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QUE SEJA UMA LIÇÃO: Em 99 anos de história, Cruzeiro é rebaixado à Série B pela primeira vez

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Diretores e jogadores medíocres mancham a história gloriosa de um time centenário por onde já passaram Tostão, Dirceu Lopes, Raul, Piazza, Zé Carlos, Nelinho, Palhinha, Roberto Batata e Joãozinho, dentre outros craques. Hoje, após derrota de 2 a 0 para o Palmeiras, torcedores decepcionados e revoltados depredaram o Mineirão. Mas, com certeza, em 2020, o Cruzeiro voltará ao seu lugar merecido que é a Primeira Divisão.
 
Neste domingo, 08/12, o Cruzeiro se despediu do Campeonato Brasileiro de maneira melancólica ao perder para o Palmeiras por 2 a 0. Os gols da partida foram marcados por Zé Rafael, aos 12', e Dudu, aos 39 minutos do segundo tempo. Com o resultado, o time celeste de tantas glórias, está rebaixado e vai disputar a Série B em 2020.
Cruzeiro é rebaixado para a série b torcida briga
Revoltados, torcedores do Cruzeiro brigam e quebram cadeiras no Mineirão - (Foto: Alexandre Guzanshe/EM D.A Press)
 
Antes mesmo do apito final do árbitro Marcelo de Lima Henrique, vários torcedores manifestaram reação de tristeza e decepção e depredaram o estádio arremessando cadeiras e bombas. A Polícia Militar interveio na confusão com tiros de bala de borracha e uso de gás de pimenta. Nos arredores do Mineirão também houve cenário de muita violência e revolta da torcida azul.
É bom destacar, no entanto, que o rebaixamento do Cruzeiro não foi culpa apenas do desempenho decepcionante dentro de campo. Com certeza, um dos maiores culpados por esse vexame, é o corpo diretivo de um clube com tantas glórias em Minas, no Brasil e no exterior e por onde já passaram craques como Tostão, Dirceu Lopes, Raul, Piazza, Zé Carlos, Nelinho, Palhinha, Roberto Batata e Joãozinho, dentre tantos outros craques, que sempre horaram o manto celeste de Belo Horizonte. Mas, com certeza, em 2020, o Cruzeiro voltará ao seu lugar merecido, que é a Primeira Divisão.
Conforme afirmado pelos jogadores palmeirenses antes do duelo, como o zagueiro Edu Dracena e o atacante Dudu, o rebaixamento do Cruzeiro não se dá apenas pelo duelo deste domingo. Faltou bom futebol em grande parte da disputa, um reflexo claro da bagunça da diretoria fora das quatro linhas.
Na 33ª rodada, por exemplo, esperava-se uma vitória tranquila sobre o Avaí. No fim, um empate frustrante por 0 a 0, com apenas uma defesa difícil do goleiro Vladimir. Na 35ª rodada, diante do CSA, o vexame foi pior: derrota por 1 a 0 para um time que viria a ter o rebaixamento confirmado posteriormente.
Por óbvio, o rebaixamento faz o Cruzeiro terminar o Campeonato Brasileiro com sua pior campanha na era dos pontos corridos: 17º lugar, com 36 pontos. Em 38 rodadas, venceu sete, empatou 15 e perdeu 16, com 26 gols marcados e 43 sofridos. Já o Ceará, que empatou por 1 a 1 com o Botafogo, ficou em 16º, com 39 pontos.
O jogo
Da equipe que perdeu para o Grêmio por 2 a 0, quinta-feira, em Porto Alegre, o técnico Adilson Batista fez cinco mudanças. Além dos suspensos Edilson, Egídio e Ariel Cabral, saíram os atacantes David e Fred. Entraram Marquinhos Gabriel, Dodô, Jadson, Pedro Rocha e Ezequiel.
As mudanças não surtiram efeito. A bola parecia queimar no pé dos atletas. Erros de passes, perdas de posse e até escorregões: o torcedor cruzeirense viu tudo isso de sua equipe. Menos qualidade. A sorte é que o Palmeiras, apesar de ter o controle da situação, não forçava tanto.
Depois de muito tempo de impaciência e tensão, os cruzeirenses se exaltaram bastante no Mineirão. O grito de alegria não era por um gol ou boa jogada da equipe, mas pelo fato de o Botafogo, aos 38 minutos, ter inaugurado o placar contra o Ceará. Curiosamente, o autor do tento no Rio de Janeiro foi Marcos Vinícius, ex-jogador da Raposa.
Faltava apenas ao Cruzeiro fazer a própria parte (e como isso foi difícil durante todo o campeonato!). Adilson Batista atendeu aos pedidos do público e colocou Sassá no lugar de Ezequiel no intervalo. Aos 3’ do segundo tempo, foi a vez de Weverton entrar na vaga do lesionado Orejuela.
