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Dentre outras obras, Márcio França anunciou recursos para a revitalização do Parque dos Paturis, asfaltamento, retomada das obras de ampliação do Corredor Oeste e para o programa de Alistamento Civil

Neste último domingo, 10/06, o governador Márcio França (PSB), esteve em Carapicuíba, onde, ao lado do prefeito Marcos Neves e de outras autoridades, anunciou o maior pacote de obras públicas da cidade. Dentre outras obras, está a revitalização do Parque dos Paturis, que compreende uma área de mais de 189 mil m², na divisa com a cidade de Osasco. O projeto de revitalização do Parque dos Paturis inclui cercamento, câmeras de videomonitoramento, nova pista de caminhada, ciclovia, campo de grama sintética, reforma da pista de skate, novos banheiros e salas de administração.

Carapicuiba 2Para as obras de revitalização do Parque dos Paturis, o governador anunciou a liberação de R$ 3,4 milhões,  além de outros R$ 6,8 milhões para construção de um Terminal Metropolitano na Cidade. Na ocasião, França anunciou também a liberação de R$ 43,7 milhões para melhorias no asfaltamento de ruas e avenidas da Carapicuíba.


Corredor Oeste

Na ocasião, o governador Márcio França anunciou ainda outras obras do governo do Estadual no sistema viário da região Oeste da Grande São Paulo. Trata-se da retomada das obras no Lote 04 do Corredor Itapevi-Osasco, da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), empresa ligada à Secretaria dos Transportes Metropolitanos. O serviço custará R$ 45,2 milhões evai gerar 150 empregos na região. Segundo o Governador, as obras serão concluídas em 18 meses. 


Com 2,2 km de extensão, o novo trecho do corredor Itapevi-Osasco terá duas estações de embarque e desembarque, um terminal de ônibus e dois viadutos. Os novos equipamentos trarão mais eficiência, qualidade e segurança ao transporte coletivo na Grande São Paulo, além de redução no tempo gasto pelos usuários durante os deslocamentos.


“Quero fazer parceria com os prefeitos. Quando a gente coloca o dinheiro na mão do prefeito a obra sai mais rápida, sai melhor e sai mais barata porque o prefeito é cobrado todo dia, na porta da casa dele. Então, dinheiro bom é dinheiro na mão de prefeito. Quem me ensinou isso foi Mário Covas”, resumiu Márcio França.

“Já fizemos convênios com 400 cidades para todo mundo receber recurso para pavimentação. Não interessa qual é o partido porque as pessoas estão acima dos partidos”, completou o governador.

Alistamento Civil

Durante sua visita a Carapicuíba, Márcio França também falou sobre o Alistamento Civil e adiantou que em, “no máximo dois meses”, Carapicuíba terá mil jovens alistados no programa, com rendimento de R$ 500,00 por mês. A contrapartida desses adolescentes será a prestação de serviços de utilidade pública por quatro horas ao dia sob a coordenação e orientação de um policial militar. Os jovens também terão a obrigação de voltar a estudar no Ensino Médio, onde aprenderão uma profissão.


“Quero ver se nós não vamos vencer a violência. Já temos 230 mil presos em São Paulo. Então, temos é de dar a oportunidade para as pessoas. Dá a chance e que os jovens agarrem essa oportunidade. Vamos ter de 80 a 100 mil meninos no programa de Alistamento Civil”, explicou Márcio França. Além de Márcio França e do prefeito Marcos Neves, estiveram também em Carapicuíba, vereadores da região, prefeitos, e deputados Federais como a Renata Abreu, presidente nacional do Podemos.

Confira, aqui, a fala do governador em Carapicuíba: https://www.facebook.com/orenatoferreira/posts/1746255602131339

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Visando fortalecer a sua candidatura ao Planalto, principalmente, em seu maior reduto eleitoral, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) já admite que seu partido não tenha candidato ao governo do estado para apoiar a candidatura de seu vice, Márcio França (PSB). Com isso, o PSDB abriria mão do comando de São Paulo depois de 24 anos no Palácio Bandeirantes. Para implementar essa troca de apoio na campanha e também com receio de atritos entre aliados pelo governo paulista, correligionários do governador ensaiam um palanque único no Estado. Nesse caso, os tucanos abririam mão da cabeça de chapa e indicariam o vice na chapa de Márcio França.
 
Para os tucanos, o mais importante nesse momento é fortalecer o projeto nacional em torno de Alckmin e, ao mesmo tempo, afastar qualquer problema com aliados em São Paulo. Na opinião deles, a prioridade é a eleição de Alckmin para a Presidência da República e a volta do partido ao poder depois de 16 anos. Na opinião dos tucanos, isso valeria o sacrifício de perder o governo de São Paulo, o principal estado da Federação.
Márcio França, que não esconde de ninguém a sua candidatura, vai assumir o governo em abril, quando Alckmin renunciará para concorrer à Presidência,. França já lançou sua pré-candidatura e tem anunciado apoio de outras legendas. O assunto ainda não é consenço no PSDB, que tem outros quatro postulantes à sucessão de Alckmin. Um deles é o de João Doria, prefeito da Capital.
No entanto, após José Serra anunciar que não vai disputar a eleição para o governo paulista, a possibilidade de apoio a Márcio França passou a ser admitida publicamente pelo próprio governador e presidente nacional do PSDB. Na opinião de Alckmin, “não é obrigatório” o candidato ao governo ser do seu partido. “Se o Márcio França assumir o governo é natural que ele queira ser candidato, o que é legítimo. E, se pudermos ter um candidato só, melhor", afirmou Alckmin.
França sempre foi apresentado como aliado leal ao governador Alckmin. Com esse perfil, o vice-governador ganha a preferência por já ter uma candidatura consolidada e que terá a máquina estadual na mão durante a campanha. Além disso, os tucanos defendem o apoio a França, alegando que ele só poderá ficar quatro anos no cargo, abrindo, assim, a possibilidade do PSDB ao comando do Estado em 2022. Na sexta-feira, 26, Alckmin e França cumpriram compromisso de agenda conjunta em São Vicente cidade onde o vice iniciou sua carreira política.
Alianças
Se o apoio a Marcio França se consolidar, Alckmin abre mão do Estado mais rico da federação para o PSB, porém, por outro ladi, consegue também atrair para a sua coligação um partido com forte atuação no Nordeste, onde o governador paulista se mostra mais frágil eleitoralmente, e outras legendas que já fecharam apoio a França no Estado, como o PR.
O objetivo do grupo de Alckmin é consolidar o nome do governador como o único candidato de centro na disputa presidencial em 2018. E, assim, amarrando o PSB em São Paulo, Alckmin enfraqueceria uma possível candidatura do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Apoiando França e o PSB em São paulo, o governador ficaria livre para oferecer a vice na chapa ao Palácio do Planalto ao DEM.
 
Mas há resistências no PSDB. Brunco Covas, vice-preveito de São Paulo, afirma: “Sempre vou defender que o PSDB tenha candidatura própria. Há dez anos, por exemplo, fui contra apoiar a eleição do prefeito (Gilberto) Kassab para que o governador fosse candidato pelo PSDB. O Fernando Henrique foi reeleito presidente com palanques de Mário Covas e Paulo Maluf. Tenho certeza de que o Marcio França vai apoiar a eleição de Alckmin independentemente de qualquer contrapartida. Descarto o partido ter um vice”, disse Bruno Covas. (Fonte: Veja)

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