Segunda, 22 Outubro 2018 | Login

 

Neste domingo, 21/10, a uma semana antes do segundo turno das eleições presidenciais entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), milhares de pessoas, vestindo verde e amarelo saíram às de centenas de cidades brasileiras em prol da candidatura de Bolsonaro. Ontem, as manifestações foram a favor de Haddad.

Hoje, as maiores manifestações ocorreram em São Paulo, na Avenida Paulista, no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte e em Brasília. Vestindo as cores do Brasil, as multidões gritavam palavras de ordem contra a corrupção e contra o Partido dos Trabalhadores (PT).

Manifestações em diversas cidades

Maninfestação pro Bolsonaro 2110 Av Paulista

Avenida Paulista

Maninfestação pro Bolsonaro 2110 Rio

Rio de Janeiro

Maninfestação pro Bolsonaro 2110 Brasília

Brasília

Maninfestação pro Bolsonaro 2110 BH

Belo Horizonte

Maninfestação pro Bolsonaro 2110 Vila Velha ES

Vila Velha (ES)

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No quesido rejeição, Bolsonaro tem 41%, contra 54% de Haddad
 
 
Conforme pesquisa Datafolha de intenção de voto para a presidência da República divulgada nesta quinta-feira, 18/10, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) segue liderando a disputa do segundo turno com 59% dos votos válidos. O concorrente, Fernando Haddad (PT), tem 41%.
Datafolha votos
Com relação aos votos totais, a pesquisa apresenta Bolsonaro com 50%, Haddad com 35%, brancos e nulos com 10%, e não sabem (ou não responderam) com 5%.
O Datafolha também pesquisou o índice de rejeição dos candidatos. Quando a pergunta foi “entre estes candidatos, gostaria que você me dissesse se votaria com certeza, talvez votasse ou não votaria de jeito nenhum em”, os resultados foram:
Datafolha rejeição
Jair Bolsonaro
Votaria com certeza – 48%
Talvez votasse – 10%
Não votaria de jeito nenhum – 41%
Não sabe – 1%
Fernando Haddad
Votaria com certeza – 33%
Talvez votasse – 12%
Não votaria de jeito nenhum – 54%
Não sabe – 1%
A pesquisa foi feita entre 17 e 18 de outubro com 9.137 eleitores em 341 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Ela foi registrada no TSE sob o número BR-07528/2018. (Fonte: Jovem Pan)
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Nesta terça-feira, 16/10, um dia depois de o senador eleito Cid Gomes (PDT-CE) se envolver em uma discussão com militantes do PT ao cobrar um 'mea culpa' do partido, o candidato da sigla ao Planalto, Fernando Haddad, disse acreditar que o político vai dar uma declaração explícita de apoio a ele até o dia 28.
"Vamos ter o Cid dando uma declaração explícita sobre a minha candidatura porque ele sabe o risco do (Jair) Bolsonaro ser presidente", disse Haddad à Rádio Jornal Meio Norte, do Piauí.
Ontem à noite, após elogiar Haddad, Cid Gomes afirmou em evento em Fortaleza que membros do PT "têm de pedir desculpas, têm de ter humildade, e reconhecer que fizeram muita besteira". Ele foi vaiado pela militância, que o interrompeu aos gritos de "olê, olê, olê, olá, Lula, Lula". "Lula tá preso, ô babaca. Babaca, babaca. Isso é o PT. E o PT deste jeito merece perder", disse o senador eleito, ex-governador do Ceará e ex-ministro da Educação.
Questionado sobre se espera o apoio também de Ciro Gomes, que conquistou 13,3 milhões de votos no primeiro turno, Haddad afirmou crer que "estes dois grandes brasileiros assumam a responsabilidade com o País".
Em um sinal de afago aos irmãos Gomes, Haddad citou várias vezes o Ceará como exemplo de política pública nas áreas de educação. "Tem cidades do Sul e do Sudeste copiando exemplos do Ceará", afirmou, em uma das passagens.
 
