Domingo, 23 Julho 2017 | Login

Pelo menos 64 pessoas já morreram no maior incêndio florestal da história de Portugal. O último balanço fala em mais de 179 pessoas feridas. 

Segundo informações dos bombeiros, eles já controlaram 95% do maior incêndio que começou no sábado em Pedrogão Grande, o mais fatal da história de Portugal com pelo menos 64 mortos. Agora, eles lutam para extinguir os 5% restantes, que "têm um grande potencial de risco". As informações são da agência de notícias EFE.

Segundo o último balanço anunciado pelo comandante de Proteção Civil de Portugal, Vitor Vaz Pinto, o fogo que ainda falta controlar equivale a uma extensão de 20 quilômetros se estivesse em uma linha reta.

Incêndio em Portugal 2

O que há no momento, explicou, são "focos repartidos" em zonas de "difícil acesso" nas quais estão trabalhando mais de 1,2 mil bombeiros, entre eles, 40 militares da Espanha. Vitor Vaz Pinto afirmou que a sensação dos bombeiros é "otimista" com relação ao incêndio de Pedrogão Grande. Trinta mil hectares foram afetados pelas chamas.

Com relação às vítimas, as autoridades portuguesas atualizaram o balanço, informando que subiu para 179, número ao qual se somam outros 25 feridos em outro incêndio que atinge o município de Góis - situado a 40 quilômetros ao norte -, onde permanecem ativos dois focos. Os bombeiros que trabalham em Góis se mostraram hoje otimistas no combate às chamas.

Nossa solidariedade ao povo português

O incêndio, que bombeiros de Setúbal, Coimbra e Lisboa tentam controlar, ficou ativo em quatro frentes e obrigou o fechamento de várias estradas de Pedrógão Grande, disse o secretário de Estado. Segundo ele, as temperaturas registradas no domingo, quando mais de 1.000 oficiais lutavam contra vários focos, alcançaram os 35º, além dos ventos de quase 6 kms/h que propagavam as chamas com mais força.  Além das equipes portuguesas, dois aviões Canadair, da Espanha e da França, trabalham na extinção do fogo.A União Europeia ativou o mecanismo comunitário de proteção civil para fornecer ajuda a Portugal.

Eu a Pila no centro de Lisboa

Nesse momento de dor por que passa  Portugal, Notícias & Opinião se solidariza com os nossos irmãos portugueses nessa tragédia que comove toda a comunidade portuguesa no mundo inteiro. Lembramos que em novembro do ano passado - eu, Renato Ferreira e minha esposa, Priscila - passamos 10 dias em terras portuguesas e jamais poderíamos imaginar que oito meses depois, esse país maravilhoso pudesse estar passando por momentos tão difíceis.

Além de Lisboa, fomos também para Porto, ao norte do país. E nesse trajeto passamos por várias cidades como Leiria e Coímbra, trafegando por diversas estradas dessas regiões afetadas pelo terrível incêndio. Torcemos para que em breve todos portugueses, principalmente, os da região central do país possam superar a dor dessa tragédia. (Renato Ferreira).

Quando será que as decisões do STF vão ser tomadas de acordo com o clamor popular? Se prenderam Andrea Neves, como deixar solto seu irmão e chefe Aécio?

 

Ao contrário das das decisões da semana passada, quando decidiram manter na prisão a irmã do senador Aécio Neves PSDB-MG), Andrea Neves, nesta terça-feira (20/06), os ministros da primeira turma do STF (Supremo Tribunal Federal), acabaram recuando. Além de adiarem o julgamento sobre o pedido de prisão do senador mineiro, afastado de suas funções parlamentares, os ministros voltaram atrás e decidiram colocar em liberdade a irmã do senador e outros dois acusados de corrupção nas delações de Joesley Batista, dono da JBS e da marca de carne Friboi.

A decisão foi tomada pelo ministro Marco Aurélio Mello, que é relator do processo, para decidir primeiro sobre um recurso protocolado pela manhã pela defesa de Aécio Neves. No pedido, os advogados de Aécio solicitam que o mesmo seja julgado pelo plenário da Corte. Ainda não há data para a retomada do julgamento.

 

Na semana passada, a Procuradoria-Geral da República reforçou o pedido de prisão e alegou que Aécio Neves não está cumprindo a medida cautelar de afastamento. Ao reiterar o pedido, Janot citou uma postagem do senador afastado, em sua página no Facebook, no dia 30 de maio, em que ele aparece em uma foto acompanhado dos senadores Tasso Jereissati (CE), Antonio Anastasia (MG), Cássio Cunha Lima (PB) e José Serra (SP), colegas de partido. “Na pauta, votações no Congresso e a agenda política”, diz a legenda da foto.

