Sexta, 22 Fevereiro 2019 | Login

Além de pessoal, Israel envia também equipamentos capazes de rastrear sobreviventes e corpos em locais atingidos pela lama da barragem. A ajuda foi acertada entre o Presidente Jair Bolsonaro e o primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.

 

Decolou neste domingo, 27/01, uma missão com 130 integrantes das Forças de Defesa de Israel que vão ajudar no resgate das vítimas da tragédia em Brumadinho (MG).

O avião fretado da companhia israelense El Al deixou Tel Aviv por volta das 6h30 (horário brasileiro de verão) e o pouso em Confins está previsto para acontecer por volta das 21h30.

As equipes vão levar equipamentos de ponta para tentar localizar sobreviventes e corpos soterrados pela lama da barragem da mineradora Vale que se rompeu na última sexta-feira (25).

Antes do embarque, as Forças de Defesa de Israel postaram no Twitter uma foto do grupo que viaja ao Brasil, com a frase: "salvar vidas não é sobre o quão longa é a distância, é sobre o quão longe você está disposto a ir".

A delegação é composta por soldados, oficiais, engenheiros, médicos e especialistas da unidade submarina da Marinha israelense. Também viaja o embaixador de Israel para o Brasil, Yossi Sheli.

"Vai ser um desafio como nenhum outro e estamos prontos para atender", declarou o comandante do grupo, coronel Golan Vach.

O presidente Jair Bolsonaro e o primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, negociaram o envio do apoio da equipe especializada.

No Twitter, Netanyahu, que esteve na posse de Bolsonaro, disse ter falado com o presidente para sugerir "que Israel envie assistência imediata para o local do desastre e ajude na busca dos desaparecidos".

Estreia
A missão israelense ao Brasil é a primeira desde que o grupo foi certificado, em novembro, pelo INSARG (Grupo Consultor Internacional de Busca e Resgate), composto também por grupamentos da Bielorrússia, Alemanha, Islândia, Rússia, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos.

No entanto, a imprensa local lembra que Israel já enviou ajuda em grandes catástrofes, como os terremotos no Nepal, em 2015, e no México, em 2017. (R7)


Decolou neste domingo, 27/01, uma missão com 130 integrantes das Forças de Defesa de Israel que vão ajudar no resgate das vítimas da tragédia em Brumadinho (MG).

O avião fretado da companhia israelense El Al deixou Tel Aviv por volta das 6h30 (horário brasileiro de verão) e o pouso em Confins está previsto para acontecer por volta das 21h30.

As equipes vão levar equipamentos de ponta para tentar localizar sobreviventes e corpos soterrados pela lama da barragem da mineradora Vale que se rompeu na última sexta-feira (25).

Antes do embarque, as Forças de Defesa de Israel postaram no Twitter uma foto do grupo que viaja ao Brasil, com a frase: "salvar vidas não é sobre o quão longa é a distância, é sobre o quão longe você está disposto a ir".

A delegação é composta por soldados, oficiais, engenheiros, médicos e especialistas da unidade submarina da Marinha israelense. Também viaja o embaixador de Israel para o Brasil, Yossi Sheli.

"Vai ser um desafio como nenhum outro e estamos prontos para atender", declarou o comandante do grupo, coronel Golan Vach.

O presidente Jair Bolsonaro e o primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, negociaram o envio do apoio da equipe especializada.

No Twitter, Netanyahu, que esteve na posse de Bolsonaro, disse ter falado com o presidente para sugerir "que Israel envie assistência imediata para o local do desastre e ajude na busca dos desaparecidos".

Estreia
A missão israelense ao Brasil é a primeira desde que o grupo foi certificado, em novembro, pelo INSARG (Grupo Consultor Internacional de Busca e Resgate), composto também por grupamentos da Bielorrússia, Alemanha, Islândia, Rússia, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos.

No entanto, a imprensa local lembra que Israel já enviou ajuda em grandes catástrofes, como os terremotos no Nepal, em 2015, e no México, em 2017. (R7)

Ontem, a Justiça de Minas já havia bloqueado R$ 1 bilhão e, hoje, o Ibama multou a mineradora em R$ 250 milhões. As investigações criminais também já foram iniciadas.

