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Aos 91 anos, morre o pastor Antonio Gilberto, da Assembleia de Deus

Aos 91 anos, morre o pastor Antonio Gilberto, da Assembleia de Deus Featured

Pastor das Assembleias de Deus, Antonio Gilberto era referência pentecostal e deu grandes contribuições à comunidade evangélica

Nesta segunda-feira, 30/07, os evangélicos do Brasil lamentam a morte do pastor Antonio Gilberto da Silva, que aos 91 anos, faleceu na cidade do Rio de Janeiro. O pastor era um dos maiores nomes e referência da teologia pentecostal no Brasil e no mundo.

Homem dedicado a estudo da Bíblia e ao ensino da Palavra de Deus, ao longo de sua trajetória, o Pastor Antonio Gilberto se destacou como educador, jornalista, teólogo, autor de best-sellers e articulista. Além disso, era também uma referência na área de Escola Dominical e de Teologia Pentecostal no país.


No ano passado, ele recebeu o título de Personalidade Teológica de 2017, uma homenagem pela sua contribuição à comunidade evangélica. O título foi oferecido pela Associação de Escolas Teológicas da América Latina (AETAL) e a condecoração aconteceu durante o Culto de Funcionários da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD), no Rio de Janeiro. A causa da morte não foi divulgada.

O velório acontece nesta segunda-feira, a partir das 18h, na Assembleia de Deus, em Cordovil, no Rio de Janeiro. O sepultamento está marcado para às 15h desta terça, no Cemitério Memorial, também no Rio.

Sem dúvida, a morte do Pastor Antonio Gilberto é uma perda irreparável para as Assembleias de Deus no Brasil! A alegria, no entanto, para todos os evangélicos é a certeza que esse homem de Deus foi morar eternamente com Cristo na Jerusalém Celestial.

Quem foi Antonio Gilberto

Ex-cientista da NASA, a agência espacial americana, o pastor Antônio Gilberto era consultor doutrinário da CPAD, membro da Casa de Letras Emílio Conde, mestre em Teologia, graduado em Psicologia, Pedagogia e Letras, membro da diretoria da Global University nos Estados Unidos e autor dos livros “Mensagens, Estudos e Explanações em 1 Coríntios”, “O Calendário da Profecia”, “O Fruto do Espírito”, “A Bíblia: o livro, a mensagem e a história”, “A Prática do Evangelismo Pessoal”, “Verdades Pentecostais”, “A Bíblia através de séculos”, “Crescimento em Cristo” e “Manual de Escola Dominical”, sendo este último o seu maior best-seller, com mais de 200 mil exemplares vendidos.

Em outubro de 1997, ele recebeu da Abec (Associação Brasileira de Editores Cristãos) o prêmio Personalidade Literária. Era uma das maiores personalidades da literatura no Brasil.

A Bíblia de Estudo Pentecostal, lançada no ano de 1995, sob a responsabilidade da Editora CPAD, em sua edição brasileira teve a participação do pastor Antonio Gilberto da Silva.  (Fonte: CPADNEWS e Pleno.News)

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  • LUTO NO PALCO: Bibi Ferreira, diva dos musicais brasileiros, morre aos 96 anos
    Atriz, diretora, cantora, compositora e apresentadora morreu em seu apartamento, no Rio. Filha de Procópio Ferreira, artista brilhou por décadas no teatro e nas telas.
     
