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VÔLEI FEMININO: São Paulo/Barueri vence Osasco/Audax por 3 a 0 no primeiro jogo da final do Paulista de vôlei

VÔLEI FEMININO: São Paulo/Barueri vence Osasco/Audax por 3 a 0 no primeiro jogo da final do Paulista de vôlei Featured

A oposta Lorenne, ex-Osasco, foi a melhor jogadora e ajudou Tricolor nessa importante vitória. A Partida de volta será na sexta, no ginásio José Liberatti, em Osasco.
 
Após o adiamento do primeiro jogo, em virtude da chuva e goteiras no Ginásio de Esportes José Correa, na terça-feira, nesta quarta-feira, 06/11, o São Paulo/Barueri fez um partidaço e venceu o Osaco/Audax por 3 a 0, com parciais de 25/22, 26/24 e 26/24. O destaque do jogo foi a oposta Lorenne, de 23 anos, ex-Osasco, que fez diferença, principalmente, no ataque.
A gora, o São Paulo/Barueri leva essa grande vantagem para a segunda partida, que será disputada nesta sexta-feira, 8, no ginásio José Liberatti, em Osasco. Em caso de vitória da equipe osasquense, a partida irá para um super set decisivo,o Golden Set. E quem vencer será o campeão do torneio de 2019.
O jogo
Barueri x osasco lorene
A oposta Lorenne, ex-Osasco, foi a melhora jogadora da primeira partida da final.
A equipe de Osasco começou muito bem a partida. Impondo um ritmo forte, a equipe visitante chegou a abrir 5 a 1 no primeiro set. Porém, o Tricolor reagiu e usou de um bloqueio afiado para igualar e passar à frente no placar. O ponto que fez o São Paulo retomar a liderança começou com uma cortada do Osasco que atingiu forte a ponta Maira na cabeça e voltou. No retorno, Jaqueline subiu no bloqueio para abrir 11 a 10.
A partir daí, o time de José Roberto Guimarães explorou muito o lado esquerdo do Osasco, ocupado pela cubana Casanova. Mesmo com a melhora do adversário na parte final do set, o Tricolor continuou explorando o lado esquerdo, com Maira e Tainara. Jaqueline ainda tentou fazer a diferença com boa movimentação ofensiva, mas não deu para reagir. Fernanda Tomé bateu na diagonal e mandou para fora, fechando o primeiro set em 25 a 22 para o time da casa. Um pouco antes, Ellen, do Osasco, saiu da partida contundia.
O segundo set começou com um belo rali, que durou 37 segundos. Apesar da boa trama dos dois times, Juma e Diana cometeram um erro e a bola ficou de graça para o Osasco, que aproveitou para marcar o ponto. A partida continuou com bons lances, com Diana batendo na bola como se fosse de "três dedos" para fazer 12 a 11.
A segunda metade do set foi de domínio do Osasco. Casanova cresceu de produção e também viu a qualidade de Jaqueline prevalecer. Com uma sequência de pontos, elas deixaram o placar em 18 a 14, obrigando o técnico José Roberto Guimarães a pedir tempo.
E deu certo: o São Paulo cresceu após a parada e empatou, inspirado pela boa atuação de Jackeline. Tainara virou após soltar uma bomba na mão de Camila Brait, que defendeu, mas o Osasco não ficou com a bola. O jogo seguiu duro, mas o Tricolor conseguiu aproveitar o primeiro set point que teve na mão. Depois de muito esforço, Lorenne virou a bola com força e Roberta não conseguiu defender: vitória por 26 a 24 para o time da casa, que abriu 2 sets a 0.
O terceiro set foi tão equilibrado quanto o segundo. E com o mesmo panorama do segundo: com a vantagem, o São Paulo fazia o Osasco correr atrás. Com o placar em 4 a 2, as atletas reclamaram de uma bola que teria sido dentro, mas o árbitro deu ponto para as visitantes. Pouco depois, Fernanda Tomé subiu para bloquear, mas acabou caindo em cima do pé de Lorenne e também saiu machucada.
