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LIGA DAS NAÇÕES: Brasil perde da Turquia na semifinal

LIGA DAS NAÇÕES: Brasil perde da Turquia na semifinal Featured

Jogando na madrugada deste sábado, 30/06, pelas semifinais da Liga das Nações de Vôlei Feminino, a Seleção Brasileira perdeu para a Turquia por 3 set a 0 com parciais de 25/23, 25/23 e 25/22.
Com a derrota, a equipe de José Roberto Guimarães perdeu a oportunidade de disputar a final da primeira edição da Liga das Nações, que substitui o Gran Priix, onde o Brasil conquistou 12 títulos.
Até a metade do primeiro set, foi um jogo equilibrado. Mas, o Brasil, que fez excelentes partidas na fase de classificação, demonstrou cansaço diante da Turquia que venceu o set por 25 a 23.
Nos dois sets seguintes, as brasileiras tiveram altos e baixos na partida. E as turcas acabaram vencendo o segundo set por 25 a 23 e o terceiro por 25 a 22.
Agora, a Turquia vai decidir o título contra os Estados Unidos, que venceram a China por 3 a 1, no domingo, às 8h45, enquanto as brasileiras decidem o terceiro lugar contra as chinesas na madrugada de domingo.
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  • TRAGICÔMICO: Amigos para sempre: Lula, Cabral e Pezão

     

    Por Renato Ferreira - 

    Não faz muitos anos que esses três homens, ao lado de outros políticos, eram os responsáveis pelos destinos do Brasil e de um dos mais importantes estados do Brasil. Lula, na Presidência da República, e Sérgio Cabral e Pezão, como governadores do Rio de Janeiro.

    Como a primeira foto mostra, os três estavam sempre sorrindo. Gostavam muito de festas, regadas aos melhores pratos e bebidas caras, tanto aqui como no Exterior, de preferência, em Paris.

    Mas, infelizmente, eles se preocupavam muito mais em desviar bilhões de dinheiro público, do que administrar pensando no bem do povo que trabalha e paga imposto. E em pouco mais de dois mandatos, eles acabaram com o Brasil e com o Rio de Janeiro.

    Hoje, o Rio de Janeiro é uma terra arrasada, quebrado em termos financeiros e sem nenhuma segurança.Já faz algum tempo, que as pessoas pensam duas vezes para ir ao Rio, conhecida antes como a "Cidade Maravilhosa". O Rio continua lindo, mas, a falta de segurança torna a cidade um local, não mais como um dos mais belos destinos turísticos do mundo, mas, sim, como uma aventura. Por lá passaram o Sérgio Cabral e seu sucessor Pezão.

    E com o Brasil de Lula não foi diferente. Desde o mensalão até o petrolão, passando por rombos nos Bancos públicos, Correios e Fundos de Pensão, o que se viu nos dois governos de Lula e no governo de Dilma, foi uma sucessão de escândalos. Hoje, o povo brasileiro não tem saúde, educação, estradas, transporte, segurança, habitação e, muito menos segurança. Aqui, mais de 63 mil pessoas são assassinadas por ano. E tudo isso culminou na prisão de todos os tesoureiros petistas, de parlamentares, ex-ministros, empreiteiros e do próprio Lula, condenados por corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

    Mas, como o tempo é o senhor da razão, depois das festas com dinheiro da corrução pública, hoje, os três amigos, amargam a prisão. Sérgio Cabral já foi condenado a mais de 180 anos de prisão, enquanto Lula pegou mais de 12 anos de cadeia pela condenação em apenas um dos processos que responde na Justiça.

    Sem dúvida, esses três são amigos para sempre! E precisam de receber logo, logo, outros colegas corruptos por lá. (Renato Ferreira)

    TRAGICÔMICO é uma publicação de Notícias & Opinião todas às quartas-feiras. Para ver outros casos já publicados, basta acessar o site - www.noticiaseopiniao.com.br - e buscar pela palavra tragicômico.