 

Em nota, a assessoria de Aécio Neves informou que o senador afastado tem cumprido integralmente a decisão do ministro Edson Fachin e se mantém afastado das atividades parlamentares. “Entre as cautelares determinadas não consta o impedimento de receber visitas e discutir como cidadão, e não como parlamentar, assuntos diversos”, diz o texto.

 

Um pouco antes, a primeira turma do STF decidiu também pela soltura da irmã e do senador, Adrea Neves, e do seu primo presos desde o mês passado em Belo Horizonte.  Frederico Pacheco e Andreia Neves são investigados no Supremo a partir das delações da JBS. Com a decisão, ambos passam a cumprir prisão domicilar com tornozeleira eletrônica. Sobre Mendherson Souza Lima, ex-assessor do senador Zezé Perrela (PMDB-MG), acusador de intermediar o recebimento de propina, os ministros deciram que o mesmo deva cumpria medidas cautelares. (Fonte: Agência Brasil - EBC)

 

 
Por Jeferson Martinho*
 
O crescimento da Internet trouxe uma avalanche de mudanças, muitas delas ainda em construção. Os veículos de mídia tradicionais estão perdendo espaço e relevância. Alguns mais rapidamente do que outros, é verdade, mas é notória a decadência geral. Se você tem entre 30 e 40 anos, pergunte-se com que frequência ainda vê a TV aberta? Ou mesmo TV por assinatura? Quantos jornais assina ou compra em banca? Quantas vezes, fora o período em que está no trânsito - e ainda assim se não for entusiasta de podcasts - ouve rádio diariamente? Se tem entre 18 e vinte e poucos, seus principais ídolos e referências certamente tiveram muito mais vídeos visualizados no YouTube ou menções no Twitter ou Facebook do que entrevistas publicadas em jornais ou revistas.
 
Veículos de mídia tradicional na maior parte do tempo estão sendo pautados por discussões que começaram nas mídias sociais. Não o contrário. Governos e gestores gastam mais tempo preocupados em responder a estímulos das redes sociais do que a demandas da mídia tradicional.
 
Em grande parte essa mudança aconteceu nos últimos cinco anos (apenas!) por causa de uma tecnologia disruptiva que não foi exatamente prevista: a chegada dos smartphones. Os gurus da comunicação chegaram a antever parcela da importância que a Internet ganharia, mas ficaram em geral restritos à épica disputa entre computador e TV, tentando prever quem assumiria o controle da sala de estar.
 
No final, erraram. Nem um, nem outro; tampouco algo híbrido. Chegou um aparelhinho que cabe na palma da mão, juntou a Internet, a TV, o rádio, a máquina fotográfica, a filmadora. Deu ao usuário poder de interagir, consumir e produzir conteúdo em qualquer lugar e a qualquer hora. Desbancou as previsões mais futuristas dos gurus.
 
E como a propaganda ficou nessa história?
 
Se há um conceito que não se alterou - e nem deve se alterar significativamente em muitos anos - é que a propaganda ainda é a alma do negócio. Ainda mais em tempos de crise. A grande mudança no processo é que ela ganhou uma série de novas plataformas, formatos e possibilidades.
 
Percebendo a oportunidade, as empresas de tecnologia e portais de todos os tipos, dos mecanismos de busca às criadoras de redes sociais, trataram de criar ainda mais espaços de publicidade. AdWords, Facebook Ads, impulsionamento, post patrocinado, publieditorial etc. E como todo sistema com múltiplas escolhas, encheu de dúvidas os departamentos de marketing, os gestores, as agências e os responsáveis pela gestão de comunicação das empresas, das micro às multinacionais.
Os negócios maiores, de escala nacional ou global, saíram na frente, atirando para todos os lados. E continuam fazendo isso. Fracionaram ainda mais os budgets, determinaram escalas de importância e, em muitos casos, métricas mais eficazes de ROI (retorno sobre o investimento) para dar peso a cada mídia.
 
Mas e os negócios regionais e locais, como ficaram? Para estes o buraco é mais embaixo...
 
Como decidir qual propaganda funciona para o meu negócio?
 