Assim, a partida seguiu muito equilibrada, com o Osasco mantendo a dianteira, mas sendo seguido de perto pelo São Paulo. De um lado, Lorenne comandava o Tricolor. Do outro, a sérvia Ana Bjelica dominava as ações. Tanto dominou que fez o Osasco chegar ao set point.
Porém, na sequência, Lorenne respondeu com uma cortada violenta que atingiu o rosto de Roberta. Ela recolocou o Tricolor na frente com bola que bateu no bloqueio. E foi, justamente, Lorenne quem acabou fechando a partida. Com mais uma pancada, a ex-atleta do Osasco deu números finais ao jogo em 26 a 24. (Fonte: Globo Esporte)
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  • SUPERLIGA FEMININA: São Paulo/Barueri e Osasco/Audax vencem fácil na estreia
    Outras favoritas, como Praia Clube, Sesc-RJ e Minas também venceram na primeira rodada da Superliga.
     
    A primeira rodada da Superliga Feminina de Vôlei 2019/20 foi realizada nesta terça-feira, 12/11, com todos os times da competição em quadra. E as duas equipes da região Oeste da Grande São Paulo - São Paulo/Barueri e Osasco/Audax - estrearam com o pé direito na competição.
    São Paulo 3 X 0 Fluminense
    São Paulo Barueri
    No primeiro jogo da noite, o São Paulo/Barueri, atual campeão Paulista, comprovou a boa fase do time e venceu o Fluminense pelo placar de 3 sets a 0, com parciais de 27/25, 25/ 20, 25/18, no Ginásio José Correa. Na semana passada, o Tricolor conquistou o seu primeiro título paulista ao vencer as duas partidas finais contra o Osasco/Audax.
    Com excelentes atuações do trio de atacantes formado por Lorenne, Tainara e Maira, a jovem equipe de Barueri, sob o comando de José Roberto Guimarães, só encontrou mais dificuldades para virar o placar no primeiro set. Porém, após ganhar a parcial, as meninas de Barueri controlaram a partida até o final do terceiro set.
    O próximo compromisso do time de Barueri será contra o maior rival do Flu, o Flamengo. O jogo acontece nesta sexta-feira, 15, às 20h (horário de Brasília), no Rio de Janeiro.
    Osasco 3 X 0 São Caetano
    Osasco Audax
    Outro time da Grande São Paulo, o Osasco/Audax, também não encontrou dificuldades na estreia da Superliga. Jogando no Ginásio José Liberatti, as osasqueses venceram o São Caetano por 3 a 0, com parciais de 25/17; 25/19 e 25/17.
    O destaque da partida foi a experiente ponteiraJaqueline, eleita pela comissão técnica a melhor do jogo. Jaqueline voltou a jogar pela Superliga após ficar de fora da competição na temporada passada.
    Neste sábado, 16, às 19h, o Osasco encara o Pinheiros, com transmissão da TV Cultura.
    Outros resultados
    Valinhos 0 X 3 Praia Clube
    A primeira rodada da Superliga registrou também vitórias para outrs três equipes favoritas ao título. O Praia Clube, de Uberlândia,atual vice-campeão, não teve muito trabalho para bater o Valinhos, no interior de São Paulo. O resultado final foi de 3 a 0 com parciais de 16/ 25; 21/25 e 15/25. O destaque do time mineiro foi a ponteira Pri Daroit, maior pontuadora do confronto com 17 pontos.
    Curitiba 0 X 3 Sesc-RJ
    Outro favorito da competição que venceu na primeira rodada sem perder sets foi o Sesc-RJ, sob o comando de Bernadinho. Sem poder contar com Tandara, com uma lesão no abdômen, o time carioca começou bem a Superliga e venceu o Vôlei Curitiba, fora de casa. A vitória foi de 3 a 0, com parciais de 25/27; 16/25 e 19/25.