  • EM DAVOS: "Vamos trabalhar para o Brasil ser exemplo para o mundo", diz Bolsonaro
    O Presidente brasileiro destacou sua determinação de abrir a economia, atrair investidores, fazer reformas, diminuir o peso do Estado e combater a corrupção.
    Em discurso “curto” e “objetivo” como havia anunciado, com duração de 6 minutos e 36 segundos, o presidente Jair Bolsonaro reafirmou nesta terça-feira, 22/01, no Fórum Econômico Mundial, em Davos na Suíça, os compromissos de campanha. Ele destacou a determinação de abrir a economia, atrair investidores, fazer reformas, diminuir o peso do Estado e combater a corrupção. “Representamos um ponto de inflexão", enfaticou o Presidente.
    Bolsonaro citou três de seus ministros Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública), Paulo Guedes (Economia) e Ernesto Araújo (Relações Exteriores). Após o discurso, ele respondeu a perguntas dos organizadores do fórum sobre preservação do meio ambiente e desenvolvimento econômico, combate à corrupção e crescimento da América Latina.
    O presidente se comprometeu a colocar o Brasil “no ranking dos 50 melhores países para se fazer negócios”, atrair capital estrangeiro, explorar recursos naturais, fazer as reformas tributária e da Previdência Social, investir em educação, incentivar turismo e manter a sustentabilidade do agronegócio. “Avançar na compatibilização entre a preservação do meio ambiente e da biodiversidade com o necessário desenvolvimento econômico.”
    Meio ambiente
    Bolsonaro enfatizou que o Brasil é “o país que mais preserva o meio ambiente. Nenhum outro país do mundo tem tantas florestas como nós. A agricultura se faz presente em apenas 9% do nosso território e cresce graças a sua tecnologia e à competência do produtor rural. Menos de 20% do nosso solo é dedicado à pecuária”, destacou.
    “Essas commodities [produtos primários com cotação internacional], em grande parte, garantem superávit em nossa balança comercial e alimentam boa parte do mundo”, acrescentou o presidente. Ele também assegurou a vontade de “aprofundar” as relações comerciais.
    Segundo o presidente, seu esforço será para que o Brasil se torne um exemplo para o mundo. “Nossa missão agora é avançar na compatibilização entre a preservação do meio ambiente e da biodiversidade com o necessário desenvolvimento econômico, lembrando que são interdependentes e indissociáveis.”
    Bolsonaro disse que está empenhado em “integrar o Brasil ao mundo”. Para ele, um dos caminhos é a “defesa ativa da reforma” da Organização Mundial do Comércio (OMC) para buscar a eliminação do que chamou de “práticas desleais de comércio e garantir segurança jurídica das trocas comerciais internacionais”.
    Reformas
    O presidente destacou que pretende implementar uma série de medidas no país, e citou as reformas, a redução de tributos e a desburocratização. Segundo ele, são ações que vão levar ao desenvolvimento econômico e à estabilidade.
    “Vamos diminuir a carga tributária, simplificar as normas, facilitando a vida de quem deseja produzir, empreender, investir e gerar empregos. Trabalharemos pela estabilidade macroeconômica, respeitando os contratos, privatizando e equilibrando as contas públicas.”
    Valores
    O presidente ressaltou que gastou menos de US$ 1 milhão na sua campanha e que o país precisa de resgatar valores. “Assumi o Brasil em uma profunda crise ética, moral e econômica. Temos o compromisso de mudar nossa história.”
    Bolsonaro enfatizou que vai resgatar valores. “Vamos defender a família e os verdadeiros direitos humanos; proteger o direito à vida e à propriedade privada e promover uma educação que prepare nossa juventude para os desafios da quarta revolução industrial, buscando, pelo conhecimento, reduzir a pobreza e a miséria.”
    Combate à corrupção
    No discurso, Bolsonaro destacou ainda a presença do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro: “O homem certo para o combate à corrupção e o combate à lavagem de dinheiro”, disse. Ao ser questionado sobre seus planos para a área, ele disse que Moro tem “todos os meios para seguir o dinheiro no combate à corrupção e no combate ao crime organizado”.
    “É mudando a legislação e aperfeiçoando outra parte da mesma. Dessa forma, tenho certeza de que atingiremos nosso objetivo”, respondeu.
    Bolsonaro também acrescentou que os ministros foram indicados de forma técnica, sem participação político-partidária. “Precisamos, sim, muito do Parlamento brasileiro e confiamos que grande parte do mesmo nos dará respaldo na busca do combate à corrupção e na lavagem de dinheiro. Dessa forma, o Brasil será visto de forma diferente aqui fora.”
    Segurança e turismo
    De acordo com o presidente, o governo federal investirá de forma intensa na segurança pública e convidou os presentes a conhecer o Brasil, lembrando que, apesar das belezas naturais, o país não está entre os 40 principais destinos turísticos do mundo. Ele destacou que pretende dinamizar o turismo no Brasil
    “Vamos investir pesado na segurança para que vocês nos visitem com suas famílias, pois somos um dos primeiros países em belezas naturais, mas não estamos entre os 40 destinos turísticos mais visitados do mundo. Conheçam a nossa Amazônia, nossas praias, nossas cidades e nosso Pantanal. O Brasil é um paraíso, mas ainda é pouco conhecido.”
    Estreia
    Bolsonaro sublinhou que a sua presença no encontro é primeira viagem internacional que faz após a eleição, comprovando a importância que atribui às pautas que têm sido promovidas pelo Fórum de Davos.
    “Esta é a primeira viagem internacional que realizo após minha eleição, prova da importância que atribuo às pautas que este fórum tem promovido e priorizado”, disse. “É, para mim, uma grande oportunidade de mostrar para o mundo o momento único em que vivemos em meu país e para apresentar a todos o novo Brasil que estamos construindo.”
    O presidente disse que pretende viajar em breve para Israel, Itália, Argentina e Chile.
    "Excelente", segundo Mourão
     
