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CAMPEÕES DE 2019:  Corinthians vence o São Paulo e é tricampeão paulista

CAMPEÕES DE 2019: Corinthians vence o São Paulo e é tricampeão paulista Featured

 

Jogando em sua Arena, neste domingo, 21/04, o Corinthians conquistou o seu 30º título do Campeonato Paulista, o terceiro de forma consecutiva, ao bater o Sâo Paulo, por 2 a 1. O gol do título foi marcado por Vagner Love, que havia entrado no segundo tempo, nos minutos finais. O primeiro jogo terminou empatado em 0 a 0 no Morumbi. 

Em jogo amarrado e tenso, com destaque para faltas, bolas aéreas, a equipe do técnico Fábio Carille foi superior e marcou o primeiro com o lateral, Danilo Avellar, de cabeça, após cobrança de escanteio.

O São Paulo conseguiu o empate no último lance da primeira etapa em um lance individual do ainda garoto Antony. Ao receber a bola da esquerda, a jovem promessa tricolor, driblou e chutou de fora da área para vencer o goleiro Cássio.

No segundo tempo, o jogo continuou com o clima ainda mais tenso. E quanto indicava que a decisão seria nos pênaltis, aos 45 minutos, numa vacilada da defesa tricolor, Vagner Love recebeu livre na área e chutou de primeira para fazer o gol da vitória e do título corintiano.

Outros campeões estaduais

Flamengo é campeão

No meio e no fim de semana outras 15 torcidas brasileiras fizeram a festa do título estadual. No Rio de Janeiro, o Flamengo voltou a vencer o Vasco e foi campeão.

Cruzeiro vence o Galo e é campeão

Em Minas, o Cruzeiro levantou o caneco após empatar com o Atlético, no Independência. No primeiro jogo, os cruzeirenses venceram no Mineirão.

Grêmio vence nos pênaltis

E no Rio Grande do Sul, o Grêmio venceu o Inter nos pênaltis, em casa, para conquistar mais um título do Gauchão. (Renato Ferreira)

Veja mais 12 campeões de 2019

Campeonato Brasiliense: Gama

Campeonato Baiano: Bahia

Campeonato Cearense: Fortaleza

Campeonato Catarinense: Avaí

Campeonato Paranaense: Atlhetico

Campeonato Goiano: Atlético-GO

Campeonato Pernambucano: Sport

Campeonato Alagoano: CSA

Campeonato Mato-grossense: Cuiabá

Campeonato Paraense: Remo

Campeonato Sergipano: Sergipe

Campeonato Paraibano: Botafogo-PB

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  • COPA AMÉRICA: Brasil confirma favoritismo e é campeão da América em 2019
    Com gols de Cebolinha, Gabriel Jesus e Richarlison, a Seleção venceu o Peru, no Maracanã.
     
     
    Neste domingo, no Maracanã, deu a lógica do futebol na final entre Brasil e Peru, com a Seleção Canarinho sagrando-se campeã da Copa América, vencendo por 3 x 1. Como havíamos antecipado hoje, à tarde - https://bit.ly/2FYb9gE - pelo histórico entre os dois países e pelo número de craques de cada seleção, o Brasil era o franco favorito. Só não foi mais fácil devido a uma péssima arbitragem do chileno Roberto Vargas, que confirmou um pênalti duvidoso contra o Brasil.
     