Logo após terminar o primeiro turno, o PDT adotou um "apoio crítico" ao candidato Fernando Haddad, afirmando que o partido indicaria votos ao petista, porém, sem a intenção de participar de um possível governo de Haddad. Um dia após a votação, Ciro Gomes viajou para Paris e só voltará na semada anterior à votação do segundo turno. Isso frustrou os planos petistas que esperavam ver Ciro Gomes fazendo campanha ao lado de Fernando Haddad. (Fonte: O Estado de Minas)
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Segundo pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira 15/10, Jair Bolsonaro (PSL) tem 59% das intenções de voto, enquanto Fernando Haddad (PT) tem 41%. O cálculo leva em conta apenas os votos válidos, excluindo brancos e nulos.
Entre os votos totais, Bolsonaro aparece com 52%, contra 37% de Haddad. Brancos e nulos somam 9%, e 2% dos entrevistados não souberam responder ou não quiseram opinar.
O Ibope ainda mediu o potencial de voto e rejeição de cada candidato. Quem tem mais rejeição é Haddad: 47% dos entrevistados não votariam nele de jeito nenhum, enquanto 35% rejeitam Bolsonaro. Por outro lado, 41% dos entrevistados votariam com certeza no candidato do PSL, e 28% votariam com certeza no petista.
O novo levantamento mostra uma ligeira vantagem de Jair Bolsonaro em relação à pesquisa Datafolha divulgada na última quarta-feira (10). Na primeira pesquisa após a confirmação do segundo turno, Bolsonaro tinha 58% das intenções de voto, contra 42% de Fernando Haddad.
A pesquisa ouviu 2.506 eleitores entre os dias 13 e 14 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada sob o protocolo BR-01112/2018. (Fonte: Jovem Pan/Agência Brasil)
BTG/Pactual
Também nesta segunda-feira, foi divulgada a pesquisa do Instituto FSB Pesquisa/BTG Pactual. Segundo essa pesquisa, Jair Bolsonaro (PSL) tem 51% nas intenções de voto estimulada, contra 35%, para Fernando Haddad (PT). Brancos e nulos somam 5%; 6% disseram que não votam em nenhum dos dois candidatos que disputam a presidência neste 2º turno das eleições; e 3% não souberam ou não responderam.
A pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 14 e foram feitas com 2 mil eleitores, com idade a partir de 16 anos, e entrevistados por telefone nas 27 unidades da federação. A margem de erro no total da amostra é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.
Na intenção de votos espontânea, 49% dos entrevistados disseram votar em Bolsonaro, 30% em Haddad. Brancos e Nulos somaram 4% dos entrevistados; 6% afirmaram não votam em nenhum dos dois candidatos; e 10% não souberam ou não responderam. (Fonte: O Estado de Minas)
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Nesta sexta-feira, 12/10, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), que disputa do segundo turno contra o petista Fernando Haddad, ganhou um importante palanque no Nordeste. O candidato ao governo do Rio Grande do Norte Carlos Eduardo (PDT) declarou apoio ao Jair Bolsonaro. Carlos Eduardo disputa o governo potiguar contra a Fátima Bezerra, do PT.
“Lamentamos a ausência de Ciro Gomes no 2º turno. Não podemos errar de novo e votar no PT. Por isso tudo e para que Rio Grande do Norte não fique fora do novo Brasil, que sairá vencedor das urnas, Bolsonaro presidente”, disse o candidato do PDT, durante vídeo do programa eleitoral de televisão.
Carlos Eduardo contraria resolução aprovada pelo partido. A Executiva Nacional do PDT aprovou em Brasília, na quarta-feira,10, “apoio crítico” a Fernando Haddad (PT) e vetou apoio a Bolsonaro.
O presidente do PDT, Carlos Lupi, comentou sobre a situação do Estado durante a reunião do PDT. “Não tem ninguém liberado, cada caso é 1 caso. Em estados onde o adversário é o PT como é que eu vou fazer? No Rio Grande do Norte a adversária do nosso candidato Carlos Eduardo é do PT [Fátima Bezerra]. Está vetado o apoio a Bolsonaro e vamos conversar 1 a 1 porque a decisão foi tomada agora”, disse.
Amazonino Mendes (PDT), candidato ao governo do Amazonas, também foi contra a decisão da sigla e declarou apoio ao deputado federal do PSL. Ele disputa com Wilson Lima (PSC-AM). (Fonte: Portal Poder360)
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Jair Bolsonaro (PSL) aparece na frente de Fernando Haddad (PT) na primeira pesquisa Datafolha para o segundo turno