    A atriz e cantora Bibi Ferreira, diva dos musicais brasileiros, morreu nesta quarta-feira, 13/02, aos 96 anos, no Rio. Também apresentadora, diretora e compositora, ela foi um dos maiores fenômenos artísticos do país.
    Segundo Tina Ferreira, filha única de Bibi, a artista morreu no início da tarde em seu apartamento no Flamengo, Zona Sul do Rio. A atriz acordou e a enfermeira que a acompanhava percebeu que o batimento cardíaco estava baixo e, por isso, chamou um médico. Tina acredita que a mãe morreu dormindo.
    "Ela amanheceu normal, acordou tomou seu café da manhã e tudo. Depois ela só se queixou que estava se sentindo um pouco com falta de ar. Então como tem enfermeira, tem tudo, tiramos a pressão, o pulso estava fraco. Imediatamente chamamos o Pró-Cardíaco. Eles vieram muito rápido, muito rápido mesmo, ambulância, médico, tudo, mas quando chegaram ela já tinha partido. Ela morreu dormindo, tranquila", explicou Tina.
    A Secretaria Municipal de Cultura informou que o velório vai ser no Teatro Municipal do Rio. O corpo de Bibi deve ser cremado.
    História
    Abigail Izquierdo Ferreira nasceu em 1º de julho de 1922. Filha de um dos maiores nomes das artes cênicas do Brasil, o ator Procópio Ferreira (1989-1979), e da bailarina espanhola Aída Izquierdo, Bibi – apelido que ganhou ainda na infância – estreou nos palcos com pouco mais de 20 dias de vida.
    Em cena, ela apareceu no colo da madrinha, Abigail Maia, em encenação de "Manhãs de sol", de Oduvaldo Vianna (1892-1972).
    Artista multimídia, Bibi ao longo da carreira fez filmes, apresentou programas de TV, gravou discos e dirigiu shows. Tudo sem nunca abandonar o teatro, uma grande paixão.
    Também foi enredo da Viradouro no Carnaval do Rio em 2003. Recentemente, teve a vida e obra contadas no espetáculo "Bibi, uma vida em musical", escrito por Artur Xexéo e Luanna Guimarães, com direção de Tadeu Aguiar. Na montagem, a protagonista foi interpretada por Amanda Costa.
    Em março de 2018, já aos 95 anos, Bibi foi assistir a uma apresentação do musical, então em cartaz em um teatro no Rio e fez o público se emocionar ao chorar cantando, da plateia e sem microfone, uma música de Edith Piaf (1915-1963).
    A própria Bibi interpretou a cantora francesa com maestria em um musical de enorme sucesso no Brasil e em Portugal. O trabalho minucioso foi considerado tão perfeito que mesmo pessoas que conheceram Piaf se espantaram com o nível de semelhança.
    Com o espetáculo, Bibi conquistou os principais prêmios do teatro nacional, como Molière, Mambembe, Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), Governador do Estado e Pirandello. Foram apenas alguns dos muitos prêmios que colecionou ao longo das décadas de carreira.
    Na TV
    Em 1960, Bibi inaugurou a TV Excelsior com o programa ao vivo "Brasil 60", que levou à TV os maiores nomes do teatro. A atração mudaria de nome nos anos seguintes ("Brasil 61", depois "Brasil 62" e assim por diante).
    Na mesma emissora, também apresentou o programa "Bibi sempre aos domingos". Em 1968, estrelou o musical "Bibi ao vivo" – com direção de Eduardo Sidney, o programa era transmitido do auditório da Urca.
    Musicais
    Ainda nos anos 1960, Bibi estrelou outros dois dos musicais mais marcantes de sua carreira. O primeiro foi "Minha querida dama" ("My fair lady"), de Frederich Loewe e Alan Jay Lerner, adaptação de "Pigmaleão", de George Bernard Shaw. No espetáculo, atuou ao lado de Paulo Autran (1922-2007) e Jaime Costa (1897-1967).
    O outro trabalho marcante foi "Alô, Dolly!" (Hello, Dolly!), versão da obra "The matcmaker", de Thornton Wilder, com Hilton Prado e Lísia Demoro.
    Já na década de 1970, Bibi foi o principal nome de "O homem de La Mancha", musical de Dale Wasserman dirigido por Flávio Rangel e com letras adaptadas para o português por Chico Buarque.
    Marca no Canecão
    A artista deixou ainda seu nome marcado na casa de shows Canecão, no Rio, ao dirigir o espetáculo "Brasileiro, profissão esperança", de Paulo Pontes e Oduvaldo Vianna Filho (1936-1974), produção inspirada na obra do compositor Antonio Maria.
    No início, o show foi concebido em escala menor para ser apresentado em boates, com Ítalo Rossi e Maria Bethânia nos papéis centrais. Mas depois o musical foi reformulado e ampliado. Passou, então, a ser protagonizado por Paulo Gracindo e Clara Nunes, transformando-se em um dos maiores sucessos da história do Canecão.
    Em 1975, Bibi recebeu o Prêmio Molière pela interpretação da personagem Joana, de "Gota d’água", de Paulo Pontes e Chico Buarque, montagem que ambientava a tragédia "Medeia", de Eurípedes, em um morro carioca.
    Amália
    No início dos anos 2000, Bibi Ferreira fez mais um trabalho impressionante ao interpretar a fadista Amália Rodrigues (1920-1999) no espetáculo "Bibi vive Amália".
    Em seguida, Bibi apresentou dois recitais, "Bibi in concert" e "Bibi in concert pop", nos quais se apresentou acompanhada por orquestra e coral.
    Vida reservada
    Admirada pelo público e adorada e respeitada pelos colegas, Bibi sempre manteve uma rotina discreta, evitando a exposição de detalhes de sua vida pessoal – raras eram suas aparições em eventos sociais.
    Segundo amigos mais próximos, quando estava fora dos palcos, Bibi preferia passar o tempo em seu apartamento no Flamengo. Teve vários casamentos e apenas uma filha, Teresa Cristina.
    Afastamento
    "Nunca pensei em parar. Essa palavra nunca fez parte do meu vocabulário, mas entender a vida é ser inteligente. Fui muito feliz com minha carreira. Me orgulho muito de tudo que fiz. Obrigada a todos que de alguma forma estiveram comigo, a todos a que me assistiram, a todos que me acompanharam por anos e anos. Muito obrigada! Bibi."
    Com essas palavras, atribuídas a Bibi Ferreira em comunicado publicado em rede social, a atriz e cantora carioca anunciou, em 10 de setembro de 2018, que encerrava uma das carreiras mais gloriosas construídas por uma artista no Brasil e no mundo.
    Aos 96 anos, a artista se retirou voluntariamente de cena para preservar a saúde após três sucessivas internações.
    De acordo com a nota, Bibi disse que não iria mais se apresentar nos palcos como atriz e/ou cantora. Tampouco daria entrevistas, nem mesmo por e-mail, como vinha fazendo nos últimos tempos. (G1)
  • O Jornalismo está de luto: Morre Ricardo Boechat