    Brasil campeão da Copa América Cebolinha
    A partida foi emocionante do princípio ao fim. O Peru começou até melhor que os brasileiros nos primeiros minutos. Com muita garra, os peruanos conseguiam segurar a superioridade dos brasileiros. que acabou se transformando no primeiro gol aos 14 minutos, marcado por Cebolinha.
    Com muita expectativa dos mais 58 mil no Maracanã e outros milhões pelo país afora, a partida teve início após um minuto de silêncio em homenagem ao músico João Gilberto, falecido ontem. E, logo no início, aos 2 minutos de jogo, o juiz marcou uma falta para o Peru, batida por Cueva com perigo, no canto inferior direito de Alisson. Mas, a bola acabou indo para fora. Aos 5 minutos, um ataque do Peru foi parado com falta em cima de Guerrero.
    A partir dos 12 minutos, no entanto, o domínio passou a ser do time brasileiro. Até que aos 14 minutos, um passe de Gabriel Jesus encontrou Everton Cebolinha dentro da pequena área. O jogador do Grêmio chutou de primeira sem chances para Gallese. Foi terceiro gol de Cebolinha, artilheiro da Copa ao lado de Paolo Guerrero.
    O gol brasileiro desestabilizou o time peruano, que passou a errar passes e demonstrar nervosismo em campo. Aos 24 minutos, Coutinho recebeu de Firmino e chutou com perigo, com a bola passando próxima à trave. Aos 30, Gabriel Jesus fez falta de ataque e recebeu cartão amarelo. Aos 34, passe de Firmino cabeceou por cima do gol, mas o assistente já havia marcado impedimento.
    A partir dos 36, o time peruano conseguiu se reorganizar em campo e passou a atacar o gol de Alisson, mas sem maior perigo. Até que aos 41, a bola toca o braço esquerdo de Thiago Silva dentro da área e o juiz marca pênalti, após conferir o VAR (árbitro de vídeo). Guerrero bateu colocado no canto esquerdo de Alisson, que pulou para o lado errado.
    Porém, a alegria peruana só durou até os 47 minutos, com gol de Gabriel Jesus recebendo de Arthur e tocando rasteiro no canto direito de Gallese.
     
    SEGUNDO TEMPO
    Logo a 1 minuto da segunda etapa, o Brasil começou atacando e conseguiu um escanteio, sem levar perigo ao gol peruano. Aos 3 minutos, Tapia parou ataque do Brasil fazendo carga contra Coutinho e levando cartão amarelo. Aos 7 minutos, Thiago Silva fez falta sobre Cueva e também levou cartão amarelo. Aos 9 minutos, tabela entre Gabriel Jesus e Firmino levou perigo ao gol peruano, mas não foi aproveitada.
    Aos 11, Everton Cebolinha fez vários dribles em cima da zaga peruana e cruzou na cabeça de Firmino, que não aproveitou e jogou para fora. A pressão brasileira continuou, mas não intimidou o Peru, que optou por não se fechar, mesmo sem levar perigo para Alisson.
    Aos 22 minutos, Zambrano fez falta violenta em Gabriel Jesus e levou cartão amarelo. Aos 24, Gabriel Jesus fez falta, levou o segundo cartão amarelo e acabou expulso, saindo inconformado de campo, empurrando e quase derrubando a cabine do VAR . A expulsão motivou os peruanos que partiram para cima. Tite tirou Firmino e colocou Richarlison. Em seguida, tirou Coutinho e colocou Éder Militão.
    Aos 32, o técnico Gareca tirou Yotún e colocou Ruidiaz. Aos 38, Advincula fez falta forte em cima de Everton Cebolinha, parando o ataque brasileiro. Aos 40, saiu Carrillo para a entrada de Polo. Em seguida, aos 41, Everton Cebolinha foi trombado por Zambrano na grande área e o juiz marcou pênalti, após consultar o VAR. A cobrança coube a Richarlison, que chutou à direita de Gallese, que ainda foi na bola, mas não alcançou, chegando aos 3 x 1, levantando a torcida aos gritos de “É campeão”.
     
    Brasil campeão da Copa América Daniel Alves ergue a taça
    Tite ainda fez mais uma substituição, colocando Allan no lugar de Everton Cebolinha. O Peru ainda tentou uma reação, mas não havia mais tempo, com a partida terminando aos 51 minutos.
     
    FESTA E BOLSONARO
    Brasil campeão da Copa América Bolsonaro
    A taça foi erguida pelo capitão Daniel Alves, que a recebeu das mãos de Alejandro Domingues, presidente da Conmebol, consagrando a festa brasileira no campo e nas arquibancadas. O presidente Jair Bolsonaro participou da comemoração. Antes, logo no início da partida, ele tomou lugar na tribuna de honra. Bolsonaro estava acompanhado dos ministros da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, da Economia, Paulo Guedes, da Cidadania, Osmar Terra, das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno. O senador Flávio Bolsonaro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, e o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, também estavam presentes.
     