 

A pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (10) mostra que Jair Bolsonaro (PSL) tem 58% das intenções de voto contra 42% de Fernando Haddad (PT), contando apenas os votos válidos. Esta é a primeira pesquisa desde que os dois candidatos foram confirmados no segundo turno das eleições.

Na última pesquisa antes do primeiro turno, divulgada no sábado (6), o candidato do PSL tinha 45% dos votos totais, enquanto o PTista tinha 43%. Eles apareciam em empate técnico, já que a margem de erro é de dois pontos percentuais.

O Datafolha ouviu 3.235 eleitores em 227 municípios nesta quarta. O nível de confiança da pesquisa é de 95% e a margem de erro é de dois pontos percentuais. A pesquisa está registrada no TSE sob BR-00214/2018. (Fonte: Jovem Pan)

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Mais uma vez o PT tenta enganar o eleitorado brasileiro, tirando o vermelho e colocando azul e amarelo nas peças da campanha

 

Depois de mentir durante toda a pré-campanha, afirmando que o seu candidato à Presidência da República seria o Lula, sabendo, porém, que isso seria impossível, uma vez que, preso e condenado em segunda instância da Justiça por corrupção e lavagem de dinheiro, o ex-presidente não poderia ser candidato pela Lei da Ficha Limpa, o partido lançou Fernando Haddad.

Bandeiras petistas

Durante toda a campanha, Haddad, que não foi reeleito prefeito de São Paulo, em 2016, ia todas as segundas-feiras, à cela de Lula, em Curitiba, pedir informações e diretrizes para a campanha petista. Nada era feito sem a autorização de Lula.

Também durante toda a campanha, o discurso de Haddad era colado à imagem de Lula. Se apresentava em alguns eventos até usando uma máscara do ex-presidente. E tanto Haddad, como as maiores lideranças petistas, repetiam sempre que "Lula terá papel de destaque no governo de Haddad". O próprio candidato afirma que o seu governo tem como objetivo trazer novamente o "Brasil de Lula".

Haddade é Lula

Com esse discurso, os petistas esperavam que Haddad fosse para o segundo turno coladinho ou até à frente de Jair Bolsonaro, do PSL. Porém, o recado das urnas foi bem diferente.

O antipetismo e a decepção do povo brasileiro com a situação caótica do país, como os 14 milhões de desempregados e a falta de segurança, falaram mais alto. Haddad avançou mas com 18 milhões de votos atrás de Bolsonaro.

Como viram que Lula não transferiu todos os seus votos para Haddad, agora, a campanha petista resolveu mudar de rumo. Pela divulgação das primeiras peças de publicidade da campanha, o PT tenta esconder Lula e também as cores vermelhas. A estrela já não aparecia há tempo.

Nesta terça-feira, 08, o próprio Lula mandou um recado ao Haddad impondo que ele não o visite mais na PF de Curitiba.

Mas, depois de tantas enganações, até que ponto essa nova estratégia do PT vai funcionar para o eleitorado? Tirar Lula e o vermelho da campanha será que vai fazer o eleitor de outros partidos achar que eles abandonaram mesmo a bandeira vermelha, como as bandeiras do MST (Movimento do Sem Terra), ou do MTST (Movimento dos Trabalhadores sem Teto), sob o comando de Guilherme Boulos?

