Domingo, 18 Novembro 2018 | Login

No mesmo horário do debate na Globo, a Record exibiu uma entrevista exclusiva gravada na residência de Bolsonaro 

 

Ao contrário de anos anteriores, com seus debates decisivos e com grande audiência, o debate da Globo de 2018, o último antes do primeiro turno, nesta quinta-feira, 04/10, acabou sendo um encontro morno entre os candidatos à Presidência da República. Por recomendação médica, Jair Bosonaro, do PSL, não compareceu ao encontro.

E não foi somente a ausência de Bolsonaro que esvaziou o debate da Globo. Também nesta quinta-feira, a mais recente pesquisa do Dafolha caiu como um balde de água fria nos demais candidatos. Bolsonaro continua se distanciando na liderança e, agora, já aparece com 39% dos votos válidos, contra 25% do petista Fernando Haddad.

Bolsonaro na Record

Considerando os votos nulos e brancos, a pesquisa mostra Bolsonaro com 35% das intenções de votos, contra 22% de Fernando Haddad. Bem atrás aparecem Ciro Gomes (PDT), com 11%; Geraldo Alckmin (PSDB) 8%; e Marina Silva (Rede), 4%.

Mesmo aparecendo em segundo lugar, Haddad não se mostra confortável na campanha. O crescimento de Bolsonaro fez acender o sinal amarelo na campanha petista, pois isso pode significar também a possibilidade de Bolsonaro vencer já no primeiro turno.

Mesmo ausente, o nome de Bolsonaro acabou sendo bastante mencionado de forma crítica pelos presidenciáveis. Ele foi criticado porque não compareceu ao debate por recomendação médica, mas, no entanto, deu entrevista para a concorrente Record, cuja entrevista foi ao ar no mesmo horário do debate na Globo.

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Deixando claro o sentimento do antipetismo, Álvaro Dias afirmou que "o Brasil não pode permitir a volta de uma organização criminosa ao poder", referindo-se ao PT

 

Ainda sem a presença de Jair Bolsonaro, candidato do PSL, que se recupera da facada que levou há 20 dias, em Juiz de Fora, no início da noite desta quarta-feira, 26/08, o SBT realizou mais um debate entre os presidenciáveis. Participaram do encontro Álvaro Dias (Podemos), Geraldo Alckmin (PSDB), Henrique Meirelles (MDB), Marina Silva (Rede), Fernando Haddad (PT), Ciro Gomes (PDT) Cabo Daciolo (Patriota) e Guilherme Boulos (PSOL). O debate foi mediado pelo jornalista Carlos Nascimento.

Durante todo o debate, os oito candidatos evitaram críticas diretas a Bolsonaro que já está, praticamente, no segundo turno e que, segundo alguns especialistas em pesquisas, tem grandes chances de ser eleito já no primeiro turno.

Debate do SBT 2 Carlos Nascimento

O debate foi mediado pelo jornalista Carlos Nascimento

Assim, a briga maior entre os demais candidatos fica por conta da segunda vaga. E dentro desse espectro, Fernando Haddad, que leva toda a rejeição ao PT, foi transformado no principal alvo de seus adversários. Mesmo candidatos com baixos índices de intenção de votos, como Álvaro Dias, Henrique Meirelles e Marina Silva foram duros nas críticas ao candidato petista, seguidos de Geraldo Alckmin e Ciro Gomes que ainda esperam superar Haddad para disputar a eleição com Bolsonaro.

A Marina Silva, por exemplo, disse que o Temer só chegou ao poder porque foi colocado lá pelo PT. Ela criticou também as alianças do PT com o MDB, citando o caso de Alagoas, onde o PT apoia Renan Calheiros. Ciro Gomes tentou se mostrar como experiente e, consequentemente, criticou a falta de experiência de Haddad, sobretudo, sua falta de conhecimento da realidade nacional. Por sua vez, Geraldo Alclkmin também colou Temer no peito de Haddad.

Mas, foi do candidato do Podemos, Álvaro Dias, que Haddad recebeu a crítica mais contundente. "O Brasil não pode permitir que essa organização criminosa, com rastros de sangue, volte ao poder. Não podemos esquecer dos assassinatos dos prefeitos Toninho do PT, de Campinas, e do Celso Daniel, de Santo André, como também das mortes das testemunhas desses assassinatos", disse Álvaro Dias.

