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"Cruzeiro, Cruzeiro querido; tão combatido, jamais vencido"

Jogando na Arena Itaquera, na noite desta quarta-feira, 17/10, o Cruzeiro conquistou o título da Copa do Brasil pela sexta vez em sua história ao derrotar o Corinthians, por 2 a 1.

Como já havia vencido o jogo de ida por 1 a 0, a equipe mineira conquistou o torneio pela segunda vez consecutiva. É o primeiro time a atingir esse feito.

Cruzeiro é hexa

Além do hexa, o Cruzeiro embolsou R$ 50 milhões de prêmio e também é o primeiro time a conquistar uma vaga na Copa Libertadores da América de 2019.

Os gols do Cruzeiro foram marcados por Robinho, no primeiro tempo, e Arrascaeta na etapa final. De pênalti, Jadson marcou o gol do Corínthians. O técnico Mano Menezes conquistou o seu terceiro título da Copa do Brasil.

Veja, aqui, o vídeo da festa cruzeirense, no final do jogo em São Paulo: https://www.facebook.com/orenatoferreira/posts/1995614080528822?

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Jogando na noite desta quarta-feira, 10/10, no Mineirão, o Cruzeiro levou a melhor sobre o Corinthians na partida de ida da final da Copa do Brasil 2018. O time comandado por Mano Menezes foi superior e venceu o alvinegro paulista por 1 a 0. O grande destaque da partida foi o meia Thiago Neves, que marcou o gol da vitória celeste e fez Cássio trabalhar bastante no duelo.
O Corinthians, por sua vez, se limitou a oferecer a bola para o adversário, se fechar e ficar à espera de um contra-ataque. Mas, diferente do que aconteceu nos demais jogos da competição de mata-mata, o Cruzeiro não ofereceu essas oportunidades. Tanto que Fábio não fez nenhuma grande defesa nos primeiros 90 minutos da decisão. O Mineirão ficou todo azul e recebeu mais de 53 mil torcedores que fizeram uma grande festa antes, durante e depois da vitória cruzeirense.
As duas equipes voltam a se enfrentar na próxima semana. O Timão recebe a Raposa na Arena Corinthians, quarta-feira (17), às 21h45min. Com a derrota por 1 a 0, os comandados de Jair Ventura vão precisar devolver o placar para levar a disputa do título aos pênaltis, ou por dois gols de diferença para levantar a taça no tempo normal. O empate é do Cruzeiro.
O jogo
Empurrado pela torcida, o Cruzeiro tomou a iniciativa da partida. Com mais posse de bola, o time da casa tentou furar a forte marcação corintiana desde os primeiros minutos. Mas, teve dificuldade, tanto que a primeira oportunidade de gol surgiu apenas aos 18 minutos, com Thiago Neves, que bateu da entrada da área para a defesa de Cássio.
O camisa 30 celeste era o jogador que mais levava perigo a meta alvinegra. Movimentando bastante, em busca de espaço, ele voltou a assustar Cássio aos 34, quando bateu novamente da entrada da área, mandando a bola na trave. O lance serviu para acordar o time do Cruzeiro, que passou a chegar com maior frequência.
Aos 39, Thiago Neves cobrou falta na cabeça de Léo, que parou na grande defesa de Cássio, que vinha se destacando na partida. No entanto, aos 45, o goleiro alvinegro não conseguiu evitar o gol cruzeirense. Após bela jogada de Egídio, o lateral levantou na área e Thiago Neves aproveitou a falha de marcação para cabecear e abrir o placar.
Os minutos iniciais do segundo tempo foram parecidos com o final da primeira etapa. Corinthians fechado e Cruzeiro com a bola, em busca de espaço e do segundo gol na partida. Mas, aos poucos a intensidade celeste diminuiu, e o time recuou, deixando os visitantes saírem para o jogo, aguardando o momento certo para contra-atacar.
Porém, o Corinthians não conseguia finalizar, devido à falta de um centroavante e a pouca movimentação dos jogadores de frente. E o Cruzeiro, mesmo sem se expor como nos minutos iniciais do segundo tempo, chegava ao gol de Cássio. Aos 19, Robinho buscou Barcos na área e o argentino cabeceou com perigo, assuntando o goleiro alvinegro.
O lance fez com que Jair Ventura promovesse mudanças em sua equipe, para corrigir o problema no setor de criação. Clayson deu lugar a Pedrinho e Mateus Vital foi substituído por Araos. Só que a entrada da dupla também não deu resultado. O Cruzeiro seguiu no controle do jogo, com uma postura bem segura em campo, mantendo a vantagem no marcador. (Fonte: Conteúdo Jovem Pan)
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Domingo, 06 Maio 2018 14:47

Cruzeiro é hexacampeão da Superliga

Time celeste de Belo Horizonte vence o Sesi/SP por 3 a 2 e conquista o seu sexto título - o quinto consecutivo - da Superliga Masculina
 
 Cruzeiro, Cruzeiro querido; Tão combatido, jamais vencido!
 
