última sexta-feira (8), o DEM lançou Eurico Missé ; no sábado (9), o PSD confirmou Danilo Joan, que concorreu na eleição passada, ficando em segundo lugar. Outros partidos como o Patriotas, que pretendia indicar Alexandre Lima, deveriam registrar ascandidaturas até esta terça-feira (12), prazo estipulado pela justiça eleitoral.

    Cassação de mandatos

    Em novembro do ano passado, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) cassou os mandatos da prefeita Paula Ribas (PT) e de sua vice Dalete de Oliveira (PC do B), condenadas por abuso de poder e uso indevido da máquina pública. Desde então, a cidade de Cajamar é governada interinamente e desde do início de 2019 pelo atual presidente da Câmara Municipal, Saulo Rodrigues (PSD). 
    No entanto, antes da cassação da chapa eleita em 2016, um processo criminal já havia afastado a ex-prefeita e até a decisão em última instância, a vice Dalete permaneceu no poder por um ano.
    Cajamar passa por cassações de mandatos e alternância na gestão da prefeitura desde 2014, quando Daniel Fonseca (na época no PSDB) perdeu o mandato. De lá para cá, mais de 13 prefeitos administraram a cidade, em cumprimento a decisões tomadas pela Justiça Eleitoral. (Jornalista Márcia Macedo)

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    Está meio confuso este título, não é mesmo? Pois é, mas, a confusão é apenas por conta do nome da cidade. Sabe quando os membros de uma quadrilha não se entendem no momento da divisão do produto roubado e o caso termina em briga e até em morte?

    Foi justamente isso que aconteceu na cidade de Novo Acordo, no estado de Tocantins. Só que o caso não envolve bandidos comuns. Os envolvidos são o prefeito e o vice-prefeito da cidade por causa de pagamento de propinas.

    No último dia 10 de janeiro, o vice-prefeito de Novo Acordo, Leto Moura Leitão Filho (PRB), foi preso em flagrante, depois que mandou matar o prefeito da cidade Elson Lino de Aguiar (MDB, conhecido na cidade como Dotozim. O acusado foi interrogado na Delegacia de Investigações Criminais de Palmas.

    Segundo informações da Polícia Civil de Palmas, no dia 9, o Dotozim levou três tiros, inclusive, um deles na cabeça. O crime ocorreu na residência do prefeito. Ele foi socorrido e internado, mas, acabou ficando de perigo. Segundo a Polícia, a motivação do crime teria sido por desentendimento na distribuição de recursos oriundos de fraudes em licitações na Prefeitura de Novo Acordo.

    Morte planejada
    Antes de ser vice na chapa de Dotozim, Leto Moura foi candidato a vereador da cidade em 2004.

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    "Isto foi planejado mais ou menos há três meses. A morte do prefeito teria sido encomendada antes do Natal de 2018. Uma primeira tentativa foi feita com dois contratados, que não conseguiram chegar em Novo Acordo, depois que que se envolveram num problema com a PM de Aparecida do Rio Negro", explicou o delegado Diogo Fonseca. (Fonte: G1)

    TRAGICÔMICO é uma publicação de Notícias & Opinião todas às quartas-feiras. Para ver outros casos já publicados, basta acessar o site - www.noticiaseopiniao.com.br - e buscar pela palavra tragicômico.

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