Os gurus da propaganda e entusiastas da Internet desde cedo alardearam as vantagens da propaganda digital. A maravilha do ecommerce, o pensar e agir global e muitas outras. Pergunte ao dono ou gerente de marketing da loja de roupas do shopping, do mercadinho da esquina (sim, ele sobreviveu à globalização) ou da construtora do novo conjunto de apartamentos do bairro. Eles serão unânimes em reafirmar o mantra da importância da Internet, da propaganda digital e coisa e tal. Mas por quê e, mais importante, como? Neste momento as opiniões serão muito díspares. Porque os gurus esqueceram de ponderar algumas coisas.
 
É por isso que a loja de roupas, o mercadinho ou a construtora local estão fazendo coisas absolutamente diferentes em publicidade, mas na grande maioria das vezes da mesma forma: na base da tentativa de erro e acerto.
 
De fato, não existe uma fórmula mágica de propaganda digital. Mas existem algumas variáveis que é importante conhecer para decidir onde e como investir.
 
Qual a escala de seu negócio, quem é e onde está seu potencial cliente?
 
Nem sempre maior exposição é garantia de sucesso. Antigamente o empresário decidia de forma mais simples. Para além dos grandes circuitos de mídia e, portanto publicidade, havia a TV local, o rádio e jornal da cidade com preços muito mais razoáveis do que os surreais praticados pelos grandes veículos. Funcionava bem. Mas agora que os consumidores estão migrando de plataforma, consumindo mais conteúdo no celular, a mídia impressa reduzindo tiragens (principalmente os grandes jornais e revistas), a equação ficou muito mais complexa.
 
Sabendo que seu negócio tem uma escala regional ou local, e seu maior concorrente não está em outro estado ou outro país, oportunidades de mídia locais ainda são a melhor alternativa. Tão ou mais eficientes que o anúncio em papel na revista ou no jornal local, talvez o site da revista, o site do próprio jornal local ou o portal de notícias da região possam oferecer um ROI bem maior do que aquele grande portal de notícias (que continua com preços surreais).
 
Onde está seu cliente? Longe? Disposto a pagar frete? Ou interessado em visitar a sua empresa, negociar condições exclusivas, tratar olho no olho e, quem sabe, virar cliente fiel e amigo do dono? Mais de 80% dos negócios tradicionais ainda se baseiam em clientes típicos do segundo exemplo. O cliente está muito mais perto. Se informa pelas redes sociais e portais, mas liga no telefone fixo (ou manda Whatsapp) para obter mais informações antes de fechar uma compra. Mas aí está você pensando que faz um excelente negócio publicitando em AdWords e aparecendo no topo da pesquisa por alguns minutos do dia, ou com banneres aparecendo naquelas posições marginais que um ou outro portal de conteúdo reservam para esse tipo de anúncio.
 
Está claro porque o resultado na maioria dos casos será muito aquém do esperado... Seu banner vira paisagem. Nem mesmo se aproveita da suposta credibilidade do grande portal, pois que o site ou jornal local têm muito mais propriedade para referendar um vizinho.
 
Como pensa seu consumidor típico?
 
O consumidor pensa localmente. Não é à toa que, quando busca uma residência nova, se preocupa em saber que tipo de comércio funciona nas redondezas. Quais serviços terá à disposição se precisar? Por mais racionalidade que possa haver no ato, consumir é muito mais uma decisão impulsiva, ou urgente, do que calculada. A menos que o serviço ou produto que ele busca tenha uma especificidade muito grande, ou preços muito mais vantajosos em grandes portais de ecommerce, os tempos de decisão e compra do consumidor ainda serão em sua maior parte baseados em proximidade. Trajeto até em casa, facilidade de troca, a confiança de ver, provar e testar; a comodidade.
 
Ah, mas a busca e a entrega dos anúncios geolocalizadas pelo Google ou Facebook resolvem! Será mesmo?
 
Tem certeza de que o seu orçamento é páreo para competir, num leilão de espaço de um grande portal, com o orçamento daquela gigante do seu segmento? Sim, aquela que gasta milhões para publicitar em todo o país? Será que suas chances de captar um lead não serão maiores investindo (algo similar ou pouco maior do que aquilo que você reservou ao Google) num anúncio maior e mais destacado em portais de conteúdo local, bem visitados?
 
Aprenda a trabalhar com métricas 
 
É curioso perceber que pequenos e médios negócios, desde o tempo do anúncio no jornal, até os atuais na Internet, ainda não se entenderam corretamente com as métricas. Aquela estratégia de "leve este anúncio e ganhe x% de desconto", ou equivalente, que deveria ser obrigatório (na falta de qualquer coisa melhor) para aferir resultados e conversões, ficou muito mais fácil com a publicidade digital. O site da sua empresa, seu contato por email, Whatsapp ou mesmo por telefone, permitem hoje com muito mais facilidade identificar a origem e o caminho do lead para determinar a eficiência da sua publicidade.
 
