Segunda, 17 Dezembro 2018 | Login

Segundo a Prefeitura, trens com passageiros da Linha 9-Esmeralda terão de circular a 20km/h por tempo indeterminado em trecho perto de viaduto que cedeu

 

(G1) Após testes na manhã deste domingo (18), equipes da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e da Prefeitura liberaram a circulação de trens com passageiros da Linha 9-Esmeralda ao lado do viaduto que cedeu 2 metros na Marginal Pinheiros, Zona Oeste de São Paulo, na última quinta-feira (15). A única restrição é de que as composições terão de passar com velocidade reduzida pelo trecho do incidente (sabia mais abaixo).

O viaduto está localizado na pista expressa da Marginal Pinheiros, no sentido da Rodovia Castello Branco, em frente ao Parque Villa-Lobos. A Polícia investiga as causas do incidente.

Vinte quilômetros de extensão da via que cedeu continuam interditados por tempo indeterminado. As duas estações de trens que ficam ao lado da Marginal Pinheiros e estavam fechadas desde o incidente foram liberadas no final desta manhã.

Veja caminhos alternativos por causa de trecho interditado da Marginal Pinheiros

Antes da liberação foram feitos dois testes com composições vazias, só com maquinistas. Eles passaram num trilho próximo ao trecho interditado da Marginal Pinheiros para saber como o viaduto se comportava. Enquanto isso, foram usados equipamentos que mediram a vibração na estrutura de concreto durante a passagem dos trens.

“As oscilações que se apresentaram estavam dentro do esperado, então nós estamos liberando o transporte já com passageiros”, disse Vitor Aly, secretário municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (Siurb) da Prefeitura.

Segundo ele, a pedido da Prefeitura, os trens da CPTM terão de circular com a velocidade reduzida, a 20km/h (a velocidade média seria em torno de 60 km/h), por tempo indeterminado. Esse monitoramento será feito por tempo integral. “Já está toda ela sinalizada, inclusive com radares de velocidade para que nenhum operador passe dessa velocidade”, falou Aly.

Desse modo, as estações Cidade-Universitária e Villa-Lobos/Jaguaré, que tinham sido fechadas, foram reabertas aos passageiros, bem como os trens voltaram a circular nos trilhos. Também foi liberada a circulação de trens em toda a extensão entre as estações Pinheiros e Ceasa.

As estações chegaram a ser interditadas por causa do risco de desabamento no viaduto, que é monitorado 24 horas por dia por técnicos. Parte da pista cedeu e deixou um degrau de 2 metros de altura na via na quinta passada.

Cinco veículos ficaram danificados por causa do desnível. Apenas um dos ocupantes dos veículos teve escoriações. O viaduto está localizado na pista expressa da Marginal Pinheiros, no sentido da rodovia Castello Branco, em frente ao Parque Villa-Lobos.

Nesta manhã de domingo, equipes dectaram um aumento de 3 milímetros nesse desnível. Antes, eles já tinham registrado uma oscilação no mesmo ponto: 1 centímetro do lado direito do viaduto e 1,2 centímetro do lado esquerdo da via. Isso ocorreu por causa da mudança de temperatura na cidade.

“As variações estão dentro do esperado. Uma estrutura de uma ponte não é rigida, ela se movimenta. Ela precisa se movimentar, senão vai à ruína. Dessa manhã a movimentação foi de três milímetros”, disse Aly.

Próximos passos
De acordo com o secretário de infraestrutura, ainda na tarde deste domingo (19) a equipe que atua no local deve fazer o que tecnicamente é chamado de “janela” na estrutura que cedeu. Na prática, será feito um buraco em um pedaço do viaduto para conseguir ver como está internamente.

“A nossa ideia é abrir uma janela hoje para fazer uma vistoria visual. Pra ver que condições as pessoas que vão trabalhar dentro da estrutura a partir da semana que vem vão poder ter em termos de acesso. É só para dizer o seguinte: tem uma janela interna que a gente possa passar? Vou conseguir passar por dentro da estrutura sem ter que abrir outra janela?", detalhou Aly.

Nas últimas horas foram feitos estudos do solo que sustenta o viaduto para identificar a resistência e planejar o local onde as estacas serão colocadas para, posteriormente, dar início ao processo de alinhamento do viaduto.

