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PAN HISTÓRICO: Brasil encerra Pan de Lima com melhor participação da história

PAN HISTÓRICO: Brasil encerra Pan de Lima com melhor participação da história Featured

 
No geral, país terminou com 55 medalhas de ouro, 45 de prata e 71 de bronze, totalizando 171 medalhas.
 
 
Neste domingo, 11/08, último dia de competição dos Jogos Pan-Americanos 2019, o Brasil encerrou a sua participação histórica, na Capital peruana. Depois de 46 anos, o país ficou na segunda colocação, atrás apenas dos Estados Unidos, com 55 ouros, 45 pratas e 71 bronzes, totalizando 171 medalhas. O Brasil fez a sua melhor participação na história dos Jogos Pan-Americanos. A última vez que o país conseguiu a segunda colocação foi em 1963, quando sediou o Pan em São Paulo.
Até domingo, a classificação já registrava uma excelente campanha brasileira, que poderia ter sido ainda melhor. Isso porque, nas últimas provas dos Jogos, o Brasil ainda disputou três finais. No caratê, Hernani Veríssimo, pela categoria até 75kg, foi derrotado pelo norte-americano Thomas Scott e ficou apenas com a prata. Já pela categoria até 60kg, Douglas Brose, ouro em Toronto 2015, foi derrotado por Camilo Velozo, do Chile, e também ficou com o segundo lugar.
Essa foi também a trajetória que viveu Marcus D'Almeida, no tiro com arco. O brasileiro chegou até a final, mas perdeu para o canadense Crispin Duenas e também ficou com a prata.
Porém, mesmo com as derrotas nas provas finais, a campanha do Brasil foi histórica. Com os 55 ouros, os atletas brasileiros superaram a participação no Pan Rio 2007, no lugar mais alto do pódio. Além disso, a segunda colocação no quadro geral também é marcante. Desde 1963, no Pan de São Paulo, o Brasil não repetia tal feito.
Segundo o Comitê Olímpico Brasileiro (COB), a entidade não fez projeção de medalhas para os Jogos Pan-Americanos de Lima, preferindo apostar nas vagas a conquistar para as Olimpíadas 2020, como aconteceu no handebol feminino, hipismo, tiro com arco, tênis e tênis de mesa, por exemplo.
Estados Unidos na liderança
Como a maior potência esportiva das Américas e uma das maiores do mundo, os Estados Unidos confirmaram o favoritismo e terminaram o Pan na primeira colocação, com 120 ouros, 88 pratas e 85 bronzes, totalizando 293 medalhas. Em terceiro lugar, o México conseguiu 37 ouros, 36 pratas e 63 bronzes, com 136 no total.
Em quarto, o Canadá teve 35 ouros, 64 pratas e 53 bronzes, com 152 medalhas no total. E fehando o quadro entre os cinco melhores colocados do Pan de Lima, ficou Cuba com 33 ouros, 27 pratas e 38 bronzes, colecionando 98 medalhas.

Medalhas brasileiras na história dos Jogos Pan-Americanos (Wikipédia)

(Números compilados até o final da edição de 2019)

Jogos Ouro Prata Bronze Total Posição
1951 Buenos Aires 5 15 12 32
1955 Cidade do México 2 3 13 18
1959 Chicago 8 8 6 22
1963 São Paulo 14 20 18 52
1967 Winnipeg 11 10 5 26
1971 Cáli 9 7 14 30
1975 Cidade do México 8 13 23 44
1979 San Juan 9 13 17 39
1983 Caracas 14 20 23 57
1987 Indianápolis 14 14 33 61
1991 Havana 21 21 37 79
1995 Mar del Plata 18 27 37 82
1999 Winnipeg 25 32 44 101
2003 Santo Domingo 29 40 54 123
2007 Rio de Janeiro 52 40 65 157
2011 Guadalajara 48 35 58 141
2015 Toronto 42 39 60 141
2019 Lima 55 45 71 171
Total3844025901376