Ainda é impressionante a quantidade de campanhas diretas ou criadas por agências circulando na Internet sem fazer a menor ideia do que é um código de rastreamento. Se não planejar essa medida, o real retorno de seu banner, post patrocinado ou publieditorial será diluído entre os resultados de outras ações. O efeito colateral mais danoso disso é fazer sua percepção esbarrar numa avaliação genérica de que "não dá resultado", desmotivando novas ações de sucesso em mídia digital.
 
Boa parte dos sites locais e de nicho oferecem esse recurso aos anunciantes. E, mesmo quando não oferecem, sempre é possível usar ferramentas simples e até gratuitas como URLs preparadas, landing pages e o próprio Google Analytics ou o Facebook Ads.
 
Trabalhar corretamente o Facebook
 
Uma das grandes ferramentas de publicidade dessa nova onda ainda é, inegavelmente, o Facebook. Agências e gestores de comunicação têm com ele uma espécie de relação de amor e ódio, por causa de suas constantes mudanças de algoritmo e edge rank. Na prática, isso faz com que as estratégias mudem constantemente, mudem formatos de anúncios ou requeiram maior investimento na amplificação de campanhas.
 
Apesar disso, via de regra, um conceito básico também não muda: aumentar sua visibilidade passa por injetar recursos e impulsionar publicações. Mas o resultado pode ir do fracasso total ao sucesso retumbante a partir de alguns "detalhes". A definição correta do público alvo, a delimitação geográfica, e o alcance das páginas ou posts impulsionados contam de maneira decisiva.
 
Com a possibilidade de cruzar mídias como portais locais na Internet e suas páginas de Facebook, o fato é que o mesmo recurso investido numa página própria da empresa pode ter um alcance muito maior quando alavancado a partir de um influenciador local, pelo expediente do post patrocinado ou conteúdo publieditorial. Para campanhas de fixação de marca, tanto melhor ainda pela transferência de credibilidade entre veículo e anunciante proporcionada pela ação.
 
Seja como for, a Internet é, e continuará sendo, uma grande ferramenta de comunicação e publicidade. Tanto mais quanto melhor for o conteúdo de carrega a propaganda. Por isso, quando pensar em definir sua próxima campanha, em busca de resultados reais, tenha certeza de não desperdiçar as oportunidades que os portais de conteúdo locais, os blogues e influenciadores regionais podem proporcionar. Tanto no mundo online quanto off line.
 
*Jeferson Martinho é jornalista e diretor da agência de comunicação integrada Nova Onda Comunicação. 
 

 

No sábado, 10/6, o prefeito de Osasco, Rogério Lins, vistoriou a obra do Conjunto Habitacional Miguel Costa em Quitaúna, acompanhado de representantes das áreas Miguel Costa, Rochdale e Santa Rita, que serão beneficiados com as moradias.

 Migue Costa 1 menor

A obra, realizada por meio do programa Minha Casa Minha Vida em parceria com o PAC 2 – Plano de Aceleração do Crescimento e Prefeitura, tem previsão de entrega para o final de 2018.

 

As unidades habitacionais, construídas em uma área de 98 mil metros quadrados com 48 torres, beneficiarão 621 famílias, sendo 386 delas removidas da área Miguel Costa, 174 removidas da área Santa Rita e 61 famílias removidas do Rochdale. No local também serão construídas quadras poliesportivas, além de um projeto paisagístico voltado à sustentabilidade ambiental.

 

“Temos uma preocupação muito grande com a questão da moradia, por isso buscamos alternativas e parcerias para ampliar cada vez mais os programas habitacionais e proporcionar moradia digna para as famílias osasquenses”, afirmou o prefeito Rogério Lins. (SECOM-Texto:Ivany Soares - Foto:Sérgio Gobatti)

O ex-deputado, que se encontra preso, desmente o dono da JBS e ainda informa como o encontro em São Paulo, entre ele, Joesley e Lula, pode ser confirmado

 

Não demorou muito para a entrevista bomba do empresário Joesley Batista à revista Época, onde chama o presidente Temer de "chefe da quadilha mais perigosa do Brasil", detonar outra BOMBA, desta vez vinda de Curitiba. Depois que o presidente reagiu à entrevista, processando Joesley Batista, foi a vez do ex-deputado e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), vir à tona e desmentir o dono da JBS e da marca de carne Friboi.

