Domingo, 23 Julho 2017 | Login

Trata-se de uma linha de crédito do Banco de Desenvolvimento da América

Latina destinada a financiar projetos para áreas de vulnerabilidade social

 

 

Na quinta-feira, 8/6, o Cioeste (Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo) promoveu uma reunião entre prefeitos que o compõem com o diretor Executivo do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), Victor Rico. O encontro foi realizado com o objetivo de tratar da viabilização de empréstimos da Instituição Financeira para a execução de projetos de obras em áreas de vulnerabilidade social.

 

Comandada pelo presidente do Consórcio, Elvis Cezar, a reunião contou com a presença dos prefeitos Rogério Lins (Osasco) Josué Ramos (Vargem Grande Paulista), Paulo Baruf (Jandira) e Marcos Neves (Carapicuíba). Os demais prefeitos mandaram representantes. Estiveram presentes também os secretários de Finanças dos Municípios.

 

Conforme estudo de uma Consultoria promovida pelo Cioeste, foi realizado um  diagnóstico das áreas de vulnerabilidade social de cada município da região Oeste da Grande São Paulo. Agora, de posse desse estudo, os prefeitos vão priorizar as necessidades e com os seus técnicos elaborar os projetos que deverão ser aprovados pelas respectivas Câmaras Municipais.

 

Como trata-se de empréstimos estrangeiros, os mesmos terão que ser avaliados e aprovados pelo Senado da República. Segundo o presidente do Cioeste, Elvis Cezar, a linha de crédito da CAF parte do patamar de R$ 40 milhões a juros que variam de 3 a 4% ao ano. “São condições excelentes de financiamento para as nossas cidades resolverem muitos problemas sociais e ajudarem a nossa população”, disse Cesar.

 

Para o prefeito de Osasco, a cidade tem condições de arcar com financiamentos nessas condições oferecidas pelo Banco de Desenvolvimento da América Latina. “Confio no nosso corpo técnico para a elaboração de projetos que atenderão, sobretudo, as áreas de mobilidade urbana e de combate às enchentes. Sem dúvida, é mais um passo importante que o Cioeste dá no sentido de auxiliar os municípios na viabilização dessa linha de crédito internacional”, afirmou Rogério. (Fotos: Sérgio Gobatti)

 

Foram três solicitações específicas: novo acesso à cidade, retomada das obras do Fórum e abertura do Hospital Regional à população


Na quarta-feira, (07/06), o prefeito de Osasco, Rogério Lins, ao lado de outros prefeitos da região Oeste, participou da inauguração da ampliação da Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) de Barueri, realizada pelo governador Geraldo Alckmin. Com as obras de ampliação, efetuadas pela Sabesp, a ETE Barueri passa a tratar 12 mil litros de esgoto por segundo, transformado-se na maior Estação de Tratamento da América Latina.

Alckmin e prefeitos menor

Rogério Lins participou da inauguração ao lado do governador Alckmin e de vários prefeitos da região Oeste

No mesmo ato, Alckmin assinou também o termo, que oficializa a criação do 5º Batalhão de Elite da Polícia Militar de Barueri. Subordinado ao CPA/M-8 (Comando de Policiamento de Área 8), a nova corporação de elite da PM vai bbeneficiará todas as cidades da região Oeste com operações especiais de combate à criminalidade.

Na ocasião, Rogério Lins aproveitou o encontro com Geraldo Alckmin para solicitar ajuda do Estado para obras em três áreas no município: mobilidadelibidade urbana, judiciária e saúde. “Falamos com o governador sobre a necessidade urgente de um novo acesso a Osasco pela Rodovia Castello Branco. Hoje, isso é imprenscindível para a molibidade urgente em nossa cidade. Conversamos também sobre a retomada das obras do novo Fórum. E o governador se comprometeu em atuar no sentido de que as obras sejam retomadas o mais rápido possível. Quanto à nova alça de acesso à cidade, ele ficou de verificar também com carinho e, nesse caso, caberá à Prefeitura uma contrapartida que será a construção de mais uma faixa na Avenida Maria Campos”.