    Renato Ferreira - 

    Tem certas notícias que a gente até reluta em publicar, tão grande é o impacto que ela nos causa. É assim que vi a morte do jornalista Ricardo Boechat, ocorrida nesta segunda-feira, 11, por volta do meio-dia, com a queda de um helicóptero, na Rodovia Anhanguera, próximo ao acesso para o Rodoanel Mário Covas.

    Ricardo Boechat tinha 66 anos e voltava para São Paulo depois de participar de mais um evento de suas múltiplas atividades como jornalista, apresentador de TV, radialista, escritor e palestrante. Ele voltava de uma palestra na cidade de Campinas. Além de Boechat, morreu também o piloto Ronaldo Quatrucci, os únicos ocupantes da aeronave. Na queda, o helicóptero atingiu a frente de um caminhão. O motorista sofreu ferimentos leves.

    Boechat era apresentador do Jornal da Band e da rádio BandNews FM e tinha uma coluna semanal na revista ISTOÉ. Trabalhou também na TV Globo, Jornal O Globo e no Estadão.

    Crítico, independente e bem humorado

    Filho de diplomatas, Ricardo Boechat nasceu em Buenos Aires e foi criado em Niterói, Rio de Janeiro. Boechat era de uma geração de jornalista, que parece estar em extinção. Ele desempenhou com maestria a arte do bom jornalismo, tanto na TV, como no rádio, jornal e revista.

    Apesar de sermos da mesma geração - ele um pouco mais velho - sempre o admirei pela sua capacidade de criticar A, B ou C de vários segmentos da sociedade, fosse da política, economia, esporte ou religião. Essa forma de abordar os mais diversos temas, com a mesma desenvoltura, criticando ou elogiando sem olhar a cor da bandeira política, filosófica ou religiosa, com certeza, lhe rendeu ao mesmo tempo admiradores e críticos, ou até mesmo inimigos.

    Mas, esta é a linha do bom jornalismo, que agora está de luto e se sente órfão, pois, perdeu um dos mais competentes e premiados jornalistas. Outra marca de Boechat era o seu constante bom humor, principalmente, na rádio Band FM. Ele ensinou que para ser sério, investigativo e crítico, o jornalista não precisava ser carrancudo, andar de cara fechada ou como se fosse superior aos demais.

    Hoje, políticos dos Três Poderes, magistrados e colegas vieram a público para lamentar a morte inesperada do colega. Nas redações, todos os textos saíam molhado de lágrimas pela partida do amigo e colega generoso com todos. Lamentando o fato doloroso, colegas mais velhos, da mesma idade e também os mais novos lembraram dos momentos inesquecíveis que passaram ao lado do competente Ricardo Boechat, que deixa a esposa e seis filhos de dois casamentos.

