Sexta, 18 Janeiro 2019 | Login
COPA DA RÚSSIA: Petistas vão torcer para a Argentina?

COPA DA RÚSSIA: Petistas vão torcer para a Argentina? Featured

Por Renato Ferreira - 

 

É incrível mesmo o papel da militância política, quando o assunto envolve política e futebol em época da Copa do Mundo. Para não torcerem para o governo de plantão, parte da militância de oposição acaba perdendo até mesmo a paixão pela Seleção Brasileira.

A julgar por algumas ruas pintadas com as cores da Argentina e postagens nas redes sociais, nesta Copa da Rússia, os petistas chegam ao extremo e afirmam que vão torcer para o rival time da Argentina, tudo por causa do governo Temer. Medida que chega a ser grotesca, até porque o Temer, que é bi-vice da Dilma, deveria estar preso ao lado do Lula.

Brasileiros argentinos

Mas, esse negócio de torcer contra a Seleção Brasileira por causa de política não é "privilégio" petista. Também os tucanos torciam contra só para dizer que os petistas usavam o futebol para enganar o povo. O discurso de hoje é o mesmo.

Governos "pé frio"

No entanto, resgatando a história da Política X Futebol, verificamos que os governos petistas - de Lula e Dilma - foram os maiores pé frios. Com eles no Palácio do Planalto, a Seleção Brasileira jamais ganhou uma Copa. E mais: Foi no governo Dilma, na Copa de 2014, que o Brasil passou pelo seu maior vexame dentro decampo ao perder por 7 a 1 para a Alemanha, em pleno Mineirão.

FHC é pé quente

Ruas com as cores do Brasil

Já o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso(PSDB) pode ser considerado pé quente. Com ele na Presidência,o Brasil conquistou dois títulos mundiais.

Durante a História das Copas, o Brasil foi campeão com os governos Juscelino Kubitschek, João Goulart, Ditadura Militar e FHC. Fomos campeões em 1958 (JK), bicampeões em 1962 (Goulart); tricampeões em 1970 (Militares); tetracampeões em 1994 (FHC), e pentacampeões em 2002, último governo do tucano Fernando Henrique Cardoso. (Renato Ferreira)

 
RETIFICAÇÃO
Atualizado às 12h55
Em 1994, quando o Brasil conquistou o tetracampeão nos Estados Unidos, vencendo a Itália nos pênaltis, o Presidente era o Itamar Franco. Naquele ano, FHC foi eleito presidente e tomou posse em janeiro de 2005.
000

About Author

Related items

  • POLÍTICA: Bolsonaro recebe Macri no Planalto e discutem Mercosul e Venezuela
     
    Presidente argentino, Mauricio Macri, é o primeiro chefe de estado a visitar o Brasil, desde a posse de Bolsonaro. Os presidentes condenaram o governo de Nicolás Maduro
     