“Sobre o Hospital Regional, trata-se de um importante equipamento público de saúde, com excelente estrutura, mas, que ainda funciona de porta fechada. Então, solicitamos ao govenador a possibilidade de abrir o hospital à população, pelo menos, o Pronto- Socorro. A medida, pois isso, aliviará em muito a demanda no Hospital Municipal Antonio Giglio, como na UPA Centro”, disse Rogério Lins. (Fotos: Sérgio Gobatti)

Após as obras da Sabesp, estação passa a despoluir mais de 2.500 ligros de estoto por segundo da Capital e de cidades da região Oeste da Grande São Paulo

 

Nesta quarta-feira (07/06), o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), inaugurou a ampliação da Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) de Barueri, que passa a tratar 12 mil litros de esgoto por segundo, transformando-se na maior estação do gênero da América Latina. 

Essa ampliação é resultado do investimento de R$ 390 milhões da Sabesp na área do saneamento básico e, com essas obras concluídas, a unidade passa a tratar o esgoto de mais de 1,2 milhão de pessoas, o equivalente à população de Campinas.

SGT 0231

Governador Geraldo Alckmin fala durante a inauguração de amplação da Estação de Tratamento de Esgotos de Barueri - (Foto: Sergio Gobatti)

A cada segundo, são mais de 2.500 litros de esgoto tratado, oriundo do centro e das zonas sul, norte e oeste da Capital e das cidades de Barueri, Carapicuíba, Cotia, Embu das Artes, Itapecerica da Serra, Itapevi, Jandira, Osasco e Taboão da Serra. Isso significa tirar 216 milhões de litros de esgoto por dia dos rios de São Paulo, inclusive, do Tietê.

Tropa de elite da PM

Na oportunidade, acompanhado de prefeitos, deputados e do secretário de Segurança Pública, Mágino Alves Barbosa Filho, Alckmin assinou o decreto criando do 5º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) em Barueri.

Trata-se de uma antiga reivindicação da região Oeste. O novo batalhão de elite da PM reúne diversas forças táticas, tem treinamento especializado, além viaturas e armamentos adequados para operações de risco. O 5º Baep ficará subordinado ao CPA/M- 8 (Comando de Policiamento de Área Metropolitano 8).

Dentre outras autoridades, estiveram presentes também o secretário de Estado de Saneamento e Recursos Hídricos, Benedito Braga; o deputado Estadual Gil Lancaster, e os prefeitos Rogério Lins (Osasco), Marcos Neves (Carapicuíba), Igor Soares (Itapevi) e Josué Ramos (Vargem Grande Paulista).

Com exclusividade, o governador Geraldo Alckmin falou à reportagem de Notícias & Opinião sobre a importância da Estação de Tratamento de Esgoto para a população e para o meio ambiente.

Confira na videorreportagem do Jornalista Renato Ferreira: https://www.facebook.com/orenatoferreira/posts/1374274585996111?pnref=story

 

Agência Brasil/EBC - 

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retoma nesta terça-feira (6),a partir das 19h, o julgamento da ação em que o PSDB pede a cassação da chapa Dilma-Temer, vencedora das eleições presidenciais de 2014. Esta é a primeira vez que a corte analisa um pedido de cassação contra um presidente da República.

 

O presidente do TSE, Gilmar Mendes, marcou quatro sessões para analisar o processo, nos dias 6, 7 e 8 de junho. Na ação, o PSDB pede a cassação da chapa que disputou e venceu as eleições presidenciais de 2014, alegando que há irregularidades na prestação de contas.

 

A liberação para julgamento ocorreu no mês de maio, após a chegada da manifestação do Ministério Público Eleitoral (MPE) e das alegações finais das defesas do presidente Michel Temer e da ex-presidente Dilma Rousseff.

 

O novo parecer, feito pelo vice-procurador eleitoral, Nicolao Dino, repete o posicionamento enviado ao TSE em março, antes da interrupção do julgamento, quando o tribunal decidiu conceder mais prazo para as defesas se manifestarem. De acordo com o procurador, além da cassação da chapa, o tribunal pode considerar a ex-presidente inelegível por oito anos.