A torcida tentou empurrar. Cantou alto, incentivou, procurou contagiar os atletas. Mas um time que não fez o dever de casa diante de rivais fracos conseguiria bater o terceiro colocado do Campeonato Brasileiro? Aos 12’, Dudu tocou de calcanhar, Raphael Veiga foi à linha de fundo e cruzou rasteiro para a grande área. De primeira, Zé Rafael bateu rasteiro e fez 1 a 0 para o Palmeiras. Silêncio no Mineirão.
Cruzeiro é rebaixado para a série b torcida chora
Mesmo antes do final da partida, a torcida já chorava ao ver do destino do time em 2020. (Foto: Alexandre Guzanshe/EM D.A Press)
O que já era dramático ficou pior aos 21 minutos. No Rio de Janeiro, o Ceará teve pênalti a seu favor. Thiago Galhardo bateu no meio e marcou. Tudo igual contra o Botafogo: 1 a 1. A partir dali, nem uma hipotética virada do Cruzeiro adiantaria.
Desacreditados e até temendo o risco de confusão, muitos torcedores deixaram o estádio. Os que ficaram viram uma estéril posse de bola, de um lado para o outro, na intermediária do campo de ataque, sem qualquer susto aos defensores palmeirenses.
Houve quem manifestasse sua fúria arrancando cadeiras das arquibancadas e atirando-as em campo. Bombas também foram arremessadas. O árbitro Marcelo de Lima Henrique chegou a paralisar o jogo, porém deu continuidade. Com a bola rolando, o Palmeiras ampliou o placar: Bruno Henrique lançou em direção à grande área, e Dudu, de cabeça, fez 2 a 0.
A partir dali, não teve jeito. Com a praça de guerra dentro e fora do estádio, Marcelo de Lima Henrique terminou a partida. Enquanto isso, a Polícia Militar interveio para conter as depredações de quem, infelizmente, vê na violência a melhor maneira de se revoltar contra o fracasso administrativo de uma diretoria que manchou a história do Cruzeiro tanto nas páginas policiais, com suspeitas de corrupção e gastos vultuosos, quanto desportivamente, no primeiro rebaixamento da história do clube. (Fonte: Estados de Minas)
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    Brasil e Argentina Mineirão
    Mais de 55 mil torcedores viram a vitória do Brasil sobre a Argentina por 2 a 0 no Mineirão
    O nome da partida no Mineirão foi Gabriel Jesus, que marcou o seu primeiro gol nesta Copa América. Outros dois destaques da equipe de Tite foram Daniel Alves e Roberto Firmino, que também marcou.
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    Brasil e Argentina Messi
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    Segundo tempo
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    A partida era eletrizante, e a Argentina teve sua melhor chance na partida logo no contra-ataque seguinte: Lautaro chutou, a bola desviou e sobrou para Messi, que entrou livre pela esquerda da área. O camisa 10 encheu o pé e viu a bola explodir na trave. No rebote, ele cruzou rasteiro, a bola atravessou toda a pequena área e ninguém completou para dentro, para alívio da torcida brasileira.
    Aos 20, Messi teve ocasião de ouro para marcar: uma falta bem na entrada da área. O craque do Barcelona bateu bem, mas Alisson simplesmente agarrou a bola e sequer deu rebote, tendo seu nome cantado pela torcida no Mineirão.
    E foi, justamente, quando a Argentina vivia seu melhor momento na partida, o Brasil matou o jogo: Gabriel Jesus deu uma linda arrancada, deixou três marcadores na saudade e só rolou para Roberto Firmino completar para o gol vazio.
    Mais uma vez, explosão de alegria no Mineirão abarrotado por mais de 55 mil torcedores.
    Depois disso, foi só tocar a bola ao som dos gritos de "olé, olé, olé" e esperar o apito final para a torcida brasileira festejar a ida à final da Copa América. Mais de 55 mil pessoas estiveram no Mineirão para uma arrecadação de mais de R$ 18 milhões, a segunda maior da competição, só perdendo para a estreia do Brasil, no Morumbi, quando a renda foi de R$ 22 milhões. (Com informações da ESPN)

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