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ESPORTE E INCLUSÃO: Secretário estadual de Esportes visita Barueri

ESPORTE E INCLUSÃO: Secretário estadual de Esportes visita Barueri Featured

Aildo Rodrigues foi recebido por Tom Moisés, Secretário Municipal de Esportes.
 
O trabalho esportivo e social desenvolvido pela Secretaria de Esportes de Barueri tem repercutido nos quatro cantos do Brasil. Representantes de Natal (RN), Lagarto (SE), Ibitinga (SP) e Campos do Jordão (SP), dentre outras cidades, já estiveram no município conhecendo de perto que se faz na área esportiva do município.
 
Na quinta-feira, 02/05, o visitante foi Aildo Rodrigues, secretário de Esportes do Estado de São Paulo, com o objetivo de conhecer o Projeto CBF Social, que proporciona educação a crianças e adolescentes através do futebol.
Barueri esporte 2
 
O projeto lançado pela entidade máxima do futebol brasileiro em parceria com municípios está funcionando preliminarmente em Ribeirão Pires e em Barueri, mas pretende chegar a todas as unidades da Federação nos próximos anos.
Barueri esporte
 
Aildo Rodrigues, acompanhado pelo seu correligionário, o vereador barueriense Wilson Zuffa, foi recebido pelo secretário de Esportes de Barueri, Tom Moisés, e visitou não só as instalações do CBF Social, na Vila Porto, como também as do Ginásio Poliesportivo José Corrêa, onde foi realizado até este domingo, 5, o Campeonato Brasileiro de Jiu-Jítsu. “É Barueri como referência para São Paulo e o Brasil”, destacou Tom Moisés. (Secom/PMB)
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  • TRANSPARÊNCIA E AUSTERIDADE: Novo presidente do BNDES pretende explicar “caixa-preta” em dois meses
     
    Depois de o banco ter devolvido R$ 30 bilhões ao Tesouro neste ano, Montezano comprometeu-se a devolver mais recursos até atingir o valor prometido de R$ 126 bilhões no fim do ano. Empréstimos benevolentes feitos pelos governos petistas a outros países serão objeto de investigação.
     
