Sábado, 19 Janeiro 2019 | Login

 

Está meio confuso este título, não é mesmo? Pois é, mas, a confusão é apenas por conta do nome da cidade. Sabe quando os membros de uma quadrilha não se entendem no momento da divisão do produto roubado e o caso termina em briga e até em morte?

Foi justamente isso que aconteceu na cidade de Novo Acordo, no estado de Tocantins. Só que o caso não envolve bandidos comuns. Os envolvidos são o prefeito e o vice-prefeito da cidade por causa de pagamento de propinas.

No último dia 10 de janeiro, o vice-prefeito de Novo Acordo, Leto Moura Leitão Filho (PRB), foi preso em flagrante, depois que mandou matar o prefeito da cidade Elson Lino de Aguiar (MDB, conhecido na cidade como Dotozim. O acusado foi interrogado na Delegacia de Investigações Criminais de Palmas.

Segundo informações da Polícia Civil de Palmas, no dia 9, o Dotozim levou três tiros, inclusive, um deles na cabeça. O crime ocorreu na residência do prefeito. Ele foi socorrido e internado, mas, acabou ficando de perigo. Segundo a Polícia, a motivação do crime teria sido por desentendimento na distribuição de recursos oriundos de fraudes em licitações na Prefeitura de Novo Acordo.

Morte planejada
Antes de ser vice na chapa de Dotozim, Leto Moura foi candidato a vereador da cidade em 2004.

Além do vice-prefeito, foi preso Gustavo Araújo da Silva, suspeito de ser o executor do atentado. Inicialmente, eles teriam combinado um pagamento de R$ 10 mil pelo crime, mas o depósito não chegou a ser feito. A polícia prendeu também o empresário Paulo Henrique Sousa, suspeito de fazer a intermediação entre o político e o matador Gustavo.

"Isto foi planejado mais ou menos há três meses. A morte do prefeito teria sido encomendada antes do Natal de 2018. Uma primeira tentativa foi feita com dois contratados, que não conseguiram chegar em Novo Acordo, depois que que se envolveram num problema com a PM de Aparecida do Rio Negro", explicou o delegado Diogo Fonseca. (Fonte: G1)

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Com exceção de Cuba, praticamente, o mundo inteiro não reconhece a vitória de Nicolás Maduro, que toma posse nesta quinta-feira, 10, na Venezuela. Há poucos dias, 14 países da América do Sul, inclusive, o Brasil, se reuniram em Lima, Peru, quando decidiram não reconhecer o novo governo de Maduro.

Para a comunidade internacional e também para a Assembleia Nacional da Venezuela, comandada pela oposição, houve fraudes nas eleições em que Maduro, acusado de perseguir seus opositores, foi reeleito. Segundo o Itamaraty, o Brasil “lamenta profundamente” que a Venezuela não tenha atendido aos repetidos chamados da comunidade internacional “pela realização de eleições livres, justas, transparentes e democráticas”.

As relações do Brasil com a Venezuela estão prejudicadas desde dezembro de 2018, quando o governo de Caracas expulsou o embaixador brasileiro no país. Em resposta, o governo brasileiro retribuiu a decisão e declarou o encarregado de negócios da Venezuelano em Brasília persona non grata.

No entanto, apesar do mundo inteiro não reconhecer a vitória de Maduro, a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, vai participar da posse do ditador venezuelano. Em nota oficial, pasmem, a presidente do PT, disse que sua presença no país será “para mostrar que a posição agressiva do governo Bolsonaro contra a Venezuela tem forte oposição no Brasil e contraria nossa tradição diplomática”.

Com certeza, essa mulher não está vendo a dura realidade em que Maduro colocou o povo da Venezuela. Pois, a petista acrescentou: “Em qualquer país em que os direitos do povo estiverem ameaçados, por interesses das elites e dos interesses econômicos externos, o PT estará sempre solidário ao povo, aos que mais precisam de apoio". Será que essa mulher não está vendo que, diariamente, milhares de pessoas miseráveis saem da Venezuela em busca de refúgio em outros países, como o Brasil? (Renato Ferreira)

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O clima de Natal que já impera em todo o Brasil, parece que ainda não chegou ao Plenário da Câmara Municipal de Osasco, que anda com a temperatura altíssima.