Da cela que ocupa em Curitiba, onde está preso depois de ser acusado e condenado na operação Lava jato,  Eduardo Cunha escreveu nesta segunda-feira (19/06),  uma carta endereçada ao Judiciário, em que diz ter se reunido com Joesley Batista e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para discutir o processo de impeachment de Dilma Rousseff (PT).

Segundo o ex-deputado fluminense, a reunião foi marcada pelo próprio empresário da JBS. Ele escreveu a carta para desmentir o que Joesley informou, em entrevista à revista “Época”, sobre a relação com Lula. Segundo Joesleu, ele e o ex-presidente só teriam se encontrado duas vezes.

“Ele [Joesley] fala que só encontrou o ex-presidente Lula por duas vezes, em 2006 e 2013. Mentira! Ele apenas se esqueceu que promoveu um encontro que durou horas, no dia 26 de março de 2016, Sábado de Aleluia, na sua residência […] entre eu, ele e Lula, a pedido de Lula, a fim de discutir o processo de impeachment […] onde pude constatar a relação entre eles e os constantes encontros que eles mantinham”, diz Cunha.

O ex-presidente da Câmara dos Deputados ainda afirma que existência da reunião pode ser comprovada pelos seguranças da presidência da Câmara e pelos registros do carro alugado em São Paulo.

Ainda na carta, Eduardo Cunha deu a entender que mantinha relação de proximidade com Joesley. “Lamento ter exposto a minha família à convivência com esse perigoso marginal, na minha casa e na dele”, afirmou o ex-deputado. (Renato Ferreira com informações da Folha de S. Paulo.)

 

O empresário Joesley Batista dono JBS e da marca Friboi pode não se dar tão bem como espera depois de gravar conversas com o presidente Michel Temer e de ter classificado Temer,  na entrevista à revista Época,  como "chefe da quadrilha mais perigosa do Brasil". É que nesta segunda-feira (19/06), o presidente Temer finalizou as duas ações contra o dono da JBS. E pouco antes de seguir para a Base Aérea e embarcar para viagem de cinco dias para a Rússia e Noruega, ele deu entrada nos dois processos contra Joesley na Justiça. Em vídeo divulgado nas redes sociais, Temer diz que "criminosos não ficarão impunes no Brasil).

Uma das ações será por danos morais, onde pedirá indenização financeira, e a segunda, será uma queixa crime, por difamação, calúnia e injúria, crimes contra a honra. O presidente decidiu acionar o advogado do PMDB, Renato Oliveira Ramos, para representar contra o empresário. A ação criminal foi impetrada na Justiça Federal e a cível, na Justiça comum.


Na ação inicial, Michel Temer não estabeleceu um valor de indenização, mas isso poderá ser feito em um segundo momento, caso o juiz indique que pode especificar um montante. A ideia do presidente, caso consiga ganhar as ações na Justiça, é doar os valores referentes a elas a uma instituição da caridade.

Temer dedicou boa parte do fim de semana para discutir com seus advogados não só as ações a serem apresentadas na Justiça contra Joesley, que anunciou que faria em nota oficial divulgada sábado. No feriado, Temer se reuniu também com o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Carlos Velloso, que irá ajudá-lo na defesa da denúncia que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deverá apresentar contra o presidente, nos próximos dias.

Durante a viagem ao exterior de Temer, os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e da Secretaria de Governo, Moreira Franco, permanecerão em Brasília monitorando ações contra o governo e trabalhando pela reaglutinação da base aliada.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que assumiu o comando do País com a viagem de Temer, não foi ao Palácio do Planalto nesta segunda-feira, já que estava em Pernambuco. Ele deverá começar a despachar no gabinete presidencial nesta terça-feira, 20. (Fonte: O Estado de Minas - Site UAI)

Na ocasião, o prefeito Rogério Lins assinou uma Carta Compromisso elencando os investimentos que a Prefeitura fará na corporação a curto, médio e a longo prazos

Por Renato Ferreira

Na segunda-feira, 19/6, a Prefeitura de Osasco comemorou os 27 anos de funcionamento da Guarda Civil Municipal . Promovida pela Secontru (Secretaria de Segurança e Controle Urbano), o evento foi realizado na Avenida Bussocaba, em frente ao Paço Municipal. A cerimônia contou com a presença do prefeito Rogério Lins, de secretários municipais, de vereadores e demais autoridades civis e militares. No local, todo o efetivo da Guarda e convidados cantaram o Hino Nacional, executado pela Banda de Música do 4º BIL (Batalhão de Infantaria Leve) do Exército Brasileiro.