Quadro de medalhas do Pan de Lima

  • POS
     
                  PAÍS
                                                                             OURO
                      PRATA
                  BRONZE
                   TOTAL
  • 1
    Estados Unidos
    120
    88
    85
    293
  • 2
    Brasil
    55
    45
    71
    171
  • 3
    México
    37
    36
    63
    136
  • 4
    Canadá
    35
    64
    53
    152
  • 5
    Cuba
    33
    27
    38
    98
  • 6
    Argentina
    32
    35
    34
    101
  • 7
    Colômbia
    28
    23
    33
    84
  • 8
    Chile
    13
    19
    18
    50
  • 9
    Peru
    11
    7
    21
    39
  • 10
    Rep. Dominicana
    10
    13
    17
    40
  • 11
    Equador
    10
    7
    14
    31
  • 12
    Venezuela
    9
    15
    19
    43
  • 13
    Jamaica
    6
    6
    7
    19
  • 14
    Porto Rico
    5
    5
    14
    24
  • 15
    El Salvador
    3
    0
    1
    4
  • 16
    Guatemala
    2
    9
    8
    19
  • 17
    Trinidad e Tobago
    2
    8
    3
    13
  • 18
    Uruguai
    1
    4
    4
    9
  • 19
    Paraguai
    1
    3
    1
    5
  • 20
    Bolívia
    1
    2
    2
    5
  • 21
    Granada
    1
    1
    0
    2
  • 22
    Costa Rica
    1
    0
    4
    5
  • 23
    Santa Lúcia
    1
    0
    1
    2
  • 24
    Barbados
    1
    0
    0
    1
  • 25
    Ilhas Virgens Britânicas
    1
    0
    0
    1
  • 26
    Antígua e Barbuda
    0
    1
    2
    3
  • 27
    Honduras
    0
    1
    1
    2
  • 28
    Panamá
    0
    0
    4
    4
  • 29
    Nicarágua
    0
    0
    3
    3
  • 30
    Aruba
    0
    0
    1
    1
  • 31
    Bahamas
    0
    0
    1
    1
  • -
    Belize
    0
    0
    0
    0
  • -
    Bermudas
    0
    0
    0
    0
  • -
    Dominica
    0
    0
    0
    0
  • -
    Guiana
    0
    0
    0
    0
  • -
    Haiti
    0
    0
    0
    0
  • -
    Ilhas Cayman
    0
    0
    0
    0
  • -
    Ilhas Virgens Americanas
    0
    0
    0
    0
  • -
    São Cristóvão e Névis
    0
    0
    0
    0
  • -
    São Vicente e Granadinas
    0
    0
    0
    0
  • -
    Suriname
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    Assim, Notícias & Opinião se junta às milhares de mensagens e também deseja a você, Professor ou Professora, parabéns pelo seu Dia! Mas, desejamos muito mais do que isso. Desejamos que você, Professor, volte a ser respeitado e valorizado pelos alunos, pelos pais e, principalmente, pela classe política.

    Dona Rita Fofano

    Dona Rita Fófano, professora aposentada, de Guiricema - Minas Gerais.

    Dona Cecília Garcia

    Dona Cecília Garcia, professora aposentada, de Miraí - Minas Gerais.

    E eu, jornalista Renato Ferreira, editor de Notícias & Opinião, faço essa homenagem a todos os Mestres, em nome de duas professoras muito especiais em minha formação. A minha primeira professora do primário, que me alfabetizou lá no início dos anos 1960, na Escola da Evangelândia, em Tuiutinga (MG), dona Rita Fófano, que mora em Guiricema (MG); e a minha professora do 4º ano primário, na Grupo Escolar Justino Pereira, em Miraí (MG), moradora nesta mesma cidade da zona da Mata de Minas. Obrigado, Mestras queridas!