Até mesmo a pergunta de um jornalista causou desconforto ao candidato petista. O jornalista quis saber se, eleito, Haddad vai continuar viajando a Curitiba para consultar o seu padrinho Lula. Haddad respondeu que vai a Curitiba como advogado de Lula e que, se for eleito, vai lutar, sim, até o fim para libertar Lula de "uma prisão injusta".

Apoios a Bolsonaro

Também nesta sexta-feira, além de ter sido poupado no debate do SBT, Bolsonaro recebeu dois apoios importantes, que podem significar o início de uma debandada em direção à sua candidatura.

No Hospital Albert Einstein, onde está internado, Bolsonaro recebeu a visita do deputado Federal e pastor evangélico, Marcos Feliciano, candidato à reeleição pelo Podemos, que declarou seu apoio pessoal ao candidato do PSL.

E na cidade de Uberaba, o PSDB local também declarou apoio a Bolsonaro, diante da falta de competitividade do Geraldo Alckmin. Eles, agora, querem o apoio do candidato tucano ao governo de Minas, Antônio Anastasia, que lidera com folga as pesquisas de intenção de votos. (Renato Ferreira)

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A facada em Jair Bolsonaro, que o tirou da campanha nas ruas e o jogou na UTI de um hospital, foi um tiro no próprio pé do mandante (ou mandantes) do mais grave atentado político do país.

E esse crime tem impacto também nos debates após a facada. Na noite desta quinta-feira, 20/09, sem Bolsonaro, a TV Aparecida realizou um debate morno, justamente, porque ali não estava presente o líder das pesquisas e que tem grandes chances de vencer já no primeiro turno.

Chegou a dar sono assistir por mais de duas horas a um debate entre candidatos, cujo objetivo, agora, é evitar a vitória de Bolsonaro já no dia 7 de outubro.

Nos estúdios da TV Aparecida, o que se viu foi um debate sem emoção e sem confronto envolvendo um Alckmin atacando a todos (do jeito Alckmin de atacar), já que está perdendo apoio do Centrão; um Ciro Gomes pisando em ovos porque visa ganhar apoios num possível segundo turno; uma Marina Silva perdida com status de candidata nanica; um Álvaro Dias ciente de que não vai longe; Boulos como sempre um apêndice do PT;  e um Haddad na difícil missão de ter que falar mais do presidiário Lula do que de si próprio. 

E foi justamente entre Haddad e Álvaro Dias um dos momentos que esquentou um pouco o debate. Ao ser perguntado sobre seu programa para a família, Álvaro Dias fez, antes, uma introdução: "Haddad, você está aqui como representante do seu chefe, que se encontra preso por corrupção, que é o pior exemplo para as famílias". (Renato Ferreira)

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No debate entre os candidatos ao Governo de Minas Gerais, realizado pela TV Alterosa e transmitido ao vivo pelo Portal UAI, nota-se que o governador Fernando Pimentel (PT) está encurralado pelos demais candidatos.

O principal adversário de Pimentel é o senador e ex-governador, Antonio Anastasia (PSDB). Na última pesquisa do Ibope, divulgada nesta segunda-feira, 17/09, o tucano lidera com 32% das intenções de voto contra 21% do petista.

A situação de Pimentel é complicada porque, além se estar 11 pontos atrás de Anastasia, ele é atacado também por quase todos os demais candidatos, principalmente, pelo candidato do MDB, Adalclever Lopes, e até pela candidata do PSOL, a professora Dirlene Marques.

O candidato do MDB é deputado estadual e era aliado do atual governador, mas, rompeu com o petista para ser candidato. Além disso, o vice-governador mineiro, Antonio Andrade, que também é do MDB e não reconhece a candidatura do seu partido, acaba de declarar apoio ao tucano Anastasia.

Então, pelos apoios e alianças em torno da candidatura do PSDB, pelas pesquisas e pela liderança folgada de Antonio Anastasia, os mineiros, que formam o segundo colégio eleitoral do país, estão demonstrando que não aprovaram o governo petista e tudo indica que o Palácio da Liberdade voltará a ser habitado pelo tucano Anastasia, a partir de janeiro de 2019.