Diferentemente da tragédia de Mariana, há três anos, quando houve também o rompimento de uma de suas barragens, e as autoridades do Executivo fizeram vista grossa, desta vez tudo indica que a Vale pagará caro por mais esse crime ambiental causado pelo rompimento de outra barragem, na cidade de Brumadinho.

Tanto o Presidente Jair Bolsonaro, como o governador de Minas, Romeu Zema, que sobrevoaram as áreas atingidas pelo rio de lama, já afirmaram que serão rigorosos nas investigações para apurar as responsabilidades por mais essa tragédia que poderia ter sido evitada. Bolsonaro e Zema determinaram desde ontem comitês de crise e força tarefa para o atendimento às vítimas e famílias desabrigadas.

Bloqueio de R$ 5 bi

O procurador-geral do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Antônio Sérgio Tonet, disse neste sábado, 26, que o órgão protocolou uma ação cautelar contra a mineradora Vale na comarca de Brumadinho. No documento encaminhado à Justiça, é pedido o bloqueio de R$ 5 bilhões, para "despesas ambientais" após o rompimento da barragem.

“Essa primeira cautelar – nós estamos trabalhando com outras cautelares ainda hoje – pede bloqueio de R$ 5 bilhões para despesas ambientais. Há um trabalho intenso também da Promotoria de Diretos Humanos em conjunto com a Defensoria Pública na questão humanitária, na questão da indenização mais célere possível das vítimas atingidas”, disse Tonet. A Justiça já aceitou o pedito do MP para bloquear os R$ 5 bilhões da Vale

O rompimento da barragem foi no início da tarde de sexta. Até o início da tarde deste sábado, havia 14 mortes confirmadas pelos bombeiros e mais de 300 desaparecidos.

Segundo o procurador-geral de Minas, a barragem que se rompeu já era investigada pelo órgão. Ele que a apuração era preventiva e, em novembro do ano passado, a mineradora apresentou uma petição, em que atestava a segurança da estrutura.

Tonet disse ainda que neste momento, a investigação criminal ficará a cargo da Polícia Civil. Questionado se o Ministério Público poderia pedir a prisão de algum envolvido no desastre, ele afirmou que, caso algum suspeito esteja impedindo a investigação ou haja risco de fuga, por exemplo, o órgão poderá, sim, tomar esta medida.

R$ 1 bilhão já bloqueados

Em outro pedido, a Justiça de Minas Gerais determinou, no fim da noite de sexta-feira, 25, o bloqueio de R$ 1 bilhão em contas da Vale, após o rompimento da barragem da mineradora em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Segundo decisão liminar do juiz Renan Chaves Carreira Machado, o bloqueio atende a um pedido do governo do estado de MG para "imediato e efetivo amparo às vítimas e redução das consequências" do desastre.

O valor bloqueado deve ser transferido para uma conta judicial. Entre outras medidas, a mineradora também fica obrigada a apresentar um relatório sobre as medidas já tomadas de ajuda às vítimas em até 48 horas.

Ibama multa Vale em R$ 250 milhões

A Vale recebeu uma multa no valor de R$ 250 milhões do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) devido ao rompimento da barragem da companhia em Brumadinho (MG). Segundo o órgão, os danos ao meio ambiente resultaram – até o momento – em cinco autos de infração de R$ 50 milhões cada. Esse é o máximo previsto na Lei de Crimes Ambientais.

Foram aplicados os seguintes artigos: causar poluição que possa resultar em danos à saúde humana; tornar área urbana ou rural imprópria para a ocupação humana; causar poluição hídrica que torne necessária a interrupção do abastecimento de água; provocar, pela emissão de efluentes ou carregamento de materiais, o perecimento de espécimes da biodiversidade; e lançar rejeitos de mineração em recursos hídricos.

“O Ibama enviou equipes da coordenação de Emergências Ambientais para o local imediatamente após o primeiro alerta de rompimento. Agentes monitoram o avanço dos rejeitos, avaliam os danos ambientais e atuam na busca por desaparecidos e no resgate de pessoas e animais que ficaram isolados em razão do desastre”, disse o Ibama, em nota divulgada na tarde deste sábado, 26. (Fontes: G1 e Jovem Pan)

A barragem 1 da Mina Feijão se rompeu em Brumadinho e um rio de lama desceu destruindo casas e o meio ambiente, na mais triste repetição de um filme já conhecido. Já foram identificadas ao menos 7 pessoas mortas e cerca de 200 estão desaparecidas.