    Escolas de ontem e de hoje

    Grupo Dr. Justino Pereia

    Grupo Escolar "Dr. Justino Pereira - Miraí-MG.

    Mas, que não fiquem somente nos parabéns. Neste 15 de Outubro, é bom também a gente não esquecer de como os professores eram tratados há 40 ou 50 anos, e fazer uma comparação como eles são desrespeitados atualmente. Além da desvalorização profissional, hoje, nossos professores são desrespeitados, agredidos e até mortos dentro da própria sala de aula.

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    Hoje, centenas de escolas públicas do Brasil estão sucateadas e servem até de esconderijos para bandidos

    Hoje, infelizmente, a maioria das escolas públicas não tem segurança. São salas mal cuidadas, quando não são de latas, ou quando em regiões pobres, os alunos dão graças a Deus, quando podem aprender debaixo de uma árvore. E nos grandes centros urbanos, muitas escolas viraram até esconderijos de bandido. Claro, existem as exceções e estas devem ser valorizadas.

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  • VÔLEI MASCULINO: Brasil bate Japão e é tricampeão da Copa do Mundo
     
    A Seleção Brasileira masculina de vôlei garantiu nesta segunda-feira, 14/10, com antecipação de uma rodada, o título da Copa do Mundo. O troféu foi assegurado com uma vitória num complicado duelo contra o anfitrião Japão, por 3 sets a 1, com parciais de 25/17, 24/26, 25/14 e 27/25, na cidade de Hiroshima.
    O terceiro título brasileiro na Copa do Mundo - os anteriores foram em 2003 e 2007 - foi conquistado nesta segunda, faltando ainda um jogo para a seleção na competição, graças à grande campanha brasileira na disputa de pontos corridos. Foram 10 vitórias em 10 jogos. A equipe nacional perdeu apenas cinco sets no torneio até agora.
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    A conquista desta segunda marca o maior título do técnico Renan Dal Zotto à frente da equipe desde que assumiu o comando, em janeiro de 2017, quando substituiu o multicampeão Bernardinho. Antes, sob a orientação de Renan, o Brasil faturou o Sul-Americano e a Copa dos Campeões, ambos em 2017. E foi vice-campeão da Liga Mundial (atual Liga das Nações) no mesmo ano e do Campeonato Mundial, em 2018.
    Em sua trajetória rumo ao título, a seleção obteve sua maior vitória no domingo, quando bateu a poderosa Polônia. A equipe europeia se sagrou bicampeã mundial em duas finais em que venceu o Brasil. Com o triunfo desta segunda, a seleção alcançou os 29 pontos na tabela, sem poder ser alcançado justamente pela Polônia, que tem 25 e um jogo a menos.
    O JOGO
    Na partida desta segunda-feira, Renan escalou a seleção com apenas uma mudança em relação ao jogo anterior, contra a Polônia. Colocou Lucão em quadra, no lugar de Maurício Souza. O restante da equipe foi mantida, com Alan, Leal, Lucarelli, Flávio, Bruninho e o líbero Thalles. No decorrer do jogo, o treinador colocou Maurício Borges, Cachopa e Felipe Roque.
    Com esta formação, o Brasil fez um bom início de jogo. Abriu 6/4 e não demorou para ampliar a vantagem para 20/15, antes de fechar a parcial com oito pontos de frente. Leal foi um dos destaques do set inicial, no ataque e também nos bloqueios, ao lado de Lucão.
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    Na sequência, mais tranquilo após a forte performance no terceiro set, o Brasil manteve o alto nível, mas encarou um Japão mais eficiente. Como consequência, as duas equipes transformaram o quarto set no mais equilibrado do jogo. Sem conseguirem abrir dois pontos de vantagem, os dois times fizeram 7/7, depois 10/10. O empate persistiu até 22/22. Na sequência, o Brasil desperdiçou dois match points antes de confirmar a vitória diante da empolgada torcida japonesa. (Estado de Minas)

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