As pesquisas refletem mesmo a realidade do eleitorado mineiro. Na semana passada, estivemos em algumas cidades da zona da Mata de Minas e percebemos que os mineiros estão muito descontentes com o governo de Fernando Pimentel. Além dos prefeitos que reclamam dos atrasos no repasse das verbas do governo Estadual, os professores também não escondem o descontentamento com os constantes atrasos dos salários por parte do governo de Pimentel. (Renato Ferreira)

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Ao contrário do que muitos esperavam, como troca de farpas e um massacre dos demais candidatos pra cima de Bolsonaro, o debate da Band foi morno. O encontro foi marcado por promessas inusitadas, como a de Ciro Gomes que prometeu limpar o nome de todos brasileiros que estão no SPC

 Por Renato Ferreira - 

O primeiro debate entre presidenciáveis 2018, realizado nesta quinta-feira, 09/08, pela TV Bandeirantes, foi morno e sem polarização entre os candidatos, que preferiram não partir para o confronto direto. Os oito participantes aproveitaram a maior parte do tempo para se apresentar ao eleitorado e falar de si próprio.  Não houve o esperado massacre dos demais candidatos contra Jair Bosonaro, que lidera as pesquisas sem o petista Lula. 

No primeiro bloco, quando o mediador, jornalista Ricardo Boechat, fez uma pergunta comum a todos sobre desemprego, feita por internautas, os candidatos acabaram ignorando a pergunta. O primeiro a responder foi Álvaro Dias, do Podemos, que gastou todo o tempo para se apresentar ao eleitorado. Durante o debate, Dias destacou também a sua proposta de "refundar a República". Apenas Geraldo Alckmin (PSDB) e Marina Silva (Rede) falaram mais especificamente sobre o tema proposto. Bolsonaro fez menção ao tema desemprego.

O único momento mais quente foi protagonizado pelos candidatos Guilherme Boulos (PSOL) e Jair Bolsonaro, respectivamente, representates das extremas esquerda e direita. Pela contundência da pergunta, tudo indicava que seria aquele o clima do debate. Boulos quis saber sobre uma tal senhora Val que, segundo ele, seria uma "funcionária fantasma" do deputado Federal Bolsonaro. Ainda calmo, Bolsonaro explicou que a senhora Val é uma funcionária dele que presta serviços e Angra dos Reis e que o caso já foi esclarecido pela Câmara dos Deputados. Não satisfeito com a resposta, Boulos subiu o tom e disse: "Morando em Brasília, o senhor não tem vergonha de receber o auxílio moradia?". Foi o bastante para o Capitão reformado do Exército soltar os cachoros pra cima do Boulos, fundador e líder do MTST (Movimento does Trabalhadores Sem-Teto). "Não gastei toda a minha verba de Gabinete e esse auxílio está na Lei. Eu teria vergonha se eu fosse um desocupado que vive invadindo e incendiando propriedades de terceiros. E tem mais: Estou aqui para discutir políticas públicas e não para bater boca com um desqualificado como você". Daí para frente, o debate não tem mais polarização direta entre os candidatos. 

Apesar de se mostrar cordial a Geraldo Alckmin na maioria do tempo, Marina Silva tentou fustigar o tucano em alguns momentos, criticando-o pela aliança com o Centrão que abriga políticos.: "O Brasil necessita de reformas urgentes e o Presidente eleito precisará de apoio do Congresso para aprová-las. A Marina, por exemplo, saiu do Partido Verde alegando que não eram compatíveis. Agora, se aliou aos Verdes, ou seja, voltou a ser compatível". 

O ex-presidente Lula (PT), que se encontra preso desde abril e condenado a mais de 12 anos pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, foi mencionado apenas uma vez. Ao se apresentar, Boulos cumprimentou Lula que, para ele, "é um companheiro preso injustamente". E, se o ex-presidente Lula foi lembrado uma vez, o atual, Michel Temer MDB) não foi mencionado por nenhum candidato. Nem mesmo pelo candidato do seu partido, o banqueiro Henrique Meirelles, que tentou se apresentar como candidato dos trabalhadores. Meirelles acusou, inclusive, o PSDB que, segundo ele, já chamou o Bolsa Família de "Bolsa Esmola". Por sua vez, Alckmin elogiou o programa e disse que o Bolsa Família é fruto da unificação de outros programas sociais dos governos de Fernando Henrique Cardoso, "como o Bolsa Escola", disse Alckmin. 