Por Renato Ferreira

Até quando a impunidade e a irresponsabilidade de nossas autoridades continuarão levando à morte pessoas inocentes? Verdadeiros assassinatos coletivos causados pela ganância de empresários assassinos e pela conivência de autoridades que deveriam fiscalizar a ação devastadora dessas mineradoras no Brasil?

Tragédia em Brumadinho rio de lama e bombeiro

Nesta sexta-feira, 25, depois de três anos da maior tragédia ambiental do país, que aconteceu na cidade de Mariana, outra tragédia ocorreu em Minas Gerais, com o rompimento da barragem de outra mineradora também da Vale. Desta vez foi na cidade de Brumadinho, região Metropolitana de Belo Horizonte.

Outra tragédia que também poderia ter sido evitada, caso o Brasil fosse um país sério, onde houvesse fiscalização pelos órgãos públicos responsáveis e punição severa para os empresários assassinos que comandam essas mineradoras.

Há três anos
Além da morte de 20 pessoas - 19 identificadas e uma ainda desaparecida - a tragédia de Mariana causou maiores danos ao meio ambiente, contaminando rios e córregos, principalmente, o Rio Doce, de Minas ao Espírito Santo, além de total destruição da flora e da fauna em toda a região. Mas, parece que a maior tragédia ambiental do país não serviu como lição para evitar outras tragédias.

Novo governo e novas medidas
Lamentamos pelas vítimas de Brumadinho, e parece que desta vez o desfecho desta tragédia em termos de apuração e punição dos culpados serão diferentes. É o que esperamos. No caso de Mariana, a então presidente da República, Dilma Rousseff (PT), custou a entrar no caso. Demorou para se pronunciar e quando o fez chegou a minimizar a culpa dos donos da Vale como também das outras mineradoras que atuavam na mesma mina.

Da mesma forma, o então governador do Estado, Fernando Pimentel (PT), que fez uma péssima administração, tanto que não foi reeleito em 2018, nada fez no sentido de exigir, como chefe do Poder Executivo, rigorosa investigação sobre o caso e punição exemplar para os culpados. Resultado desse desinteresse do Executivo: até hoje nenhum dos responsáveis foi punido e as indenizações ainda não foram pagas aos milhares de desabrigados. Enquanto, isso o meio ambiente foi devastado.

Bolsonaro toma providências

Tragédia em Brumadinho Bolsonaro

Falando em rede nacional, o Presidente Bolsonaro determinou providências imediatas do governo Federal para ajudar o governo de Minas e as vítimas de Brumadinho

Hoje, no entanto, diferente da ex-presidente petista, o Presidente Jair Bolsonaro veio a público de imediato para lamentar a tragédia, como também tomou providências urgentes no sentido de mobilizar o governo Federal para atender às vítimas de Brumadinho. O Palácio do Planalto determinou a implantação de um comitê de crise para acompanhar o caso, juntamente com a força tarefa montada pelo governo de Minas.

Bolsonaro ressaltou também que se trata de uma tragédia que poderia ter sido evitada e que o governo Federal será rigoroso na apuração das responsabilidades sobre o rompimento dessa barragem da Vale.

É claro que as primeiras responsabilidades sobre o rompimento de uma barragem não pode ser jogada sobre o governo do Estado ou do governo Federal, Mas, eles são os responsáveis por cobrar dos órgãos competentes o rigor na fiscalização dessas construções. A falta de manutenção fica evidente nessas tragédias, que jamais podem ser consideradas como tragédias naturais.

A Vale é uma das maiores empresas do mundo e a maior mineradora do planeta. Só em 2017, a empresa brasileira teve um lucro de R$ 17 bilhões. Com certeza, com todo esse potencial financeiro, a empresa teria condições de cuidar melhor de suas barragens, não é mesmo? O rejeitos minerais e demais produtos químicos da barragem de Brumadinho atingiram o Rio Paraopeba e, segundo os especialistas, esses dejetos minerais poderão atingir também as águas do Rio São Francisco, o maior rio de integração nacional, causando uma tragédia ambiental sem precedentes. 