Na sessão desta terça-feira, 18, o clima subiu ainda mais e por pouco não houve agressão física, entre os vereadores Tinha Di Ferreira, da oposição, e Cláudio da Cândida, situação.

Antes, houve também um entrevero entre dois tucanos: Didi e o presidente da Casa, Dr. Lindoso, mostrando que o ninho tucano de Osasco anda também muito agitado e dividido.

Revoltado com acusações do 'correligionário", o Dr. Lindoso foi à tribuna para refutar as acusações, afirmando que tem procurado fazer uma administração com responsabilidade e respeito aos recursos públicos. Depois, Lindoso disse que não tem funcionário fantasma. Em resposta, Didi se defendeu dizendo que "nunca teve funcionários fantasmas na Prefeitura". Sobre essa questão de funcionário fantasma em Osasco, o melhor é perguntar ao Promotor Público, Dr. Gustavo Albano, que com uma só operação já mandou 14 vereadores osasquenses para a prisão, em 2016, na famosa Operação Caça Fantasmas.

Em seguida, o Tinha Di Ferreira, a voz solitária da oposição, voltou a fazer acusações contra alguns vereadores e, principalmente, contra o prefeito Rogério Lins, a quem acusou de receber "uma mesada de R$ 300 mil", depois de elogiar as administrações de Emidio de Souza (PT) e Jorge Lapas (PDT).

Revoltado, o governista Claudio da Locadora foi ao microfone de apartes para solicitar o encerramento das discussões e o início da Ordem do Dia.

Como Tinha voltou com mesmo entusiasmo de acusador, Claudio da Locadora tentou tirar o microfone de suas mãos, iniciando, assim, uma grande confusão, início de um empurra-empurra e acusações de ambos os lados.

Nesse momento, os vereadores Toniolo e o líder do Prefeito, Ribamar Silva (que deve ser eleito Presidente da Casa nesta quinta-feira), evitaram o pior, fazendo o papel do deixa-disso. Tinha Di Ferreira e Cláudio da Locadora fizeram a gente lembrar daquelas brigas de ruas, onde os briguentos ameaçam partir pra cima do oponente, mas, por dentro parece pedir: "Me segura, se não eu vou".

Ah...e tudo isso sob o tratamento de Vossas Excelências entre os pares.

Posteriormente, talvez, já tomados pelo clima de Natal, houve até pedido de desculpas por parte do Tinha. O problema agora é saber como ficarão as acusações que ele fez usando os microfones do Legislativo. Será que tudo vai terminar em pizza, ou a Câmara de Osasco se transformará em mais um palco de MMA? (Renato Ferreira) (Foto: Linha do tempo da ConecTV)

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Na quarta-feira da semana passada, 07/11, o Senado, sob o comando de Eunício de Oliveira, derrotado nas urnas, deu um golpe no Brasil ao aprovar um reajuste de 16% aos salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal, que passarão de R$ 33,7 mil para R$ 39,3 mil.

Enquanto isso, o salário mínimo no Brasil é um pouco mais de R$ 900,00. E os reajustes são também mínimos, porque o Governo sempre alega que se aumentar muito o salário mínimo, o país quebra.

No dia seguinte à aprovação no Senado, o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, em reunião com presidentes de tribunais de Justiça (TJs), afirmou que o reajuste aos magistrados da Suprema Corte, é "justo e correto".

É bom destacar que os salários dos magistrados do STF são o teto do funcionalismo e o reajuste irá provocar um efeito cascata nos contracheques da magistratura. A estimativa é de que o aumento salarial gere, pelo menos, R$ 4 bilhões de despesas extras nas contas públicas.

Será que o Dias Toffolli vive no Brasil? Se vive, com certeza, ele não conhece a realidade dos milhões de trabalhadores e aposentados que recebem menos de Mil Reais por mês.

Agora, cabe ao Presidente Temer sancionar ou vetar esse reajuste ilegal aos Magistrados. Segundo pesquisa do instituto Paraná, mais de 84% dos brasileiros são contra o reajuste para os Ministros, que têm ajudantes até para tirar suas capas e afastar suas cadeiras na Corte de Justiça.

