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FOTO DO ANO: Cavaleiro brasileiro sofre queda assustadora no Pan de Lima

FOTO DO ANO: Cavaleiro brasileiro sofre queda assustadora no Pan de Lima Featured

 

Neste sábado, 03/08, o cavaleiro brasileiro, Ruy Fonseca, 46 anos, sofreu uma queda com o seu cavalo, durante a prova de cross-country do hipismo no Pan-Americano de Lima, no Peru.

Ao saltar sobre um obstáculo, o animal tropeçou e acabou caindo sobre. Segundo o Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Ruy passou por exames e está bem, assim como o seu cavalo. (Com informações do COB)

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  • PAN HISTÓRICO: Brasil encerra Pan de Lima com melhor participação da história
     
    No geral, país terminou com 55 medalhas de ouro, 45 de prata e 71 de bronze, totalizando 171 medalhas.
     
     
    Neste domingo, 11/08, último dia de competição dos Jogos Pan-Americanos 2019, o Brasil encerrou a sua participação histórica, na Capital peruana. Depois de 46 anos, o país ficou na segunda colocação, atrás apenas dos Estados Unidos, com 55 ouros, 45 pratas e 71 bronzes, totalizando 171 medalhas. O Brasil fez a sua melhor participação na história dos Jogos Pan-Americanos. A última vez que o país conseguiu a segunda colocação foi em 1963, quando sediou o Pan em São Paulo.
    Até domingo, a classificação já registrava uma excelente campanha brasileira, que poderia ter sido ainda melhor. Isso porque, nas últimas provas dos Jogos, o Brasil ainda disputou três finais. No caratê, Hernani Veríssimo, pela categoria até 75kg, foi derrotado pelo norte-americano Thomas Scott e ficou apenas com a prata. Já pela categoria até 60kg, Douglas Brose, ouro em Toronto 2015, foi derrotado por Camilo Velozo, do Chile, e também ficou com o segundo lugar.
    Essa foi também a trajetória que viveu Marcus D'Almeida, no tiro com arco. O brasileiro chegou até a final, mas perdeu para o canadense Crispin Duenas e também ficou com a prata.
    Porém, mesmo com as derrotas nas provas finais, a campanha do Brasil foi histórica. Com os 55 ouros, os atletas brasileiros superaram a participação no Pan Rio 2007, no lugar mais alto do pódio. Além disso, a segunda colocação no quadro geral também é marcante. Desde 1963, no Pan de São Paulo, o Brasil não repetia tal feito.
    Segundo o Comitê Olímpico Brasileiro (COB), a entidade não fez projeção de medalhas para os Jogos Pan-Americanos de Lima, preferindo apostar nas vagas a conquistar para as Olimpíadas 2020, como aconteceu no handebol feminino, hipismo, tiro com arco, tênis e tênis de mesa, por exemplo.
    Estados Unidos na liderança
    Como a maior potência esportiva das Américas e uma das maiores do mundo, os Estados Unidos confirmaram o favoritismo e terminaram o Pan na primeira colocação, com 120 ouros, 88 pratas e 85 bronzes, totalizando 293 medalhas. Em terceiro lugar, o México conseguiu 37 ouros, 36 pratas e 63 bronzes, com 136 no total.
    Em quarto, o Canadá teve 35 ouros, 64 pratas e 53 bronzes, com 152 medalhas no total. E fehando o quadro entre os cinco melhores colocados do Pan de Lima, ficou Cuba com 33 ouros, 27 pratas e 38 bronzes, colecionando 98 medalhas.

    Medalhas brasileiras na história dos Jogos Pan-Americanos (Wikipédia)

    (Números compilados até o final da edição de 2019)

    Jogos Ouro Prata Bronze Total Posição
    1951 Buenos Aires 5 15 12 32
    1955 Cidade do México 2 3 13 18
    1959 Chicago 8 8 6 22
    1963 São Paulo 14 20 18 52
    1967 Winnipeg 11 10 5 26
    1971 Cáli 9 7 14 30
    1975 Cidade do México 8 13 23 44
    1979 San Juan 9 13 17 39
    1983 Caracas 14 20 23 57
    1987 Indianápolis 14 14 33 61
    1991 Havana 21 21 37 79
    1995 Mar del Plata 18 27 37 82
    1999 Winnipeg 25 32 44 101
    2003 Santo Domingo 29 40 54 123
    2007 Rio de Janeiro 52 40 65 157
    2011 Guadalajara 48 35 58 141
    2015 Toronto 42 39 60 141
    2019 Lima 55 45 71 171
    Total3844025901376

