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ESPORTE: Favoritos da Corrida de São Silvestre já estão em São Paulo

ESPORTE: Favoritos da Corrida de São Silvestre já estão em São Paulo Featured

Prova internacional será realizada nas ruas da Capital paulista nesta terça-feira, com mais de 35 mil participantes.
 
Os atletas favoritos da 95ª Corrida Internacional de São Silvestre já estão em São Paulo. Neste domingo, 29/12, os corredores e as corredoras deram entrevistas em um hotel do centro da capital e falaram sobre os desafios da prova, que acontece na manhã de terça-feira (31), com largada do pelotão feminino às 7h40 e, do masculino, às 8h05.
Segundo a organização, serão cerca de 150 atletas da elite. Além dos atletas profissionais, 35 mil pessoas estão inscritas para correr na tradicional prova de rua. Entre os participantes de elite, figuram a queniana Brigid Kosgei, recordista mundial da Maratona de Chicago, e o queniano Paul Kipchumba Lonyangata, vencedor da Maratona de Paris.
Pela primeira vez na São Silvestre, Brigid disse que tem se preparado, mas que a alta umidade pode ser um desafio para ela. “É uma prova que qualquer um pode ganhar, mas estou me preparando”, afirmou.
No feminino, também estão confirmadas as quenianas Pauline Kamulu, bronze no mundial de maratona de 2019 e atual vice-campeã da São Silvestre, e Sheila Chelangat, campeã da Okepke 10K (Nigéria), Shangai 10k, Port Gentil 10k (Gabão) e Valenciennes 10k (França).Mais nomes
Entre os homens, também estão o ugandense Jacob Kiplimo, campeão júnior de cross country em 2017 e vencedor da Manchester 10K em 2019; e o queniano Titus Ekiru, bicampeão em Honolulu (18/19), vencedor da Maratona de Milão e da Meia de Lisboa, ambas em 2019.
Pela primeira vez na corrida, Ekiru disse que vai treinar hoje e amanhã. “Vou treinar neste domingo e na segunda para dar o meu melhor na prova na terça-feira”, adiantou.
 
Entre os brasileiros, os favoritos são Daniel Chaves da Silva, top 15 na Maratona de Londres deste ano, garantindo a qualificação para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020; Wellington Bezerra, 18º na Maratona de Hamburgo (19) e vice da Maratona Internacional de São Paulo em 2018; e Ederson Pereira, campeão da Volta Internacional da Pampulha, ouro nos 10 mil nos Jogos Pan-Americanos de Lima, ambos neste ano, e quinto na Meia de Buenos Aires do ano passado.
As brasileiras favoritas são Valdilene Silva, 15ª colocada na Maratona de Frankfurt no ano passado, e Tatiele de Carvalho, quarta colocada na prova Dez Milhas Garoto (18) e 5ª na Meia de Buenos Aires (18). Ela possui cinco títulos do Troféu Brasil.
Entre os sul americanos participantes estão Diana Orcampo, da Argentina, campeã da Maratona de Buenos Aires, e Byron Piedra, do Equador, campeão sul-americano dos 10 mil metros.
Largadas mais cedo
Serão cinco os setores de acesso à largada da corrida, a partir das 7h25min do dia 31 de dezembro. Cada setor terá uma cor correspondente ao número de peito dos competidores e locais de entrada distintos. Dessa forma, os atletas terão orientação para chegar ao seu setor, determinado pelo tempo estimado de cada um. Os bloqueios de acesso funcionarão de 5h às 10h. Para a Elite e Cadeirante Esportivo (sem Guia) a entrada será pela rua Frei Caneca. O pelotão geral terá os acessos pelas ruas Ministro Rocha Azevedo (verde), Peixoto Gomide (azul), Alameda Casa Branca (rosa) e Plínio Salgado (amarelo).As categorias Deficientes, Pelotão C e PM também farão sua entrada pela rua Frei Caneca.
Cadeirante com Guia, que faz sua estreia, acessará pela Alameda Casa Branca, na calçada do Parque Trianon. Para chegar a essas ruas, os atletas deverão estar com número de peito, pois haverá gradeamento e seguranças.
Os 35 mil inscritos devem estar atentos a esses os importantes detalhes para chegar à Avenida Paulista e fazer sua prova com tranquilidade e segurança. A programação de largadas começará às 7h25min, na Avenida Paulista, perto do número 2000.
Alamedas Santos e São Carlos do Pinhal serão as opções para se chegar à região e entradas dos quatro setores de tempo. Apenas pessoas com número oficial de peito terão acesso. O quarteirão entre a rua Joaquim Eugênio de Lima e a alameda Campinas será exclusivo para a chegada, enquanto o quarteirão entre Campinas e Pamplona será utilizado para dispersão.
Portanto, não será permitida a presença de público nestes dois setores. Para o público na chegada, em razão dos bloqueios, o local para acompanhar os últimos metros, já na Avenida Paulista, será no trecho entre Brigadeiro e Joaquim Eugênio de Lima, pois os demais estarão interditados ao público.
A melhor forma de chegar será o transporte público, em especial o Metrô. A opções perfeitas serão as estações Brigadeiro e Consolação. A organização da corrida ressalta que a estação Trianon não deverá ser usada pelos atletas, pois não dará acesso à corrida.
Programação
A programação de largadas no dia 31 começará mais cedo, a partir das 7h25min, com a largada da categoria Cadeirantes. Em seguida, a partir das 7h40min, será a vez da Elite feminino, ficando para as 8h05min a Elite masculino, Pelotão C, Cadeirantes com Guia e Pelotão Geral. (Agência Brasil)
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  • DISPUTA NA CAPITAL: Briga entre Major Olímpio e João Doria pode esquentar a disputa pela Prefeitura de São Paulo