“Estamos dando andamento da escavação da estaca-prova. A estaca-prova vai nos dizer a que profundidade nós vamos ter de fundação para que a gente construa o bloco de reação onde vamos posicionar o macaco para aliviar, e alinhar novamente a estrutura”.

CET e bloqueio de vias
Segundo o secretário municipal de Mobilidade e Transportes, a CET elabora alternativas para melhorar a fluidez do trânsito por conta das interdições provocadas pelo incidente.

A pista expressa está completamente interditada por tempo indeterminado no sentido Castello Branco, desde a Ponte Transamérica até a Ponte do Jaguaré, para as obras de recuperação.

"Hoje estamos trabalhando na abertura definitiva do acesso à [Rodovia] Castello Branco na altura do Cadeião de Pinheiros. Outras obras vão ser feitas ao longo dos próximos dias para aumentar a capacidade de interação entre a pista expressa, que está fechada, e a pista local", disse João Octaviano Machado Neto.

Ainda segundo o secretário, equipes da Companhia passaram a última noite fazendo medições para evitar o efeito funil - que os carros fiquem represados na pista expressa.

"Estamos estudando a possibilidade de abrir os canteiros para melhorar a conexão entre a pista expressa e a local".

O plano da Prefeitura é conseguir liberar o maior trecho possível dos 20km de bloqueio até quarta-feira (22), quando o tráfego voltará a ficar intenso após o término do feriado.

Perícia

Viaduto que cedeu

Técnicos ainda apuram o que fez o viaduto da Marginal Pinheiros ceder. Mas as primeiras análises do Instituto de Criminalística (IC) da Polícia Técnico-Científica sugerem um problema nos chamados travesseiros ou colchões de neoprene, que têm função semelhante a de um "amortecimento" para a estrutura de concreto de viadutos.

O material é super resistente, pode durar até cem anos se tiver boa manutenção. Mas no caso do viaduto que cedeu na Marginal Pinheiros, o travesseiro deveria ter uma espessura bem maior.

É o que avalia o engenheiro Catão Francisco Ribeiro, que já projetou mais de quatro mil pontes, entre elas a Estaiada.

“O aparelho de apoio já estava inoperante, estava comprometido pela durabilidade porque ele era muito baixinho para a deformação que ele tinha que suportar. Então ele foi subdimensionado. Quando o projeto foi concebido com neoprene muito baixo, ele teria que ser bem mais alto para suportar a deformação”, disse o engenheiro Ribeiro.

Encontramos um amortecimento semelhante em uma ponte no Rodoanel. Os travesseiros costumam ficar escondidos em frestas com em uma ponte na via. Parecem só um detalhe perto da imensidão de um viaduto, mas são essas peças que ajudam a dar estabilidade às estruturas de concreto.

E o nome traduz bem as várias funções que elas têm: amortecer a vibração provocada pela passagem dos carros, suportar a dilatação e a contração natural do concreto e ainda evitar o contato direto das estruturas de concreto.

O engenheiro diz ainda que os pilares que sustentam o viaduto tinham que ser maiores para apoiar melhor a pista, que ele chama de superestrutura.

“Nessa circunstância que o pilar é pequeno é que a parte da superestrutura sai de cima do pilar ou fica bem na quina. Você tem uma situação em que você está com a superestrutura aqui, o pilar está aqui e ela fica na quina, quebra e cai”, disse Ribeiro. (G1)

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Problema na ponte da Marginal Pinheiros afeta também o transporte ferroviário. CPTM interrompe a circulação de trens entre as estações de Pinheiros e Ceasa
 
