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Presidente argentino, Mauricio Macri, é o primeiro chefe de estado a visitar o Brasil, desde a posse de Bolsonaro. Os presidentes condenaram o governo de Nicolás Maduro
 
 
O presidente Jair Bolsonaro recebeu nesta quarta-feira, 16/01, no Palácio do Planalto o presidente da Argentina, Mauricio Macri. Os dois discutiram sobre a situação do Mercosul e condenaram o governo de Nicolás Maduro, na Venezuela.
Antes de Mauricio Macri entrar em cena, os ministros já estavam cumprindo agenda. Os da Fazenda e da Produção e Trabalho se reuniram com a equipe econômica. Os da Justiça e da Segurança Pública estiveram com Sérgio Moro e o ministro Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Trataram de ações conjuntas no combate ao crime organizado, narcotráfico, corrupção e a segurança de fronteira.
Pouco depois, o presidente argentino subiu a rampa do Planalto, onde Bolsonaro o aguardava. Macri é o primeiro chefe de estado a visitar o Brasil desde a posse de Bolsonaro. Ele foi uma das ausências no dia 1º de janeiro.
Às voltas com uma crise econômica, inflação que beira 48% ao ano e interessado em se reeleger, Macri busca intensificar acordos de cooperação, deixando claro que precisa do Brasil, seu principal parceiro econômico. Assim como nós precisamos deles, que são o segundo destino dos produtos industriais brasileiros.
Depois do encontro, os dois presidentes deram uma declaração conjunta. Brasil e Argentina assinaram um novo acordo de extradição, que prevê uma simplificação no processo. O ministro da Justiça, numa entrevista gravada num celular, deu um exemplo:
“É que às vezes tem uma situação urgente: ‘Precisa prender o cara’. Então, às vezes você seguir o canal diplomático acontece que nem o Battisti”, disse Moro.
Tanto Macri quanto Bolsonaro estão fechados no não reconhecimento do mandato de Nicolás Maduro, que tomou posse pela segunda vez na Venezuela, semana passada. Brasil e Argentina consideram que a legitimidade está no presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó.
“Estamos comprovando nas reuniões de hoje nossa convergência de posições e nossa identidade de valores. Essa identidade: que atuemos conjuntamente na defesa da liberdade e da democracia na nossa região. Nossa cooperação na questão da Venezuela é um exemplo mais claro no momento”, disse Bolsonaro.
Macri disse que Nicolás Maduro é o ditador que procura se perpetuar no poder com eleições fictícias, detendo opositores e levando os venezuelanos a uma situação desesperadora e agonizante.
Outra convergência é o Mercosul, hoje presidido por Macri. Os dois presidentes defenderam acelerar as negociações promissoras. A principal é com a União Europeia, citada apenas por Macri.
Macri e Bolsonaro também conversaram sobre flexibilização de regras do Mercosul. Hoje, não é permitido acordo de livre comércio em separado com outros países - os acordos bilaterais, defendidos por Bolsonaro.
“Precisa valorizar sua tradição original: abertura comercial, redução de barreiras, eliminação de burocracias. O propósito é construir um Mercosul enxuto que continue a fazer sentido e ter relevância”, afirmou Bolsonaro.
O almoço oferecido a Macri no Itamaraty foi reservado, sem convidados da imprensa. Os dois presidentes fizeram um brinde ao novo tempo nas relações entre os dois países. (G1)
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Para o Presidente da República, medida visa dar ao cidadão o legítimo direito à defesa
 