 GCM Homens menor

Antes dos discursos das autoridades, o mestre de cerimônia, inspetor regional Rildo, fez um breve relato sobre a História das Guardas Civis no Brasil, desde a primeira corporação criada ainda no Império, no Rio de Janeiro, até os dias de hoje com as Guardas Civis Municipais instaladas na maioria dos municípios brasileiros. Em Osasco, em 1986, foi criada a Guarda Escolar. Já em 1990, foi instituída a Guarda Civil Municipal, que completa, agora, 27 anos de existência.

O primeiro a falar foi o comandante da GCM de Osasco, inspetor Raimundo, que enfatizou a importância da união de todos os guardas e também de todas as forças de segurança do município em prol do cidadão de Osasco e região. Em seguida, foi a vez do secretário de Segurança e Controle Urbano, Valdeci Magdanelo, que parabenizou a GCM e também agradeceu ao prefeito por ter confiado a ele a responsabilidade de conduzir as ações de segurança na cidade.

Também falou sobre a importância do evento o vereador dr. Lindoso, presidente da Câmara Municipal de Osasco. “É imprescindível o papel que a Guarda Muncipal desempenha no município. Parabéns a todos os guardas e contem com a Câmara Municipal de Osasco”, disse vereador.

 GCM Rogério menor

Ainda se restabelecendo de uma cirurgia no joelho, realizada na semana passada, o prefeito Rogério Lins fez questão de prestigiar o evento. Ele falou sobre o papel fundamental que a Guarda Civil Municipal desempenha, não somente no zelo pelos bens públicos de Osasco, mas principalmente na segurança do cidadão em ações conjuntas com as Polícias Civil e Militar.

“Desde que eu era vereador, sempre tive um carinho especial pela GCM e pelo trabalho que os guardas desempenham no município. Agora, como prefeito, a nossa meta é investir sempre no sentido de buscar melhorias para a Guarda Municipal de nossa cidade”, disse o prefeito.

Ainda no palanque, o prefeito e os vereadores assinaram uma Carta Compromisso sobre os investimentos que a Prefeitura fará a curto, médio e a longo prazo em busca de melhorias de trabalho e também salariais para a GCM. “Já estamos investindo em câmeras de monitoramento, vamos aumentar o efetivo com o Concurso Público e também adquirir novas viaturas e motocicletas. Também enviaremos para a Câmara Municipal o Plano de Carreira e Salários da Guarda para já constar no orçamento do próximo ano”, finalizou Rogério Lins.

Homenagens

 GCM tropa em revista menor

A Guarda Civil Municipal prestou homenagens aos seus componentes que se  destacaram em suas funções, oferecendo-lhes a “Laura do Mérito da GCM”. Foram homenageadas também diversas personalidades com o Certificado “Amigo da Guarda”. Dentre os homenageados estavam o Tenente-coronel Júlio Cesar Toledo Sousa (Comandante do 4º BIL); o Major Keida (14º BPM); Pedro Calixto (Diretor de Segurança do Osasco Plaza Shopping); Tenente-coronel André Luiz de Oliveira (comandante do 20º Batalhão da Polícia Militar); Coronel Vladimir Tadeu Ferreira Junior (comandante do 2º Batalhão de Polícia do Exército); Soleny Oliveira Pereira (Diretor de RH da Prefeitura de Osasco); os secretários municipais Sérgio Di Nizo (Administração); Ivo Gobato Junior (Assuntos Jurídicos); Ana Paula Rossi (Educação), e Fabio Grossi (Adjunto da Secretaria de Trânsito).

A cerimônia de aniversário foi encerrada com um coquetel na Sala Osasco, com apresentações musicais da Banda Sinfônica da Guarda Municipal de Osasco. Dentre outras músicas, foram executadas Aleluia, com a vocalista Marjory, e o Parabéns a Você. O bolo foi cortado pelo prefeito Rogério Lins, o secretário Valdeci Magdanelo e o comandante Raimundo.