 
A Prefeitura de São Paulo vai liberar o rodízio municipal de veículos em trecho da Marginal Pinheiros por causa dos transtornos provocados pela interdição da via após o viaduto localizado na altura do Parque Villa Lobos, na zona oeste da cidade, ceder cerca de dois metros, formando um grande degrau.
A circulação de todos os veículos será liberada no sentido Castelo Branco, entre a Avenida dos Bandeirantes e a Ponte dos Remédios, a partir da próxima quarta-feira (21). Até o dia 20, o rodízio já estava suspenso devido ao feriado prolongado.
A decisão tem o objetivo de minimizar os transtornos provocados pela interdição total da pista expressa da Marginal Pinheiros para obras de recuperação do viaduto. A suspensão será adotada até a liberação total da pista.
Estrutura
A estrutura do viaduto localizado na altura do Parque Villa Lobos, na zona oeste da capital paulista, que cedeu na madrugada de ontem (15), sofreu uma movimentação de sete milímetros nesta manhã (16). As ações para escoramento da estrutura foram aceleradas após a movimentação.
“A estrutura, quando rompe, tem que redistribuir os esforços internos. Então é isso que está acontecendo. Ela está se movimentando, distribuindo as tensões. E vai aparecendo uma movimentação ou outra. O nosso objetivo nesse momento é garantir a segurança e fazer com que a estrutura não venha a colapso”, disse o secretário municipal de Infraestrutura Urbana, Vitor Aly.
“Estamos acelerando as medidas de segurança no sentido de preservar a integridade do viaduto no que for possível para que a gente volte com segurança a pensar no que vamos fazer em termos de recuperação estrutural do viaduto”, acrescentou.
Segundo ele, o risco de desabamento ainda existe e o processo de escoramento da estrutura foi acelerado. Devido à trepidação causada à estrutura, a circulação de trens da Linha 9-Esmeralda, da CPTM, que passa sob o viaduto, foi interrompida entre as estações Pinheiros e Ceasa na manhã de hoje (16). As estações Villa Lobos-Jaguaré e Cidade Universitária estão fechadas. O sistema de ônibus gratuito Paese foi acionado e faz a integração no trecho interrompido.
“Depois do escoramento, nós vamos estudar para saber o que aconteceu com a estrutura. Nós não sabemos o que aconteceu. É exatamente isso, a falta de conhecimento do prejuízo que foi esse acidente à estrutura, o que causou os danos à estrutura, não temos noção. Eu não sei se o cabo de proteção escoou, rompeu, não sabemos”, disse o secretário.
 
Sem trem
Com o risco de desabamento do elevado na pista expressa da Marginal Pinheiros, ficou também prejudicado o transporte ferroviário na região. A CPTM interrompeu a circulação dos trens da Linha Osasco/Grajaú e fechou as estações Villa Lobos-Jaguaré e USP-Cidade Universitária. Assim, os trens circulam somente entre Osasco e a estação Ceasa e de Pinheiros ao Grajaú. A CPTM acionou o sistema Paese (ônibus gratuito) com a SPTrans. (Agência Brasil e G1)
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Segundo governador paulista, o maior parque de São Paulo tem áreas estaduais e será sempre público

 

Nesta sexta-feira, 13, o governador de São Paulo, Márcio França (PSB), afirmou, em sua conta no Twitter, que suspendeu a concessão do Parque Ibirapuera à iniciativa privada. A Prefeitura da Capital, que decidiu pela privatização, afirmou que vai excluir as áreas estaduais e manter o projeto.

A concessão dos parques de São Paulo foi uma das propostas de maior repercussão da gestão de João Doria (PSDB). O ex-prefeito deixou a Prefeitura em março para se candidatar ao governo do Estado. O vice-prefeito Bruno Cova assumiu o cargo de prefeito.

Segundo França, existem áreas públicas estaduais no parque e o governo do estado não foi ouvido e envolvido no processo. "Se depender do governo, o Parque Ibirapuera será sempre público!", disse o governador.

@marciofrancagov
"SUSPENDEMOS a privatização do Ibirapuera. Informamos o atual Prefeito Bruno Covas, que existem áreas públicas Estaduais no Parque e o Governo do Estado NÃO foi ouvido e envolvido nesse processo. Se depender do Governo, o Parque Ibirapuera será sempre PÚBLICO!", afirmou o governador em sua página no Twitter.

O outro lado

Em nota oficial, a Prefeitura afirmou que "para manter o projeto vai agora identificar e retirar da concessão todas as áreas de propriedade do estado, que continuarão sendo cuidadas pelo município, como acontece desde a inauguração do parque do Ibirapuera, na década de 50", diz a nota.

Por esse motivo, serão excluídos do pacote os parques de regiões periféricas que entrariam junto com o Ibirapuera: Eucaliptos (Campo Limpo), Jacintho Alberto (Pirituba), Tenente Brigadeiro Faria Lima (Vila Maria) e Jardim Felicidade (Pirituba).