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Na Resistência, Haddad visita Lula, em Curitiba; 
Na Presidência, Bolsonaro inicia a transição, em Brasília

 

Apesar de não ser perfeita, a Democracia é, sem dúvida, o melhor regime de Governo que existe. Nela, a partir do voto, a maioria escolhe o governante e, cabe, à minoria, mesmo revoltada, acatar o resultado das urnas, na oposição.

No Brasil, por exemplo, nesta semana o clima político já começou a baixar após a acirrada disputa do segundo turno das eleições presidenciais entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

Bolsonaro voltou a Brasília, como Presidente eleito, dando início ao processo de transição.Ele esteve na Câmara dos Deputados, no STF e também no Palácio do Planalto, onde se encontrou com Michel Temer. Deu entrevistas e confirmou mais alguns nomes do seu Ministério, cujo quadro ele já disse que vai reduzir de 29 para 15 ou 16 Pastas, visando diminuir as despesas do Governo.

Já Fernando Haddad, acompanhado de correligionários do PT, fez a primeira visita ao ex-presidente Lula, depois de ser derrotado por Bolsonaro. Como todos sabem, Lula encontra-se preso numa na Polícia Federal de Curitiba, onde cumpre pena de mais de 12 anos de prisão, condenado que foi pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Só que desta vez, a conversa foi diferente das que eles mantinham como estratégia de campanha antes das eleições. Agora, eles falaram sobre o futuro de Haddad, como opositor ao governo de Bosonaro, e também sobre o futuro de Lula, que neste mês será interrogado no processo do sítio de Atibaia, no âmbito da Operação Lava Jato. E desta vez, Lula será ouvido pela juíza Gabriela Hardt, que ficou no lugar de Sérgio Moro, futuro ministro da Justiça. (Renato Ferreira)

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No sábado, 27 de outubro, portanto, um dia antes do segundo turno das eleições presidenciais, o ex-ministro e ex-presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, surpreendeu o Brasil com a sua declaração de apoio ao candidato petista Fernando Haddad.

E não foi uma declaração simples de voto. Ela veio acompanhada de críticas a Bolsonaro e com esta afirmação "Pela primeira vez em 32 anos de exercício do direito de voto, um candidato me inspira medo. Por isso, votarei em Fernando Haddad”.

Essa declaração de "medo" chega, inclusive, a surpreender partindo de um homem que, durante o processo do mensalão, demonstrou muita coragem ao denunciar, jugar e condenar figurões do PT, dando o primeiro golpe de morte ao partido de Lula, que acabou sendo preso e condenado a mais de 12 anos por corrupção e lavagem de dinheiro na operação Lava Jato.

Só que essa reviravolta em cima da hora de Joaquim Barbosa, passando de algoz para eleitor do PT, não resultou em êxito para Joaquim Barbosa. Jair Bosonaro foi eleito com quase 58 milhões de votos.

E, agora, com a eleição de Bolsonaro, ou o ex-ministro do STF cria coragem ou morrerá de medo. (Renato Ferreira).

 

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Após o primeiro turno das eleições presidenciais, quando avançou em segundo lugar para disputar com Jair Bolsonaro (PSL), o petista Fernando Haddad esperava formar uma "Frente Democrática" para a campanha do segundo turno. Mas, não obteve êxito.

Ciro Gomes (PDT), declarou apoio crtítico a Haddad, mas, viajou em seguida para o exterior. Aqui, seu irmão, Cid Gomes, eleito senador pelo Ceará, detonou o PT em evento do Haddad. "O PT pensa que é dono do Brasil, mas, vai perder a eleição. O Brasil não tem dono". E ainda atacou o Lula. "O Lula está preso ô babaca".

Quem definiu imediatamente apoio à candidatura petista foi o Guilherme Boulos (PSOL), fundador e coordenador do MTST, e incitador de invasões de prédios públicos. Aí depende ver até que ponto esse apoio traz vantagens para Haddad.