Mais uma vez, neste domingo, 06/05, a metade azul de Belo Horizonte e de Minas Gerais está azul e cantando alto o hino do Cruzeiro, time tradicional de Futebol e imbatível no vôlei masculino nos últimos anos.
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Espetacular! Não há outro termo para definir a final da Superliga Masculina de Vôlei, disputada nesta manhã no Mineirino com mais de 14 mil torcedores. Com casa cheia e emoção do início ao fim do jogo, o Sada/Cruzeiro venceu Sesi/SP por 3 sets a 2, com parciais de 25/16, 17/25, 25/22, 23/25 e 22/20 num tie break sensacional e que parecia até um saque normal. Foi a oitava decisão consecutiva do Cruzeiro. No sábado passado, os mineiros já haviam vencido os paulistas também por 3 sets a 2, no Ibirapuera.
 
O levantador Uriarte foi eleito o melhor jogador da partida. E o ponteiro Leal recebeu o prêmio de melhor da competição.
Os números do time celeste são impressionantes. Desde 2010, a Raposa disputou 39 campeonatos, chegando a 35 finais e faturando 31 títulos. Na Superliga, a equipe do técnico Marcelo Mendez faturou o título também em 2012, 2014, 2015 e 2016.
Além do técnico Marcelo Mendez, o ponteiro Filipe e o líbero Serginho também estiveram em todos os cinco títulos nacionais da equipe. Com o nome de Superliga, torneio nacional foi criado em 1994.
Agora, o Cruzeiro é o maior campeão isolado, seguido por Minas e Florianópolis, que possuem quatro títulos. O Sesi tem um troféu tem título. E se se contabilizados todos os torneios nacionais de voleibol a partir de 1976, o Minas é o maior campeão, com sete taças, seguido pelo Cruzeiro, agora, com seis títulos.
Despedidas
Mas, se a torcida cruzeirense lotou o Mineirinho, empurrou o time e fez a festa com mais um título, por outro lado, ela sai um pouco apreensiva. Pois, foi também uma manhã de despedidas. Para a próxima temprada, a Raposa não contará com duas estrelas: o cubano Leal e o argentino Uriarte.
 
Leal despede se do Cruzeiro
 
Leal, naturalizado brasileiro e que já poderá defender a Seleção Brasileira a partir de abril de 2019, vai vestir a camisa do Lube Civitanova, da Itália.
Emocionado e ao lado dos pais, que vieram de Cuba para ver o último jogo do filho em Belo Horizonte, Leal agradeceu o apoio e o carinho da torcida mineira.
Já o levantador Uriarte defenderá o Taubaté. Possivelmente, o Cruzeiro deverá buscar o substituto de Leal no exerior. O central Simon, também cubano, e que foi o melhor sacador da atual temporada, continará no Cruzeiro para a Superliga 2018/19.
 
Veja, aqui, o último ponto do Cruzeiro e a festa da torcida no Mineirinho: https://bit.ly/2JVAzLh
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Foi um jogaço no Ibirapuera, hoje à tarde, e a equipe mineira venceu no tie-break. O campeão sairá na segunda partida, domingo, dia 6, às 9h, no Mineirinho
 
 
Jogando na tarde deste sábado, 28/04, em São Paulo, o Sada/Cruzeiro mostrou porque é pentacampeão da Superliga Masculina. O time celeste de Belo Holizonte venceu o Sesi-SP por 3 sets a 2, com parciais de 25/23, 25/27, 26/24, 22/25 e 15/12. Mais de 10 mil pessoas estiveram no Ibirapuera, onde assistiram a uma excelente partida de vôlei, decidido praticamente ponto a ponto em todos sets.
Cruzeiro e Sesi 2
 
O segundo e decisivo jogo será realizado no domingo, dia 6, no Mineirinho, outro templo do vôlei brasileiro e onde o Cruzeiro está acostumado a faturar os seus títulos. Se vencer no Mineirinho, onde terá o apoio da massa azul, o time de Belo Horizonte conquistará o hexacampeonato da Superliga 2017/18. Caso o Sesi vença o jogo, o campeão será conhecido no Golden Set, a exemplo do que ocorreu na Superliga Feminina, quando o Praia Clube superou o Sesc/RJ, em Uberlândia, domingo passado. O time paulista busca o bicampeonato na competição.
O argentino Uriarte, levantador do Cruzeiro, foi eleito o melhor jogador da partida e ficou com o Troféu Viva Vôlei. Além de Uriarte, outro destaque mineiro foi o líbero Serginho, que já conqusitou oito títulos da Superliga. Já o ponteiro Leal e o oposto Evandro terminaram como os principais pontuadores, com 21 pontos cada um. Apesar de errar muitos saques, com média de 17 erros por jogo, esse fundamento é uma das principais ferramentas do Cruzeiro, além das jogadas de bloqueio.
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