 

Independentemente da decisão do TSE, cabem embargos de declaração no próprio tribunal eleitoral e recurso extraordinário ao Supremo Tribunal Federal (STF). “Com o recurso ao STF, pode ser concedida liminar suspendendo os efeitos de uma possível cassação. Quem vai dar a última palavra sobre o assunto será o Supremo”, diz o professor de direito eleitoral da Universidade de Brasília (UnB) Bruno Rangel Avelino. “Trata-se de recurso para casos em que a decisão tem erro, omissão, contradição ou obscuridade”, acrescenta

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Questionamentos

 

Em dezembro de 2014, as contas de campanha de Dilma Rousseff e Michel Temer foram aprovadas com ressalvas, por unanimidade, no TSE. No entanto, o processo foi reaberto após o PSDB apontar irregularidades nas prestações de contas apresentadas por Dilma, que teria recebido recursos do esquema de corrupção investigado na Operação Lava Jato.

 

O processo é resultado da unificação de quatro ações movidas pelo PSDB contra a eleição da chapa formada por Dilma Rousseff e seu vice, Michel Temer. Os tucanos acusam a campanha vencedora de ilegalidades e pedem a anulação do pleito de 2014.

 

Tanto Dilma quanto Temer apresentaram defesa ao TSE. A campanha de Dilma Rousseff nega qualquer irregularidade e sustenta que todo o processo de contratação das empresas e de distribuição dos produtos foi documentado e monitorado.

 

defesa do presidente Michel Temer afirma que a campanha eleitoral do PMDB não tem relação com os pagamentos suspeitos. De acordo com os advogados, não há qualquer irregularidade no pagamento dos serviços.

 

Na ação, apresentada à Justiça Eleitoral em dezembro de 2014, o PSDB pede que, caso a chapa seja cassada, o TSE emposse como presidente e vice os senadores tucanos Aécio Neves (MG) e Aloysio Nunes Ferreira (SP), atual ministro das Relações Exteriores, derrotados na eleição.

 

O que está sendo julgado?

 

O pedido de cassação da chapa Dilma-Temer começou com uma ação de investigação judicial eleitoral (Aije), com o objetivo de apurar suspeitas de fatos ilícitos ocorridos durante a campanha. Após a diplomação de Dilma Rousseff como presidente da República, foi proposta uma ação de impugnação de mandato eletivo (Aime). As duas ações tratam do mesmo assunto e serão julgadas em conjunto nas mesmas sessões no TSE.

 

Esta é a primeira vez que a corte abre uma ação como essa contra uma chapa empossada. A Aime está prevista na Constituição Federal e tem por objetivo impugnar o mandato obtido "com vícios e ilicitudes".

 

Segundo a legislação, a ação deve ser proposta quando o mandato tiver indícios de ter sido obtido com abuso de poder econômico, corrupção ou fraude. Mesmo com o processo deimpeachment da presidente Dilma Rousseff, a ação prosseguiu porque os dois integrantes da chapa podem ficar inelegíveis por oito anos se o TSE decidir pela cassação do resultado da eleição de 2014.

 

Como funciona o rito de julgamento?

 

A última etapa do processo foi concluída em 28 de março pelo relator, o ministro Herman Benjamin, que enviou aos demais integrantes do TSE o relatório final. Ao concluir o processo, Herman pediu a Gilmar Mendes a inclusão da matéria na pauta, de acordo com a Lei de Inelegibilidade (Lei Complementar 64/1990).


Foram investigados por Benjamin desvios na contratação de gráficas e o recebimento de recursos não declarados durante a campanha. O ministro verificou também repasses possivelmente ilegais feitos pela 
empreiteira Odebrecht, cujos indícios foram revelados pela Operação Lava Jato.

 

As ações foram incluídas na pauta de julgamentos do plenário do TSE do dia 4 de abril de 2017. Na ocasião, ao analisar duas questões de ordem antes do início do julgamento, os ministros decidiram ouvir novas testemunhas. Também ficou decidido que o prazo para apresentacão das alegações finais será de cinco dias depois de ouvir as testemunhas.

 

O voto de Herman Benjamin será conhecido somente no dia do julgamento.

 

Fases

 

Na condição de relator, de acordo com o regimento interno do TSE, o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Herman Benjamin, deverá começar o julgamento com a leitura do relatório da ação, que traz um resumo das diligências feitas, dos depoimentos e provas coletados, das perícias e das providências solicitadas por ele durante a fase de instrução processual.