Estiveram presentes na solenidade, os vereadores Daniel Matias, Ricardo Silva, Régia Sarmento e Lúcia da Saúde; os secretários municipais Cláudio Monteiro (Serviços e Obras), José Carlo Vido (Saúde), Carlos Piteri (Setran); Délbio Teruel (Esportes); Élio Salvini (Meio Ambiente); Jair Anastácio (CMTO); Suzete Franco (Assistência Social), Gustavo Anitelli (Cultura); Elsa Oliveira (Chefe de Gabinete); José Bento (Comunicação);  e Dulce Helena (Planejamento e Gestão); Coronel Machado (Comandante do CPA/M-8; Tenente-coronel Toledo (Comandante do 4º Batalhão Infantaria Leve); Tenente-coronel PM Luiz (Comandante do 14º BPM); Dr. Mauro (Delegado Seccional de Osasco); Eduardo Leite (Comandante da GCM de Embu Guaçu); Hélio (Comandante da GCM de Carapicuíba); Bispo Nunes (coordenador Geral dos Anjos da Guarda); Paulo Siniauskas (Conseg Norte II e representante do deputado estadual Celso Giglio); Dr. Edson (Corregedor da GCM Osasco), e Carlos Roberto (Ouvidor da Prefeitura de Osasco). (Fotos: Sérgio Gobatti e Ivan Cruz)

Empresário conta em entrevista que início do esquema começou há 15 anos e que o ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, era o seu interlocutor com o Partido dos Trabalhadores, durante o governo Lula

Na entrevista concedida à revista Época, o empresário Joesley Batista, do grupo J&F, dono da JBS, explica que o esquema organizado de pagamento de propina começou com o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ele, o Partido dos Trabalhadores (PT) institucionalizou a corrupção num modelo que passou a ser reproduzido pelas demais legendas.

Segundo o delator, esse esquema contempla a criação de núcleos, a divisão de tarefas entre integrantes em estados, ministérios, fundos de pensão e bancos. O início do esquema se deu há cerca de 15 anos, quando se configurou grupo com tarefas divididas entre chefe, operador e delator. Joesley conta que o ex-ministro da Fazenda dos governos Lula e Dilma, Guido Mantega, era seu interlocutor com o partido. Durante a entrevista, o delator lembra que entregou provas aos procuradores e que o PT tinha o maior saldo de propina com a JBS.

O dono da JBS afirmou na entrevista que os pagamentos viravam obrigação. “Olhe o caso do Guido. ‘O BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) comprou ações e investiu na sua empresa. Como você não vai me dar dinheiro?’”. Embora o delator tenha dito que as relações da empresa com com o banco eram republicanas, ele afirmou que pagava propina para Mantega por causa de ameaças. “Era só o Guido dizer no BNDES que não era mais de interesse do governo investir no agronegócio e pronto”.

Número 2 


Na entrevista, Joesley disse que o presidente Michel Temer (PMDB) era “o chefe da maior e mais perigosa organização criminosa do Brasil”. Questionado sobre quem era o número 2, ele responde que é o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG). Isso porque o tucano ficou em segundo lugar nas eleições de 2014. Ele explica que, por essa razão, decidiu fazer gravações com o “número 1” e o “número 2” para entregar ao Ministério Público Federal (MPF). O dono da JBS afirma que o mesmo sistema de caixa 2, nota fria e compra de coligação usado pelo PT foi aditado pelo PSDB. 

O PSDB e Aécio destacam que, conforme dito pelos próprios delatores, a JBS doou cerca de R$ 60 milhões para as campanhas presidenciais e estaduais do partido em 2014, de acordo com o registrado no TSE. E, segundo eles, jamais houve contrapartida para essas doações, o que torna absurdo caracterizá-las como propina.

À revista, Joesley afirmou também que decidiu gravar a conversa com o presidente da República no Palácio do Jaburu, em março, para saber se a “agenda” de Temer passava pela compra do silêncio do operador Lúcio Funaro e do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ambos presos na Lava-Jato.

Joesley foi perguntado por Época por que não gravou Lula. Ele responde que “nunca teve uma conversa não republicana com Lula”. Diz que esteve com o ex-presidente duas vezes, em 2006 e em 2013.

Cobrança 

O dono da JBS alega à revista que era cobrado pelo ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-RJ) para que pagasse o silêncio de Eduardo Cunha e Lúcio Funaro. “Virei refém de dois presidiários. Combinei quando já estava claro que eles seriam presos, no ano passado. O Eduardo me pediu R$ 5 milhões”, disse na entrevista. (Matéria extraida do jornal O Estado de Minas - Site UAI)

 

Prazos finais para Temer, Aécio e Lula

Após o dia 20 e até o final de junho, muitas novidades devem acontecer no âmbito da Operação Lava Jato e de outras investigações da Polícia Federal. São as definições do Poder Judiciário sobre os pedidos de prisão do presidente Temer, do senador Aécio Neves e sobre a condenação do ex-presidente Lula pelo juiz Sérgio Moro em inquéritos na Lava Jato. (Renato Ferreira)

É um tiro de fuzil no Temer e um de borracha em Lula.