    O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pretende explicar a “caixa-preta” na instituição financeira em até dois meses, disse,nesta terça-feira, 16/07, o novo presidente da instituição, Gustavo Montezano. Ele disse que não tem opinião formada sobre as gestões anteriores, mas que precisa explicar decisões tomadas nos últimos anos pelo banco.
    “O que a gente está se propondo a fazer é explicar a 'caixa-preta'. Há uma dúvida clara sobre o que há ou não no BNDES. Cada um me conta uma informação diferente da mesma história. Ao fim de dois meses, quero ser capaz de explicar esse conjunto de regulações, empréstimos, perdas financeiras que contextualizam a 'caixa-preta'. O que sairá desse estudo, eu prefiro não comentar agora. Prefiro fazer o dever de casa e qualificar esse tema", disse Montezanona primeira entrevista coletiva após assumir o cargo.
    Utilizada pelo presidente Jair Bolsonaro, a expressão “caixa-preta do BNDES” refere-se a financiamentos para a exportação de serviços a países em desenvolvimento, como Cuba, Angola, República Dominicana e Argentina. Atualmente, o banco divulga as condições dessas operações na página BNDES Transparente, mas Montezano disse ser prioridade número um da sua gestão prestar mais esclarecimentos à sociedade.
    “Qualquer que seja a conclusão, a gente precisa ser transparente e trazer ela para a sociedade e para a mídia. Qualquer coisa que eu fale agora, pode ser leviano ou parcial. Esperem dois meses para a gente ter algo completo e conclusivo. É a prioridade um do banco. Aspecto de imagem, protocolo, a gente tem de analisar sobre todas essas óticas”, explicou.
    Metas
    Montezano tomou posse hoje (16) no comando do banco, substituindo o economista e ex-ministro Joaquim Levy, que pediu demissão em junho. Além da divulgação dos detalhes da “caixa-preta” do banco, ele anunciou quatro metas: a venda de ações de empresas em poder do banco; a devolução ao Tesouro de R$ 126 bilhões até o fim do ano e de R$ 144 bilhões até o fim de 2022; um plano de metas, orçamento e dimensionamento para os próximos três anos; e a prestação de serviços de assessoria financeira a órgãos do governo federal, a estados e municípios.
    Em relação à venda de ações, Montezano disse que pretende acelerar a venda da participação do banco em empresas públicas e privadas. Hoje, o BNDESPar, ramo do BNDES que detém papéis de empresas, tem R$ 106,8 bilhões em ações, das quais R$ 53,3 bilhões da Petrobras; R$ 16,5 bilhões da Vale; R$ 9,3 bilhões da Eletrobras e R$ 9,26 bilhões da JBS. O banco ainda tem papéis em empresas de celulose e de empresas estaduais do setor elétrico, entre outras.
    Montezano reconheceu que não pode desfazer-se de todos os papéis de uma só vez, para evitar que o preço das ações desabe no mercado e o banco tenha prejuízo. No entanto, comprometeu-se a acelerar as vendas, sem dar prazo. “Boa parte hoje são posições especulativas. Se o preço das ações sobe, é um mero ganho financeiro sem nenhuma entrega para a sociedade. É melhor tirar dinheiro daqui e colocar em outros ativos, como o saneamento, que também vai ter retorno financeiro, mas muito mais outros derivados disso para a sociedade como um todo”, disse.
    Segundo ele, o BNDESPar pode até comprar ações de empresas, se comprovado que a participação renderá retornos para a sociedade, como investimentos em educação e saneamento básico.
    Devolução
    Depois de o banco ter devolvido R$ 30 bilhões ao Tesouro neste ano, Montezano comprometeu-se a devolver mais recursos até atingir o valor prometido de R$ 126 bilhões no fim do ano. Ele esclareceu que o ressarcimento não prejudicará a segurança financeira do banco, porque o dinheiro sairá do caixa da instituição, não do capital (dinheiro que precisa ficar parado para cumprir requisitos de segurança).
    Segundo Montezano, a estratégia permitirá ao banco emprestar cerca de R$ 70 bilhões por ano. “Esse é o valor próximo da média histórica, antes de outros governos injetarem recursos no banco para emprestar para setores escolhidos”, esclareceu.
    Além dos títulos públicos emprestados pelo Tesouro, o governo injetou R$ 36 bilhões em instrumento híbrido de capital e dívida (ITCD) no banco nos últimos anos. No entanto, Montezano disse que a devolução desses instrumentos, como está ocorrendo com a Caixa Econômica Federal, não tem prazo para ocorrer. “Somente depois que a gente reembolsar os recursos do Tesouro, vamos começar a discutir a devolução do ITCD”, explicou.
    Assessoria financeira
    Sobre a venda de serviços de assessoria financeira, Montezano explicou que o BNDES pretende auxiliar o governo federal, estados e municípios nas áreas de privatização, concessão, investimentos, parcerias público-privadas e reestruturação financeira. Os contratos serão vinculados ao sucesso de cada operação. “Caso a concessão ou privatização seja bem-sucedida, o banco recebe uma parte do resultado em forma de comissão”, disse.
    O presidente do BNDES confirmou que os primeiros clientes do banco serão o Ministério da Infraestrutura, nos projetos de concessões; a Casa Civil, responsável pelo Projeto Piloto de Investimentos, e a Secretaria de Desestatização, Desinvestimentos e Mercados do Ministério da Economia, que coordenará as privatizações. O banco oferecerá assessoria técnica e conhecimento para o planejamento das operações. Numa segunda etapa, o serviço será estendido a prefeituras e governos estaduais. (Agência Brasil)
  • BARUERI: Viaduto sobre Araguaia é liberado e diminui trânsito em Alphaville e Tamboré
     