 
Nesta terça-feira, 15/01, o presidente Jair Bolsonaro assinou durante cerimônia no Palácio do Planalto, o decreto que regulamenta o registro, a posse e a comercialização de armas de fogo no país, uma das principais promessas de campanha do presidente da República.
“Como o povo soberanamente decidiu, para lhes resguardar o legítimo direito à defesa, vou agora, como presidente, usar esta arma”, afirmou Bolsonaro, mostrando a caneta.
“Estou restaurando o que o povo quis em 2005”, acrescentou Bolsonaro mencionando o referendo realizado há 14 anos.
O decreto refere-se exclusivamente à posse de armas. O porte de arma de fogo, ou seja, o direito de andar com a arma na rua ou no carro não foi incluído no texto.
A assinatura do decreto ocorreu logo depois da reunião ministerial coordenada por Bolsonaro todas as terças-feiras, às 9h, no Planalto, desde que assumiu o poder em 1º de janeiro. (Agência Brasil)
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Presidente da República defende projeto que endurece a Lei Antiterrorismo
 
Neste sábado, 12/01, o presidente Jair Bolsonaro defendeu que as ações criminosas ocorridas no Ceará sejam consideradas como terrorismo. A manifestação do presidente em favor do PLS 272/2016 (Lei Antiterrorismo) foi feita por meio de sua conta pessoal no Twitter, ao comentar situação no Ceará.
“Ao criminoso não interessa o partido desse ou daquele governador. Hoje ele age no Ceará, amanhã em São Paulo, Rio Grande do Sul ou Goiás. Suas ações, como incendiar, explodir, ... bens públicos ou privados, devem ser tipificados como terrorismo”, disse o presidente.
Bolsonaro também chamou de "louvável" e defendeu o projeto de lei, de autoria do senador Lasier Martins (PSD-RS), que endurece a Lei nº 13.260 que tipifica o conceito de terrorismo e regulamenta atuação de combate do Poder Público. Conforme o projeto, em tramitação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, fica classificado como terrorismo “incendiar, depredar, saquear, destruir ou explodir meios de transporte ou qualquer bem público ou privado, com o objetivo de forçar a autoridade pública a praticar ato, abster-se de o praticar ou a tolerar que se pratique, ou ainda intimidar certas pessoas, grupos de pessoas ou a população em geral.”
Jair M. Bolsonaro
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@jairbolsonaro
- Ao criminoso não interessa o partido desse ou daquele governador. Hoje ele age no Ceará, amanhã em SP, RS ou GO.
- Suas ações, como incendiar, explodir, ... bens públicos ou privados, devem ser tipificados como TERRORISMO.
- O PLS 272/2016 do Sen Lasier Martins é louvável.
O PLS 272/2016 também criminaliza “interferir, sabotar ou danificar sistemas de informática ou bancos de dados, com motivação política ou ideológica, com o fim de desorientar, desembaraçar, dificultar ou obstar seu funcionamento.”
Em outubro passado, o governo federal instituiu uma força-tarefa de Inteligência para o enfrentamento ao crime organizado no Brasil. O grupo, sob a coordenação do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência (GSI), tem como função “analisar e compartilhar dados e de produzir relatórios de inteligência com vistas a subsidiar a elaboração de políticas públicas e a ação governamental no enfrentamento a organizações criminosas que afrontam o Estado brasileiro e as suas instituições.”
Ceará
A Polícia Militar do Ceará registrou na madrugada de hoje dois novos ataques criminosos contra uma torre de transmissão de energia e uma concessionária de veículos. O estado entrou neste sábado no 11º dia seguido de ataques atribuídos a facções criminosas.
De acordo com a PM, uma torre de transmissão teve a base explodida na cidade de Maracanaú, região metropolitana de Fortaleza, e caiu. Em função do ataque, moradores relataram queda de energia nas regiões próximas. Na capital cearense, por volta das 5h, uma explosão atingiu o pátio de uma concessionária e danificou veículos que estavam expostos para venda. Segundo a Secretaria de Segurança do Ceará, 319 pessoas foram presas até o momento. Todas elas autuadas em flagrante por participação nos atos criminosos registrados no estado desde o dia 2 de janeiro. (Agência Brasil)
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Reunião entre Governador e Presidente dá sinais de que São Paulo caminhará em sintonia com o Governo Federal
Nesta quinta-feira, 10/01, o governador de São Paulo, João Doria, se reuniu hoje (10) com o presidente Jair Bolsonaro, no Palácio do Planalto, e reafirmou seu apoio à proposta de reforma da Previdência que será enviada pelo governo ao Congresso Nacional. Segundo ele, a bancada paulista do PSDB votará favoravelmente à proposta.
Para Doria, a aprovação da reforma previdenciária terá “efeito transformador” no país, “permitindo que o crescimento possa saltar dos 3% hoje previstos para 5%”. Segundo o governador, a reforma vai atrair investimentos internacionais e aumentar a geração de emprego e renda.
Perguntado, Doria disse ser favorável ao regime de capitalização proposto pela equipe econômica, no qual cada trabalhador faz sua poupança individual para a aposentadoria.
Fórum em Davos
O governador paulista disse que outro assunto tratado na reunião com o Presidente foi o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, onde Bolsonaro fará sua estreia internacional. Segundo Doria, o presidente vai apresentar as oportunidades de investimento no Brasil nos setores do agronegócio, da indústria, comércio, serviços, ciência, tecnologia e empreendedorismo.
“É um grande palco para a apresentação do novo Brasil. O Brasil que acredita numa economia liberal, transformadora, que gera empregos e oportunidades”,disse Doria.
A reunião será de 22 a 25 deste mês com representantes do G20, onde estão as maiores economias mundiais, e convidados estrangeiros. No total, líderes de cerca de cem países estarão presentes.
Decreto sobre armas
João Doria afirmou também que é favorável à flexibilização da posse de armas e, questionado pelos jornalistas, disse que o decreto sobre a questão deve ser assinado nesta sesta-feira, 11, pelo presidente Jair Bolsonaro. (Com informações da Agência Brasil)
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Antes, o Presidente já havia recebido homenagem na Aeronáutica e no Exército