Também na sexta-feira, ao ser questionado em entrevista coletiva, o prefeito Bruno Covas (PSDB), disse ter estranhado o novo posicionamento do Governo do Estado. "O governo do estado estava fazendo a concessão do ginásio do Ibirapuera e a gente estava fazendo a concessão do Parque do Ibirapuera. Isso foi combinado lá atrás, agora o governador, infelizmente, toma essa decisão", disse.

"A gente estranha isso porque você pega por exemplo o Parque Campos do Jordão, que é do governo do estado, está em processo de concessão. Se você for visitar, por exemplo, o Parque Villa Lobos, você vai ver uma série de empresas lá anunciando porque cuidam de vários espaços. Portanto, o governo do estado faz parceria, mas cria dificuldade para a prefeitura fazer isso", continuou o prefeito.

Na opinião de Bruno Covas, a decisão do governo prejudica "a população de Pirituba, prejudica a população de Campo Limpo, prejudica a população mais periférica, que teria um parque cuidado por um parceiro privado, remunerado no Parque do Ibirapuera, e que agora não vai ter mais".

Suspensão temporária

No último dia 7 de junho, a Prefeitura de São Paulo suspendeu temporariamente a abertura dos envelopes das propostas para a concessão de seis parques municipais, entre eles o Ibirapuera.

O adiamento da licitação, segundo a Secretaria Municipal de Desestatização e Parcerias, foi determinada para que o edital possa ser reformulado. A previsão é de que um novo edital seja lançado em cerca de 30 dias. Em seguida, as empresas interessadas poderão apresentar as propostas e se adequarem aos novos projetos.

O projeto envolve, além da concessão do Ibirapuera, os parques Jacintho Alberto, Eucaliptos, Tenente Brigadeiro Faria Lima, Lajeado e Jardim Felicidade.

A nova versão do edital, que ainda será publicada, buscará deixar mais claro, "por exemplo, a obrigatoriedade de investimentos e melhorias que deverão ser feitos pelo concessionário nos parques da periferia", diz a secretaria.

"A paralisação do edital deve ser rápida e foi publicada agora porque a licitação ocorreria no próximo dia 12. Assm que forem efetuadas as alterações, o edital será republicado e a abertura dos envelopes ocorrerá em 30 dias. Até lá, os grupos interessados terão tempo para se adequarem as alterações fixadas no edital", acrescentou a secretaria de Desestatizações em parceria com a secretaria do Verde e Meio Ambiente. (Fonte: G1)

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Novo sistema começará no dia 10 de janeiro e, segundo a Prefeitura, o principal objetivo é aumentar a segurança de usuários e condutores que utilizam e prestam esse serviço na Capital paulista

Os motoristas das empresas de transportes de passageiros por aplicativo precisarão ter o Cadastro Municipal de Condutores (Conduapp) e o Certificado de Segurança do Veículo de Aplicativo (CSVAPP) para prestar serviço na cidade de São Paulo. As novas regras entrarão em vigor a partir do próximo dia 10, após um período de seis meses de adaptação concedido às empresas do setor. O principal objetivo é melhorar a segurança dos passageiros que utilizam transporte por aplicativos e dos próprios condutores.  No início, a Prefeitura fará uma ação de orientação. A fiscalização começará após duas semanas.

Entre as novas regras, o secretário municipal de Mobilidade e Transportes, Sérgio Avelleda, destaca que os carros precisam ter idade máxima de cinco anos de fabricação. “Como nossa preocupação é com a segurança e esses veículos não estão sujeitos a vistoria anual da Prefeitura, como os táxis, essa é uma maneira de garantir seu o bom estado de conservação”, explica Avelleda. “Da mesma forma, a obrigatoriedade dos motoristas passarem por um curso de qualificação e direção defensiva também visa melhorar a segurança e a qualidade dos serviços”, completa o secretário.

Segundo ele, esse também é o objetivo da necessidade de se manter uma identificação da empresa afixada de forma visível ao passageiro. Quanto à determinação de que o veículo deve ser licenciado no município de São Paulo, Sérgio Avelleda diz que é uma exigência da fiscalização tributária “para que os tributos obtidos com os recursos na cidade sejam pagos para a receita municipal”. As novas regras estão previstas na resolução nº 16 do Comitê Municipal de Uso do Viário (CMUV), publicada em julho de 2017.