 

Depois da leitura, o Ministério Público Eleitoral (MPE) se manifesta sobre a orientação do relator. Em seguida falam as defesas de Dilma Rousseff e de Michel Temer. De acordo com o regimento da Corte, cada uma das partes poderá falar pelo prazo improrrogável de 15 minutos.

 

Encerradas essas etapas, os demais ministros do TSE se manifestam. Eles podem concordar com o relator ou apresentar posições contrárias, incluindo ou não pedidos das defesas e do Ministério Público.

 

Na sequência, votam os ministros Napoleão Nunes Maia, Admar Gonzaga, Tarcisio de Carvalho Neto, Luiz Fux (vice-presidente do TSE), Rosa Weber e, por último, Gilmar Mendes. É preciso maioria entre os sete ministros para a decisão.

 

Diante da possibilidade de o julgamento ser interrompido por pedido de vista (mais tempo para analisar o caso) de um dos ministros, Gilmar Mendes afirmou que isso é um procedimento normal. “Se houver pedido de vista é algo absolutamente normal, ninguém fará por combinação com este ou aquele intuito”, disse.

 

Após a decisão, a sentença (acórdão) deve ser publicada pelo tribunal dentro de alguns dias. Então, as defesas podem apresentar recursos. Gilmar Mendes confirmou que, independentemente do resultado do julgamento, o STF deve receber recursos da ação.

 

O que acontece se a chapa for cassada?

 

Em seu voto, Herman Benjamin deve considerar se a campanha cometeu ilegalidades e se elas justificariam a anulação da eleição e a cassação da chapa. Além disso, vai analisar se Dilma e Temer são culpados por eventuais ilegalidades e devem ficar inelegíveis por oito anos.

 

A decisão pode ser tomada de maneira separada para cada integrante da chapa. O professor Bruno Rangel Avelino, da UnB, acredita, no entanto, que a separação da chapa é difícil por não haver precedentes nesse sentido no TSE.

 

Caso a chapa Dilma-Temer seja cassada, a Constituição Federal prevê que, após decorrida metade do mandato presidencial, se os cargos de presidente e vice ficarem vagos, o Congresso deve escolher o novo mandatário.

 

No entanto, as regras da Constituição podem ser alteradas. Há uma ação pronta para ser julgada no STF que pede que o pleito seja direto, no caso de a eleição ser anulada pela Justiça Eleitoral, quando faltarem pelo menos seis meses para a conclusão do mandato. Além disso, tramitam no Congresso Nacional duas propostas de emenda à Constituição que podem mudar as regras desse tipo de eleição.

 

Composição do TSE

 

O tribunal é formado por sete ministros: três fazem parte do STF (Gilmar Mendes, Rosa Weber e Luiz Fux), dois do STJ (Herman Benjamin e Napoleão Nunes) e dois da advocacia (Tarcisio de Carvalho Neto e Admar Gonzaga). Esses últimos são nomeados pelo presidente da República, a partir de uma lista tríplice enviada pelo Supremo.

No lugar dos ministros Henrique Neves e Luciana Lóssio, que concluíram seus mandatos, estão Tarcisio de Carvalho Neto e Admar Gonzaga. (Matéria da Agência Brasil - EBC)

 

Trata-se do ex-deputado Federal e ex-presidente da Câmara, Henrique Alves, que foi ministro do Turismo nos governo Dilma e Temer, acusado de corrupção na construção da Arena das Dunas, em Natal (RN). É mais um político de renome do Brasil que as novas Arenas da Copa de 2014 mandam pra cadeia.

 

Depois das prisões dos ex-governadores do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM) e Agnelo Queirós (PT), detidos coercitivamente para depor sobre acusação de propinas na construtção da Arena Mané Garrincha, em Brasília, agora, foi a vez de outra Arena da Copa de 2014, no Brasil, levar outro político brasileiro a ser preso pela Polícia Federal. Na manhã desta terça-feira (06/06), na operação Manus, a Polícia Federal prendeu o ex-deputado Federal e ex-presidente da Câmara, Henique Eduardos Alves (PMDB-RN), acusado de corrupção na construção da Arena das Dunas, em Natal, Rio Grande do Norte. Os ex-governadores do Distrito Federal foram detidos na operção Panatenaico, um referência ao Stadium Panatenaico, sede dos jogos do mesmo nome, realizadas na Grécia Antiga. Beneficiados por um hábeas corpus eles foram soltos beneficiados e respoderão o inquérito em liberdade.