    Flamengo 0 X 3 Minas
    Por sua vez, o atual campeão da Superliga Feminina, o Camponesa Minas foi até o Rio de Janeiro onde venceu o Flamengo na estreia da competição. Com o placar de 3 sets a 0, a equipe mineira contou com o retorno da oposta Sheilla, que atuou em boa parte do jogo. O placar final foi de 3 a 0 com parciais de 22/25; 21/25 e 30/32.
    Pinheiros 3 X 2 Sesi/Bauru
    E fechando a primeira rodada, o Pinheiros venceu o forte Sesi/Bauru, em casa. Os dois times protagonizaram uma grande partida e, no final, deu Pinheiros por 3 a 2, com parciais de 25/22; 26/24; 23/25; 17/25 e 15/10. (Fonte: G1)
  • VÔLEI FEMININO: São Paulo/Barueri ganha em Osasco e é campeão paulista
    A jovem equipe do técnico José Roberto Guimarães supera o experiente Osasco/Audax em pleno José Liberatti.
    Jogando nesta sexta-feira, 08/11, pela partia decisiva do Campeonato Paulista de Vôlei Feminino, o São Paulo/Barueri ganhou novamente do Osasco-Audax e conquistou pela primeira vez o título da competição. Após vencer o primeiro jogo por 3 a 0 em casa, desta vez a vitória do Tricolor foi de virada por 3 a 2 e com parciais de 22/25, 20/25, 26/24, 25/22 e 15/11.
    As meninas de Osasco começaram a partida dispostas a vencer as adversárias no tempo normal, para depois vencer o Golden Set e assim conquistar mais um título paulista, E após ganhar os dois primeiros sets, a torcida osasquense que lotou o Liberatti, acreditava que isso poderia acontecer. Só esqueceram de combinar isso com o jovem, porém, valente time de Barueri.
    São Paulo Barueri é campeão 2
    Com uma média de idade de 21 anos contra 27 do time adversário, a equipe de José Roberto Guimarães não se intimidou e virou o jogo, vencendo os terceiro, quarto e quinto sets, calando a torcida do Osasco/Audax, que já havia vencido 14 vezes o estadual de vôlei. Agora, os dois times levarão mais uma vez essa rivalidade regional para a Superliga 2019/20.
    São Paulo Barueri é campeão 4
    No jogo final, o destaque foi novamente a jovem ponteira Lorenne, ex-Osasco. "Fico feliz pela escolha que fiz, por estar em um time tão jovem, mas fomos a todo vapor. Agradeço a essas meninas, é um sentimento muito bom de satisfação por essa virada", disse Lorenne ao SporTV, chorando bastante de emoção. Ela relembrou que ficou dois anos no Osasco, mas teve poucas chances para jogar naquele período.
    O jogo
    São Paulo Barueri é campeão 3
    No primeiro set, o duelo começou equilibrado com as duas equipes se alternando na frente do marcador. Até que o Osasco/Audax, sob o comando de Luizomar de Moura, abriu dois pontos de vantagem no momento que Jaqueline cresceu na partida. A experiente ponteira fez pontos importantes e levou a equipe à vitória na parcial por 25 a 22, graças ao ponto decisivo da cubana Casanova.
    No set seguinte, o Barueri não se encontrou, errou muitos ataques (ou ficou no bloqueio) e deixou as donas da casa tranquilas para aumentar a diferença. Com um ace de Jaqueline, o Osasco fez 13 a 6. Depois, aumentou para 17 a 7, abrindo dez pontos de diferença. O time do técnico José Roberto Guimarães até reagiu, diminuiu a vantagem, mas o Osasco fechou em 25 a 20.
    Já no terceiro set, começou a reação do time de Barueri com Juma no saque e abriu uma vantagem inicial de 13 a 6. Aos poucos, no entanto, o Osasco foi equilibrando, empatou em 16 a 16 e no ponto da sérvia Bjelica virou para 20 a 19. Mas o tricolor manteve a calma e conseguiu fechar a parcial em 26 a 24, diminuindo a vantagem das adversárias.