     
    O presidente Jair Bolsonaro recebeu nesta quarta-feira, 16/01, no Palácio do Planalto o presidente da Argentina, Mauricio Macri. Os dois discutiram sobre a situação do Mercosul e condenaram o governo de Nicolás Maduro, na Venezuela.
    Antes de Mauricio Macri entrar em cena, os ministros já estavam cumprindo agenda. Os da Fazenda e da Produção e Trabalho se reuniram com a equipe econômica. Os da Justiça e da Segurança Pública estiveram com Sérgio Moro e o ministro Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Trataram de ações conjuntas no combate ao crime organizado, narcotráfico, corrupção e a segurança de fronteira.
    Pouco depois, o presidente argentino subiu a rampa do Planalto, onde Bolsonaro o aguardava. Macri é o primeiro chefe de estado a visitar o Brasil desde a posse de Bolsonaro. Ele foi uma das ausências no dia 1º de janeiro.
    Às voltas com uma crise econômica, inflação que beira 48% ao ano e interessado em se reeleger, Macri busca intensificar acordos de cooperação, deixando claro que precisa do Brasil, seu principal parceiro econômico. Assim como nós precisamos deles, que são o segundo destino dos produtos industriais brasileiros.
    Depois do encontro, os dois presidentes deram uma declaração conjunta. Brasil e Argentina assinaram um novo acordo de extradição, que prevê uma simplificação no processo. O ministro da Justiça, numa entrevista gravada num celular, deu um exemplo:
    “É que às vezes tem uma situação urgente: ‘Precisa prender o cara’. Então, às vezes você seguir o canal diplomático acontece que nem o Battisti”, disse Moro.
    Tanto Macri quanto Bolsonaro estão fechados no não reconhecimento do mandato de Nicolás Maduro, que tomou posse pela segunda vez na Venezuela, semana passada. Brasil e Argentina consideram que a legitimidade está no presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó.
    “Estamos comprovando nas reuniões de hoje nossa convergência de posições e nossa identidade de valores. Essa identidade: que atuemos conjuntamente na defesa da liberdade e da democracia na nossa região. Nossa cooperação na questão da Venezuela é um exemplo mais claro no momento”, disse Bolsonaro.
    Macri disse que Nicolás Maduro é o ditador que procura se perpetuar no poder com eleições fictícias, detendo opositores e levando os venezuelanos a uma situação desesperadora e agonizante.
    Outra convergência é o Mercosul, hoje presidido por Macri. Os dois presidentes defenderam acelerar as negociações promissoras. A principal é com a União Europeia, citada apenas por Macri.
    Macri e Bolsonaro também conversaram sobre flexibilização de regras do Mercosul. Hoje, não é permitido acordo de livre comércio em separado com outros países - os acordos bilaterais, defendidos por Bolsonaro.
    “Precisa valorizar sua tradição original: abertura comercial, redução de barreiras, eliminação de burocracias. O propósito é construir um Mercosul enxuto que continue a fazer sentido e ter relevância”, afirmou Bolsonaro.
    O almoço oferecido a Macri no Itamaraty foi reservado, sem convidados da imprensa. Os dois presidentes fizeram um brinde ao novo tempo nas relações entre os dois países. (G1)
  • MUNDO: Preso, Battisti deixa a Bolívia para cumprir pena na Itália

    Presidente Bolsonaro parabenizou os responsáveis pela captura do 'terrorista Cesare Battisti'

     

    O italiano Cesare Battisti, de 64 anos, deixou a Bolívia na noite deste domingo, 13/01, em direção à Itália, onde vai cumprir pena de prisão perpétua. O avião partiu por volta das 19h (horário de Brasília) do Aeroporto Internacional de Viru Viru, em Santa Cruz de La Sierra. A previsão é que ele chegue a Roma por volta das 13h30, no horário italiano.

    Battisti foi condenado à prisão perpétua na Itália pelo assassinato de quatro pessoas, na década de 1970, quando integrava o grupo Proletários Armados pelo Comunismo. Ele se diz inocente e que foi vítima de perseguição política. Neste sábado, 12, foi preso em Santa Cruz de La Sierra, uma das principais cidades da Bolívia.

    O ministro do Interior da Itália, Matteo Salvini, está no avião e postou fotos de Battisti na rede social Twitter. O condenado por terrorismo aparece com um cavanhaque, semelhante a um dos disfarces divulgados pela Polícia Federal brasileira.

    Fugitivo

    O italiano passou 30 anos como fugitivo entre o México e a França e, em 2004, chegou ao Brasil, onde foi preso três anos depois. Em 2009, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a extradição em uma decisão não vinculativa que deixava a palavra final ao então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No último dia de seu segundo mandato, em 2010, Lula negou a extradição.

    Em setembro de 2017, o governo italiano pediu ao ex-presidente Michel Temer a revisão da decisão sobre Battisti. No dia 13 de dezembro do ano passado, o ministro Luiz Fux determinou a prisão do ex-ativista. No dia seguinte, a extradição foi autorizada por Temer. Desde então, Battisti estava foragido.

    Bolsonaro: "Finalmente justiça será feita"

    O presidente Jair Bolsonaro afirmou hoje (13), na conta pessoal no Twitter, que com a captura do italiano Cesare Battisti, de 64 anos, “finalmente a justiça será feita”. Ele elogiou os responsáveis pela prisão, numa operação conjunta das polícias da Bolívia e da Itália, localizando e capturando Battisti nas ruas de Santa Cruz de La Sierra (Bolívia).