 

Membro de família tradicional na política potiguar, Henrique Alves foi deputado Federal por 11 mandatos consecutivos e ocupou também o cargo de ministro do Turismo nos governos de Dilma Roussef (PT), que perdeu o mandato em 2015, e do seu vice, que assumiu a Presidência da República, Michel Temer (PMDB). A operação Manus é um desdobramento da Lava Jato que investiga o mega esquema de corrupção na Petrobras, sob o comando do juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba (PR). Ele ocupou a presidência da Câmara dos Deputados entre 2013 e 2015. Outro ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), também foi atingido por mandado de prisão na ação de hoje. Mas, Eduardo Cunha já encontra-se preso na Polícia Federal de Curitiba,

 

acusado de vários crimes na Lava Jato.

 

Elefantes brancos

 Arena das Dunas

 Como nas outras Arenas construídas para a Copa de 2014, os times do Rio Grande do Norte não têm torcida suficiente para manter a Arena das Dunas, em Natal

 

Todas as construções das quatro novas Arenas para a Copo do Mundo no Brasil - Mané Garrinha (Brasília), Pantanal (Cuiabá), Are. na Amazônia (Manaus), e Arena das Dunas (Natal) - estão sendo investigadas pela operação Lava Jato. Mesmo antes da realiação do Mundial, esses quatro novos estádios em cidades, que tracionalmente nunca tiveram futebol que jusficasse suas construções, já levantavam suspeitas de superfaturamento. Após a Copa, essas novas Arenas se transformaram em verdadeiros elefantes brancos. O quinto estádio novo construído exclusivamente para a Copa do Mundo de 2014, que foi a Arena do Corinthinas, em Itaquera, também é objeto de investigação da Lava Jato.

A operação Manus, da PF, investiga corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro na construção da Arena das Dunas. Segundo as investigações, há indícios de sobrepreço, que pode alcançar R$ 77 milhões. Henrique Alves e Eduardo Cunha são suspeitos de receber propina para favorecer duas construtoras que participaram da construção do estádio. Conforme o processo na Policia Federal, a propina teria sido paga através de doações oficiais entre 2012 e 2014. O dinheiro, que se destinaria a campanha eleitoral, pode ter sido usado também em benefício próprio dos acusados.
Os investigados vão responder por crimes de corrupção ativa e passiva e de lavagem de dinheiro. No total, são 33 mandados que a PF cumpre no Rio Grande do Norte e no Paraná: cinco de prisão preventiva, seis de condução coercitiva e 22 de busca e apreensão. (Renato Ferreira com informações do Estado de Minas/site UAI)
 
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Renato Ferreira
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Além da eleição do novo presidente, os 39 prefeitos da Região Metropolitana de São Paulo trataram também da criação de políticas públicas metropolitanas sobre o transporte coletivo e de carga - Por Renato Ferreira Nesta segunda-feira (05/06), foi realizada em São Paulo a 12ª Reunião Ordinária do Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de São Paulo. O evento, que contou com a presença dos 39 prefeitos da Região Metropolitana, além de técnicos, secretários municipais e representantes do Governo do Estado, como o chefe da Casa Civil, Samuel Moreira, foi realizado na Praça das Artes, Avenida São João, número 281, Centro de São Paulo. Na reunião, o prefeito da Capital, João Doria, foi eleito por aclamação como presidente da entidade para o próximo mandato de um ano. Já o prefeito de Santana de Parnaíba, membro do Cioeste (Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo), foi reeleito vice-presidente do Conselho. A reunião foi organizada pela Emplasa (Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano S/A). Além da eleição do novo presidente, os 39 prefeitos da Região trataram também de outros dois ítens da pauta: criação das Câmaras Temáticas de Transportes Públicos Metropolitanos e de Transportes Metropolitanos de Carga. A Região Metropolitana de São Paulo é a terceira maior do mundo, perdendo somente para as Regiões Metropolitanas de Tóquio e de Paris. Formada por 39 municípios a RMSP possui atualmente mais de 22 milhões de habitantes. Ao falar como o novo presidente do Conselho, João Doria agradeceu o apoio e destacou que o objetivo principal de todos os prefeitos deve ser o de atender a todos os cidadão, sobretudo, os mais pobres. "E temos que ter foco nas prioridades. Hoje, os problemas são regionais e comuns a todos os municípios e não podem ser tratados isoladamente. Temos problemas sérios, comuns a todos as cidades, como Habitação, Transporte, Segurança e Saúde Pública, que é o maior problema do país. E este Conselho deve colocar essas prioridades como pauta permanente. Nós vamos trabalhar nesse sentido", afirmou Doria. O prefeito de Osasco, Rogério Lins, conversou com a reportagem de Notícias & Opinião e enfatizou a importância do Conselho de Desenvolvimento da RMSP. "Ele é importante, justamente, porque os problemas são comuns a todas as cidades da região metropolitana. Hoje, tratamos aqui de temas importantes como saúde, segurança e transporte no sentido de buscar a criação de políticas públicas e soluções regionais para esses problemas comuns a todos os municípios", disse Lins. Confira aqui a videorreportagem do jornalista Renato Ferreira:

Foram dois gols do artilheiro Cristiano Ronaldo, um golaço de Casemiro e um de Asensio. Assim, o Real Madrid, do treinador Zidane, venceu a Juventus de Turim por 4 a 1, neste sábado (03/06) e conquistou o seu 12º título na final da Liga dos Campeões 2017. O gol da Juventus foi marcado por Mandzukic e também foi um golaço.

A decisão foi no Millennium Stadium, em Cardiff, capital do País de Gales. Com o título de hoje, o time espanhol chega a duas conquistas consecutivas e se isola ainda mais como o maior vencedor da competição. Agora, o Real Madrid já possui 12 taças como o melhor time da Europa. Pelo lado italiano, o veterano e excelente goleiro Gianluigi Buffon viu mais uma vez escapar o seu tão sonhado título de campeão europeu.

Feridos em Turim

E a tristeza da torcida da Jeventus não ficou restrita à derrota para o Real Madrid. Em uma praça no Centro de Turim, onde mais de 30 mil pessoas se reuniram para assistir ao jogo, houve cenas de pânico no final da partida e muitas pessoas ficaram feridas. As primeiras informações dão conta de um alarme falso de bomba, mas, a polícia não descarta uma ação de terroristas.

Veja, aqui, os últimos minutos da empolgante decisão: https://www.facebook.com/orenatoferreira/posts/1369804013109835?pnref=story

"Agradecemos o apoio do prefeito Rogério Lins, pois, se não fosse a Prefeitura de Osasco assumir os custos de um prédio como este, hoje, não estaríamos aqui inaugurando mais um posto do CEJUSC". Desembargador, doutor José Carlos Ferreira Alves.

 

Nesta sexta-feira (02/06), a cidade de Osasco ganhou o seu segundo posto do CEJUSC (Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania), órgão subordinado ao Tribunal de Justiça de São Paulo, criado para promover conciliações de demandas judiciais. A segunda unidade do CEJUSC em Osasco fica na Avenida dos Autonomistas, 3107, em prédio alugado pela Prefeitura de Osasco.. A primeira unidade foi criada há pouco mais de dois anos junto à Defensoria Pública.

A solenidade de inauguração contou com a presença do prefeito Rogério Lins e do Desembargador, doutor José Carlos Ferreira Alves, Coordenador do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos. O Desembargador representou o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, doutor Paulo Dimas Mascaretti. O evento foi prestigiado também pelo doutor Samuel Karasin, Diretor do Fórum da Comarca de Osasco. O CEJUSC, que já foi instalado em centenas de cidades do Estado, é uma ferramenta do Poder Judiciário criado pela Lei 13140 de 2015.