 

Por Renato Ferreira - 

 

Os irmãos Batista - donos da Friboy - que elevaram o faturamento anual da JBS de R$ 4 bilhões para R$ 170 bilhões nos governos petistas, estão fazendo de tudo pra livrar a pele do Lula na Lava Jato.

Será que vão conseguir?

 Temer e Lula

Logo no início da Lava Jato, o PGR, Rodrigo Janot, disse que o Lula era "o chefe da quadrilha". Agora, o Joesley diz que "o Temer é o chefe da quadrilha mais perigosa do Brasil".

Diante dessas afirmações de investigados e de quem investiga, fica uma pergunta: Quem é mais perigoso para o Brasil?

 

Nesta quinta-feira (15/06), acontece desde a parte da manhã,  a 25ª edição da Marcha para Jesus em São Paulo, considerada o maior evento gospel do Brasil e um dos maiores do mundo. Segundo os organizadores, a expectativa é de que mais de três mihões de pessoas estejam participando do evento que vai até por volta das 22 h, com a presença de diversos líderes, pastores e cantores evangélicos. Também hoje, a Marcha para Jesus está sendo realizada em quase todas as capitais do Brasil e em outras centenas cidades de norte a sul do país.  Promovido pela Igreja Renascer em São Paulo, em outras cidades, o evento conta com o apoio dos Conselhos de Pastores e reúne membros das mais diversas igrejas para oração e louvor.

Tudo começou em  Londres,  em 1987, quando o pastor pentecostal Roger Forster reuniu diversos cristãos de várias igrejas para orar pela capital da Inglaterra.  E em 1990 a Marcha chegou ao Brasil. 

A primeira Marcha para Jesus no Brasil foi realizada em  São Paulo, em 1993, promovida pela Renacer em Cristo, sob a liderança do apóstolo  Estevam Hernandes.  Naquele ano, o evento reuniu cerca de 300 mil pessoas na Avenida Paulista. Posteriormente, a Marcha em São Paulo foi crescendo a cada ano e se transformou no maior evento gospel do Brasil com a presença, inclusive, de trios elétricos, com forte apelo político.


No ano passado, a Marcha para Jesus em São Paulo contou com quase 5 mil caravanas oriundas de várias partes do Brasil.  Desde 2009, o evento faz parte do calendário oficial do país conforme lei sancionada pelo ex-presidentente Luiz Inácio Lula da Silva.. Em 2015, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin assinou a lei que oficializa o feriado de Corpus Crhisti como a data anual da Marcha em São Paulo.  

Desgaste político

Como cresceu muito, houve o natural interesse de políticos em participar e usar o evento evangélico.  Em quase todos os anos, houve discursos de políticos, sempre no sentido de exaltar o trabalho social das igrejas, mas, também sobre a necessidade de os evangélicos "participar" da política ou "assumir seus espaços" na vida política do Brasil.  E, assim, consequentemente, acabou havendo também o desgaste político do evento, que começou com o objetivo de louvar a Deus e de orar pelo país e pelo povo. 

Neste ano, Hernandes fez questão de envatizar que a Marcha passa longe de qualquer motivação eleitoral. “A Marcha não tem objetivos políticos, mas, apenas, o de unir as pessoas em torno do amor por Cristo. Também, é uma manifestação de amor pelo país, quando oramos por nossas famílias, mas também pelo futuro da pátria”, afirmou o líder da Renascer em Cristo.  Na  oração que abriu o evento de 2017, , o apóstolo pediu: “Pai, tira a fome e a corrupção do Brasil. O Deus de paz vai esganar o satanás sob os teus pés”.

Temer vetado

Para a Marcha que vai até às 22h desta quinta-feira, o prefeito de São Paulo, João Doria gravou um vídeo sobre o evento. O Governador Alckmin não participou e a presença de Temer foi vetada.  Mas, mesmo assim, políticos como Marcelo Criviella, prefeito do Rio de Janeiro (PRB),  e o deputado Federal Tiririca (PR-SP),  participaram.  Participaram também atletas de futebol e artistas como o jogador Neymar, o técnico do Corinthians, Fábio Carille, os apresentadores Raul Gil e Sonia Abrão, além do sambista Neguinho da Beija Flor. No entanto, o vídeo gravado por Michel Temer foi vetado.  Segundo informações, o evento tem um custo estimado em R$ 1 milhão. Uma parte desse valor é bancado pela Prefeitura, enquanto o restante é custeado pela organização com a venda de camisetas temáticas. (Renato Ferreira com Agências)

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