Menos por propostas de governo, o Debate foi destaque nas redes sociais mais pelos momentos engraçados e promessas inusitadas, como a de Ciro Gomes, do PDT. Como um verdadeiro populista, o pedetista que nasceu em São Paulo e foi criado no Ceará, afirmou que se for eleito ele vai limpar o nome de todos os brasleiros que estão com o nome sujo no SPC. Até o Jair Bolsonaro riu da proposta de Ciro Gomes. O debate serviu também para o Brasil conhecer o candidato nanico, Cabo Daciolo, do Patriota, que teve momentos hilários, falando alto e acusando todos os demais de corruptos. 

No encontro da Band, houve também momentos de trocas de elogios entre os candidados, o que denota a possibilidade de alianças num eventual segundo turno. Um desses momentos foi demonstrado por Jair Bolsonaro e Álvaro Dias. Em vez de fazer uma pergunta ao candidato do Podemos, Bolsonaro elogiou uma proposta do adversário sobre combate à corrupção e apoio à Operação Lava Jato. Então, Álvaro Dias aproveitou para falar de sua proposta e, inclusive, reafimou que convidará o juiz Sérgio Moro para fazer parde de seu governo, caso seja eleito. 

O clima morno do debate da Band pode até ser compreensível por ser o primeiro das eleições 2018 e também por ter muitos estreantes. Dos oito participantes, apenas Geraldo Alckmin, Marina Silva e Ciro Gomes já haviam participado de encontros de presidenciáveis. Já Álvaro Dias, Jair Bolsonaro, Henrique Meirelles, Cabo Daciolo e Guilherme Boulos estrearam nesse tipo de debate. Mais oito debates já estão confirmados até as eleições. E com certeza, como já passaram pelo batismo de fogo, nos próximos encontros os presidenciáveis já deverão estar mais descontraídos e poderá haver mais polarização e confrontos diretos. (Renato Ferreira) 

Próximos debates
RedeTV! – Debate –(17.ago, 22h) – televisão;
TV Gazeta/Estadão (9.set, 19h30) – televisão;
Poder360/Revista Piauí (18.set, 10h) – streaming;
Veja (19.set, 9h) – streaming;
TV Aparecida (20.set, 10h) – televisão;
SBT/Uol/Folha (26.set, 18h20) – televisão;
Record (30.set, 22h) – televisão;
Globo (4.out, 21h30) – televisão.

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Falhas na Educação e no Planejamento foram apontadas como as principais causas dos problemas na área de segurança para a sociedade

 

Com o objetivo de discutir as causas dos problemas na área de segurança pública e elaborar projetos futuros, o ex-secretário de Governo de Osasco e pré-candidato a deputado estadual pelo Podemos, Gelso Lima, promoveu na noite de quarta-feira, 18, um importante debate sobre o tema, na cidade Osasco.

Realizado no auditório da ACEO (Associação Comercial e Empresarial de Osasco), o evento reuniu mais de 200 pessoas e os seguintes palestrantes: Benedito Mariano (Ouvidor das polícias Civil e Militar do Estado de São Paulo); Paulo Sérgio Maluf Barroso (Delegado Assistente da Ouvidoria); Alexandre Volpiani Carnelós (Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB Osasco); Tenente Coronel Ricardo Tahara (Comandante do CPA/M-8); inspetor Rildo (GCM-Osasco); e o Tenente Coronel Marcos Abondanza Vitiello (Comandante do 36º BPM/M).