Tragédia em Brumadinho bombeiro

Durante a tragédia, um Bombeiro abraça um dos sobreviventes em Brumadinho

Hoje, durante uma entrevista à imprensa, o presidente da Vale chegou a causar indignação ao se referir à tragédia. Fábio Schvartsman disse reconhecer que o número de vítimas pode ser muito grande e que desconhece as causas do rompimento da barragem. Como assim? As causas são a falta de manutenção e a responsabilidade dos senhores em verificar diariamente as condições da construção.

Esperamos também que desta vez o novo governador de Minas, Romeu Zema, possa agir diferentemente do petista Pimentel e exigir rigorosas fiscalizações nas demais mineradores do Estado. Essas barragens existem em outras regiões do País, mas, é em Minas onde está a maioria dessas barragens, que abrigam dejetos de minérios de ferro e de outros produtos químicos.

Infelizmente, o Brasil se tornou no país da impunidade. Nossas autoridades se acostumaram apenas a lamentar depois das tragédias, como incêndios em boates e em prédios ocupados, deslizamento de terra em locais de risco, enchentes ou desabamento de pontes e viadutos. Logo após às tragédias há uma natural comoção popular e uma corrida das autoridades em fiscalizar, mas, tudo passa muito rapidamente e as fiscalizações só voltam acontecer depois de nova tragédia.

Mas, agora, com novo governo e novas mentalidades em termos de administração pública, esperamos que esse lamentável quadro mude no Brasil. Não podemos esperar por novas boates incendiadas, novos desabamentos de pontes e novos rompimentos de barragens de mineradoras, com centenas e milhares de mortes e destruição do meio ambiente, para se fazer as fiscalizações e as manutenções necessárias. Minas sangra em mais um mar de lama causado por uma mineradora assassina (Renato Ferreira)

É o quarto título do clube na competição de base mais tradicional do país.

O Tricolor do Morumbi é o campeão da Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2019. O jogo foi realizado nesta sexta-feira, 25, no Pacaembu, dia do aniversário de 465 anos da cidade de São Paulo.

São Paulo campeão da Copinha 2

O Tricolor abriu o placar e chegou a fazer 2 a 0, placar que permaneceu até aos 29 minutos do segundo tempo. Só que o Vasco reagiu e empatou a partida levando a decisão para as penalidades, quando os paulistas levaram a melhor e venceram por 3 a 1, coroando uma campanha invicta na competição. O goleiro Thiago Couto brilhou com duas defesas.

Esse quarto título dos Meninos do Morumbi vem coroar o excelente trabalho que o Clube faz com todas as suas categorias de base no CT de Cotia. Neste ano, o Tricolor já conquistou outros títulos nas categorias do sub-20, como a Copa do Brasil e vai disputar a Copa Libertadores, com chances reais de conquistar também o título sul-americano.

No tempo normal, os gols do Tricolor foram marcados pelo artilheiro da Copinha, Gabriel Novaes, e por Antony. Já para o Vasco marcaram Lucas Santos e Tiago Reis. Na decisão por pênaltis, Ed Carlos, Morato e Turta marcaram, enquanto Marcos Júnior chutou para fora. E o título veio com o chute no travessão de Gabriel Norões, e com as defesas do goleiro Thiago Couto nos chutes de Tiago Reis e Riquelme. (Renato Ferreira)

Veja, aqui, o vídeo do último pênalti que deu a vitória ao Tricolor: https://www.facebook.com/orenatoferreira/posts/2140830949340467?

Sexta, 25 Janeiro 2019 13:11

Parabéns São Paulo pelos seus 465 anos!

E para marcar esta data, a Prefeitura da Capital programou uma série de atividades gratuitamente para os paulistanos e turistas.

 

A maior cidade do Brasil, São Paulo, completa 465 anos nesta sexta-feira, 25 de janeiro. Nessa data foi fundado o colégio jesuíta que deu origem à metrópole.

São Paulo 465 3 museus

Atualmente, vivem nesta selva de pedra com milhares de arranhas-céus, 12,2 milhões de pessoas. E mais 21,6 milhões em toda a região metropolitana, uma das maiores do mundo.

