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Jurista Hélio Bicudo morre aos 96 anos

Jurista Hélio Bicudo morre aos 96 anos Featured

O jurista que ajudou a fundar o Partido dos Trabalhadores foi o autor do pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff
 
Na manhã desta terça-feira, 31/07, morreu em São Paulo o jurista Hélio Bicudo, aos 96 anos. Vice-prefeito de São Paulo na gestão de Marta Suplicy (MDB), o jurista morreu por complicações cardíacas.
 
Figura histórica do PT, Bicudo se distanciou do partido após o mensalão e foi autor do pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.
Hélio Bicudo nasceu em 1922, em Mogi das Cruzes. Ele foi professor de Direito da USP. Durante a ditadura militar (1964-1989) foi um importante militante dos direitos humanos e se notabilizou pelo combate ao Esquadrão da Morte, que agia em São Paulo.
Bicudo trabalhou na Procuradoria Geral em São Paulo e foi vice-prefeito paulistano na gestão de Marta Suplicy. Também participou da gestão de Luiza Erundina, de quem foi secretário dos Negócios Jurídicos.
O jurista rompeu com o PT em 2005, no auge do escândalo do mensalão. Criou e presidiu de 2003 a 2013 Fundação Interamericana de Defesa dos Direitos Humanos (FidDH), entidade que atuou junto à Comissão Interamericana de Direitos Humanos denunciando e acompanhado casos de desrespeito aos direitos humanos no Brasil.
Em 2015, protocolou na Câmara dos Deputados, um pedido de abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. O jurista, Miguel Reale Júnior e os movimentos sociais a favor do impeachment apoiaram o pedido, que foi aceito pelo então presidente da Casa, Eduardo Cunha. Em agosto de 2016 a presidente foi afastada do cargo. (Fonte: Jornal O Estado de Minas)
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    Normalmente, chama-se de fogo amigo, quando vaza na imprensa alguma frase de um correligionário criticando um companheiro de partido. Mas, o que aconteceu em Fortaleza, na noite de segunda-feira, 15, foi um verdadeiro incêndio na campanha do petista Fernando Haddad. Parece que deu PT (Perda Total).

    No lançamento da campanha de segundo turno no Ceará, um dos convidados a falar foi o senador eleito, Cid Gomes (PDT). Irmão de Ciro Gomes, que ficou em terceiro lugar no primeiro turno, Cid foi eleito com apoio dos petistas.

    Ao iniciar sua fala, Cid sugeriu que o PT fizesse um mea culpa e pedisse desculpas pelos erros cometidos. Aí, os petistas começaram a vaiá-lo e o Cid subiu o tom.

    "Tem de pedir desculpas, tem de ter humildade, e reconhecer que fizeram muita besteira", disse. Ao ser interrompido, afirmou: "É sim, é? Pois tu vai perder a eleição. Não admitir um mea culpa, não admitir os erros que cometeu, isso é para perder a eleição e é bem feito. É bem feito perder a eleição. O PT queria ser dono do Brasil e o Brasil não tem dono", afirmou.

    Ao ser interrompido mais uma fez, com gritos a favor de Lula, Cid jogou gasolina e ateou fogo no evento de Haddad. "Lula o quê? Lula tá preso, ô babaca. O Lula tá preso. O Lula tá preso. E vai fazer o quê? Babaca, babaca. Isso é o PT. E o PT deste jeito merece perder. Babaca, vai perder a eleição", reagiu Cid.

    Confira o vídeo: https://www.facebook.com/orenatoferreira/posts/1993104620779768?

    TRAGICÔMICO é uma publicação de Notícias & Opinião todas às quartas-feiras.

  • ELEIÇÕES 2018: Haddad minimiza críticas pesadas de Cid Gomes ao PT
     
    Nesta terça-feira, 16/10, um dia depois de o senador eleito Cid Gomes (PDT-CE) se envolver em uma discussão com militantes do PT ao cobrar um 'mea culpa' do partido, o candidato da sigla ao Planalto, Fernando Haddad, disse acreditar que o político vai dar uma declaração explícita de apoio a ele até o dia 28.
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    Ontem à noite, após elogiar Haddad, Cid Gomes afirmou em evento em Fortaleza que membros do PT "têm de pedir desculpas, têm de ter humildade, e reconhecer que fizeram muita besteira". Ele foi vaiado pela militância, que o interrompeu aos gritos de "olê, olê, olê, olá, Lula, Lula". "Lula tá preso, ô babaca. Babaca, babaca. Isso é o PT. E o PT deste jeito merece perder", disse o senador eleito, ex-governador do Ceará e ex-ministro da Educação.
    Questionado sobre se espera o apoio também de Ciro Gomes, que conquistou 13,3 milhões de votos no primeiro turno, Haddad afirmou crer que "estes dois grandes brasileiros assumam a responsabilidade com o País".
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    Logo após terminar o primeiro turno, o PDT adotou um "apoio crítico" ao candidato Fernando Haddad, afirmando que o partido indicaria votos ao petista, porém, sem a intenção de participar de um possível governo de Haddad. Um dia após a votação, Ciro Gomes viajou para Paris e só voltará na semada anterior à votação do segundo turno. Isso frustrou os planos petistas que esperavam ver Ciro Gomes fazendo campanha ao lado de Fernando Haddad. (Fonte: O Estado de Minas)
  • TRAGICÔMICO: Haddad tira Lula e o vermelho da campanha de segundo turno

    Mais uma vez o PT tenta enganar o eleitorado brasileiro, tirando o vermelho e colocando azul e amarelo nas peças da campanha

     

    Depois de mentir durante toda a pré-campanha, afirmando que o seu candidato à Presidência da República seria o Lula, sabendo, porém, que isso seria impossível, uma vez que, preso e condenado em segunda instância da Justiça por corrupção e lavagem de dinheiro, o ex-presidente não poderia ser candidato pela Lei da Ficha Limpa, o partido lançou Fernando Haddad.

    Bandeiras petistas

    Durante toda a campanha, Haddad, que não foi reeleito prefeito de São Paulo, em 2016, ia todas as segundas-feiras, à cela de Lula, em Curitiba, pedir informações e diretrizes para a campanha petista. Nada era feito sem a autorização de Lula.

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    Com esse discurso, os petistas esperavam que Haddad fosse para o segundo turno coladinho ou até à frente de Jair Bolsonaro, do PSL. Porém, o recado das urnas foi bem diferente.

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    Nesta terça-feira, 08, o próprio Lula mandou um recado ao Haddad impondo que ele não o visite mais na PF de Curitiba.

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    As novas cores da campanha de Fernando Haddad podem ser confundidas com as cores do PSDB. Agora, resta esperar se os eleitores tucanos, por exemplo, vão acreditar. (Renato Ferreira)

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