    Embalado com a vitória no terceiro, o Barueri começou o quarto set muito bem e não deu chances ao adversário. No saque da Maira fez 10 a 6, abrindo uma pequena distância para o adversário. A diferença foi mantida durante alguns saques para ambos os lados até Bjelica diminuir para 21 a 19. Porém, o Barueri se manteve tranquilo e fechou em 25 a 22, levando o duelo para o tie break.
    No quinto e decisivo set, as osasquenses começaram bem, mas, o jogo foi equilibrado. O São Paulo/ Barueri iniciou um pouco melhor, mas o Osasco equilibrou e o confronto ficou parelho. Só que com bons bloqueios e erros das rivais, o Tricolor abriu 12 a 9 para delírio de sua torcida no ginásio. Com ótima atuação, coube a Lorenne fechar a partida em 15 a 11 e garantir o primeiro título estadual da equipe de José Roberto Guimarães. (Fonte: Terra).
  • SEGUNDA INSTÂNCIA: Decisão do STF divide o país e cria caos jurídico
    Por 6 votos a 5, decisão dividida do STF reverteu o próprio entendimento da Suprema Corte. E os primeiros condenados beneficiados foi o ex-presidente Lula (PT) e o senador Eduardo Azeredo (PSDB). Mas, no Congresso já exstem PECs que podem derrubar a decisão do STF. A decisão afeta também a economia. Hoje, a Bolsa teve forte queda o dólar disparou para mais de R$ 4,15.
     
    O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira, 07/11, pelo fim da prisão após condenação em segunda instância, com o claro objetivo de beneficiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e que, consequentemente, vai beneficiar também quase 5 mil presos, que poderão recorrer ao próprio Supremo. Por 6 votos a 5, a Corte reverteu seu próprio entendimento, que autorizava as prisões após condenação em segunda instância desde 2016.
    Assim, com a decisão de ontem, os condenados que foram presos com base no entendimento anterior poderão recorrer aos juízes que expediram os mandados de prisão para serem libertados. Segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o julgamento terá impacto na situação de 4,8 mil presos.
    Os principais condenados na Operação Lava Jato podem ser beneficiados, entre eles, o ex-presidente Lula, preso desde 7 de abril do ano passado, na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, após ter sua condenação por corrupção e lavagem de dinheiro confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), no caso do tríplex do Guarujá (SP), além do ex-ministro José Dirceu e ex-executivos de empreiteiras. Segundo o Ministério Publico Federal (MPF), cerca de 80 condenados na operação serão atingidos.
    Votos
    A sessão de quinta-feira começou o voto da ministra Cármen Lúcia e o placar de 4 a 3 a favor prisão em segunda instância. Ela votou a favor e aumentou a vantagem para 5 a 3.
    Mas, como faltavam ainda os votos dos garantistas Gilmar Mendes e Celso de Mello, tudo indicava mesmo que o placar chegaria a 5 a 5, ficando a decisão para o voto de minerva para o presidente da Corte, Dias Toffoli.
    Os votos dos últimos três ministros, além de confirmarem que o assunto dividiu a Corte e a opinião daqueles que interpretam uma mesma Constituição, eles escanraram também que a decisão vai acabar gerando inseguranã e um caos jurídico no país. Gilmar Mendes chegou a várias vezes criticar e ironizar os membros da Força Tarefa da Lava Jato. Celso de Mello cansou a todos com um extenso voto, enquanto Dias Toffoli, se não foi tão prolixo, acabou apresentando argumentos muito frágeis para votar contra a prisão.
    Tão frágeis foram os seus argumentos, que o presidente do Supremo chegou a informar que o fim da prisão em segunda instância não interferirá nos casos de prisão provisória ou preventiva. Ou seja, a decisão política do STF define - pasmem - que um juiz pode pedir a prisão preventiva e que o preso ficará detido, mas, se for condenado em segunda instância ele terá que deixar a prisão. É muito difícil de entender esses ministros e as suas interpretações da Constituição Federal.