É uma cidade que não dorme. São 24 horas de intenso vai e vai e vem de veículos, trens, metrô, ônibus, motos e bicicletas entre seus milhares de escritórios, comércios, indústrias, multinacionais, bares, boates, cafés, hotéis e restaurantes.

São Paulo 465 2 Paulista

Avenida Paulista, a principal e mais conhecida via pública de São Paulo

Há várias décadas, São Paulo é também o maior centro financeiro do país. Ela abriga brasileiros de todas as regiões, como também imigrantes de as partes do mundo. É também o principal centro em termos de tecnologia da medicina, com hospitais com atendimentos das mais diversas complexidade, com destaque para centros médicos, como o Hospital das Clínicas, Hospital do Coração, Sírio Libanês e Albert Einstein. Hoje, a cidade é administrada pelo prefeito Bruno Covas (PSDB), que sucedeu João Doria, eleito Governador do Estado. 

Decisão da Copinha

São Paulo x Vasco

Na área esportiva, uma das atrações do aniversário da Capital é a decisão da Copa São Paulo de Futebol Júnior. Neste ano, a decisão será entre o São Paulo e o Vasco da Gama, às 15h30, no Pacaembu.

A programação completa da Prefeitura pode ser conferida aqui: https://bit.ly/2WbZ25Y (Fonte: EBC)

Paulo Guedes ressaltou ainda que reduzirá de 34% para 15% a tributação sobre todas as empresas. A intenção do Governo é colocar o Brasil no ranking dos 50 principais países para se fazer negócios no mundo.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, deu mais detalhes sobre como serão tratadas as estatais deficitárias no governo Jair Bolsonaro. Ele disse, em entrevista à Agência Reuters, que pretende extinguir 50 empresas estatais num prazo entre três e cinco meses. Além disso, ressaltou a investidores que o governo fará um programa de privatização de US$ 20 bilhões e reduzirá de 34% para 15% a tributação sobre todas as empresas. A arrecadação será pela taxação de dividendos. A Eletrobras é uma das empresas estatais que surge como alvo de privatização do atual Governo.
Apesar de não dar mais informações sobre quais alíquotas poderão ser reduzidas, Guedes ressaltou que tem a intenção de colocar o Brasil no ranking dos 50 principais países para se fazer negócios no mundo. Segundo o Banco Mundial, houve melhora em 2018, mas ainda ocupamos a 109ª posição. Ou seja, seria preciso desbancar, ao menos, 59 nações.
O próprio presidente Jair Bolsonaro admitiu a dirigentes empresariais que será uma tarefa complicada. De acordo com ele, a meta é “difícil, mas não impossível”. Para implementá-la, além de reduzir a burocracia e entraves regulatórios, Guedes quer fazer mudanças na legislação tributária, diminuindo os impostos sobre empresas e aumentando a taxação sobre capital e dividendos. “Quem vai investir no Brasil com imposto de 34%, quando nos EUA são 20%?”, questionou.
Sobre a simplificação tributária, Bolsonaro disse que as conversas estão avançadas, mas que o tema não é fácil, porque mexe em impostos estaduais e de prefeituras. “É muito difícil uma reforma, mas tem de ser buscada”, frisou o presidente. O economista Bruno Lavieri, analista da 4E Consultoria, avaliou que tanto a reforma da Previdência quanto as mudanças no regime de tributação não dependem da equipe técnica. “O risco de não chegar à 50ª posição no ranking está mais no âmbito político do que no técnico”, disse. (Fonte: O Estado de Minas)

Evento bomba na Sala Osasco e supera até mesmo a formação da primeira equipe de secretários em janeiro de 2017.

 

Nesta quarta-feira, 23/01, acompanhado pela primeira-dama Aline Lins e pela vice-prefeita Ana Maria Rossi, o prefeito de Osasco, Rogério Lins, anuncia alterações no primeiro escalão de seu secretariado.

Os comentários de bastidores dão conta de que, na prática, começa hoje a campanha para a eleição municipal de 2020.

Novos secretários de Osasco 2

Rogério Lins remaneja alguns secretários e reforça seu time com nomes importantes da política, alguns que foram até adversários de seu grupo nas eleições gerais de 2018, como Claudio Piteri e Ana Paula Rossi.