    ANTES DA PARTIDA
    Brasil campeão da Copa América Maracanã
    Para a festa de encerramento, o campo foi coberto com uma lona colorida e um palco com o formato da América do Sul foi montado no centro do estádio. A cantora Anitta se apresentou e cantou ao lado do porto-riquenho Pedro Capó. Ao final do show, ela homenageou o cantor e compositor João Gilberto, chamando-o de mestre. (Com informações da Agência Brasil)
     
    ESCALAÇÃO
    O Brasil jogou com: Alisson, Dani Alves, Marquinhos, Thiago Silva, Alex Sandro, Arthur, Casemiro, Philippe Coutinho (Éder Militão), Gabriel Jesus, Roberto Firmino (Richarlison) e Everton (Allan).
    O Peru jogou com: Pedro Gallese, Luis Advíncula, Carlos Zambrano, Luis Abram, Miguel Trauco, Renato Tapia (Gonzales), Yoshimar Yotún (Ruidiaz), André Carrillo (Polo), Christian Cueva, Edison Flores e Paolo Guerrero.
    Árbitro: Roberto Vargas (Chile). Assistentes: Christian Alonso (Chile) e Claudio Ortiz (Chile).
    Renda: R$ 38.769.850
    Pagantes: 58.504.
  • FUTEBOL FEMININO: Estados Unidos são tetracampeões mundiais
    Equipe norte-americana confirma favoritismo contra a Holanda e vence por 2 a 0, na França.
    O favoritismo era esperado e, com isso, o resultado não foi surpreendente. A seleção feminina dos Estados Unidos venceu neste domingo, 07/07, em Lyon (França), a seleção holandesa por 2 a 0 e conquistou o bicampeonato consecutivo, quarto título mundial em oito edições de Copa do Mundo.
    As americanas se igualam as alemãs, que foram bicampeãs em 2003 e 2007. Para as holandesas, foi a melhor campanha numa Copa e o vice-campeonato das atuais campeãs europeias garante às Leoas Laranjas uma vaga nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020.
    A Suécia, terceira colocada na Copa, e a Inglaterra, quarta colocada, são as outras representantes da Europa – na decisão de sábado, em Nice, as suecas venceram as inglesas por 2 a 1, gols de Asllani e Jakobsson; Kirby descontou para as inglesas.
    A americana Megan Rapinoe foi o grande nome do jogo e da Copa. Ela foi eleita a melhor jogadora em campo, a melhor jogadora da Copa e ganhou o prêmio como artilheira do mundial. Ela passa a ser a jogadora mais velha a receber essa premiação, com 34 anos e dois dias de idade. A goleira holandesa Van Veenendaal foi eleita a melhor da Copa na posição.
    A final, assistida por 57.900 pessoas, teve, ainda, outras marcas dignas de registro. Foi apenas a segunda vez na história das Copas Femininas em que duas mulheres estiveram à frente das equipes finalistas – a primeira foi em 2003, na final entre Alemanha e Suécia. Esse ano, a Holanda foi dirigida por Sarina Wiegman; os Estados Unidos, por Jill Ellis. A britânica entra para a história como a segunda técnica bicampeã do mundo – o italiano Vittorio Pozzo era o único detentor dessa marca, campeão com a Itália nas Copas de 1934 e 1938.
    A seleção campeã recebeu um prêmio de 4 milhões de dólares – vale dizer que a França, campeã do mundo da Copa de 2018, faturou 38 milhões de dólares. A próxima Copa do Mundo de Futebol Feminino, a ser disputada entre julho e agosto de 2023, ainda não tem sede definida, e ela só será conhecida em março de 2020, em evento da FIFA em Miami (EUA). Nove países são candidatos a sediar o evento. Além do Brasil, África do Sul, Argentina, Austrália, Bolívia. Coreias (Norte e Sul), Colômbia, Japão e Nova Zelândia. (Agência Brasil - Foto: Bernadett Szabo/Reuters)
  • NO MARACANÃ (NÃO MARACANAZO): Brasil não precisa temer o Peru na final da Copa América

    Levando-se em conta o número de craques de cada seleção, o Brasil é o franco favorito diante do Peru. Não acredito em novo Maracanazo.