 

Nesta terça-feira, 08/01, o presidente Jair Bolsonaro recebeu a Comenda da Ordem do Mérito Naval oferecida pela Marinha. A medalha foi entregue no Clube Naval, em Brasília, onde o presidente participou de um almoço com o comandante da Marinha, almirante Leal Ferreira.

Amanhã, 9, vai acontecer a transmissão de cargo de comando da Marinha para o almirante Ilques Barbosa Júnior.

Aeronáutica e Exército
Desde o mês passado esta é a terceira homenagem que Jair Bolsonaro recebe das Forças Armadas. Na semana passada, ele participou de um almoço no Comando da Aeronáutica e recebeu a Ordem do Mérito Aeronáutico.

No começo de dezembro, ele foi homenageado pelo Exército com a medalha do Pacificador com Palma, concedida a militares que realizaram atos de “abnegação, coragem e bravura, com risco da própria vida” em tempos de paz. (Fonte: Pleno News)

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Primeira-dama Michelle Bolsonaro rouba a cena da posse ao surpreender com emocionante discurso em Língua de Sinais

 

Esta terça-feira, 1° de janeiro, ficará marcada na História do Brasil. Numa bela cerimônia, com o tradicional desfile em carro aberto e com cenas no Congresso Nacional e no Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro tomou posse como Presidente do Brasil. Bolsonaro leva para a Presidência a esperança de um país inteiro contra a corrupção e a favor do respeito ao dinheiro público.

Mais de 115 mil pessoas vestindo verde e amarelo e também camisetas com a imagem de Bolsonaro lotaram a Esplanada dos Ministérios sob um arrojado esquema de segurança. O evento contou também com a presença de 12 chefes de Estado, como o Primeiro Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e representantes de dezenas de países de todos os Continentes.

Após garantir que manterá as reformas necessárias para o Brasil avançar, Bolsonaro conclamou o povo a lutar com ele que tem o desafio de "enfrentar os efeitos da crise econômica", o "desemprego recorde", a "ideologização" das crianças, o "desvirtuamento dos direitos humanos" e a "desconstrução da família".