    Os dois discutiram em evento da polícia, quase se agrediram fisicamente e foram apartados por seguranças do governador tucano.

    Se a disputa pela Prefeitura de São Paulo estava meio morna até hoje, com a complicada situação de saúde do prefeito Bruno Covas (PSDB), que faz tratamento de um câncer, com um ou outro anúncio de candidaturas, isso pode mudar a partir desta segunda-feira, 16/03, depois de uma briga entre duas grandes lideranças políticas do estado e que, com certeza, terão grande influência na disputa municipal na maior cidade do país.

    Falamos do governador do Estado, João Doria (PSDB), que foi prefeito da Capital, e do senador Major Olímpio (PSL), eleito em 2018 com mais de 9 milhões de votos. Na manhã de hoje, os dois protagonizaram uma cena digna de verdadeiros adversários políticos na Capital, fato que pode, sem dúvida, esquentar o clima nas eleições paulistanas.

    A discussão entre João Doria e Major Olímpio aconteceu durante um evento da polícia na Barra Funda, Zona Oeste de São Paulo. Eles trocaram insultos e quase chegaram a vias de fato, na sede do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (DOPE).

    Segundo testemunhas, a confusão começou quando o senador Major Olímpio tentou interceptar o governador na chegada ao evento. O senador, que continua no PSL, faz algumas críticas, mas, ainda defende o governo Bolsonaro, chegou a sentar sobre o carro oficial do governador, gritando palavras de ordem, ao lado do deputado federal Coronel Tadeu (PSL).

    Doria tinha um compromisso oficial agendado com os policiais do DOPE. Segundo o senador Major Olímpio, o governador convocou os policiais para ficarem desde as 7h da manhã para fazerem imagens com ele e, incomodados pela espera, os policiais teriam acionado o parlamentar, que foi para frente do DOP, acompanhado pelo deputado federal Coronel Tadeu (PSL).

    Conforme vídeos gravados por participantes do evento, o governador deixou o carro e decidiu entrar a pé no evento depois que o carro foi interceptado, sendo perseguido pelo senador. “Fujão, fujão. Você não tem respeito”, gritou o senador contra João Doria.

    doria major olimpio

    E já dentro do DOPE, era possível ver o governador e o senador sendo apartados por seguranças, enquanto Doria chamava o parlamentar de “vagabundo, vagabundo”.

    Em consequência do entrevero entre os dois, o senador foi retirado do evento pelos seguranças e o DOPE teve os portões fechados. “Com a minha caixinha de som, ficamos fazendo falas. Ele começou a me dizer impropérios e, obviamente, protegido pela segurança, fez com que esses seguranças me colocassem para fora do evento. Lamentável, atitude covarde do governador João Doria. Não comigo, comigo que se dane, mas, com os policiais de São Paulo. Não vai ficar barato isso", disse Major Olímpio em um vídeo publicado nas redes sociais.

    Em nota oficial divulgada pela assessoria de imprensa do Palácio dos Bandeirantes, o governador João Doria declarou que está "preocupado com a saúde dos brasileiros de São Paulo” e que o senador Major Olímpio “deveria honrar o seu mandato e fazer o mesmo”.“Não é hora de fazer proselitismo político eleitoral. É um desrespeito ao povo de São Paulo um senador da República que vira as costas para o grave tema da saúde pública. E quer fazer campanha política, ideológica e sindical na hora errada", disse o governador.