     

    Opinião: Renato Ferreira

    Neste domingo 07 de Julho, às 17h, o histórico e lendário Maracanã será sede de mais uma decisão da Seleção Brasileira de Futebol. Fosse em outros tempos de Pelé, Tostão, Garrincha, Pepe, Zico, Júnior, Ronaldinho Gaúcho, Romário, Bebeto e Ronaldo Fenômeno, quando a Seleção reunia verdadeira constelação de craques e gênios, com certeza, a torcida estaria mais esperançosa e até vibrando nas ruas, mesmo num domingo congelado como este.
    Mas, mesmo assim, levando-se em conta o número de craques de cada seleção, não dá para acreditar em outro resultado, senão uma vitória convincente dos brasileiros e, consequentemente, mais um título da Copa América. Não acredito em outro Macanazo, quando em 1950, com o velho Maracanã superlotado, viu o Uruguai vencer o Brasil na final da Copa, calando o Estádio e fazendo milhões de brasileiros chorar de Norte a Sul, passando para a história o termo Macaranaço, ou Maracanazo em espanhol.
    Sem Neymar é melhor
    E há um fator que, em minha opinião, ajuda a aumentar a esperança de vitória neste domingo. Fato que pode provocar a discordância de alguns. É a ausência de Neymar. Mas, como assim, o Brasil ser mais favorito por jogar sem o seu melhor jogador na atualidade?
    Sim. Realmente, ninguém pode negar o grande futebol do craque revelado pelo Santos e que brilha na Europa. Porém, ao contrário do que Pelé, Tostão, Zico e outros gênios faziam, quando usavam jogadas individuais só quando era necessário para o coletivo, Neymar faz, exatamente, o contrário.
    Ele próprio se sente a "estrela" máxima da equipe de Tite e ainda se sente contrariado quando joga sem a faixa de capitão. Só que, apesar de todo esse nome, a "genialidade" de Neymar não se reflete dentro das quatro linhas, além da fama mundial de cai-cai. E pelas histórias que conhecemos de boleiros, quando a fama de craque não se reflete em campo e atrapalha o coletivo, acaba provocando bronca e até boicote dos demais atletas que jogam em função da equipe.
    Assim, os resultados da Seleção nesta Copa América que, aos trancos e barrancos, chegou à decisão, deixam claro que o time de Tite não depende exclusivamente de Neymar. Alisson, Daniel Alves, Casemiro, Philippe Coutinho, Cebolinha, Firmino, Gabriel Jesus e cia. já mostraram que podem vencer até com tranquilidade a seleção peruana, onde brilha somente a estrela do craque Paolo Guerreiro ao lado de outros dez esforçados jogadores.
    Histórico
    Como já diziam os antigos boleiros "filósofos" que "futebol é uma caixinha de surpresa" e "cada jogo é um jogo e vice-versa", não podemos acreditar no título de hoje, apenas contando com a grande vantagem que o Brasil leva sobre o Peru ao longo da história. Mas, os cinco títulos mundiais do Brasil, contra nenhum do Peru, e o placar entre as duas seleções ao longo da histórias, só fazem aumentar o nosso favoritismo de daqui a pouco no Maracanã.
    No último jogo da fase de classificação, dia 22/06, na Arena Corinthians, o Brasil goleou os peruanos por 5 a 0, numa partida, com certeza, mais convincente, até mesmo mais do que os 2 a 0 sobre a 'poderosa" Argentina, no Mineirão, pela semifinal, com Messi e tudo.
    Mas, como "cada jogo é um jogo, e vice-versa", é melhor ficar na torcida pelo Brasil e só festejar a vitória depois dos 90 minutos, possível prorrogação ou mesmo decisão por pênaltis. Afinal, cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém.
    Mas, aqui no meu cantinho, acredito, sim, no título e não numa reedição do Maracanazo. Até para vingarmos 1978, quando os peruanos se venderam para a Argentina. Eles perderam por 8 a 0, em Buenos Aires, único resultado que classificaria os argentinos e tiraria o Brasil. A Argentina, claro, foi campeã. Com certeza, o Messi, que disse que esta Copa está armada para o Brasil ser campeão, não conhece esse lado obscuro dos seus companheiros de 1978. (Renato Ferreira)

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