As novas cores da campanha de Fernando Haddad podem ser confundidas com as cores do PSDB. Agora, resta esperar se os eleitores tucanos, por exemplo, vão acreditar. (Renato Ferreira)

TRAGICÔMICO é uma publicação de Notícias & Opinião todas às quartas-feiras.

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Nesta terça-feira, 09/10, o governador de São Paulo e candidato à reeleição, Márcio França (PB), esteve em Osasco, região Oeste da Grande São Paulo, onde autorizou o início de obras na cidade e também reiterou suas críticas ao tucano João Dória, seu adversário no segundo turno das eleições. Acompanhado do prefeito de Osasco, Rogério Lins, de outros prefeitos da região e de vereadores, França visitou o Hospital Regional, no bairro de Presidente Altino.

França em Osasco 3

Os prefeitos Lili Aymar, de Araçariguama, e Rogério Lins (Osasco), durante visita de Márcio França ao Hospital Regional

Dentre outras melhorias para a cidade, Márcio França anunciou o funcionamento de 100 novos leitos no Hospital Regonal, sendo 21 de UTI, a implantação de uma AME (Ambulatório Médicos de Especialidades), antiga reivindicação da cidade, e também anunciou a aprovação da construção da uma nova entrada de Osasco pela rodovia Castelo Branco.

Sobre o segundo turno em São Paulo, em coletiva fora do hospital, Márcio França disse que confia numa vitória e que ficará neutro na disputa presidencial entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). "O nosso compromisso é trabalhar pela união e pelo desenvolvimento do Estado de São Paulo sempre com a verdade e cumprindo a palavra", disse França. Por outro lado, o tucano João Doria declarou apoio para Jair Bolsonaro.

França em Osasco 2

Além de Rogério Lins, estiveram também acompanhando o governador em Osasco, os prefeitos Marcos Neves (Carapicuíba), Paulo Barufi (Jandira), Gregório Maglio (Pirapora do Bom Jesus), Josué Ramos (Vargem Grande Paulista), e Lili Aymar (Araçariguama), além dos vereadores Mário Luiz Guide, Batista Comunidade, Antonio Toniolo, Daniel Matias e Ribamar Silva. (Renato Ferreira)

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A decepção com a corrupção e com a falta de segurança continuará marcando a disputa entre Haddad/Lula e Jair Bolsonaro, já evidenciada no primeiro turno
 
Apesar de mais de dez candidatos disputando o primeiro turno das eleições presidenciais, neste domingo, 07/10, as urnas revelaram que disputa ficou mesmo polarizada entre o petismo e o antipetismo. E no próximo dia 28, essa disputa será ainda mais acirrada entre o deputado federal Jair Bolsonaro, candidato do PSL, e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, do PT.
No primeiro turno, Bolsonaro recebeu 49.276.897 votos, ou 46,03% dos votos válidos. Enquanto Hadad ficou com 31.341.997 votos, ou 29,28% do total. Portanto, com mais 4% dos votos, Bolsonaro teria sido eleito Presidente do Brasil. Ele venceu em quatro regiões - Sul, Norte, Centro-Oeste e Sudeste -, enquanto Haddad venceu somente na região Nordeste. O petista Haddad precisará tirar uma diferença de mais de 18 milhões de votos para superar o candidato do PSL.Para os especialistas, dentro de uma campanha normal, dificilmente Bolsonaro perderá a eleição.