    Quadro de medalhas do Pan de Lima

    • POS
       
                    PAÍS
                                                                               OURO
                        PRATA
                    BRONZE
                     TOTAL
    • 1
      Estados Unidos
      120
      88
      85
      293
    • 2
      Brasil
      55
      45
      71
      171
    • 3
      México
      37
      36
      63
      136
    • 4
      Canadá
      35
      64
      53
      152
    • 5
      Cuba
      33
      27
      38
      98
    • 6
      Argentina
      32
      35
      34
      101
    • 7
      Colômbia
      28
      23
      33
      84
    • 8
      Chile
      13
      19
      18
      50
    • 9
      Peru
      11
      7
      21
      39
    • 10
      Rep. Dominicana
      10
      13
      17
      40
    • 11
      Equador
      10
      7
      14
      31
    • 12
      Venezuela
      9
      15
      19
      43
    • 13
      Jamaica
      6
      6
      7
      19
    • 14
      Porto Rico
      5
      5
      14
      24
    • 15
      El Salvador
      3
      0
      1
      4
    • 16
      Guatemala
      2
      9
      8
      19
    • 17
      Trinidad e Tobago
      2
      8
      3
      13
    • 18
      Uruguai
      1
      4
      4
      9
    • 19
      Paraguai
      1
      3
      1
      5
    • 20
      Bolívia
      1
      2
      2
      5
    • 21
      Granada
      1
      1
      0
      2
    • 22
      Costa Rica
      1
      0
      4
      5
    • 23
      Santa Lúcia
      1
      0
      1
      2
    • 24
      Barbados
      1
      0
      0
      1
    • 25
      Ilhas Virgens Britânicas
      1
      0
      0
      1
    • 26
      Antígua e Barbuda
      0
      1
      2
      3
    • 27
      Honduras
      0
      1
      1
      2
    • 28
      Panamá
      0
      0
      4
      4
    • 29
      Nicarágua
      0
      0
      3
      3
    • 30
      Aruba
      0
      0
      1
      1
    • 31
      Bahamas
      0
      0
      1
      1
    • -
      Belize
      0
      0
      0
      0
    • -
      Bermudas
      0
      0
      0
      0
    • -
      Dominica
      0
      0
      0
      0
    • -
      Guiana
      0
      0
      0
      0
    • -
      Haiti
      0
      0
      0
      0
    • -
      Ilhas Cayman
      0
      0
      0
      0
    • -
      Ilhas Virgens Americanas
      0
      0
      0
      0
    • -
      São Cristóvão e Névis
      0
      0
      0
      0
    • -
      São Vicente e Granadinas
      0
      0
      0
      0
    • -
      Suriname
      0
      0
      0
      0
  • NO CLIMA DO PAN: Após abertura, Vila do Pan recebe primeiros atletas brasileiros
    Delegações de ginástica artística, handebol e squash já chegaram ao local, que abriu as portas neste domingo, 21, e receberá mais de 6000 atletas.
     