Homenagem a Jurandir Paes

A primeira a falar na inauguração foi a juíza, doutora Betina Rizaato Lara, Coordenadora do CEJUSC Osasco, que agradeceu a todos que colaboraram com essa conquista do povo de Osasco. "Este é um momento de muita felicidade para mim. Trata-se de uma parceria inédita entre o Poder Judiciário e a Prefeitura nesses moldes no Estado de São Paulo", disse a juiza, que também homenageou a família do saudoso advogado Jurandir Paes, que sempre trabalhou pela conciliação. "Em qualquer demanda judicial sempre estava lá o dr. Jurandir buscando uma solução amigável e foi ele um dos que mais batalhou pela instação da primeira unidade do CEJUSC em Osasco". Em seguida, ela entregou uma placa de prata em homenagem ao advogado aos seus filhos Rafael, Juliany e Wanessa.

Por sua vez, o prefeito Rogério Lins também falou sobre o trabalho do advogado Jurandir Paes, lembrando dos muitos conselhos que recebeu do advogado. "Estou muito feliz neste momento por fazer parte desta inauguração e poder rever tantos amigos. Sem dúvida, é muito grande a importância de mais este Centro Judicial em prol da conciliação de conflitos. E o nosso compromisso, como prefeito de Osasco, é criar parcerias desse tipo, manter e reforçar as que já existem no município, sempre com o objtivo de beneficiar a nossa população", disse Rogério Lins.

Ao falar sobre a importância do evento, o dr. José Carlos Ferreira Alves destacou os números do CEJUSC desde que foi criado, como também o que os Centros Judiciários representam para as soluções de conflitos. "Aproveito este momento para fazer um agradecimento especial ao prefeito Rogério Lins. Quando ele era vereador, fiz um contato solicitando-lhe um auxílio para uma entidade filantrópica. De imediato, o então vereador Rogério nos atendeu e os resultados foram excelentes para essa entidade. Sobre esse segundo posto do CEJUSC em Osasco, só posso dar os parabéns à população por essa conquista, com apoio total da Administração Municipal. Não fosse a Prefeitura assumir os custos de um prédio como este, hoje, não estaríamos aqui inaugurando mais uma unidade do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania", afimou o Desembargador.

Esteiveram presentes também o dr. Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, sub procurador-geral de Justiça e Planejamento Institucional, representando o Procurador Geral de Justiça do Estado de São Paulo, Gianpaolo Poggio Smanio; dra. Tatiana Semensatto de Lima Costa, Defensora Pública, Coordenadora da Regional Osasco; juiz José Tadeu Picolo Zanoni, Coordenador da Associação Paulisa de Magistrados na Cicunscrição Osasco; juiz Regis de Castilho Barbosa Filho, diretor da 1ª REgião Administrativa Judiciária da Capital; advogada Libânia Aparecida da Silva, Presidente da OAB/Osasco; vereador Ralfi Rafael da Silva; Delegado Mauro Guimarães, Seccional de Osasco; e o secretário de Administração de Osaco, Sérgio di Nizo.

Notícias & Opinião, com o jornalista Renato Ferreira, esteve presente e conversou com dr. José Carlos Ferreira Alves e com a dra Betina Rizzato Lara.

Confira aqui: 

 

 

 

 

 

 

 

Na manhã deste sábado (03/06), a Polícia Federal informou que o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), aliado do presidente Michel Temer (PMDB), foi preso por determinação do ministro Edson Fachin, relator da operção Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF). A prisão ocorreu em Brasília. O ex-deputado foi levado para a Superintendência Regional da PF na capital Federal. Segundo a PF, não há previsão, neste momento, de transferência do ex-palarmentar paranaense.


Rocha Loures e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) foram gravados pelo empresário Joesley Batista, dono da JBS, em negociação de pagamento de propina. Depois, ambos foram alvos de ações controladas pela Procuradoria-Geral da República. Em um dos vídeos gravados pela Polícia Federal, Rocha Loures aparece “correndo” após supostamente ter recebido uma mala com R$ 500 mil.

PublicidadA prisão de Rocha Loures havia sido pedida pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, na Operação Patmos, desdobramento da Lava Jato. A captura de Rocha Loures foi negada por Fachin. O ministro do STF havia alegado a imunidade parlamentar de Rocha Loures para não autorizar a prisão.


O ex-assessor de Temer havia assumido o mandato de deputado federal no lugar de Osmar Serraglio (PMDB-PR) que foi ao Ministério da Justiça. Após ser deposto da Justiça, Serraglio decidiu recusar a oferta de Temer para virar ministro da Transparência e reassumir o seu mandato.

