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Croácia vence a Inglaterra e enfrentará a França na final da Copa

Croácia vence a Inglaterra e enfrentará a França na final da Copa Featured

Na prorrogação e de de virada, os croatas superaram os inventores do futebol por 2 a 1, em Moscou
Emocionante! Assim pode ser definida a partida entre as seleções da Croácia e da Inglaterra, nesta quarta-feira, 11/07, pelas semifinais da Copa da Rússia. E os croatas venceram por 2 a 1, classificando-se pela primeira vez para a final da Copa do Mundo. A vitória croata foi conseguida de virada já no segundo tempo da prorrogação.
Assim, Croácia e França vão disputar a Copa da Rússia no próximo domingo, 15, às 15 horas, em Moscou. Já a Inglaterra, que busca uma final de Mundial há 52, anos, vai disputar o terceiro lugar contra a Bélgica, no sábado, 14, às 11 horas, em São Petersburgo. Em 1966, quando sediaram a Copa e foram campeões, foi a última vez que os ingleses disputaram uma final.
 
O jogo entre ingleses e croatas foi muito disputado e, mais uma vez, os goleiros fizeram a diferença com excelentes defesas. O primeiro gol foi marcado pela Inglaterra, numa bela cobrança de falta do jogador Trippier. Da entrada da área, ele encobriu a barreira e fez um golaço.
Porém, aos 22 minutos do segundo tempo, os croatas empataram a partida. Depois de um cruzamento do lateral Vrsaljko pela direita, Perisic chegou antes dos adversários e de pé esquerdo mandou para as redes.
No primeiro tempo da prorrogação os dois times jogaram mais precavidos. E logo aos 2 minutos do segundo tempo, veio a surpreendente virada da Croácia. Pivaric cruzou da esquerda e Rakitic fez o segundo gol ao pegar o rebote da zaga inglesa. Foi o suficiente para a festa dos 22 jogadores em campo e de milhões de torcedores croatas.
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  • NO MARACANÃ (NÃO MARACANAZO): Brasil não precisa temer o Peru na final da Copa América

    Levando-se em conta o número de craques de cada seleção, o Brasil é o franco favorito diante do Peru. Não acredito em novo Maracanazo.

     

    Opinião: Renato Ferreira

    Neste domingo 07 de Julho, às 17h, o histórico e lendário Maracanã será sede de mais uma decisão da Seleção Brasileira de Futebol. Fosse em outros tempos de Pelé, Tostão, Garrincha, Pepe, Zico, Júnior, Ronaldinho Gaúcho, Romário, Bebeto e Ronaldo Fenômeno, quando a Seleção reunia verdadeira constelação de craques e gênios, com certeza, a torcida estaria mais esperançosa e até vibrando nas ruas, mesmo num domingo congelado como este.
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    Sem Neymar é melhor
    E há um fator que, em minha opinião, ajuda a aumentar a esperança de vitória neste domingo. Fato que pode provocar a discordância de alguns. É a ausência de Neymar. Mas, como assim, o Brasil ser mais favorito por jogar sem o seu melhor jogador na atualidade?
    Sim. Realmente, ninguém pode negar o grande futebol do craque revelado pelo Santos e que brilha na Europa. Porém, ao contrário do que Pelé, Tostão, Zico e outros gênios faziam, quando usavam jogadas individuais só quando era necessário para o coletivo, Neymar faz, exatamente, o contrário.
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    Histórico
    Como já diziam os antigos boleiros "filósofos" que "futebol é uma caixinha de surpresa" e "cada jogo é um jogo e vice-versa", não podemos acreditar no título de hoje, apenas contando com a grande vantagem que o Brasil leva sobre o Peru ao longo da história. Mas, os cinco títulos mundiais do Brasil, contra nenhum do Peru, e o placar entre as duas seleções ao longo da histórias, só fazem aumentar o nosso favoritismo de daqui a pouco no Maracanã.
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  • COPA DO MUNDO FEMININA: Brasil perde da França na prorrogação e cai nas oitavas de final
    No tempo normal, Seleção busca empate, mas, perde das francesas na prorrogação por 2 a 1 .
     
    Mais uma vez o sonho do inédito título da Copa do Mundo feminina acabou para a Seleção Brasileira em 2019. Na tarde deste domingo, 23/06, Marta, Cristiane, Formiga e companhia lutaram, superaram problemas físicos, mas não foram páreo para a França. As donas da casa venceram por 2 a 1 na prorrogação, após empate por 1 a 1 no tempo normal, na cidade de Le Havre.
    Pelas quartas de final, a França enfrentará a vencedora do duelo entre Estados Unidos e Espanha, que medem forças nesta segunda-feira, às 13 horas (de Brasília). Noruega e Inglaterra são as outras seleções já classificadas para a próxima fase do torneio.
    O Jogo
    Empurrada maciçamente por sua torcida, a França não conseguiu pressionar como gostaria nos primeiros minutos. Bem postado defensivamente, o Brasil não deixava o time da casa chegar com perigo e tentava surpreender nas bolas longas, o que não deu certo.
    O lance mais importante do primeiro tempo aconteceu aos 22 minutos, quando Diani cruzou pela direita, e Gauvin se antecipou a Bárbara para marcar. Após consultar o VAR, contudo, a árbitra Beaudoin anulou o gol por toque na mão da atacante francesa.
    Aos 43 minutos, a Seleção chegou com perigo pela primeira vez no jogo. Após tabelar com Debinha pela esquerda, Cristiane invadiu a área e bateu rasteiro, exigindo boa defesa da goleira Bouhaddi.
    A França voltou mais agressiva para a etapa final e não demorou a abrir o placar. Aos seis minutos, Diani girou sobre Tamires pela direita, invadiu a área e cruzou na medida para Gauvin se esticar e empurrar para o gol.
    Mas o Brasil reagiu rápido. Pouco depois de Cristiane acertar o travessão em cabeçada, Debinha recebeu na esquerda e cruzou. A bola desviou em Cristiane e sobrou para Thaisa na área. A volante bateu cruzado de canhota e deixou tudo igual aos 17 minutos.
    Apostando nos contra-ataques, a Seleção voltou a balançar as redes com Debinha, mas a assistente assinalou o impedimento e anulou o gol. Na base do abafa, as anfitriãs apelaram para a bola aérea nos minutos derradeiros, mas não conseguiram evitar a prorrogação.
    O Brasil sofreu uma baixa logo no início do tempo extra, quando Cristiane precisou ser substituída por Geyse devido a dores na coxa esquerda. Apesar de ficar na defensiva, o time canarinho teve a melhor chance do primeiro tempo. Aos 15 minutos, Debinha recebeu livre na esquerda, invadiu a área e tocou na saída da goleira, mas Mbock tirou em cima da linha.
    O Brasil acabou castigado pelo gol perdido. Logo no começo do segundo tempo da prorrogação, Majri levantou bola na área, e Henry apareceu livre para desviar e recolocar a França na frente. Visivelmente desgastada fisicamente em campo, a Seleção não conseguiu reagir e buscar a nova igualdade. (Estado Minas)

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