E por último, agora, na última semana de campanha, quem também declarou apoio e "voto crítico" ao candidato petista, foi a Marina Silva (Rede), que caiu de 22 milhões de votos, em 2014, para menos de um milhão de votos nas eleições deste ano. Os poucos votos da Marina ainda tem muito do que ela representava no meio evangélico e, que dificilmente, irão 100% para o Haddad. Marina se tornou numa candidata nanica e o seu partido pode até deixar de existir, uma vez que não terá mais recursos do Fundo Partidário. Talvez, ela volte ao PT.

Por educação, nas redes sociais, Haddad agradeceu o apoio de Marina aos 44 minutos do jogo eleitoral, mas, veja a cara de felicidade do petista, nesta foto, ao lado da Marina Silva. Com certeza, esse apoio tira votos de evangélicos ao Haddad.

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Incêndio amigo na campanha petista. Com certeza, o Haddad e nem o mais pessimista petista poderiam esperar isso a menos de duas semanas do segundo turno

 

Normalmente, chama-se de fogo amigo, quando vaza na imprensa alguma frase de um correligionário criticando um companheiro de partido. Mas, o que aconteceu em Fortaleza, na noite de segunda-feira, 15, foi um verdadeiro incêndio na campanha do petista Fernando Haddad. Parece que deu PT (Perda Total).

No lançamento da campanha de segundo turno no Ceará, um dos convidados a falar foi o senador eleito, Cid Gomes (PDT). Irmão de Ciro Gomes, que ficou em terceiro lugar no primeiro turno, Cid foi eleito com apoio dos petistas.

Ao iniciar sua fala, Cid sugeriu que o PT fizesse um mea culpa e pedisse desculpas pelos erros cometidos. Aí, os petistas começaram a vaiá-lo e o Cid subiu o tom.

"Tem de pedir desculpas, tem de ter humildade, e reconhecer que fizeram muita besteira", disse. Ao ser interrompido, afirmou: "É sim, é? Pois tu vai perder a eleição. Não admitir um mea culpa, não admitir os erros que cometeu, isso é para perder a eleição e é bem feito. É bem feito perder a eleição. O PT queria ser dono do Brasil e o Brasil não tem dono", afirmou.

Ao ser interrompido mais uma fez, com gritos a favor de Lula, Cid jogou gasolina e ateou fogo no evento de Haddad. "Lula o quê? Lula tá preso, ô babaca. O Lula tá preso. O Lula tá preso. E vai fazer o quê? Babaca, babaca. Isso é o PT. E o PT deste jeito merece perder. Babaca, vai perder a eleição", reagiu Cid.

Confira o vídeo: https://www.facebook.com/orenatoferreira/posts/1993104620779768?

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Depois do #ELENÃO, Bolsonaro aumenta vantagem sobre os adversários

 

 

Dizem que nos próximos atos contra o Bolsonaro, as mulheres esquerdistas vão se manifestar em frente aos Institutos Ibope e Datafolha para implorar: #Elenãopodesubirmais

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Veja o vídeo aqui: https://www.facebook.com/orenatoferreira/posts/1976574252432805?

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Após o General Mourão, candidato a vice na chapa de Bolsonaro, comentar sobre a criação de filhos sem a presença paterna, afirmando que isso sobrecarrega mães e avós e acaba deixando as crianças como presas fáceis para os traficantes de drogas, sobretudo, nas comunidades mais pobres, ele foi muito criticado pela oposição, inclusive, pelo o ex-presidente Lula (PT), que se encontra preso após ter sido condenado a 12 anos de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Na carta, Lula sugere que Mourão faça um curso de Humanismo. Lula afirma também que "ele e mais sete irmãos foram criados pela sua mãe, dona Lindu, uma mulher analfabeta e eles não seguiram o caminho do crime".

Em resposta, Mourão usou as redes sociais, dizendo que, então, "a dona Lindú não foi feliz, pelo menos com dois filhos, pois, um, o Frei Chico, ganhava mensalinho e outro está preso".

Mourão ainda ironizou o ex-presidente Lula, quando o petista disse que ele não merecia ter chegado ao cargo de general. "Foi o próprio Lula quem me promoveu a general em 2006, Tem assinatura dele e até foto comigo".

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