    A Vila Pan-Americana, em Lima, abriu suas portas neste domingo, 21/07, e receberá, ao longo dos próximos dias, cerca de 6.700 atletas que disputarão os Jogos Pan-Americanos de Lima. As delegações brasileiras de ginástica artística, handebol e squash já chegaram ao local.
    Medalhista de bronze na Olimpíada Rio 2016 e prata no Pan de Toronto, em 2015, o ginasta Arthur Nory afirmou, em entrevista ao R7, que “a Vila é ótima, bem organizada... A estrutura está bem montada, e assim ficamos bem tranquilos pra competir”.
    Colega de Nory na ginástica artística, Flavia Saraiva também aprovou a Vila. “A impressão é muito boa. Gostei muito do quarto, e estou ansiosa para a área internacional que está sendo montada. Quero participar de tudo”, disse a atleta do Flamengo.
    Ainda no domingo chegaram à capital peruana as equipes de rugby, patinação artística, levantamento de peso, boliche, pentatlo moderno, basquete 3x3 e vôlei de praia.
    “A nossa impressão é a melhor possível. Nos impressionamos com a qualidade das instalações e a recepção dos peruanos e do Comitê de Lima conosco”, avaliou o recém-chegado Sebastian Pereira, ex-atleta da seleção brasileira de judô e sub-chefe da delegação brasileira no Pan.
    Estrutura
    Ao todo, são 1.096 apartamentos para as delegações de 41 países, distribuídas nos sete prédios – três com 19 andares e quatro com 20. Dos Jogos Pan-Americanos e Parapan-Americanos, são esperados aproximadamente 10 mil atletas na Vila.
    O Pan-Americano terá início no dia 26 de julho e se encerra em 11 de agosto. O Parapan, por sua vez, vai de 23 de agosto e a 1º de setembro.
    A Record TV é a emissora oficial dos Jogos Pan-Americanos Lima 2019. Você pode acompanhar os eventos ao vivo no R7.com e conferir todas as transmissões e as íntegras no Playplus.com. (R7 - Foto: Divulgação do PAN)
  • NO DESESPERO: Reforma Trabalhista tira mais de R$ 3 bilhões dos sindicatos com o fim da contribuição obrigatória

    Mais um motivo que faz a esquerda fajuta do Brasil lutar tanto para acabar com o governo Bolsonaro. Até 2017, os sindicatos arrecadavam mais de R$ 3,6 bilhões com as contribuições descontadas em Folha de Pagamento. Com a reforma, em 2018, essa fortuna caiu pra menos de R$ 500 milhões.

     

    Depois de décadas se enriquecendo às custas do povo e com dinheiro público, sindicatos de trabalhadores e de patrões - a maioria absoluta de sindicatos pelegos - tiveram seus recursos drasticamente drenados pelo fim da obrigatoriedade da contribuição sindical, como era esperado.

    Dados oficiais mostram que em 2018, primeiro ano cheio da reforma trabalhista, a arrecadação do imposto caiu quase 90%, de R$ 3,64 bilhões em 2017 para R$ 500 milhões no ano passado. A tendência é que o valor seja ainda menor em 2019. Daí o desespero dos sindicalistas pelegos e seus companheiros com mandatos políticos.

    O impacto foi maior para os sindicatos de trabalhadores, cujo repasse despencou de R$ 2,24 bilhões para R$ 207,6 milhões

    O efeito foi uma brutal queda dos repasses às centrais sindicais, confederações, federações e sindicatos tanto de trabalhadores como de empregadores. Muitas das entidades admitem a necessidade de terem de se reinventar para manter estruturas e prestação de serviços.

    Além de cortar custos com pessoal, imóveis e atividades, incluindo colônia de férias, as alternativas passam por fusões de entidades e criação de espaços de coworking.

    O governo Federal pretende enviar ao Congresso, após o recesso parlamentar, um Projeto de Lei para regulamentar as contribuições sindicais. Com a reforma Trabalhista, agora, elas só poder ser cobradas com boletos e de acordo individual de cada trabalhador.

    Após a aprovação da reforma, alguns sindicatos tentaram driblar a legislação, criando uma forma de cobrar a contribuição com acordo aprovado em assembleia. Mas, essa estratégia foi proibida pelo Supremo Tribunal Federal.

    O Brasil é o campeão disparado em número de sindicatos. Enquanto em países como Estados Unidos, Inglaterra, França e outras Nações desenvolvidas, o número de sindicatos não passa de 400, no Brasil esse número é quase 17 mil sindicatos. Uma verdadeira indústria de contribuições e de sindicalistas cada vez mais milionários.

    A nossa crítica não é generalizada, pois, sabemos que existem sindicatos tanto de trabalhadores, como de patrões que, realmente, lutam e trabalham em prol de suas categorias e associados. E, com certeza, são esses que vão continuar existindo, pois, terão condições de convencer os trabalhadores da sua importância. Quanto aos demais sindicatos que já pensam em fusões e em venda de imóveis, quem sabe conseguirão sobreviver promovendo rifas em suas sedes. (Renato Ferreira com informações de Época Negócios)

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