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Apresentador da Record é condenado por crime racial contra Heraldo Pereira

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Após uma longa batalha judicial, o jornalista da Globo Heraldo Pereira venceu o processo que movia contra o apresentador apresentador Paulo Henrique Amorim, da Record.


Tudo começou quando há alguns anos o apresentador do programa Domingo Espetacular resolveu criticar o colega de profissão durante um texto publicado em seu blog.

Na ocasião, Paulo Henrique Amorim escreveu que o Heraldo Pereira era um “negro de alma branca”.

Também insinuou que o colega não tinha talento e que “não conseguiu revelar nenhum atributo para fazer tanto sucesso, além de ser negro e de origem humilde”.

Após o processo transitar em todas as instâncias, PHA foi julgado pela Primeira Turma do STF, sob relatoria do Ministro do Supremo Tribunal Federal Roberto Barroso, que condenou o apresentador a cumprir 1 ano e 8 meses de a pena. Todos os demais ministros votaram com o relator.

Não havendo mais como recorrer ou mudar sua sentença, o apresentador da Record também terá que pagar uma multa pela injúria racial.

Mesmo condenado, Paulo não irá para a cadeia porque sua condenação concede prisão em regime aberto. (Extraído do jornal O Estado de Minas)

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    Cães
    Na manhã desta sexta-feira, a polícia levou os cães farejadores à casa de Bruno, em Mairinque, para a coleta de novas provas. Segundo o delegado seccional de Sorocaba, Marcelo Carriel, Bruno e Mayara negam o crime, mas, em seus depoimentos, ele teriam entrado em em contradição diversas vezes.
    No pedido à Justiça, a polícia afirmou ser necessária a prisão temporária "para se resguardar o sucesso das investigações, pois é imprescindível e urgente o esclarecimento dos fatos, principalmente, diante das novas evidências surgidas" e "diante do clamor popular que o caso alcançou". A prisão foi decretada pela Justiça pelo prazo de 30 dias.
    Segundo o advogado da família da menina Vitória, Roberto Guastelli, a perícia feita nos celulares dos suspeitos havia apontado que Bruno estava em Araçariguama no dia do crime, o que ele vinha negando desde o início da investigação. O carro do casal também foi periciado, porém, nenhum indício foi encontrado na época.
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    Relembre o caso
    No dia 8 de maio, Vitória saiu de casa, para andar de patins e desapareceu. O corpo dela foi encontrado oito dias depois, numa mata à margem da Estrada de Aparecidinha, a 6 quilômetros do Centro de Araçariguam. Os patins estavam ao lado do corpo.
    A perícia mostrou que Vitória foi morta por estrangulamento. Marcas e ferimentos nos braços e pernas revelaram que ela tentou se defender do agressor e teria sido amarrada. A Secretaria da Segurança Pública do Estado chegou a oferecer uma recompensa de até R$ 50 mil por informações concretas sobre os assassinos.
     
    DNA de suspeito no corpo da vítima
     
    Na tarde desta sexta-feira, a perícia informou que encontrou material genético do servente de pedreiro Julio César Lima Ergesse sob as unhas da menina Vitória. De acordo com a Polícia Civil, o exame do DNA dessas amostras revelou compatibilidade com o material genético colhido do suspeito. Ainda segundo a polícia, não é possível dar mais informações porque, nesta sexta-feira, 29, a Justiça manteve o sigilo sobre o caso.
    O resultado do exame comprovaria a participação de Julio César no assassinato da garota. Os laudos da perícia no corpo da vítima indicam que ela lutou contra seu agressor e pode tê-lo arranhado. O servente de pedreiro está preso desde o dia 15 e teve a prisão preventiva decretada pela Justiça. Ele foi indiciado por homicídio doloso qualificado. (Fonte: Conteúdo Estadão e Terra)
     

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