Portanto, Rogério Lins já colocou suas cartas na mesa do jogo político para 2020. No total, houve nove mudanças.

Durante o evento, o prefeito Rogério Lins agradeceu o desempenho e a colaboração de todos os seus secretários frente às secretarias que atuaram e desejou boa sorte a todos na nova missão. “Nossa administração é dinâmica e as mudanças se fazem necessárias para um melhor engajamento e atuação do governo na prestação de serviço público de qualidade e efetivo à nossa população”, comentou.

Novos secretários:

Cultura: Eder B2
Comunicação: Pedro Souto Maior, ex-diretor do Podemos
Trânsito: Claudenes Beguini, 32 anos de vida pública, já participou de vários governos.
Assistência Social: Cláudio Piteri, ex-vereador.
Obras: Lau Alencar
Habitação: Cláudio Monteiro. Ele estava na secretaria de obras.
Segurança: Coronel Virgulino
Trabalho: Elsa Oliveira
SICA: Paulo Contim
Delbio Teruel deve assumir a secretaria de Administração, e Ana Paula, deve retornar para a Educação.

 

Por Renato Ferreira - 

Não faz muitos anos que esses três homens, ao lado de outros políticos, eram os responsáveis pelos destinos do Brasil e de um dos mais importantes estados do Brasil. Lula, na Presidência da República, e Sérgio Cabral e Pezão, como governadores do Rio de Janeiro.

Como a primeira foto mostra, os três estavam sempre sorrindo. Gostavam muito de festas, regadas aos melhores pratos e bebidas caras, tanto aqui como no Exterior, de preferência, em Paris.

Mas, infelizmente, eles se preocupavam muito mais em desviar bilhões de dinheiro público, do que administrar pensando no bem do povo que trabalha e paga imposto. E em pouco mais de dois mandatos, eles acabaram com o Brasil e com o Rio de Janeiro.

Hoje, o Rio de Janeiro é uma terra arrasada, quebrado em termos financeiros e sem nenhuma segurança.Já faz algum tempo, que as pessoas pensam duas vezes para ir ao Rio, conhecida antes como a "Cidade Maravilhosa". O Rio continua lindo, mas, a falta de segurança torna a cidade um local, não mais como um dos mais belos destinos turísticos do mundo, mas, sim, como uma aventura. Por lá passaram o Sérgio Cabral e seu sucessor Pezão.

E com o Brasil de Lula não foi diferente. Desde o mensalão até o petrolão, passando por rombos nos Bancos públicos, Correios e Fundos de Pensão, o que se viu nos dois governos de Lula e no governo de Dilma, foi uma sucessão de escândalos. Hoje, o povo brasileiro não tem saúde, educação, estradas, transporte, segurança, habitação e, muito menos segurança. Aqui, mais de 63 mil pessoas são assassinadas por ano. E tudo isso culminou na prisão de todos os tesoureiros petistas, de parlamentares, ex-ministros, empreiteiros e do próprio Lula, condenados por corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

Mas, como o tempo é o senhor da razão, depois das festas com dinheiro da corrução pública, hoje, os três amigos, amargam a prisão. Sérgio Cabral já foi condenado a mais de 180 anos de prisão, enquanto Lula pegou mais de 12 anos de cadeia pela condenação em apenas um dos processos que responde na Justiça.

Sem dúvida, esses três são amigos para sempre! E precisam de receber logo, logo, outros colegas corruptos por lá. (Renato Ferreira)

TRAGICÔMICO é uma publicação de Notícias & Opinião todas às quartas-feiras. Para ver outros casos já publicados, basta acessar o site - www.noticiaseopiniao.com.br - e buscar pela palavra tragicômico.

Nas semifinais, o Tricolor goleou o Guarani, enquanto o Vasco da Gama derrotou o Corinthians nos pênaltis.
 