Após Rocha Loures perder a prerrogativa do foro privilegiado, já que Osmar Serraglio havia voltado à Câmara, Janot, então, pediu a reconsideração da prisão do aliado de Temer.

Na semana passada, Janot já havia pedido para Fachin reconsiderar a decisão tanto relativa a Rocha Loures quanto ao senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG).

Para o procurador-geral da República, a prisão dos dois é “imprescindível” para garantia da ordem pública e instrução criminal, diante de fatos gravíssimos que teriam sido cometidos pelos parlamentares. (Matéria do Estado de Minas - Conteúdo do Estadão)

Deputados Federais Major Olímpio e Arnaldo Faria de Sá prestigiam evento e defendem que atividade dos guardas municipais devem ser consideradas de alto risco, conforme proposta que tramita no Congresso Nacional.

 

Nesta sexta-feira (02/06), foi realizada em Osasco, na região Oeste da Grande São Paulo, a 1ª Marcha Azul Marinho, promovida pela Guarda Municipal de Osasco. O evento teve início com uma concentração no Largo de Osasco e contou com a presença do prefeito de Osasco, Rogério Lins, do deputado Federal, Major Olímpio, de vereadores, secretários municipais e representantes de diversas GCMs do Estado de São Paulo e de outras cidades do Brasil. Conforme explicou o inspetor Rildo, responsável pela organização, a marcha foi idealizada com o objetivo de interagir com a sociedade, mostrar o papel das GCMs e também para se manifestar contra o alto índice de criminalidade que impera no país.

1 Marcha Azul Marinho de Osasco 3

Em seguida, os guardas municipais seguiram em marcha pelo Centro da cidade até o Teatro Municipal Glória Gíglio, onde o evento foi encerrado com um seminário sobre as Guardas Municipais. A Guarda Municipal de Osasco é comandada pelo inspetor Raimundo. O evento foi prestigiado também pelos prefeitos João Mello, de Ibiúna, e Josué Ramos, de Vargem Grande Paulista. O Hino Nacional foi executado pela Banda Sinfônica da GCM de Osasco.

 

Participaram da marcha membros da Defesa Civil, dos Anjos da Guarda. Estiveram presentes ainda Paulo Sineauskas, Presidente do Conseg zona Norte; inspetor Naval (Guarda Civil Metropolitana); inspetor Rui (GCM de Barueri); inspetor Alex (comandante da GCM de Vargem Grande Paulista); inspetor Almir (GCM de São Paulo); inspetor Vitor (sub comandante da CGM de Embu das Artes); inspetor Souza (sub comandante das GCM de Porto Feliz); comandante Araújo (GCM de Itapevi); comandante Hélio (GCM de Carapicuíba); Comandante Ednardo Leite (GCM de Embu Guaçú); comandante Godinho (GCM de Ibiúna); comandante José Onofre (GCM de Itapecerica da Serra); Orisvaldo Silva (Classe Especial da GCM de Campinas); Comandante Paulo Simon (GCM de Araçariguama);  comandante Wellington (GCM de Pirapora do Bom Jesus); Gilson Menezes (ex-comandante da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo); dra Libania, presidente da OAB Osasco; Major Keida, do 14º Batalhão da Polícia Militar/M.

Notícias & Opinião cobriu o evento e entrevistou os deputados Federais Major Olimpio, Arnaldo Faria de Sá e o prefeito de Osasco, Rogério Lins.

Confira as videorreportagens do jornalista Renato Ferreira:

Deputado Major Olímpio: "A atividade dos Guardas Municipais deverá ser considerada de risco, conforme proposta que tramita no Congresso Nacional" - https://www.facebook.com/orenatoferreira/posts/1368728746550695?pnref=story

Prefeito Rogério Lins: "A Guarda Municipal será reconhecida no nosso governo" - https://www.facebook.com/orenatoferreira/posts/1368768763213360?pnref=story

Deputado Arnaldo Faria de Sá: "Não há policiamento comunitário sem Guarda Muncipal" - https://www.facebook.com/orenatoferreira/posts/1368813556542214?pnref=story

 

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