Debate sobre Segurança Público

Cada debatedor falou sobre as principais ações de suas instituições, destacando que todas as forças ligadas à segurança pública tem se empenhado no trabalho preventivo e de inteligência para combater a criminalidade. E todos apontaram, de um modo geral, que investimentos nas áreas da Educação e de Planejamento são essenciais para a solução dos problemas enfrentados na Segurnça Pública, como também o aumento do efetivo e a valorização dos policiais. (Fotos: Reinaldo Vaz)

Principais trechos do debate:

Cel. Tahara

Em sua fala, o Ten. Cel. Tahara elencou os principais motivos pelos quais crimes continuam acontecendo, apesar dos esforços da polícia. Ele salientou que em 20 anos a população que compreende a região do CPAM-8 cresceu mais de 26%, enquanto que o efetivo da polícia cresceu apenas 4%. Além disso, as leis que regem o sistema prisional contribuem de certa forma para que criminosos estejam nas ruas, já que 5% dos presos liberados nos indultos em datas especiais não retornam à prisão. Tahara também citou a crise econômica, o desemprego, falhas na prevenção primária, falhas na ressocialização do preso e sistema educacional deficitário como fatores que ajudam o crescimento dos índices criminais.
Cel. Vitiello
Para o também Ten.Cel. Vitiello, a Educação é fator primordial para diminuição do crime na sociedade. “Segurança pública se faz com educação. Educação é fundamental e é nisso que os governos precisam investir porque é através da Educação que vamos rodear todos os outros fatores que culminam na prática do crime. Se investirmos em Educação teremos uma segurança pública sustentável”. Ele aproveitou a ocasião para agradecer Gelso Lima pela promoção do evento, explicando que “muita gente fala mal das polícias, e que uma oportunidade como essa é dada por gente que tem coragem”.
Benedito Mariano
Benedito Mariano, que já foi ouvidor da polícia de São Paulo de 1995 a 2000 e que agora retorna ao cargo, considera que o grande problema da instituição paulista hoje é a desvalorização profissional, cujos salários estão em 23º lugar no ranking das piores remunerações do Brasil, que tem 26 Estados, além da diminuição do efetivo tanto da PM como da Polícia Civil. “Para fortalecer a segurança pública, a polícia de São Paulo precisa de valorização profissional e a sociedade precisa cobrar essa questão de todos os candidatos ao Governo de São Paulo. Essa seria a primeira grande contribuição do governo para melhorar a segurança pública no Estado de São Paulo”.
Entre outros fatores, Mariano também falou sobre a estrutura deficiente da polícia, lembrando que o Estados tem mais de 600 municípios e que cerca de 300 deles não tem delegados. “Um único delegado às vezes cobre 12, 15 cidades. Tem cidades em que a presença da polícia judiciária se faz com um único investigador. A polícia civil diminuiu de tamanho. Há 20 anos tínhamos 37 mil policiais e hoje temos 25 [mil]. O Estado cresceu, os problemas cresceram, e a polícia diminuiu de tamanho. É isso que temos que discutir na segurança pública”, salientou.
Delegado Sérgio Maluf
Paulo Sérgio Maluf Barroso defende a união das polícias para combater a criminalidade. “Quando o Estado, através dos seus aparatos trabalha em conjunto, o crime tende a perder”. Ele ratificou o que Mariano disse, e salientou a importância da valorização salarial do policial de São Paulo. “A polícia não vai ser forte se o policial não tiver tranquilidade para trabalhar”.
Inspetor Rildo
Por sua vez, o inspetor Rildo lembrou que a lei 13022, de 2014, regulamentou o papel da Guardas Municipais, e que isso foi de extrema importância no contexto da segurança pública dos municípios. “A lei quebra paradigmas, porque havia muito questionamento sobre a atuação das GCM’s. O artigo 3º diz que a GCM tem que preservar a vida. As pessoas pensam que nós estamos ligados ao cuidado do patrimônio, mas nós temos que preservar a vida. Está na lei”, explicou.
Advogado Alexandre Carnelós
Encerrando a primeira parte do evento, antes das perguntas dos jornalistas, o Dr. Alexandre Carnelós falou sobre a questão dos Direitos Humanos dentro do tema segurança pública e assim como os outros, defendeu a Educação e o Planejamento como pilares para todos os segmentos da sociedade.