"Vamos desburocratizar, simplificar, tirar a desconfiança e o peso do governo sobre quem trabalha e quem produz", disse Bolsonaro, que finalizou com o lema de sua campanha: "Brasil acima de tudo; Deus acima de todos". (Renato Ferreira)

* Por problemas técnicos e da internet, não conseguimos publicar a matéria da posse no dia 1º de Janeiro.

Veja, aqui, outras fotos da festa em Brasília: 

Posse de Bolsonaro 3

Posse de Bolsonaro 2

Posse de Bolsonaro 5

 

Posse de Bolsonaro 4

Posse de Bolsonaro 6

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Terça, 18 Dezembro 2018 14:08

Quem mandou matar Bolsonaro?

 

Por Renato Ferreira -

Estou feliz ao ver essa recaída da esquerda fajuta do Brasil que, mesmo ignorando os demais parlamentares citados no relatório do COAF e que passou os últimos 16 anos sem se importar com movimentações financeiras irregulares de políticos, exige explicação e punição severa para o senador eleito pelo RJ, Flávio Bolsonaro. Isso é muito bom para limparmos o Brasil de quaisquer tipos de falcatruas.

Facada em Bolsonaro

Estamos a poucos dias da posse do Presidente Jair Bolsonaro e do Brasil entrar em nova fase administrativa com nova visão política. Mas, isso poderia não estar acontecendo, pois, em plena campanha eleitoral, alguém tentou tirar Bolsonaro da disputa com uma facada no abdômen.

O que chama atenção e causa dúvidas às pessoas de bom senso no Brasil é o silêncio ensurdecedor da grande imprensa e desses "esquerdistas" indignados com a corrupção (?), sobre o maior atentado político no Brasil, contra um candidato à Presidência da República e os fatos que envolvem essa tentativa de matar Jair Bolsonaro.

A quem interessava e a quem interessa a morte de Bolsonaro?

O autor da facada, em pleno Centro de Juiz de Fora, todos conhecem, uma vez que ele não conseguiu o seu objetivo. Trata-se do ativista político Adélio Bispo, ex-integrante do PSOL, partido do ex-presidenciável, Guilherme Boulos, e declarado defensor de Lula e do PT.

Seria muita ingenuidade de qualquer pessoa com saúde perfeita e em sã consciência acreditar que esse matador, preso com quatro celulares, computador e que alugou uma pousada dez dias antes do atentado em Juiz Fora, teria agido sozinho e por conta própria.

E o fato mais claro dessa empreitada de morte, mostrando que Adélio foi apenas o último elo dessa corrente assassina contra Bolsonaro, é que no dia seguinte ao atentado, apareceram em Juiz de Fora 4 advogados que partiram de Belo Horizonte em vôo fretado para a zona da Mata mineira.

Preste atenção! Você que é inteligente e que pensa com a própria cabeça, acredita que se o autor da facada fosse uma pessoa normal, trabalhador simples, que não tivesse nenhuma ligação com partidos políticos, sindicatos ou qualquer outra organização poderosa, conseguiria ter quatro advogados ao seu dispor um dia depois do crime e durante todo o processo?

Pois é, mesmo indagados por várias vezes, os advogados não revelaram quem os contratou e nem quanto recebiam para fazerem a defesa do criminoso.

Então, parabén imprensa investigativa e esquerda fajuta que pedem punição severa para Flávio Bolsonaro! Vocês estão corretíssimos, afinal, quem erra tem mesmo que pagar.

Mas, não lhes cheira mal a falta de transparência e o silêncio que envolve esse grave atentado contra o candidato que foi eleito Presidente da República? E ainda mais o silêncio dos advogados que negam informar quem lhes contratou para chegar tão rapidamente a Juiz de Fora?

O Brasil honesto espera mais esclarecimento sobre esse atentado. Pois, temos certeza que o Adélio não agiu sozinho.