O secretário também explica que o processo não tem burocracia nenhuma e que os motoristas nem precisam ir até a Prefeitura de São Paulo. “É dentro do aplicativo que eles devem fazer seu cadastro e a empresa encaminha a documentação. O curso pode inclusive ser dado pelos próprios aplicativos. Nós autorizamos que os aplicativos homologassem suas apostilas. Não tem papel, não tem carimbo, não tem cartório. É tudo eletrônico. O motorista, dentro do aplicativo no qual ele presta serviço, entrega a documentação e esta documentação eletrônica é enviada à Prefeitura. E em dez dias úteis nós liberamos a documentação”.

As operadoras de aplicativos são as responsáveis por enviar toda a documentação de seus motoristas credenciados para o Departamento de Transportes Públicos (DTP). Desde a publicação da resolução 16 do CMUV, todas as empresas do setor já estão habilitadas a enviar os documentos. Ao receber os formulários, o DTP tem até dez dias úteis para enviar o Conduapp e o CSVAPP. Os motoristas devem procurar as empresas em que estão cadastrados. Não é necessário ir até o DTP.

Com o início da fiscalização, os motoristas que forem flagrados em descumprimento às novas regras poderão ter o veículo apreendido pelo DTP. As operadoras que não atenderem às normas estão sujeitas a sanções como multa, suspensão, e até descredenciamento permanentemente do serviço.

Obtenção do Conduapp

Para obter o Cadastro Municipal de Condutores (Conduapp), o motorista deve procurar a operadora em que está cadastrado e preencher o formulário com seus dados pessoais. O condutor também terá que realizar um curso de qualificação.

O Conduapp será revalidado a cada cinco anos. No caso de motoristas com mais de 65 anos de idade, o prazo será a cada três anos. Os motoristas que possuam Condutax (Cadastro Municipal de Condutores de Táxi) não precisarão obter o Conduapp.

Curso de qualificação

O curso de qualificação para os motoristas de aplicativos tem 16 horas – sendo 12 horas de curso à distância e quatro horas de curso presencial – nas quais são apresentados os seguintes conteúdos:

- Segurança no transporte dos usuários em geral;

- Direção defensiva;

- Respeito à circulação dos veículos de transporte coletivo;

- Atendimento às gestantes, às pessoas idosas, pessoas com deficiência ou pessoas com mobilidade reduzida;

- Higiene do veículo;

- Equipamentos obrigatórios do veículo;

- Mecânica e elétrica automotiva básica;

- Primeiros socorros;

- Geolocalização;

- Condições físicas e emocionais para conduzir

Onde realizar o curso

O curso pode ser ministrado pelas próprias empresas de aplicativos. Uma delas já obteve homologação de sua apostila para ministrar o curso a seus condutores.

Há também 25 Centros de Formação de Condutores (CFCs), que já são aptos a ministrar o curso de qualificação (veja a lista clicando aqui). Nesse caso, o motorista do aplicativo deve apresentar o certificado de aprovação do curso na operadora na qual trabalha. Será de responsabilidade das operadoras enviar ao DTP as informações dos condutores que tenham cumprido todos os requisitos.

Os condutores cadastrados que ainda não possuem o Curso de Treinamento de Condutores poderão receber do DTP um Conduapp provisório – válido por 30 dias e não renovável – desde que entreguem todos os demais documentos.

Obtenção do CSVAPP

Para obter o Certificado de Segurança do Veículo de Aplicativo (CSVAPP), o motorista precisa realizar inspeção em seu veículo. A vistoria pode ser feita na própria empresa de transporte individual de passageiros por aplicativo ou em uma oficina particular.

Para realizar a inspeção, o condutor terá que apresentar o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) do Município de São Paulo e comprovante de contratação de seguro que cubra acidentes de passageiros no valor de R$ 50 mil por passageiro.

As operadoras deverão enviar ao DTP uma declaração de que a inspeção veicular foi realizada nos veículos dos motoristas cadastrados e que os carros atendem a todos os requisitos de mecânica e elétrica automotiva, segurança veicular, além de higiene e limpeza.

Também é obrigação das operadoras manter um arquivo com o relatório de inspeção veicular, uma cópia do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) do Município de São Paulo do veículo, além de todos os formulários devidamente preenchidos de todos os motoristas cadastrados por elas para prestar o serviço. (Texto: Secretaria Especial de Comunicação)

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