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ENCONTRO HISTÓRICO: Ao lado de Donald Trump, Kim Jong-un se compromete com o fim das armas nucleares

ENCONTRO HISTÓRICO: Ao lado de Donald Trump, Kim Jong-un se compromete com o fim das armas nucleares Featured

Se os acordos serão cumpridos só o tempo dirá, mas, com certeza, este 12 de outubro de 2018 ficará marcado na História mundial com o encontro pela paz entre Kim Jong-Un e Donald Trump
 
Nesta terça-feira, 12/06, o presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-Un, se encontraram em Singapura e assinaram declaração conjunta em busca da paz e do fim do uso de armas nucleares. Com quatro itens, termo foi assinado durante encontro histórico dos líderes dos EUA e Coreia do Norte. SegundoTrump, Kim aceitou o seu convite para visitar a Casa Branca.

Conforme o documento, a Coreia do Norte se comprometeu com o desmonte de todo o seu programa nuclear. Os dois países "decidiram deixar o passado para trás" e "o mundo verá uma grande mudança", declarou Kim. Na presença de autoridades dos dois paíes, Kim Jong-Um e Donald Trump assinaram assinaram uma declaração de quatro itens no encontro em Singapura.

Esse engajamento pela paz da Coreia do Norte com o fim da produção de armas nucleares era uma condição imposta pelos EUA para a realização da histórica reunião entre os dois líderes. Resta saber, agora, se o ditador Kin cumprirá os acordos assinados em Singapra. A Coreia do Sul não gostou muito dos acordos assinados sem a presença de autoridades sul coreanas. Na prática, os dois países da península coreana continuam em guerra.
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    De Buenos Aires, onde participa da cúpula do G20, o atual presidente Donald Trump destacou a “liderança inquebrável” de George H.W. Bush, que permanecerá nos anais da História por ter decidido a participação dos Estados Unidos na libertação do Kuwait, após a invasão deste país pelas tropas do líder iraquiano Saddam Hussein.
    “Com sua autenticidade essencial, inteligência afiada e compromisso inabalável com fé, família e país, o presidente Bush inspirou gerações de compatriotas americanos ao serviço público”, disse Trump em um comunicado.
    “Os Estados Unidos perderam um patriota e um humilde servo”, assegurou, por sua vez, Barack Obama, observando que suas ações permitiram “reduzir o flagelo das armas nucleares e formar uma ampla coalizão internacional para expulsar um ditador do Kuwait”.
    Obama também estimou que George W.H. Bush contribuiu “para acabar com a Guerra Fria sem um único tiro”.
    “Nova ordem mundial”
    Bush nasceu em 12 de junho de 1924 em Milton, Massachusetts, em uma rica dinastia política da Nova Inglaterra. Mas deixou de lado sua carreira política para se alistar na Marinha durante a Segunda Guerra Mundial.
    Depois de passar brevemente pela indústria do petróleo, entrou para o mundo da política nas fileiras do Partido Republicano e em 1966 foi eleito para a Câmara dos Representantes, em Washington.
    Sua carreira foi impulsionada ao ser nomeado diretor da Agência Central de Inteligência (CIA), e mais tarde foi vice-presidente por oito anos de Ronald Reagan.
    Ao aceitar a indicação republicana à presidência em 1988, Bush defendeu uma “nação mais amável”.
    Na política internacional, Bush se posicionou a favor de uma “nova ordem mundial” e conseguiu expulsar Saddam Hussein do Kuwait em uma guerra de algumas semanas em 1990, liderando uma coalizão de 32 países.
    Em 1992, Bush, fracassou em sua tentativa de reeleição diante do democrata Bill Clinton, e sofreu a ignomínia de ser um presidente de um único mandato.
     
    “Estou profundamente grato por cada minuto que passei com o presidente Bush e vou sempre lembrar a nossa amizade como um dos maiores presentes da minha vida”, afirmou Clinton em um comunicado.
    Após se retirar da vida pública, Bush se concentrou na filantropia. Se uniu a Clinton para arrecadar fundos para as vítimas do tsunami asiático de 2004 e do terremoto do Haiti de 2010.
    Em 2017, se juntou mais uma vez a Clinton, Jimmy Carter, Barack Obama e seu filho George para conseguir fundos após a passagem de um furacão pelo Texas.
    Em 2011, Obama o condecorou com a Medalha Presidencial da Liberdade, considerado o mais alto reconhecimento civil nos Estados Unidos. (Exame)

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