Nesta terça-feira, 22/01, São Paulo e Vasco venceram seus compromissos nas semifinais e agora vão disputar o título da principal competição sub 20 do país. O Tricolor vai atrás do seu quarto título. A final será realizada no Pacaembu, às 15h30 de sexta-feira, 25, dia do aniversário da cidade de São Paulo.
Jogando na Fonte Luminosa, em Araraquara, o São Paulo não teve dificuldades para vencer o Guarani por 5 a 2, pela semifinal da 50ª Copa São Paulo de Futebol Júnior. Com a vitória, o Tricolor vai para a final da competição pela 11ª vez em sua história.
O clube paulista tem três títulos no torneio (1993, 2000 e 2010) e sete vices (1981, 1992, 1994, 2001, 2004, 2007 e 2018). A goleada tricolor foi construída com gols marcados por Antony (2), Fabinho (2) e Vitinho. Lucas Prado e Davó fizeram os gols da equipe de Campinas.
Vasco
Vasco
Os meninos do Vasco não se impressionaram com o grande apoio da torcida corintiana na Arena Barueri
 
Já na Arena Barueri, Corinthians e Vasco da Gama fizeram uma partida movimentadíssima que terminou com a vitória dos cariocas na decisão por pênaltis. Os meninos do Vasco não se impressionaram com o grande apoio da torcida corintiana e abriram o placar logo aos nove minutos com Tiago Reis. O Corinthians não havia ainda nem conseguido assimilar o gol, quando sofreu o segundo golpe. Aos 17 minutos, o zagueiro Mirana fez 2 a 0 para o Vasco.
Na segunda etapa, os vascaínos perderam a chance de liquidar o resultado com um pênalti desperdiçado logo aos sete minutos. Assim, o Timãozinho acordou e em empatou a partida com dois gols do centroavante Nathan. Na decisão por pênaltis, o Vasco errou apenas uma cobrança, contra dois erros dos paulistas e venceu por 4 a 3. (Renato Ferreira)