    Como votaram
    Votaram a favor da prisão os ministros Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux e Cármen Lúcia .
    E votaram contra, os ministros Marco Aurélio de Mello, Ricardo Lewandowski, Rosa Weber, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Dias Toffoli.
    Congresso pode derrubar decisão do STF
    Líderes favoráveis à prisão em segunda instância pedem urgência e ameaçam até obstruir pautas importantes no Senado.
    Se depender de parlamentares favoráveis à prisão em segunda instância, o Congresso poderá aprovar em regime de urgência uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) e, assim, jogar por terra essa decisão dividida e polêmica do Supremo Tribunal Federal. Há propostas semelhantes já tramitando nas CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), tanto do Senado como da Câmara dos Deputados.
    E a proposta está mais adiantada no Senado. Poucos dias antes da votação no Supremo, 42 senadores entregaram um documento assinado por eles ao presidente da Corte, Dias Toffoli, onde afirmavam ser a favor da prisão após condenação em segunda instância.
    A presidente da CCJ do Senado, Simone Tebet (MDB-MS), afirmou que pretende pautar a PEC já na próxima segunda-feira, 11. E os parlamentares a favor da prisão já pediram, inclusive, que a proposta seja enviada diretamente para o plenário da Casa. E ameaçaram. Caso a proposta não seja votada imediatamente eles poderão obstruir Projetos importantes no Senado que já estão prontos para serem votados na Casa.
    "Vamos fazer obstrução geral enquanto não resolvermos essa situação. Vamos obstruir qualquer pauta - o Orçamento, os PLNs (Projetos de Lei de Crédito Suplementar e Especial), as medidas provisórias - enquanto a prisão em segunda instância não for prioridade", prometeu o líder do Podemos na Câmara, José Nelto (GO). Ele reclama que a decisão do STF de só permitir a prisão após o trânsito em julgado cria insegurança jurídica e garante que há maioria no Congresso para aprovar a volta da prisão em segunda instância. "O Brasil passou a ser chacota internacional. Nós que legislamos temos que agir. O Congresso tem que mostrar sua cara", afirmou.
    Igualmente contrário à decisão do STF que beneficia o ex-presidente Lula, o deputado Kim Kataguiri (DEM-SP) disse que também vai obstruir as próximas votações para cobrar a tramitação da prisão em segunda instância. Representante do Movimento Brasil Livre (MBL), Kim ainda disse que conseguiu apoio de outros deputados do DEM, PP, PSL e PSB para a obstrução.l
    Condenados, mas, em liberdade
    Lula e Azeredo
    Mesmo condenados por corrupção e lavagem de dinheiro, o petista Lula e o tucando Azeredo ganham a liberdade graças à decisão polêmica do STF
    E dois primeiros condenados beneficiados pela decisão dividida do STF, foi o ex-presidente Lula e o ex-senador tucano, Eduardo Azeredo (MG). Azeredo foi condenado a 20 anos de prisão no chamado mensalão tucano. Além de políticos, a decisão do Supremo vai colocar nas ruas também condenados por crimes de assaltos, tráfico de drogas, sequestros e homicídios.
     
    Preso desde abril de 2018. Lula foi condenado a mais de 8 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá. Nesse caso, ele foi condenado também em segunda instância, como também perdeu todos recursos no STJ (Superior Tribunal de Justiça).
    O ex-presidente petista, que responde a outros processos, já foi condenado também em primeira instância a 11 anos de prisão, também por corrução e lavagem de dinheiro no caso do sítio de Atibaia.
    Mas, na tarde desta sexta-feira, ele deixou a carceragem da Polícia Federal de Curitiba. Com a decisão do STF, Lula passa a responder pelos crimes em liberdade até que sejam julgados todos os recursos no Supremo Tribunal Federal. (Renato Ferreira)

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