Notícias & Opinião esteve presente e registrou o evento. Veja aqui: https://www.facebook.com/orenatoferreira/posts/1805355392888026

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Conforme matéria publicada hoje no site do Jornal Estado de Minas, o pré-candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT), confirmou, nesta terça-feira, 19/06, a fama de ser esquentado e brigão. Ele se irritou com o formato do painel com pré-candidatos promovido pela Associação Mineira de Municípios (AMM), no Estádio Mineirão, e abandonou o evento no meio de sua participação. Confira o vídeo!

Ciro Gomes reclamou que não viajou até Belo Horizonte para falar poucos minutos e de forma fragmentada. O formato incluía breve apresentação de cinco minutos, seguido de duas perguntas, que podem ser respondidas em três minutos cada. Os candidatos também tinham tempo de cinco minutos para considerações finais.

“Escuta, senão eu me retiro. Eu não sou demagogo, eu quero governar o Brasil para restaurar a autoridade dessa baderna que está acontecendo no nosso país. Eu vou consertar o Brasil restaurando a autoridade”, afirmou, depois de ser vaiado.

De acordo com a organização, todos os pré-candidatos sabiam antecipadamente do formato, mas Ciro não concordou com a limitação de tempo de três minutos para responder às perguntas. Ele ficou incomodado por ter sido interrompido ao responder a primeira pergunta, em que falava sobre a necessidade de mudar o sistema tributário, depois que o tempo se esgotou.

E ficou mais irritado ainda com o fato de a segunda pergunta, feita pelo mestre de cerimônia do evento, tratar sobre o mesmo assunto. "Não estou aqui de conversa fiada. Me interrompem pra depois perguntar sobre a mesma coisa", disse. A reação exaltada acabou levando uma parte da plateia a vaiá-lo.

Ciro atribuiu as críticas a apoiadores do também candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL), que não estava presente no evento. “Por que seu candidato não veio?”, questionou, entre vaias e aplausos. Ele saiu sem falar com a imprensa. Marcio Lacerda, cotado como vive de Ciro e saudado por ele como “futuro governador de Minas”, não quis comentar o episódio. (Extraído do site do Estado de Minas)

Confira o vídeo aqui: https://www.facebook.com/orenatoferreira/posts/1757044551052444

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No próximo dia 3 de junho, os eleitores de Pirapora irão às urnas para escolher o novo prefeito da cidade
 
Na próxima segunda-feira, 07/05, a ConecTV, de Osasco, promove um debate entre os candidatos a prefeito nas eleições suplementares de Pirapora do Bom Jesus, O debate será transmitido ao vivo e reprisado pela ConecTv, canal 10 da Cabonnet Megabit, e também através do site www.redeconectv.com.br e redes sociais. O debate será realizado a partir das 20 horas, na sede da emissora, cito à Rua Esther Rombenso, 349, 3º andar, Centro de Osasco.
A Eleição Suplementar direta para os cargos eletivos de prefeito e vice-prefeito em Pirapora do Bom Jesus acontecerá dia 3 de junho. As convenções partidárias já foram realizadas e definiram como candidatos.
 
Candidatos:
 
Alessandro Costa (Prefeito) – Sandra (vice-prefeito) –
Andréa Bueno (Prefeito) -Elias Araújo (vice-prefeito) –
Gregorio Maglio (Prefeito) – Bê (vice-prefeito) –
Marceneiro (Prefeito) – Marcone Muniz (vice-prefeito) –
Neno (Prefeito) – Dr. Alexandre Santos Famá (vice-prefeito) –
O ex-prefeito e candidato Gregorio Maglio já confirmou a sua presença. Os candidatos que não comparecerem ou não aceitarem o convite para o debate terão seus lugares preservados na mesa apenas com a identificação de seu nome.
O debate acontecerá no auditório da CONECTV, que será restrito para apenas 150 convidados, sendo 20 lugares reservados para a imprensa previamente cadastrada através de solicitação por e-mail e devida confirmação da ConecTv, sendo 2 profissionais por veículo.
O evento contará com a presença de um representante designado pela Justiça Eleitoral testemunhando o espírito democrático e de igualdade. O debate visa dar oportunidades iguais aos candidatos para apresentarem suas propostas e ideias e auxiliar a população na decisão do exercício de cidadania que é o ato do voto. (Matéria extraída do Jornal Metrópole - www.jornalmetropole.com.br)
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