    O corpo etá sendo velado no MIS (Museu da Imagem e do Som), em São Paulo, e será cremado no início da tarde desta terça-feira, 12.
    Consternados, todos nós de Notícias & Opinião externamos os mais sinceros sentimentos de pesar. Pedimos a Deus que conforte o coração de todos os familiares e amigos do jornalista e também do piloto Ronaldo Quatrucci. Sem dúvida, o Jornalismo do Brasil ficou mais pobre nesta segunda-feira, 11 de fevereiro. (Renato Ferreira)
  • MUNDO: George W. Bush, pai, morre aos 94 anos
    Ex-líder americano governou o país de 1989 a 1993, durante o final da Guerra Fria, e venceu a primeira Guerra do Golfo
     
    O ex-presidente dos Estados Unidos George H.W. Bush, que governou de 1989 a 1993, durante o final da Guerra Fria, e venceu a primeira Guerra do Golfo, morreu na noite de sexta-feira, 30/11, aos 94 anos.
    Após o anúncio da morte de Bush Pai, homenagens começaram a se multiplicar para este herói de guerra condecorado e ex-diretor da CIA, que viu seu filho George seguir seus passos e chegar à Casa Branca.
    A morte de Bush ocorreu poucos meses após o falecimento de sua esposa Barbara Bush, com quem foi casado por 73 anos. Eles tiveram cinco filhos e 17 netos.
    “A Jeb, Neil, Marvin, e Doro me entristece anunciar que depois de 94 anos extraordinários, o nosso amado pai faleceu”, declarou o seu filho, o também ex-presidente George W. Bush, em um comunicado publicado no Twitter por um porta-voz da família.
    “George H. W. Bush foi um homem de grande caráter e o melhor pai que um filho ou filha poderia pedir”, acrescentou.
    A família informou que ele morreu em Houston, Texas. O corpo de Bush será sepultado na próxima quarta-feira, dia 5, em feriado nacional decretado pelo Presidente Donald Trump.
    Antes, o corpo do 41º presidente dos Estados Unidos será levado para Washington para uma homenagem nacional, e será enterrado no Texas, na Biblioteca e Museu Presidencial George H.W Bush, onde neste sábado um grupo de estudantes se reuniu para prestar homenagem.
    De Buenos Aires, onde participa da cúpula do G20, o atual presidente Donald Trump destacou a “liderança inquebrável” de George H.W. Bush, que permanecerá nos anais da História por ter decidido a participação dos Estados Unidos na libertação do Kuwait, após a invasão deste país pelas tropas do líder iraquiano Saddam Hussein.
    “Com sua autenticidade essencial, inteligência afiada e compromisso inabalável com fé, família e país, o presidente Bush inspirou gerações de compatriotas americanos ao serviço público”, disse Trump em um comunicado.
    “Os Estados Unidos perderam um patriota e um humilde servo”, assegurou, por sua vez, Barack Obama, observando que suas ações permitiram “reduzir o flagelo das armas nucleares e formar uma ampla coalizão internacional para expulsar um ditador do Kuwait”.
    Obama também estimou que George W.H. Bush contribuiu “para acabar com a Guerra Fria sem um único tiro”.
    “Nova ordem mundial”
    Bush nasceu em 12 de junho de 1924 em Milton, Massachusetts, em uma rica dinastia política da Nova Inglaterra. Mas deixou de lado sua carreira política para se alistar na Marinha durante a Segunda Guerra Mundial.
    Depois de passar brevemente pela indústria do petróleo, entrou para o mundo da política nas fileiras do Partido Republicano e em 1966 foi eleito para a Câmara dos Representantes, em Washington.
    Sua carreira foi impulsionada ao ser nomeado diretor da Agência Central de Inteligência (CIA), e mais tarde foi vice-presidente por oito anos de Ronald Reagan.
    Ao aceitar a indicação republicana à presidência em 1988, Bush defendeu uma “nação mais amável”.
    Na política internacional, Bush se posicionou a favor de uma “nova ordem mundial” e conseguiu expulsar Saddam Hussein do Kuwait em uma guerra de algumas semanas em 1990, liderando uma coalizão de 32 países.
    Em 1992, Bush, fracassou em sua tentativa de reeleição diante do democrata Bill Clinton, e sofreu a ignomínia de ser um presidente de um único mandato.
     
    “Estou profundamente grato por cada minuto que passei com o presidente Bush e vou sempre lembrar a nossa amizade como um dos maiores presentes da minha vida”, afirmou Clinton em um comunicado.
    Após se retirar da vida pública, Bush se concentrou na filantropia. Se uniu a Clinton para arrecadar fundos para as vítimas do tsunami asiático de 2004 e do terremoto do Haiti de 2010.
    Em 2017, se juntou mais uma vez a Clinton, Jimmy Carter, Barack Obama e seu filho George para conseguir fundos após a passagem de um furacão pelo Texas.
    Em 2011, Obama o condecorou com a Medalha Presidencial da Liberdade, considerado o mais alto reconhecimento civil nos Estados Unidos. (Exame)

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