    Mourão
     
    O presidente da República em exercício, general Hamilton Mourão, classificou o discurso de Jair Bolsonaro no Fórum Econômico Mundial como “excelente”.
    “Maravilhosas as palavras do presidente. De acordo com tudo o que estamos pensando e buscando para inovar no nosso país e que a gente tenha um rumo melhor e chegue aos nossos objetivos. A gente tem que lembrar que os nossos objetivos é que todo brasileiro tenha escola, acesso à saúde, ande na rua com segurança e tenha emprego e renda”, afirmou.
    Sobre a preservação do meio ambiente citada no discurso, Mourão lembrou que o Brasil está no Acordo de Paris. “Às vezes alguns ruídos acontecem, mas a gente não pode fugir dessa questão ambiental, a questão do clima. O presidente tem plena consciência disso aí e deixou claro no discurso dele”, disse Mourão. O presidente em exercício participou hoje da transmissão de comando do 2º Regimento de Cavalaria de Guarda, para o tenente-coronel Antonio Cesar Esteves Mariotti, na Vila Militar, no Rio de Janeiro. (Agência Brasil)
  • POLÍTICA: Bolsonaro recebe Macri no Planalto e discutem Mercosul e Venezuela
     
    Presidente argentino, Mauricio Macri, é o primeiro chefe de estado a visitar o Brasil, desde a posse de Bolsonaro. Os presidentes condenaram o governo de Nicolás Maduro
     
     
    O presidente Jair Bolsonaro recebeu nesta quarta-feira, 16/01, no Palácio do Planalto o presidente da Argentina, Mauricio Macri. Os dois discutiram sobre a situação do Mercosul e condenaram o governo de Nicolás Maduro, na Venezuela.
    Antes de Mauricio Macri entrar em cena, os ministros já estavam cumprindo agenda. Os da Fazenda e da Produção e Trabalho se reuniram com a equipe econômica. Os da Justiça e da Segurança Pública estiveram com Sérgio Moro e o ministro Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Trataram de ações conjuntas no combate ao crime organizado, narcotráfico, corrupção e a segurança de fronteira.
    Pouco depois, o presidente argentino subiu a rampa do Planalto, onde Bolsonaro o aguardava. Macri é o primeiro chefe de estado a visitar o Brasil desde a posse de Bolsonaro. Ele foi uma das ausências no dia 1º de janeiro.
    Às voltas com uma crise econômica, inflação que beira 48% ao ano e interessado em se reeleger, Macri busca intensificar acordos de cooperação, deixando claro que precisa do Brasil, seu principal parceiro econômico. Assim como nós precisamos deles, que são o segundo destino dos produtos industriais brasileiros.
    Depois do encontro, os dois presidentes deram uma declaração conjunta. Brasil e Argentina assinaram um novo acordo de extradição, que prevê uma simplificação no processo. O ministro da Justiça, numa entrevista gravada num celular, deu um exemplo:
    “É que às vezes tem uma situação urgente: ‘Precisa prender o cara’. Então, às vezes você seguir o canal diplomático acontece que nem o Battisti”, disse Moro.
    Tanto Macri quanto Bolsonaro estão fechados no não reconhecimento do mandato de Nicolás Maduro, que tomou posse pela segunda vez na Venezuela, semana passada. Brasil e Argentina consideram que a legitimidade está no presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó.
    “Estamos comprovando nas reuniões de hoje nossa convergência de posições e nossa identidade de valores. Essa identidade: que atuemos conjuntamente na defesa da liberdade e da democracia na nossa região. Nossa cooperação na questão da Venezuela é um exemplo mais claro no momento”, disse Bolsonaro.
    Macri disse que Nicolás Maduro é o ditador que procura se perpetuar no poder com eleições fictícias, detendo opositores e levando os venezuelanos a uma situação desesperadora e agonizante.
    Outra convergência é o Mercosul, hoje presidido por Macri. Os dois presidentes defenderam acelerar as negociações promissoras. A principal é com a União Europeia, citada apenas por Macri.
    Macri e Bolsonaro também conversaram sobre flexibilização de regras do Mercosul. Hoje, não é permitido acordo de livre comércio em separado com outros países - os acordos bilaterais, defendidos por Bolsonaro.
    “Precisa valorizar sua tradição original: abertura comercial, redução de barreiras, eliminação de burocracias. O propósito é construir um Mercosul enxuto que continue a fazer sentido e ter relevância”, afirmou Bolsonaro.
    O almoço oferecido a Macri no Itamaraty foi reservado, sem convidados da imprensa. Os dois presidentes fizeram um brinde ao novo tempo nas relações entre os dois países. (G1)

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