Quem discordar, por favor, poste aqui a sua opinião com argumentos e fatos que nos convençam ao contrário. Contamos também com a opinião daqueles que concordam conosco. (Renato Ferreira)

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Presidente eleito já incia mandato com uma excelente popularidade. Além de confirmar o resultado das urnas, levantamento desmonta também as pesquisas na reta final da campanha que indicavam derrota de Bolsonaro no segundo turno. Dos entrevistados, 64% têm expectativa de que o governo Bolsonaro será ótimo ou bom
 
Conforme pesquisa CNI-Ibope, divulgada nesta quinta-feira, 13/11, 75% dos brasileiros – três em cada quatro – acreditam que o presidente eleito, Jair Bolsonaro, e sua equipe estão no caminho certo em relação às decisões tomadas até o momento. De acordo com o estudo, 14% acham que Bolsonaro está no caminho errado e 11% não sabem ou não responderam à pergunta.
Os números mostram que, quanto maior a renda familiar, maior o percentual dos que acreditam que o presidente eleito está no caminho certo. O índice é de 70% entre aqueles com renda familiar de até um salário mínimo e chega a 82% entre os que têm renda familiar superior a cinco salários mínimos.
Entre os brasileiros ouvidos, 64% têm expectativa de que o governo Bolsonaro será ótimo ou bom.
Prioridades
Para 41% e 40% dos entrevistados, respectivamente, melhorar os serviços de saúde e promover geração de empregos devem ser as prioridades do governo para 2019. Em seguida, aparecem combater a corrupção e combater a violência e a criminalidade, ambos com 36%, e melhorar a qualidade da educação, apontada por 33%.
Melhorias
O levantamento mostra que dois em cada três brasileiros acreditam que a situação econômica do país vai melhorar em 2019, enquanto parcela similar espera que a própria vida vai melhorar ou melhorar muito no próximo ano.
Cerca de quatro em cada dez brasileiros (43%) acreditam que a segurança pública está entre os principais problemas que vão melhorar no primeiro ano de governo do presidente eleito. Em seguida, aparecem a corrupção (37%) e o desemprego (36%).
Equipe de governo
A pesquisa mostra que a maioria dos brasileiros ouvidos aprova as indicações para compor a equipe de Bolsonaro, bem como as medidas que vêm sendo anunciadas pela equipe.
Entre os entrevistados, 80% se dizem pelo menos um pouco informados sobre as indicações do presidente eleito para os cargos de primeiro escalão do governo – ministros e colaboradores da equipe de transição. Desses, 55% consideram as indicações adequadas ou muito adequadas.
Pouco mais de oito em cada dez se dizem informados, em alguma profundidade, sobre as propostas já anunciadas pelo presidente eleito. Entre eles, 75% afirmam aprovar de forma geral as propostas. O percentual de aprovação cresce de acordo com o grau de informação que o entrevistado diz ter sobre o novo governo.
A pesquisa foi feita entre 29 de novembro e 2 de dezembro e ouviu 2 mil eleitores de 127 municípios. A margem de erro máxima estimada é de 2 pontos percentuais, e o nível de confiança é de 95%. (Agência Brasil)
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Para aqueles que pensam que os eleitores de Bolsonaro estão preocupados com o relatório do COAF, onde aparecem também políticos do PT, PSOL, PSDB, MDB e outros, informamos que, após a diplomação do presidente eleito pela maioria dos brasileiros, vem aí a posse do novo Presidente do Brasil, JAIR BOLSONARO.

Coloquem em suas agendas: 01 de janeiro de 2019, em Brasília.

Ah...e esse ato do mais alto comando da República contará com a presença de vários e importantes líderes mundiais, presidentes e primeiros-ministros de grandes, desenvolvidas e democráticas Nações que mantêm relações diplomáticas com o Brasil. Será mais um dia de festa da Democracia Brasileira.

brasil verde e amarelo

Avante, BRASIL VERDE E AMARELO!