    DISPUTA EM SÃO PAULO

    Até o momento, o senador Major Olímpio não afirmou ser pré-candidato à Prefeitura da Capital, mas, sem dúvida, é um nome forte no cenário político do estado e que pode a qualquer momento ter o seu nome indicado para a disputa. Inclusive, com apoio do presidente Bolsonaro.

    Além de ter uma característica de bom debatedor, que discute com frequência os problemas da Capital como do estado, Major Olímpio é um ferrenho adversário do Dória. Tanto é assim, que nas eleições de 2018, ele fez campanha aberta para a reeleção do então governador, Márcio França (PSB), que já se declarou pré-candidato ao prefeito da Capital em 2020.

    Então, mesmo não vindo como candidato forte da direita, tudo indica que o senador Major Olímpio estará trabalhando contra o candidato apoiado pelo Dória, podendo até repetir o apoio a Márcio França. (Renato Ferreira com informações do G1)

  • SAÚDE: Governo federal libera R$ 92 milhões para SP combater coronavírus
    Sobe para 50 número de pacientes confirmados com a doença no estado de SP. Até quinta, eram 46 pessoas. Com os recursos, o estado terá mil leitos de UTI para os casos mais graves.
    Nesta sexta-feira, 13/03, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou que o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, confirmou que o governo federal vai liberar R$ 92 milhões para que o estado tenha mil leitos de UTI destinados a pacientes que possam a vir a contrair o coronavírus e precisar de internação hospitalar grave.
    O dinheiro também será destinado para a compra de equipamentos. A informação foi divulgada por Doria durante uma coletiva para a imprensa nesta sexta. O secretário estadual da Saúde, José Henrique Germann, afirmou ainda que subiu para 50 nesta sexta o número de casos de pacientes confirmados com a doença no estado. Até quinta-feira (12), eram 46 pessoas.
    Na quinta, o infectologista David Uip, coordenador do Centro de Contingenciamento do Novo Coronavírus em São Paulo, afirmou que Doria se encontraria com o ministro em São Paulo nesta tarde para pedir R$ 225 milhões para a mobilização de mil leitos para pacientes com a doença.
    Doria confirmou que a reunião ocorrerá e que pedirá para Mandetta que o dinheiro seja liberado o quanto antes pelo governo federal. Os recursos liberados não são o total que o estado precisa."Iremos transformar leitos comuns em leitos de UTI, mas queremos ter 1.400 leitos novos para o tratamento do coronavírus e para os equipamentos para isso. Decidimos que precisamos de um valor para isso, R$ 225 milhões, e o desembolso começa hoje com a liberação de R$ 92 milhões", disse Germann.
    Questionado se as medidas são suficientes, Doria respondeu nesta sexta: "Estamos absolutamente convictos. Eu não sou governador pra tomar atitudes inspiracionais em temas de saúde. Eu escuto especialistas, ouço e atendo", assinalou
    ."Não sou especialista em chutes, um governador não deve chutar. A informação até esse presente momento é que a nossa atitude é absolutamente correta pra situação atual. Conforme falamos ontem nós fundamentamos em fatos e informações reais, não em suposições", disse.
    Transmissão comunitária No estado de São Paulo, segundo Uip, já há transmissão comunitária do coronavírus. Este é o terceiro estado epidemiológico da doença.Dos 46 casos confirmados, 44 estão na capital, 1 em Ferraz de Vasconcelos e 1 em Santana de Parnaíba. No estado há 555 casos suspeitos da doença.
    Primeiro estágio: são registrados apenas importados.
    Transmissão local - segundo estágio: uma pessoa pega a doença de outra que trouxe o vírus de uma viagem ao exterior.
    Transmissão comunitária - terceiro estágio: quando não dá pra identificar quem passou a doença pra quem. "Na minha leitura, você precisava de três dados que nós já temos.Você precisava de entrada do vírus no Brasil, já temos. Precisávamos da transmissão local, já temos.
    Segundo o médico ainda não é recomendado cancelar eventos e aglomerações. "Estas medidas não são aplicáveis hoje, mas não significa que não serão aplicáveis amanhã. Mas não tem sentido você fechar o estado porque você tem 46 casos. Pode ser que amanhã as medidas sejam totalmente diferentes das que estamos tomando hoje. (Fonte: G1)

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