    “Parabéns aos responsáveis pela captura do terrorista Cesare Battisti! Finalmente a justiça será feita ao assassino italiano e companheiro de ideiais de um dos governos mais corruptos que já existiram do mundo [PT].” (Agência Brasil)

  • LÁ COMO CÁ! Justiça da Argentina pede prisão preventiva de Cristina Kirchner por 'cadernos das propinas'
    Amiga dos ex-presidentes petistas Dilma e Lula, Cristina Kirchner só não foi presa ainda porque tem foro privilegiado como Senadora. Ela é acusada de comandar uma rede de subornos
     
    O ano de 2018 ficará marcado na história política de vários países sul-americanos pelas condenações e prisões de diversos líderes políticos por corrupção, como Brasil, Perú, Equador e Argentina.
     
    Na quinta-feira, 20/12, a Justiça da Argentina confirmou o processo com prisão preventiva à ex-presidente e atual senadora Cristina Kirchner pelo caso conhecido como "os cadernos das propinas" – uma rede de supostos subornos que envolve dezenas de empresários e ex-funcionários do governo.
     
    Cristina Kirchner 1
    A senadora Cristina Kirchner discursa durante sessão do Senado na qual foi autorizada a revista de suas residências, na quarta-feira (22) — Foto: Luciano Ingaramo/Prensa Senado/AFP A senadora
    Kirchner, no entanto, não foi presa porque tem foro parlamentar como senadora. Até agora, o Senado não discutiu o pedido do juiz Claudio Bonadio para retirar a imunidade da ex-presidente.
    A Câmara Federal considerou Kirchner chefe de uma organização criminosa e confirmou o processo, que se dará em julgamento oral. O processo inclui o pedido de prisão preventiva que já foi feita pelo juiz Claudio Bonadio – cuja casa foi alvo de atentado a bomba em novembro.
     
     Cristina cadernos corrupcao
    Foto de março de 2018 fornecida pelo jornal 'La Nación' mostra um dos cadernos de Oscar Centeno, ex-motorista ligado aos governos dos Kirchners na Argentina — Foto: La Nacion via AP
    O caso se baseia em uma série de cadernos de anotações feitas por anos por um motorista do ministério de Planejamento. Nas páginas, ele anotava nomes de funcionários e de empresarios e quantias de dinheiro.
    Entenda o escândalo dos 'cadernos das propinas'
    À medida que o caso avançou, vários acusados se declararam arrependidos e começaram a colaborar com a justiça em troca de liberdade.
    Cristina Kirchner, da centro-esquerda do peronismo e que governou a Argentina entre 2007 e 2015, é acusada de ter liderado uma rede de corrupção com a qual recebia pagamentos em dólares por parte de empresários que desejavam obter licitações de construção de obra pública.
    A acusação estimou em pelo menos 160 milhões de dólares o montante dos subornos que também teriam sido pagos entre 2003 e 2007, durante o governo de seu marido, o já falecido Néstor Kirchner.
    O caso, iniciado em meados do ano, atingiu praticamente a todo o setor da construção na Argentina e atingiu a família do atual presidente, Maurício Macri.
    Franco e Gianfranco Macri, pai e irmão do presidente, foram citados a declarar na semana passada diante o juiz Bonadio para que respondam a denúncias que envolvam a companhia Autopistas del Sol, parte do conglomerado Socma (Sociedade Macri).
    O empresário Angelo Calcaterra, primo do presidente, também está envolvido neste processo.
    O presidente Macri, que teve cargos de responsabilidade na empresa familiar antes de atuar como dirigente no futebol e depois na política, não comentou o caso. Os atuais ministros apenas declararam que o governo "respeita a independência da justiça". (Fonte: G1)

Quem somos

Notícias & Opinião é um site de notícias gerais editado pela Empresa Jornalística Notícias de Paz Ltda - EPP, a partir da Capital e região Oeste da Grande São Paulo.

Como o próprio nome diz, aqui você vai encontrar notícias, entrevistas, artigos, crônicas e opinião sobre política, economia, educação, cultura e esporte, dentre outros temas do nosso dia-a-dia.