 
O Presidente brasileiro destacou sua determinação de abrir a economia, atrair investidores, fazer reformas, diminuir o peso do Estado e combater a corrupção.
Em discurso “curto” e “objetivo” como havia anunciado, com duração de 6 minutos e 36 segundos, o presidente Jair Bolsonaro reafirmou nesta terça-feira, 22/01, no Fórum Econômico Mundial, em Davos na Suíça, os compromissos de campanha. Ele destacou a determinação de abrir a economia, atrair investidores, fazer reformas, diminuir o peso do Estado e combater a corrupção. “Representamos um ponto de inflexão", enfaticou o Presidente.
Bolsonaro citou três de seus ministros Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública), Paulo Guedes (Economia) e Ernesto Araújo (Relações Exteriores). Após o discurso, ele respondeu a perguntas dos organizadores do fórum sobre preservação do meio ambiente e desenvolvimento econômico, combate à corrupção e crescimento da América Latina.
O presidente se comprometeu a colocar o Brasil “no ranking dos 50 melhores países para se fazer negócios”, atrair capital estrangeiro, explorar recursos naturais, fazer as reformas tributária e da Previdência Social, investir em educação, incentivar turismo e manter a sustentabilidade do agronegócio. “Avançar na compatibilização entre a preservação do meio ambiente e da biodiversidade com o necessário desenvolvimento econômico.”
Meio ambiente
Bolsonaro enfatizou que o Brasil é “o país que mais preserva o meio ambiente. Nenhum outro país do mundo tem tantas florestas como nós. A agricultura se faz presente em apenas 9% do nosso território e cresce graças a sua tecnologia e à competência do produtor rural. Menos de 20% do nosso solo é dedicado à pecuária”, destacou.
“Essas commodities [produtos primários com cotação internacional], em grande parte, garantem superávit em nossa balança comercial e alimentam boa parte do mundo”, acrescentou o presidente. Ele também assegurou a vontade de “aprofundar” as relações comerciais.
Segundo o presidente, seu esforço será para que o Brasil se torne um exemplo para o mundo. “Nossa missão agora é avançar na compatibilização entre a preservação do meio ambiente e da biodiversidade com o necessário desenvolvimento econômico, lembrando que são interdependentes e indissociáveis.”
Bolsonaro disse que está empenhado em “integrar o Brasil ao mundo”. Para ele, um dos caminhos é a “defesa ativa da reforma” da Organização Mundial do Comércio (OMC) para buscar a eliminação do que chamou de “práticas desleais de comércio e garantir segurança jurídica das trocas comerciais internacionais”.
Reformas
O presidente destacou que pretende implementar uma série de medidas no país, e citou as reformas, a redução de tributos e a desburocratização. Segundo ele, são ações que vão levar ao desenvolvimento econômico e à estabilidade.
“Vamos diminuir a carga tributária, simplificar as normas, facilitando a vida de quem deseja produzir, empreender, investir e gerar empregos. Trabalharemos pela estabilidade macroeconômica, respeitando os contratos, privatizando e equilibrando as contas públicas.”
Valores
O presidente ressaltou que gastou menos de US$ 1 milhão na sua campanha e que o país precisa de resgatar valores. “Assumi o Brasil em uma profunda crise ética, moral e econômica. Temos o compromisso de mudar nossa história.”
Bolsonaro enfatizou que vai resgatar valores. “Vamos defender a família e os verdadeiros direitos humanos; proteger o direito à vida e à propriedade privada e promover uma educação que prepare nossa juventude para os desafios da quarta revolução industrial, buscando, pelo conhecimento, reduzir a pobreza e a miséria.”
Combate à corrupção
No discurso, Bolsonaro destacou ainda a presença do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro: “O homem certo para o combate à corrupção e o combate à lavagem de dinheiro”, disse. Ao ser questionado sobre seus planos para a área, ele disse que Moro tem “todos os meios para seguir o dinheiro no combate à corrupção e no combate ao crime organizado”.
“É mudando a legislação e aperfeiçoando outra parte da mesma. Dessa forma, tenho certeza de que atingiremos nosso objetivo”, respondeu.
Bolsonaro também acrescentou que os ministros foram indicados de forma técnica, sem participação político-partidária. “Precisamos, sim, muito do Parlamento brasileiro e confiamos que grande parte do mesmo nos dará respaldo na busca do combate à corrupção e na lavagem de dinheiro. Dessa forma, o Brasil será visto de forma diferente aqui fora.”
Segurança e turismo
De acordo com o presidente, o governo federal investirá de forma intensa na segurança pública e convidou os presentes a conhecer o Brasil, lembrando que, apesar das belezas naturais, o país não está entre os 40 principais destinos turísticos do mundo. Ele destacou que pretende dinamizar o turismo no Brasil
“Vamos investir pesado na segurança para que vocês nos visitem com suas famílias, pois somos um dos primeiros países em belezas naturais, mas não estamos entre os 40 destinos turísticos mais visitados do mundo. Conheçam a nossa Amazônia, nossas praias, nossas cidades e nosso Pantanal. O Brasil é um paraíso, mas ainda é pouco conhecido.”
Estreia
Bolsonaro sublinhou que a sua presença no encontro é primeira viagem internacional que faz após a eleição, comprovando a importância que atribui às pautas que têm sido promovidas pelo Fórum de Davos.
“Esta é a primeira viagem internacional que realizo após minha eleição, prova da importância que atribuo às pautas que este fórum tem promovido e priorizado”, disse. “É, para mim, uma grande oportunidade de mostrar para o mundo o momento único em que vivemos em meu país e para apresentar a todos o novo Brasil que estamos construindo.”
O presidente disse que pretende viajar em breve para Israel, Itália, Argentina e Chile.
"Excelente", segundo Mourão
 
Mourão
 
O presidente da República em exercício, general Hamilton Mourão, classificou o discurso de Jair Bolsonaro no Fórum Econômico Mundial como “excelente”.
“Maravilhosas as palavras do presidente. De acordo com tudo o que estamos pensando e buscando para inovar no nosso país e que a gente tenha um rumo melhor e chegue aos nossos objetivos. A gente tem que lembrar que os nossos objetivos é que todo brasileiro tenha escola, acesso à saúde, ande na rua com segurança e tenha emprego e renda”, afirmou.
Sobre a preservação do meio ambiente citada no discurso, Mourão lembrou que o Brasil está no Acordo de Paris. “Às vezes alguns ruídos acontecem, mas a gente não pode fugir dessa questão ambiental, a questão do clima. O presidente tem plena consciência disso aí e deixou claro no discurso dele”, disse Mourão. O presidente em exercício participou hoje da transmissão de comando do 2º Regimento de Cavalaria de Guarda, para o tenente-coronel Antonio Cesar Esteves Mariotti, na Vila Militar, no Rio de Janeiro. (Agência Brasil)

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