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Time paulista conquistou o seu décimo título da competição nacional com uma rodada de antecedência
 
O Presidente eleito Jair Bolsonaro acompanhou na tarde de hoje (2), no estádio Allianz Parque, a partida entre Palmeiras e Vitória, da Bahia, pela última rodada do Campeonato Brasileiro. O time alviverde venceu por 3 a 2 e recebeu taça do seu décimo título brasileiro, conquistado com uma rodada antecedência. Vestindo camisa do time paulista, Bolsonaro, que é palmeirense, assistiu à partida no camarote da diretoria do Verdão e, ao final do jogo, desceu ao gramado onde entregou as medalhas aos jogadores e ao técnico Felipão, além da taça de campeão ao capitão Bruno Henrique. Bolsonaro voltou hoje mesmo para o Rio de Janeiro.
Bolsonaro no Allianz Parque
No gramado do Allianz Parque, Bolsonaro ergue a taça de Campeão Brasileiro conquistada pelo seu time de coração
 
Bolsonaro desembarcou às 13h40 no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, vindo em um voo comercial do Rio de Janeiro. Ele posou para fotos com a camisa do time e deixou o aeroporto às 14h25, sem passar pelo saguão de passageiros ou falar com a imprensa que o aguardava do lado de fora em direção ao estádio. No vôo, ele tirou foto também com os passageiros. O carro com Bolsonaro foi escoltado por 14 motos da Polícia Militar e viaturas da Tropa de Choque até o estádio.
Nos primeiros minutos do jogo, iniciado às 17h, o presidente eleito publicou uma mensagem e vídeo no Twitter, em que parabenizou o Palmeiras pela conquista do título antecipadamente. "Parabéns ao @Palmeiras pelo título brasileiro. O futebol é muito mais que torcer para um time, é um estado de espírito totalmente identificado com o brasileiro. É sempre bacana fazer parte desta festa! Um abraço a todos e obrigado pelo carinho!", postou.
 No Twitter
@jairbolsonaro
Parabéns ao @Palmeiras pelo título brasileiro. O futebol é muito mais que torcer para um time, é um estado de espírito totalmente identificado com o brasileiro. É sempre bacana fazer parte desta festa! Um abraço a todos e obrigado pelo carinho!
Bolsonaro no Allianz Parque com a conselheira
A conselheira do Palmeiras e presidente da Crefisa (patrocionadora do time), Leila Pereira, também postou no Twitter uma foto com Bolsonaro. “Vejam só quem está por aqui. Bolsonaro é o primeiro Presidente a acompanhar o jogo do Verdão no Allianz Parque. Foi uma honra colocar nossa faixa de Decacampeão em nosso Presidente Jair Bolsonaro”, escreveu.
Perguntado ontem (2) sobre seu palpite, o presidente eleito havia apostado em 2 x 0 para o Palmeiras.
Semana do presidente eleito
Bolsonaro retorna a Brasília nesta terça-feira (4) para dar continuidade às reuniões do governo de transição e a montagem da equipe ministerial. Nesta semana, estão previstas reuniões do presidente eleito com as bancadas do MDB, PRB, PR e PSDB, junto com o ministro extraordinário da transição e futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.
O presidente eleito espera decidir o nome que ocupará o Ministério do Meio Ambiente nesta semana. "[Nossa agenda] Continua. A gente espera que se resolva a questão do Ministério do Meio Ambiente. E, daí, fechou a questão", respondeu Bolsonaro a uma repórter na entrada do avião em que embarcou para São Paulo. Até agora, 20 ministros já foram escolhidos.
Na semana passada, ele havia adiantado que há "meia dúzia" de nomes sendo avaliados para a pasta.
Bolsonaro ficará na capital federal até quinta-feira (6), quando voltará no fim do dia para o Rio de Janeiro. (Agência Brasil)
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