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COPA DO MUNDO FEMININA: Brasil perde da França na prorrogação e cai nas oitavas de final

COPA DO MUNDO FEMININA: Brasil perde da França na prorrogação e cai nas oitavas de final Featured

No tempo normal, Seleção busca empate, mas, perde das francesas na prorrogação por 2 a 1 .
 
Mais uma vez o sonho do inédito título da Copa do Mundo feminina acabou para a Seleção Brasileira em 2019. Na tarde deste domingo, 23/06, Marta, Cristiane, Formiga e companhia lutaram, superaram problemas físicos, mas não foram páreo para a França. As donas da casa venceram por 2 a 1 na prorrogação, após empate por 1 a 1 no tempo normal, na cidade de Le Havre.
Pelas quartas de final, a França enfrentará a vencedora do duelo entre Estados Unidos e Espanha, que medem forças nesta segunda-feira, às 13 horas (de Brasília). Noruega e Inglaterra são as outras seleções já classificadas para a próxima fase do torneio.
O Jogo
Empurrada maciçamente por sua torcida, a França não conseguiu pressionar como gostaria nos primeiros minutos. Bem postado defensivamente, o Brasil não deixava o time da casa chegar com perigo e tentava surpreender nas bolas longas, o que não deu certo.
O lance mais importante do primeiro tempo aconteceu aos 22 minutos, quando Diani cruzou pela direita, e Gauvin se antecipou a Bárbara para marcar. Após consultar o VAR, contudo, a árbitra Beaudoin anulou o gol por toque na mão da atacante francesa.
Aos 43 minutos, a Seleção chegou com perigo pela primeira vez no jogo. Após tabelar com Debinha pela esquerda, Cristiane invadiu a área e bateu rasteiro, exigindo boa defesa da goleira Bouhaddi.
A França voltou mais agressiva para a etapa final e não demorou a abrir o placar. Aos seis minutos, Diani girou sobre Tamires pela direita, invadiu a área e cruzou na medida para Gauvin se esticar e empurrar para o gol.
Mas o Brasil reagiu rápido. Pouco depois de Cristiane acertar o travessão em cabeçada, Debinha recebeu na esquerda e cruzou. A bola desviou em Cristiane e sobrou para Thaisa na área. A volante bateu cruzado de canhota e deixou tudo igual aos 17 minutos.
Apostando nos contra-ataques, a Seleção voltou a balançar as redes com Debinha, mas a assistente assinalou o impedimento e anulou o gol. Na base do abafa, as anfitriãs apelaram para a bola aérea nos minutos derradeiros, mas não conseguiram evitar a prorrogação.
O Brasil sofreu uma baixa logo no início do tempo extra, quando Cristiane precisou ser substituída por Geyse devido a dores na coxa esquerda. Apesar de ficar na defensiva, o time canarinho teve a melhor chance do primeiro tempo. Aos 15 minutos, Debinha recebeu livre na esquerda, invadiu a área e tocou na saída da goleira, mas Mbock tirou em cima da linha.
O Brasil acabou castigado pelo gol perdido. Logo no começo do segundo tempo da prorrogação, Majri levantou bola na área, e Henry apareceu livre para desviar e recolocar a França na frente. Visivelmente desgastada fisicamente em campo, a Seleção não conseguiu reagir e buscar a nova igualdade. (Estado Minas)
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    A final, assistida por 57.900 pessoas, teve, ainda, outras marcas dignas de registro. Foi apenas a segunda vez na história das Copas Femininas em que duas mulheres estiveram à frente das equipes finalistas – a primeira foi em 2003, na final entre Alemanha e Suécia. Esse ano, a Holanda foi dirigida por Sarina Wiegman; os Estados Unidos, por Jill Ellis. A britânica entra para a história como a segunda técnica bicampeã do mundo – o italiano Vittorio Pozzo era o único detentor dessa marca, campeão com a Itália nas Copas de 1934 e 1938.
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