    Nesta semana, a Prefeitura de Barueri, sob o comando do Prefeito Rubens Furlan, deu mais um grande passo na área do sistema viário da cidade. Na tarde da quarta-feira, 10,07, foi liberado o novo viaduto sobre a alameda Araguaia, no Tamboré. A obra faz parte de um planejamento do governo municipal que visa aumentar a fluidez e a segurança no trânsito.
    Com o novo acesso, o motorista cruza a alameda Araguaia no tempo médio de 5 a 8 minutos nos horários de pico, metade do tempo que levava sem o viaduto. “De imediato, temos a diminuição de 20% do trânsito e, agora, iniciaremos um novo estudo visando mais melhorias no tráfego da região. O nosso objetivo é que o munícipe não sofra mais com o trânsito”, explica Regina Mesquita, secretária de Segurança e Mobilidade Urbana de Barueri.
    Viaduto sobre a Araguaia Furlan
    Rubens Furlan, prefeito de Barueri: "Vamos continuar investindo para aliviar o trânsito em todo o município".
    Segundo o prefeito Rubens Furlan, haverá mais investimentos no sistema viário da cidade. “Vamos contratar uma empresa para fazer um estudo geral sobre os lugares de maior impacto e congestionamento e, então, criaremos novas alternativas para aliviar o trânsito em todo o município”, afirmou.
    O benefício do complexo já é comemorado por quem trafega pela região diariamente, como o gerente de vendas, Davi Estevim. “A gente ficava represado para fazer todo este trajeto e, agora com o viaduto, vamos economizar quase trinta minutos no percurso”, comentou o condutor.
    Sobre o viaduto
    A obra teve um processo mais lento devido algumas interferências externas, como a necessidade de aterrar os fios de energia. Denominado Antonio Furlan por projeto de lei da Câmara de Barueri, o complexo foi construído pelo sistema de pré-moldados e possui 680 metros de extensão com duas faixas de rolagem em cada sentido. (Com informações da SECOM/PMB)
  • POLÍTICA: Governador petista pede votos para a reforma da Previdência
    Camilo Santana ligou para parlamentares cearenses pedindo voto a favor e não exonerou secretário do PDT que iria votar contra a reforma da Previdência.
    Apesar de o PT e outros partidos da oposição, que sempre vão a reboque da decisão petista, terem fechado questão contra a reforma da Previdência apresentada pelo Governo, nem todos os parlamentares ou lideranças oposicionistas seguiram essa orientação. É o caso do governador do Ceará, Camilo Santana, que nos bastidores trabalhou pela aprovação da reforma.
    Como chefe do Executivo estadual, Camilo Santana sabe que, como o Governo Federal, os estados passam também pelos mesmos problemas em termos de Previdência Social. E assim, acabou não seguindo a orientação do partido e nem a posição de seus colegas do Nordeste que, mesmo passando por problemas semelhantes, preferiram pedir votos contra só porque a proposta é de um governo adversário. Ou seja, para o PT e seus aliados, os interesses políticos partidários estão acima dos interesses do povo. Pois, a própria oposição sabe da necessidade dessa reforma.
    E duas medidas do governador cearense nos bastidores tornaram-se de conhecimento público. Um dia antes da primeira votação, na quarta-feira, 10/07, ele ligou para o deputado Domingos Neto (PSD), pedindo voto a favor. O plenário aprovou o texto-base por 379 votos a favor, contra 131 da oposição. Dos 379 votos a favor, 19 foram de partidos da oposição.
    Camilo Santana tomou outra medida que rendeu também mais um voto pró reforma. Ele impediu que o seu secretário estadual de Planejamento, Mauro Benevides Filho, do PDT, retornasse à Câmara para votar contra o texto. Assim, ele garantiu o voto favorável do suplente, Aníbal Gomes, do DEM. Nem precisa dizer que o PT, que sempre fez oposição por oposição, ficou furioso com o governador cearense.
    Em sintonia com o Governo
    Mas, desde o início deste mandato, Camilo Santana tem tomado atitudes que o diferenciam de seus colegas nordestinos em relação ao Governo Federal. E tem agido assim visando, justamente, os interesses do povo cearense.
    Desde que tomou posse, Santana tem dito que, apesar de ser de um partido de oposição ao Governo Bolsonaro, nem por isso ele tem que tratá-lo como inimigo. E foi, justamente, o Ceará que neste primeiro semestre precisou, pediu e foi socorrido pelo Governo Federal na terrível crise de segurança, com rebeliões de presos, comandadas pelo crime organizado, e muitos homicídios em Fortaleza e no interior.
    O governador se reuniu com representantes do Governo, com o próprio Presidente Bolsonaro e, imediatamente, foi atendido pelo ministro da Justiça e Segurança, Sérgio Moro. O Ministério enviou tropas da Força Nacional e demais órgãos de Segurança para debelar a crise no Ceará. Em público, Camilo agradeceu pelo apoio e elogiou o trabalho de Moro. (Renato Ferreira)
     

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