Onda Bolsonaro

A onda Bolsonaro influenciou também as eleições para senadores, deputados federais e estaduais. O candidato ao Senado do PSL por São Paulo, Major Olímpio, foi eleito com mais de 9 milhões de votos, enquanto o filho de Bolsonaro, Flávio, candidato ao Senado pelo Rio de Janeiro, venceu com mais de 4 milhões de votos. Para a Câmara Federal, outro filho de Bolsonaro, Eduardo, obteve quase dois milhões de votos em São Paulo, e Janaína Paschoal, uma das autoras do impeachment de Dilma Roussef, foi eleita deputada estadual em São Paulo com mais de 2 milhões votos, a maior votação na história do Brasil para as Assembleias Legislativas.

Por outro lado, o PT viu diminuir a sua bancada na Câmara e ainda não reelegeu o senador fluminense, Lindbergh Farias, no Rio de Janeiro. E para piorar, o partido do Lula também não conseguiu eleger para o Senado, Eduardo Suplicy, em São Paulo, e Dilma Rousseff, em Minas Gerais. Ambos lideravam as pesquisas eleitorais até domingo.
Agora, no segundo turno, Haddad já adiantou que vai aumentar as críticas contra as propostas "autoritárias, segundo ele, de Jair Bolsonaro. O petista vai continuar também defendendo os programas e os governos de Lula.
Por outro lado, Jair Bolsonaro já aumentou suas críticas ao candidato petista que, segundo ele, não passa de "pau mandado" do ex-presidente Lula. Para reforçar essa tese de Bolsonaro, nesta segunda-feira, Haddad esteve novamente com Lula, que se encontra preso na Polícia Federal de Curitiba.
Os apoios que cada um dos candidatos receberá nesse segundo serão decisivos para a definição da eleição. (Renato Ferreira)
Veja a seguir a votação dos demais candidatos:
Ciro Gomes (PDT): 13.344.353 votos (12,47%);
Geraldo Alckmin (PSDB): 5.096.341 votos (4,76%);
João Amoêdo (Novo): 2.679.728 votos (2,5%);
Cabo Daciolo (Patriota): 1.348.323 votos (1,26%);
Henrique Meirelles (MDB): 1.288.948 votos (1,2%);
Marina Silva (Rede): 1.069.575 votos (1%);
Alvaro Dias (Podemos): 859.600 votos (0,8%);
Guilherme Boulos (Psol): 617.120 votos (0,58%);
Vera Lúcia (PSTU): 55.762 votos (0,05%);
Eymael (DC): 41.710 votos (0,04%);
João Goulart Filho (PPL): 30.176 votos (0,03%).
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Candidato do MDB ao governo de São Paulo afirma que o país precisa de um governo "com seriedade absoluta, sem corrupção e que pense no Brasil"
O candidato do MDB ao governo de São Paulo, Paulo Skaf, declarou nesta quinta-feira, 04/10, seu apoio à candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência em um eventual segundo turno contra Fernando Haddad (PT).
"Não tenho dúvida nenhuma de que em um segundo turno entre o PT e o Bolsonaro eu apoiarei o Bolsonaro", afirmou o presidente licenciado da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).
Neste momento, Skaf diz sentir a possibilidade de vitória de Bolsonaro já no próximo domingo (7). “Se der o resultado em um primeiro turno, eu vejo com bons olhos, porque o Brasil não correria riscos”, avalia ele, que garante seguir ao lado de Henrique Meirelles, candidato à Presidência pelo MDB, neste primeiro turno.
Ao defender Bolsonaro, Skaf avalia ter um plano de governo semelhante ao do militar da reserva. "Da mesma forma que eu não aceitei nenhum tipo de coligação para estar totalmente desimpedido de montar um governo com pessoas sérias e competentes, o Bolsonaro também não aceitou e está com a mesma liberdade", completa.
Skaf ainda classifica a possibilidade de vitória de Haddad como "um risco" para o país. "O PT já teve a oportunidade e nós já vimos o resultado. Neste momento, eu creio que o que o Brasil está precisando é um governo diferente, com seriedade absoluta, sem corrupção e que realmente pense no Brasil", afirma.(Fonte: Conteúdo R7)
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